quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Que tal comprar parcelado sem juros: vamos nessa?!


Conta a lenda… Numa determinada sociedade lá do passado, havia dois grupos de consumidores: os Josés (que eram poucos) e os Manés (a grande maioria). Certo dia o Sr. Comerciante convidou o Sr. Banqueiro para tomarem chá. “Estou triste, caro amigo. Não consigo vender para os Manés, e os Josés são poucos para sustentarem meu comércio. Eu sei qual é o problema: os Manés não se planejam para juntar dinheiro, gastam sempre tudo o que ganham no próprio dia, e jamais têm disponibilidade para compras de valor mais alto. Eles têm vontade de comprar, e eu de vender, mas não há dinheiro pronto”!

Conselho. O Sr. Banqueiro, homem astuto, trazia a solução na ponta da língua: “Dileto amigo, este povo(os Manés) ama um carnezinho: faça parcelado, em seis, 10 ou 12 vezes, e o senhor arrebentará de vender”! O Sr. Comerciante gostou da ideia, mas o interpelou: “Amigo, respeito sua sabedoria, mas não é financeiramente viável. Dou-lhe um exemplo: comprei grande quantidade destes smartphones por R$ 400 cada. Desejava vendê-los por R$ 800 à vista, pois assim cobririam meus custos do momento e me dariam lucro: como poderia parcelar em 10 X R$80 se preciso do dinheiro da venda de imediato”?

Eureka! “Farás diferente, meu bom amigo. Tu dirás que o valor “à vista” é de R$ 999, que podem ser gentilmente parcelados em 10 X R$ 99,90 no cartão de crédito do meu banco. Eu te adiantarei os R$ 800 de que precisas de imediato, fique tranquilo, e receberei parceladamente R$ 200 a mais. Assim, tu venderás a rodo, e eu ganharei meus “jurinhos” na operação”! O Sr. Comerciante abriu um sorriso: “Tu és gênio, amigo Sr. Banqueiro! Só lamento não te ter consultado antes!” Assim ele procedeu, e os Manés levaram todos os seus celulares, felizes da vida de poderem parcelar o preço à vista “sem juros”!

E tu, Brutus? Quanto a você: sabe dar o devido valor ao seu dinheiro? Algo como R$ 200…isso é dinheiro para você? Porque se escolher pagar R$ 1 mil por algo que poderia comprar por R$ 800 à vista (juntando R$ 99,90 por apenas oito meses), estará desperdiçando R$ 200 com juros disfarçados, e estará dizendo ao seu dinheiro que ele não merece esse respeito todo. Quanto a mim, acho que merece: seu dinheiro é fruto sagrado do seu trabalho, do suor derramado em seu rosto, e seu trabalho tem valor! Quem respeita o dinheiro respeita o trabalho, a verdadeira única fonte de geração de riqueza no mundo!

Economista com MBA em Finanças (USP), atua como orientador de famílias e educador em empresas (Metodologia PROFE®). Comentarista econômico do Grupo Bandeirantes de Rádio e TV, é autor de “Os 10 Mandamentos da Prosperidade” e dirige o site www.educarparaprosperar.com.br


Fonte! Este chasque é a coluna semanal do Professor Marcos Silvestre, publicado no Jornal Metro, edição do dia 22 de setembro de 2016. Abra as porteiras clicando em http://www.metrojornal.com.br/nacional/marcos-silvestre/que-tal-comprar-parcelado-sem-juros-vamos-nessa-312290


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Emater/RS-Ascar divulga fontes alternativas de energia em Campina das Missões RS


Com o objetivo de divulgar e despertar o interesse para novas formas de geração de energia, a Emater/RS-Ascar em parceria com o Conselho Municipal de Política Agrícola desenvolveu, em Campina das Missões, palestras sobre o tema na última sexta-feira (26/08). O evento realizado no Salão de Eventos do Centro Administrativo da Prefeitura, contou com a presença de agricultores e lideranças do município.  

O assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar, na área de Manejo de Recursos Naturais, engenheiro agrônomo Marco André Junges abordou, na ocasião, possibilidades de energias renováveis com ênfase às tecnologias disponíveis especialmente a eólica, o biogás, hídrica e solar, de modo especial, a fotovoltaica, bem como as perspectivas do tema em relação ao futuro.

Na oportunidade, o engenheiro elétrico Marcio Augusto Hübner, representando a Indústria Fratelli, explanou sobre projetos que estão desenvolvidos pela empresa na área de geração de energia renovável especialmente em relação à energia solar, eólica e hídrica por meio rodas de água. Também apresentou alguns aspectos da Resolução 482/2012 da Aneel, que trata sobre o Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

Segundo os extensionistas rurais da Emater/RS-Ascar, Antônio Jacó Jung e Valmir Thume, estas alternativas já estão sendo amplamente divulgadas no município, com o objetivo de implementar essas tecnologias, especialmente visando o aprimoramento nos aspectos da sustentabilidade e economia nas propriedades, levando em conta que a energia elétrica se tornou indispensável para a sobrevivência humana e a constante evolução tecnológica trouxe oportunidades no âmbito do uso e da produção da energia elétrica, possibilitando melhorar a qualidade de vida da população.

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar - Regional de Santa Rosa

Fonte! Este chasque (postagem) foi veiculado no sítio oficial da Rádio Atitude FM de Campina das Missões / RS. Abra as porteiras clicando em 

domingo, 28 de agosto de 2016

Atitude 90! Nosso veículo e todos os seus custos. De assustar....

Bueno gauchada do Rio Grande e de toda esta terra em redor que chamamos de mundo! 

No dia 24 de agosto me aprocheguei num posto de combustíveis da capital gaúcha para abastecer o veículo da minha família...... esta foi a abastecida de número 201...

Aí o vivente poderá me indagar.... como assim, abastecida de número 201????

Exatamente...... mas vou voltar para a data do dia 05 de julho de 2016. Neste dia foi a abastecida de número ..... 192, pois nesta data, em 2013, o veículo saiu da concessionária Sbardecar / Fiat, da cidade de Canoas (RS). Um Novo Uno 1.4, Economy Flex, zero quilômetro, que custou sem os acessórios, o montante de R$ 33.000,00. A primeira abastecida foi neste dia, com 42,232 litros de gasolina comum, ao valor nominal na bomba combustíveis de R$ 2,599 o litro, totalizando R$ 109,76.
A vida do veículo está numa planilha excel
Mas como diz a publicidade, que martela e penetra dentro do cérebro do vivente, "brasileiro não vive sem carro", então tu:
1 - Tens um carro;
2 - Sonha em ter um carro;
3 - Sonha em ter um carro, custe o que custar 

Voltando..... nosso carro tem uma planilha onde simplesmente é registrado tudo. No dia que a aquisição do mesmo completou três anos, até este momento os registros nos trazem as seguintes despesas:

1 - Combustível - 7.244,143 litros de combustível, ao preço médio de R$ 2,9765 o litro, totalizando R$ 21.561,88. Uma média de R$ 7,187,29 ao ano; R$ 598,94 ao mês. Nestas 192 abastecidas, a opção pelo Etanol foi em apenas 28 vezes, visto que o preço, comparado com o da gasolina comum, nunca compensou. Tudo em valores nominais. 

2 - Acessórios - no dia que foi adquirido, foram acrescentados ao valor de compra R$ 2.100,00 (sensores, rádio, vidro escuro, alarme, vidro elétrico, entre outros).

3 - IPVA - 2085,54. Sempre é pago em dezembro, válido para o ano seguinte, para obter o maior desconto possível.

4 - Seguro opcional - um valor total de R$ 3.787,16 nestes três anos, com um valor médio anual de R$ 1.262,38.

5 - Franquias - em duas oportunidades tivemos sinistros, dando um custo de franquia, estabelecido pela seguradora, no valor de R$ 1.000,00 cada. Na primeira um acidente com danos materiais de grande monta e na segunda, a pior, um roubo comigo dentro.... que culminou com danos materiais com parte do veículo depenado.

6 - Revisões e manutenção periódica - este é um custo que é necessário se prevenir financeiramente falando, para o bem do veículo e do próprio bolso da bombacha. Fizemos as revisões periódicas estabelecidas no manual do fabricante (trocas de óleo, filtros e peças). Um total de R$ 6.756,37.

Como o vivente pode ver, nestes 87.889 quilômetros rodados, os valores são salgadíssimos. Agora vamos incluir aí cinco pneus e quatro rodas (estourados e inutilizados), um segundo rádio, até lavagens, pedágios, estacionamentos, multas de trânsito, lâmpadas queimadas, enfim, tudo o que foi investido nele está contabilizado,  no valor de R$ 4.957,44. Tudo em valores nominais.

E a soma dos valores totais e nominais, de 05 de julho de 2013, até o dia 05 de julho de 2016, totalizam: 7.244,143 litros de combustível, ao preço médio de R$ 2,9765 o litro, totalizando R$ 21,561,88; demais despesas - citadas nos itens acima (2 a 6) totalizam R$ 19,600,97, totalizando R$ 41,162,85.

Se formos dividir este valor total por 36 meses (três anos) ,dará uma média mensal de R$ 1.143,41.

Observe que neste levantamento não está somado o valor da compra - R$ 33.000,00 e nem a depreciação e desvalorização do veículo.

Então vivente! Pensa bem quando te aventurares na compra de um carro. Se o teu sonho é um carro turbinado, quem sabe, adquira um de menor valor, para evitar que tu fiques com a bombacha só nos panos (passando dificuldades financeiras, te privando de melhor qualidade de vida junto com a tua família). 

Evite a regra do consumismo: comprar o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não conhece a fim de tentar ser uma pessoa que tu não és! (desconheço o autor).

Agora te convido para abrir as porteiras do chasque onde relatamos como este veículo foi adquirido, como foi financiado e qual o juro que pagamos e para quem. Abra as porteiras clicando em

sábado, 27 de agosto de 2016

O Seu Jair estava sendo lesado por esta instituição. E você?

Você não conhece o Seu Jair. Mas é possível que conheça várias pessoas que passam diariamente pela situação que o Seu Jair passou. É possível também que aconteça com você a mesma coisa que aconteceu com o Seu Jair. Ele estava sendo lesado.
 Naquela época, eu trabalhava como gerente bancário. Nunca me esqueci do jeito humilde dele ao entrar na agência para sacar parte da sua minguada aposentadoria como trabalhador rural. 

Também me lembro da impressão de que não havia produto que não tivesse sido “empurrado” para ele todos os meses como “o melhor investimento”.
Primeiro foi um cartão de crédito adicional: “Aumentamos seu limite, para gastar à vontade, seu Jair.”

Depois, o título de capitalização: “O senhor pode ganhar um sorteio e ficar milionário.”

Logo chegou o CDB ruim, a previdência privada com taxas altas, o seguro de vida até para o filho mais novo

Era só aplicar uma ou duas palavras de “economês” e pronto: o seu Jair concordava, por pura vergonha de seu desconhecimento. Ninguém gosta de admitir que não entende aquilo que os outros falam. Muito menos quando o assunto é o próprio dinheiro.

Você já imaginou o seu Jair chegando em casa e tendo que falar à esposa e aos filhos que foi enrolado na rua? Da mesma forma, mostrar a todos eles que um plano de capitalização é um ótimo negócio podia parecer muito inteligente, um sinal de preocupação com o futuro da família.

Mas o pior ainda estava por vir… Uma manhã vi o Paulo, com quem eu dividia trabalho na gerência, puxar papo com o seu Jair no caminho até o caixa. O motivo do saque logo se revelou: uma herança.

A quantia não era grande, mas se bem aplicada poderia contribuir para uma aposentadoria muito mais tranquila para o seu Jair. O Paulo, então, não pensou duas vezes: sugeriu um fundo aparentemente bom. Seguro, com perfil conservador… E “apenas” 3% de taxa de administração.

O seu Jair não entendia, por exemplo, que essa taxa iria corroer boa parte de seu patrimônio. E que fundos de outras boas gestoras cobrariam bem menos e ofereceriam uma rentabilidade melhor. Sem falar no Imposto de Renda.

Era a “sorte grande”. Para o banco. No começo, o seu Jair até tentou mostrar que sabia o que estava fazendo, questionando os benefícios práticos de tudo aquilo. Mas observei o Paulo falar de spreads, benchmark… E garantir: não havia nada mais vantajoso a ser feito naquele momento. “É pegar ou largar”.

Pensei em alertá-los ali mesmo. Falar de investimentos melhores, outras opções de aplicação mais rentáveis. Mas apesar do incômodo, não interferi. Afinal, para mim, estava tudo bem. Eu tinha aquele emprego, com salários e benefícios que poderiam fazer falta.

Na verdade, eu estava envolvido até a medula naquele sistema. Ao mesmo tempo, voltei para casa pensando que meus filhos poderiam estar no lugar do seu Jair no futuro. Algo realmente precisava ser feito… Até que, passado um ano, finalmente consegui me organizar melhor. E pedi demissão.

Mas não sem antes ver o seu Jair minguar o próprio patrimônio, sem conseguir multiplicar um real sequer. Pelo contrário: ele voltou a fazer contas para sobreviver da aposentadoria.

Hoje, estou do outro lado do balcão, e quero recompensá-lo. Estou consciente de que preciso me redimir de alguma forma. E acredito que tenho obrigação de revelar as armadilhas que coloquei em prática entre os meus clientes, até inconscientemente.

Preparei um texto detalhado, bem explicado, de como evitar que as pessoas como o Seu Jair (ou você) sejam lesados pelos bancos. Para saber, clique aqui para ser direcionado para o texto, e continuaremos nossa conversa por lá.
Criando Riqueza 
Nota: Esta coluna é mantida pelo Criando Riqueza, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade. 

Criando Riqueza

O Criando Riqueza é um canal para a circulação de informações de finanças pessoais, com o objetivo maior de aconselhar os leitores sobre a melhor forma de construir riqueza, viver bem e investir. 

Ver artigos de Criando Riqueza >
Fonte! Chasque (postagem) publicado no sítio Dinheirama. Abra as porteiras clicando em 

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Observação

Já estive no lugar do Seu Jair. Fora do meu Fundo de Pensão, minha previdência privada (também da esposa e das duas filhas) foi num grande banco privado nacional. Um "ótimo negócio" (para o banco), no ano de 2008. As taxas eram de 3% e 5% (administração e carregamento)

Passado um ano, estava fazendo portabilidade para a Icatu Seguros. E mais um tempo depois, via XP Corretora, para a parceira Mapfre, onde a taxa administrativa é de 0,5% e não tem taxa de carregamento.

Literalmente estou fora desta instituição financeira tradicional, o banco

Valdemar Engroff


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os 10 aparelhos que mais energia gastam mesmo estando desligados!

Você sabia que muitos  eletrônicos, mesmo desligados, podem gastar energia se estiverem conectados à tomada?

Por isso, desconectar o aparelho da corrente elétrica ajuda a economizar dinheiro e proteger o meio ambiente.

Sabemos que o aquecimento global é um problema de grande escala e que deve ser combatido.

No entanto, uso de notebook, carregador de celular e de videogames ligados o dia inteiro na tomada é bastante comum em nossa sociedade, e isso contribui para aumentar o consumo de energia, além de contribuir para as mudanças climáticas do planeta..

Portanto, é um mau costume deixar os aparelhos conectados à tomada.

Sendo assim, a culpa não é apenas dos automóveis e grandes fábricas.

Sem saber, muitos de nós estão desperdiçando energia elétrica, pagando um alto preço por isso.

Saiba quais são os dez aparelhos que mais consomem energia quando estão "apagados", ou seja, desligados no botão liga/desliga, mas conectados à tomada:


1. Computador
Hoje muita gente prefere o nootebook, mas o computador de mesa ainda é muito usado em escritórios e em alguns casas.

Geralmente, ele fica ligado na tomada o tempo inteiro, durante meses, gastando energia e danificando o aparelho.

Mesmo em ropouso, pode consumir até 21W e, se estiver ligado, aumenta para 80W, o que equivale a quatro lâmpadas fluorescentes ligadas o dia todo.

Ou seja, desligue seu computador quando não estiver usando-o.

2. Videogames
Eles, em funcionamento, podem gastar 23W.

E desligados, porém conectados na tomada, consomem 1W.

Então procure desligar e também desconectar os cabos de eletricidade.


Aparelho de som  
O aparelho de som consume cerca de 15 watts, mesmo desligado.

Ou seja, se ficar sempre na tomada, ele gastará 20% mais do que se ficasse ligado 1 hora por dia no volume baixo.

Por isso você deve desligá-lo por completo na tomada.

4. Notebook
Usamos no trabalho, em casa, no lazer e ele acaba ficando ligado por muitas horas.

Há quem apenas feche o aparelho, mas isso não resolve.

Um notebook pode consumir mais de 15W quando conectado à tomada, mesmo sem estar em operação.

5. Telefone sem fio
Hoje, com o celular, é cada vez menos usado.

No entanto, ele pode gastar cerca de 3W.

6. Micro-ondas
Este aparelho de cozinha gasta muita energia e, se ficar ligado na tomada, pode consumir mais de 3W.

7. Televisão
Apesar de dizerem que essas TVs mais modernas economizam energia, devemos considerar painéis de luz, sensores e outros recursos que fazem com que a televisão desligada possa consumir 3W.

8. Carregador de celular
Muita gente deixa o carregador do celular conectado na tomada por horas, até dias. 
Não faça isso.

O consumo médio de um carregador é de 0,26 watt quando não está em uso e de 1 a 5 watts mesmo quando um aparelho com a energia totalmente carregada está ligado nele.

Agora imagine vários carregadores na sua casa ligados por horas na tomada sem aparelho ou com celular já carregado?

Isso pode representar até, acredite!, 10% ou mais na sua conta mensal!

9. Decodificador de TV a cabo

Há quem desligue a televisão, mas não o aparelho da TV a cabo.

Procure desconectar tudo antes de sair de casa ou de dormir.

10. Cafeteira
Mesmo com o botão liga/desliga estando desligado, ela pode consumir 1W se ficar com o cabo de energia conectado na tomada.

Evite o desperdício.

Lembrar-se desses pequenos detalhes podem fazer toda a diferença no seu orçamento e na saúde do planeta.


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A verdadeira valorização de uma empresa a seus colaboradores!

Lebes surpreende funcionário com viagem e casa reformada para marcar o Dia dos Pais

A casa já reformada
A última sexta feira, 12 de agosto, parecia ser um dia normal na vida do José Carlos Silva de Souza, 47 anos, funcionário da rede de varejo Lojas Lebes. Ele saiu cedo de casa, em São Jerônimo (RS), e foi para a empresa onde atua como auxiliar de serviços gerais há mais de 16 anos.

No final do dia, véspera do Dia dos Pais, a diretoria reuniu os funcionários para uma homenagem e escolheu o Zequinha, como é carinhosamente chamado, para uma surpresa especial. Ele iria realizar um sonho: passar o fim de semana com a família em Gramado, com tudo pago por conta da Lebes.
A casa, antes da reforma
A emoção foi grande, mas o que Zequinha não sabia é que a surpresa estava apenas começando. Enquanto ele passeava pela Serra Gaúcha com a mulher e as duas filhas, a equipe da Lebes reformava a parte externa da casa deles em São Jerônimo. Em apenas dois dias e meio, as paredes foram rebocadas e pintadas, lâmpadas trocadas e o pátio ganhou cerca e uma nova área para churrasco e confraternizações.

No domingo (14), quando a família chegou de viagem mal podia acreditar no que viram: a casa estava renovada e pronta para o Dia dos Pais. Além disso ele ganhou de presente uma SmartTV da Toshiba 42 polegadas gentilmente doada pela SEMP TOSHIBA.

“A Lebes quis retribuir toda a dedicação e carinho que o Zequinha tem demonstrado pela nossa empresa nos últimos 16 anos. Queríamos, através dele, homenagear todos os pais da Lebes que batalham dia a dia para realizar os sonhos de suas famílias”, diz Otelmo Drebes Junior, diretor de marketing e vendas da Lojas Lebes.

Fonte! Sítio oficial do jornal O Sul, de Porto Alegre - RS, do dia 16 de agosto de 2016. Abra as porteiras clicando em http://www.osul.com.br/lebes-surpreende-funcionario-com-viagem-e-casa-reformada-para-marcar-o-dia-dos-pais/

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Só um terço dos brasileiros planeja a aposentadoria, indica pesquisa


Seis em cada dez brasileiros não se preparam corretamente para a aposentadoria
| Fernando Vivas / Ag. A Tarde / Futura Press

Seis em cada dez brasileiros (64,2%) não se preparam corretamente para a aposentadoria, excluídas as contribuições com o INSS, segundo pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CDNL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Entre os motivos mais citados para a ausência de preparação são a falta de recursos financeiros para tal fim (32,7%) e o desconhecimento de como começar a poupar (19,6%).

O levantamento mostra que 74,1% dos entrevistados contribuem atualmente para o INSS, seja por meio da empresa em que trabalha ou como autônomo. Os que vão além da contribuição ao INSS tentam garantir uma aposentadoria maior com investimentos na poupança (19,2%), seguida por previdência privada (6,2%) e imóveis (6,1%).

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, ressalta que os brasileiros não pensam que no futuro terão uma redução de renda quando pararem de trabalhar. “E quanto mais velho, mais caros são os planos de saúde, maior a propensão a ter problemas de saúde que necessitem de remédios caros e cirurgias. Tudo isso deve ser pensado ainda quando jovem”, afirma.

A economista afirma que não é uma boa ideia contar somente com o dinheiro do INSS, que, em grande parte dos casos, é muito menor do que o valor recebido enquanto se trabalha. A recomendação é fazer uma reserva extra exclusiva para esse fim.

“Além disso, por conta do ajuste fiscal, é possível que haja mudanças de regras daqui para a frente, o que implica em aposentadoria com idade maior que a atual ou até mesmo em se aposentar com um valor menor”, explica.

Entre as alternativas de investimentos para aposentadoria, a economista indica quatro opções: CDBs,  fundos de renda fixa, Tesouro Direto e a previdência privada. Ela também afirma que, apesar de segura, a poupança não deve ser usada como reserva para aposentadoria porque tem um rendimento mais baixo. 
Fonte! Chasque (matéria) veiculada no sítio oficial do Metro Jornal em 06 de julho de 2016. Abra as porteiras clicando em