terça-feira, 15 de novembro de 2016

Grau de Conhecimento do Mercado Financeiro!


           Em agosto de 2015 a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) lançou uma pesquisa para medir o Grau de Conhecimento do Mercado Financeiro dos brasileiros. Além de dados diversos a pesquisa constatou que o conhecimento do Brasileiro sobre matemática básica e a organização financeira é mediana.

Grau de Conhecimento do Mercado FinanceiroEm contrapartida o assunto não vai nada bem quando falamos sobre investimentos, o brasileiro tem um conhecimento irrisório do mercado financeiro e principalmente quando se trata de fundos de investimentos e Bolsa de Valores. Outra grave constatação realizada é que o brasileiro costuma se informar sobre estes assuntos com parentes e conhecidos ao invés de conversar com um profissional da área.

Pesquisa CVM Conhecimento Mercado Financeiro

Grau de Conhecimento do Mercado Financeiro
Grau de Conhecimento do Mercado Financeiro
                A pesquisa foi realizada em nas 15 maiores regiões metropolitanas brasileiras com um público potencial para investimento em bolsa de valores. Foram entrevistadas 2.000 pessoas e a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais, ou para menos.
Veja os principais tópicos da pesquisa:

  • Grau de Planejamento Financeiro
    • 47% dos entrevistados apresenta médio grau de planejamento financeiro;
    • 30% dos entrevistados apresenta baixo grau de planejamento financeiro;
    • Apenas 23% dos entrevistados possui um alto grau de planejamento financeiro;
  • Curiosidades sobre a renda familiar:
    • Menos de 40% dos entrevistados possui uma planilha de gastos mensais;
    • 55% da população brasileira não tem excedentes de renda mensal;
    • Pouco mais de 30% guardam recursos com planejamento para aquisição de um bem ou aposentadoria;
  • Conhecimentos matemáticos:
    • Dos entrevistados, 63% consideram possuir bom conhecimento matemático;
    • 22% consideram que seu conhecimento matemático é inferior as suas necessidades;
    • Apenas 15% consideram possuir elevado conhecimento matemático;
  • Quanto a busca de informações financeiras:
    • 48% dos entrevistados buscam este tipo de informações com parentes e amigos;
    • 37% dos entrevistados já possuem o hábito de procurar sobre finanças na internet;
    • Apenas 15% ainda informam-se através da televisão, rádio e jornal;
Estes dados podem ser assustadores quando verificamos que mais de um quarto dos entrevistados não sabe o quanto paga de juros em seus empréstimos e financiamentos.

GRAU DE CONHECIMENTO DO MERCADO FINANCEIRO

                Como pudemos perceber com alguns dos resultados da pesquisa acima, o Grau de Conhecimento do Mercado Financeiro do brasileiro é baixo. Isso acarreta em um grau de conhecimento em investimentos ainda menor. A grande parte da população ainda concentra seus investimentos na Caderneta de Poupança e não tem conhecimentos sobre a importância da diversificação dos investimentos.

                Quando falamos em produtos de investimento a pesquisa constatou que mais de 90% dos entrevistados possui conta corrente em banco ou conta poupança. O segundo investimento mais conhecido, é o investimento em imóveis. Mas ainda assim apenas 43% afirmaram conhecer esta modalidade. Quanto aos demais tipos de investimento, os índices ficam abaixo de 40%.

                A caderneta de poupança é tão popular que 44,4% dos entrevistados investe ou já investiu na caderneta de poupança. Quando falamos de outros tipos de investimentos como CDB, Ações, Fundos de Investimento, Fundos Imobiliários ou mesmo Tesouro Direto menos de 5% já investiu em uma destas modalidades.

                Confirmando o resultado da grande maioria das API (Análise de Perfil do Investidor) realizado por instituições financeiras filiadas a ANBIMA o perfil de investimento da maioria dos brasileiros é o conservador. O brasileiro possui tanta aversão ao risco que 37% dos entrevistados mantei o dinheiro parado em conta corrente por medo de sofrer perdas.

                Mais da metade dos brasileiros preferem investimentos com menor rentabilidade mas que ofereçam o menor risco possível. Entre todos os 2.000 entrevistados menos de 600 entrevistados apresentaram algum interesse em investimentos em bolsa de valores.

                Mas e você? Qual o seu real conhecimento do mercado financeiro? Já tinha ouvido falar em todos os tipos de investimentos citados acima? Já investiu em algum deles?

                Caso o conteúdo sobre GRAU DE CONHECIMENTO DO MERCADO FINANCEIRO não tenha ficado claro, fique a vontade para deixar sua dúvida nos comentários e iremos responder o mais breve possível. Se este artigo e a vídeo aula lhe foi útil, não deixe de compartilhá-lo e clicar em gostei, esta atitude simples é de extrema importância para que possamos continuar desenvolvendo nosso trabalho de educação financeira gratuita e melhorando nosso conteúdo a cada dia.

                Fonte! Buscamos este chasque (reportagem) no sítio Top Invest. Abra as porteiras clicando em 

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Busca por melhores condições de vida leva gaúchos a deixar o RS

 Desde a década de 70, mais pessoas saem do que chegam no Estado
Busca por melhores condições de vida estimula gaúchos a saírem do RS
Os gaúchos se orgulham de suas raízes e de sua cultura, porém, desde a década de 1970, mais pessoas deixam o Rio Grande do Sul e preferem viver em outros lugares do que vêm morar aqui. O motivo é quase sempre o mesmo, a busca por melhores oportunidades de emprego e renda e, consequentemente, melhores condições de vida. O saldo migratório negativo foi de 24,6 mil pessoas no período 1986 a 1991, passando para 39,5 mil entre 1995 a 2000 e atingindo o patamar de 74,7 mil entre 2005 e 2010. Neste último período, cinco das sete regiões do Rio Grande do Sul tiveram redução de população.

• Gaúchos procuram oportunidades pelo Brasil e pelo mundo

Este também foi o caso da gaúcha Estela Hoffmann, de 31 anos, que mora em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, desde o ano passado. No entanto, antes de se fixar no litoral catarinense, já andou por outras cidades do Estado e até na Europa, na busca de oportunidades profissionais e qualidade de vida.
A jornalista nasceu e se criou em Ajuricaba, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Quando concluiu a graduação em jornalismo, em 2009, mudou-se para Ijuí, para trabalhar na assessoria de comunicação de uma universidade local. Ela percebeu que não tinha perspectivas de crescimento profissional e que precisava de mais desafios. Foi quando, em 2013, surgiu a ideia de fazer intercâmbio em Dublin, na Irlanda, um desejo que tinha desde a faculdade. Queria aprimorar a língua inglesa e buscar novas experiências. Na Europa, trabalhava meio turno como au pair (trabalho de babá na casa de uma família), ganhando o mesmo salário que em Ijuí, onde trabalhava em turno integral. No outro turno, estudava inglês e tinha possibilidade de viajar. Como morava com a família que a empregava, não tinha despesas de moradia.

Depois de um ano, em 2014, retornou ao Brasil, para a casa dos pais, em Ajuricaba. Neste momento, uma certeza: queria morar em um local onde tivesse oportunidade de emprego e qualidade de vida. “E isto eu não tinha em Ajuricaba nem em Ijuí. A limitação profissional é grande no Interior”, destaca. Estela conta que, além disso, buscou um lugar que proporcionasse opções de lazer e, inclusive, que tivesse aeroporto, já que para ela era importante poder viajar com mais facilidade.

Foi a partir disso que ela deixou definitivamente de fazer parte dos índices populacionais de Ajuricaba e mudou-se para Balneário Camboriú. Foi morar com amigas que já viviam no litoral, e que também saíram do interior gaúcho, e concorreu a uma vaga no curso de Mestrado em Administração, na linha de pesquisa de Marketing, na Univali, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Depois da aprovação e de um ano de aulas, agora realiza estágio docência na mesma universidade, no campus de Balneário Camboriú, além de uns trabalhos como freelancer. 

Qual região mais perde e mais ganha?

Apenas as regiões Nordeste, da Serra Gaúcha, e Centro Oriental, no Vale do Rio Pardo, cresceram em número de habitantes. Entre 2005 e 2010, a Serra Gaúcha ganhou 21.230 habitantes, e o Vale do Rio Pardo, 2.173. As outras regiões perderam: a Metropolitana de Porto Alegre, 2.572 pessoas; Sudeste, em municípios como Pelotas e Rio Grande, 7.623 habitantes; Centro Ocidental, arredores de Santa Maria, perde da 9.170 pessoas. 

E é justamente a região de onde veio Estela a que mais perde população em todo o Estado. O Noroeste do Rio Grande do Sul, em cidades como Santo Ângelo, Santa Rosa e Ijuí, segundo dados da Fundação de Economia e Estatística (FEE), teve diminuição de 50.748 habitantes entre 2005 e 2010. Destes, 57% migraram para o Estado de Santa Catarina.

Porém, quando se leva em consideração, além do saldo migratório, a população total das regiões, é o Sudoeste do Estado que mais perde nativos. No mesmo período, a região dos municípios de Bagé, Uruguaiana e Santana do Livramento perdeu 4,09% da população.

Pedro Zuanazzi, coordenador do Núcleo de Demografia e Previdência da FEE, revela que uma das hipóteses da Fundação em relação aos motivos deste cenário é que estados de Santa Catarina e Paraná, por exemplo, que historicamente recebem gaúchos, estão em uma crescente econômica, ao contrário do que acontece no Rio Grande do Sul. E ele diz que no caso específico da região Noroeste, o fator geográfico facilita a migração, já que é próxima a esses estados. 

Zuanazzi lembra ainda que, há cerca de 50 anos, pessoas das regiões Noroeste e Sudoeste ocuparam terras nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, quando buscavam lavouras mais baratas para produzir. “São regiões agrícolas, que têm a produção agropecuária como principal fonte de renda.”

Quem são os emigrantes?

Dados da FEE revelam o perfil das pessoas que abandonam o Estado. A maioria está na faixa etária de 20 a 34 anos, 42,3% do total. Quase a metade, 40%, não concluiu o Ensino Médio. É também esta característica da população que faz a região de Caxias do Sul crescer. Com a indústria em crescimento, ela oferece vagas para chão de fábrica, o que atrai este perfil de trabalhador. Na taxa líquida, a região ganha 2,26% da população de baixa escolaridade e perde 0,21% de alta.

A região de Porto Alegre ganha população de todas as partes do Estado, porém, também perde para outros. Isto faz com que a taxa populacional esteja no vermelho. Os imigrantes têm baixa escolaridade, 57,5%, mesmo perfil dos emigrantes. E esta é uma característica diferente desta região: o perfil de quem entra e sai é muito semelhante.

Já o Noroeste é um caso de região exportadora de cérebros. É a região que mais perde população com alta escolaridade, apresentando taxa negativa de 6,62%. Outro dado curioso é que são pessoas, na sua maioria, com renda a partir de R$ 2.520,00. Este cenário expulsor de pessoas com alta escolaridade e renda pode ser explicado pela característica agrícola da região, com mais oportunidades nesta área que em outros setores.

Sudoeste segue perdendo

Comparando os dados atuais com os períodos de 1986 a 1991 e 1995 a 2000, percebe-se que a população vem reduzindo em todas as regiões. Zuanazzi lembra que esta queda também pode estar ligada a redução nos índices de natalidade. No Noroeste - região de onde mais saem pessoas -, o número de pessoas que deixam a região vem diminuindo. Entre 1986 e 1991 houve diminuição de 114 mil habitantes; entre 1986 a 1991, 99 mil; e 57 mil no último período, de 2005 a 2010. Porém, no Sudoeste, vem crescendo a perda de pessoas. Entre 1986 a 1991 foram menos 11.983 pessoas na região, número que passou para 19.886 entre 1995 e 2000, e 27.623 pessoas de 2005 a 2010.

Fonte! O chasque (reportagem) acima foi publicado no Correio do Povo de Porto Alegre / RS, no dia 27 de agosto de 2016. O retrato é do Sr. Samuel Maciel. Abra as porteiras clicando em 

sábado, 5 de novembro de 2016

Economista Everton Lopes em sessão de autógrafos na 62 Feira do Livro de Porto Alegre!

Bueno! A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre / RS, um dos maiores eventos culturais a céu aberto deste terra que chamamos de mundo, já abriu as suas porteiras, pois teve início no dia 28 de outubro e as fechará no dia 15 de novembro.

E dentro da programação do dia 9 de novembro, te convido para ires de mala e cuia na sessão de autógrafos, onde o Dr. Money Sul - o economista e escritor Everton Lopes vai lançar o seu mais recente trabalho, o livro "Vivendo a Sua Realidade Financeira". A sessão de autógrafos será das 17h às 18h30min.

Eis o convite do próprio autor, de acordo com o chasque abaixo:
 
"Olá Amigos tudo bem! Gostaria de fazer um convite especial a vcs...sei que todos estão atarefados em seus trabalhos...mas se puderem aparecer na 62ª Feira do Livro de Porto Alegre na próxima quarta-feira dia 09/11 às 17h...pois estarei lançando meu mais novo livro...e sua visita seria especial pra mim".

Fique por dentro da programação da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre (RS). Abra as porteiras do sítio do evento, clicando em 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

DICAS PARA ENVELHECER

Créditos: Sítio Facebook Renato Follador
Um dia o despertador não vai mais tocar no mesmo horário. E você não vai precisar tomar o café com pressa, como sempre fez. Nem vai enfrentar o trânsito e o mau humor do chefe logo de manhã.
Não haverá mais expediente, hora extra ou prazos a cumprir. A Dona Marly do cafezinho, talvez você não veja nunca mais. Só vai restar o salário. Ou uma parte dele, se você não tiver uma previdência privada.
Mas ainda haverá um bom tempo para viver. Com o aumento da longevidade, em média, um quarto de vida pela frente.
Para que a fase da aposentadoria seja prazerosa, cuide da saúde, beba bastante água e alimente-se bem. Além disso, algumas dicas:
• Pratique atividade física que lhe dê prazer e, se possível, em contato com a natureza;
• Passe mais tempo com a família e os amigos;
• Invista em lazer;
• Matricule-se num curso. Nem que seja só por mais conhecimento;
• Viaje regularmente;
• Tenha vida social ativa. Saia e conheça gente nova;
• Leia. É ótimo exercício para a memória;
• Faça daquele hobby atividade permanente;
Por fim, não tenha pena de si mesmo. Comemore a velhice. Ela é uma dádiva, pois não existe outra maneira de viver muito tempo.
Este é um chasque do “cara da previdência”, do especialista em previdência privada Renato Folador, dos pagos de Curitiba, capital do Paraná, que buscamos no seu sítio Facebook. Abra as porteiras clicando em https://www.facebook.com/orenatofollador/

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Nosso comentário.....
Basta querer. Basta sair da mesmice e mudar radicalmente e começar, de preferência, desde tenra idade, desde guri, desde piá, a investir para ter uma segunda aposentadoria, pois, senão, tu vais te aposentar e continuar trabalhando por resto da tua vida.... então.... mude agora....
Valdemar Engroff - o gaúcho taura

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Que tal comprar parcelado sem juros: vamos nessa?!


Conta a lenda… Numa determinada sociedade lá do passado, havia dois grupos de consumidores: os Josés (que eram poucos) e os Manés (a grande maioria). Certo dia o Sr. Comerciante convidou o Sr. Banqueiro para tomarem chá. “Estou triste, caro amigo. Não consigo vender para os Manés, e os Josés são poucos para sustentarem meu comércio. Eu sei qual é o problema: os Manés não se planejam para juntar dinheiro, gastam sempre tudo o que ganham no próprio dia, e jamais têm disponibilidade para compras de valor mais alto. Eles têm vontade de comprar, e eu de vender, mas não há dinheiro pronto”!

Conselho. O Sr. Banqueiro, homem astuto, trazia a solução na ponta da língua: “Dileto amigo, este povo(os Manés) ama um carnezinho: faça parcelado, em seis, 10 ou 12 vezes, e o senhor arrebentará de vender”! O Sr. Comerciante gostou da ideia, mas o interpelou: “Amigo, respeito sua sabedoria, mas não é financeiramente viável. Dou-lhe um exemplo: comprei grande quantidade destes smartphones por R$ 400 cada. Desejava vendê-los por R$ 800 à vista, pois assim cobririam meus custos do momento e me dariam lucro: como poderia parcelar em 10 X R$80 se preciso do dinheiro da venda de imediato”?

Eureka! “Farás diferente, meu bom amigo. Tu dirás que o valor “à vista” é de R$ 999, que podem ser gentilmente parcelados em 10 X R$ 99,90 no cartão de crédito do meu banco. Eu te adiantarei os R$ 800 de que precisas de imediato, fique tranquilo, e receberei parceladamente R$ 200 a mais. Assim, tu venderás a rodo, e eu ganharei meus “jurinhos” na operação”! O Sr. Comerciante abriu um sorriso: “Tu és gênio, amigo Sr. Banqueiro! Só lamento não te ter consultado antes!” Assim ele procedeu, e os Manés levaram todos os seus celulares, felizes da vida de poderem parcelar o preço à vista “sem juros”!

E tu, Brutus? Quanto a você: sabe dar o devido valor ao seu dinheiro? Algo como R$ 200…isso é dinheiro para você? Porque se escolher pagar R$ 1 mil por algo que poderia comprar por R$ 800 à vista (juntando R$ 99,90 por apenas oito meses), estará desperdiçando R$ 200 com juros disfarçados, e estará dizendo ao seu dinheiro que ele não merece esse respeito todo. Quanto a mim, acho que merece: seu dinheiro é fruto sagrado do seu trabalho, do suor derramado em seu rosto, e seu trabalho tem valor! Quem respeita o dinheiro respeita o trabalho, a verdadeira única fonte de geração de riqueza no mundo!

Economista com MBA em Finanças (USP), atua como orientador de famílias e educador em empresas (Metodologia PROFE®). Comentarista econômico do Grupo Bandeirantes de Rádio e TV, é autor de “Os 10 Mandamentos da Prosperidade” e dirige o site www.educarparaprosperar.com.br


Fonte! Este chasque é a coluna semanal do Professor Marcos Silvestre, publicado no Jornal Metro, edição do dia 22 de setembro de 2016. Abra as porteiras clicando em http://www.metrojornal.com.br/nacional/marcos-silvestre/que-tal-comprar-parcelado-sem-juros-vamos-nessa-312290


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Emater/RS-Ascar divulga fontes alternativas de energia em Campina das Missões RS


Com o objetivo de divulgar e despertar o interesse para novas formas de geração de energia, a Emater/RS-Ascar em parceria com o Conselho Municipal de Política Agrícola desenvolveu, em Campina das Missões, palestras sobre o tema na última sexta-feira (26/08). O evento realizado no Salão de Eventos do Centro Administrativo da Prefeitura, contou com a presença de agricultores e lideranças do município.  

O assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar, na área de Manejo de Recursos Naturais, engenheiro agrônomo Marco André Junges abordou, na ocasião, possibilidades de energias renováveis com ênfase às tecnologias disponíveis especialmente a eólica, o biogás, hídrica e solar, de modo especial, a fotovoltaica, bem como as perspectivas do tema em relação ao futuro.

Na oportunidade, o engenheiro elétrico Marcio Augusto Hübner, representando a Indústria Fratelli, explanou sobre projetos que estão desenvolvidos pela empresa na área de geração de energia renovável especialmente em relação à energia solar, eólica e hídrica por meio rodas de água. Também apresentou alguns aspectos da Resolução 482/2012 da Aneel, que trata sobre o Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

Segundo os extensionistas rurais da Emater/RS-Ascar, Antônio Jacó Jung e Valmir Thume, estas alternativas já estão sendo amplamente divulgadas no município, com o objetivo de implementar essas tecnologias, especialmente visando o aprimoramento nos aspectos da sustentabilidade e economia nas propriedades, levando em conta que a energia elétrica se tornou indispensável para a sobrevivência humana e a constante evolução tecnológica trouxe oportunidades no âmbito do uso e da produção da energia elétrica, possibilitando melhorar a qualidade de vida da população.

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar - Regional de Santa Rosa

Fonte! Este chasque (postagem) foi veiculado no sítio oficial da Rádio Atitude FM de Campina das Missões / RS. Abra as porteiras clicando em 

domingo, 28 de agosto de 2016

Atitude 90! Nosso veículo e todos os seus custos. De assustar....

Bueno gauchada do Rio Grande e de toda esta terra em redor que chamamos de mundo! 

No dia 24 de agosto me aprocheguei num posto de combustíveis da capital gaúcha para abastecer o veículo da minha família...... esta foi a abastecida de número 201...

Aí o vivente poderá me indagar.... como assim, abastecida de número 201????

Exatamente...... mas vou voltar para a data do dia 05 de julho de 2016. Neste dia foi a abastecida de número ..... 192, pois nesta data, em 2013, o veículo saiu da concessionária Sbardecar / Fiat, da cidade de Canoas (RS). Um Novo Uno 1.4, Economy Flex, zero quilômetro, que custou sem os acessórios, o montante de R$ 33.000,00. A primeira abastecida foi neste dia, com 42,232 litros de gasolina comum, ao valor nominal na bomba combustíveis de R$ 2,599 o litro, totalizando R$ 109,76.
A vida do veículo está numa planilha excel
Mas como diz a publicidade, que martela e penetra dentro do cérebro do vivente, "brasileiro não vive sem carro", então tu:
1 - Tens um carro;
2 - Sonha em ter um carro;
3 - Sonha em ter um carro, custe o que custar 

Voltando..... nosso carro tem uma planilha onde simplesmente é registrado tudo. No dia que a aquisição do mesmo completou três anos, até este momento os registros nos trazem as seguintes despesas:

1 - Combustível - 7.244,143 litros de combustível, ao preço médio de R$ 2,9765 o litro, totalizando R$ 21.561,88. Uma média de R$ 7,187,29 ao ano; R$ 598,94 ao mês. Nestas 192 abastecidas, a opção pelo Etanol foi em apenas 28 vezes, visto que o preço, comparado com o da gasolina comum, nunca compensou. Tudo em valores nominais. 

2 - Acessórios - no dia que foi adquirido, foram acrescentados ao valor de compra R$ 2.100,00 (sensores, rádio, vidro escuro, alarme, vidro elétrico, entre outros).

3 - IPVA - 2085,54. Sempre é pago em dezembro, válido para o ano seguinte, para obter o maior desconto possível.

4 - Seguro opcional - um valor total de R$ 3.787,16 nestes três anos, com um valor médio anual de R$ 1.262,38.

5 - Franquias - em duas oportunidades tivemos sinistros, dando um custo de franquia, estabelecido pela seguradora, no valor de R$ 1.000,00 cada. Na primeira um acidente com danos materiais de grande monta e na segunda, a pior, um roubo comigo dentro.... que culminou com danos materiais com parte do veículo depenado.

6 - Revisões e manutenção periódica - este é um custo que é necessário se prevenir financeiramente falando, para o bem do veículo e do próprio bolso da bombacha. Fizemos as revisões periódicas estabelecidas no manual do fabricante (trocas de óleo, filtros e peças). Um total de R$ 6.756,37.

Como o vivente pode ver, nestes 87.889 quilômetros rodados, os valores são salgadíssimos. Agora vamos incluir aí cinco pneus e quatro rodas (estourados e inutilizados), um segundo rádio, até lavagens, pedágios, estacionamentos, multas de trânsito, lâmpadas queimadas, enfim, tudo o que foi investido nele está contabilizado,  no valor de R$ 4.957,44. Tudo em valores nominais.

E a soma dos valores totais e nominais, de 05 de julho de 2013, até o dia 05 de julho de 2016, totalizam: 7.244,143 litros de combustível, ao preço médio de R$ 2,9765 o litro, totalizando R$ 21,561,88; demais despesas - citadas nos itens acima (2 a 6) totalizam R$ 19,600,97, totalizando R$ 41,162,85.

Se formos dividir este valor total por 36 meses (três anos) ,dará uma média mensal de R$ 1.143,41.

Observe que neste levantamento não está somado o valor da compra - R$ 33.000,00 e nem a depreciação e desvalorização do veículo.

Então vivente! Pensa bem quando te aventurares na compra de um carro. Se o teu sonho é um carro turbinado, quem sabe, adquira um de menor valor, para evitar que tu fiques com a bombacha só nos panos (passando dificuldades financeiras, te privando de melhor qualidade de vida junto com a tua família). 

Evite a regra do consumismo: comprar o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não conhece a fim de tentar ser uma pessoa que tu não és! (desconheço o autor).

Agora te convido para abrir as porteiras do chasque onde relatamos como este veículo foi adquirido, como foi financiado e qual o juro que pagamos e para quem. Abra as porteiras clicando em

sábado, 27 de agosto de 2016

O Seu Jair estava sendo lesado por esta instituição. E você?

Você não conhece o Seu Jair. Mas é possível que conheça várias pessoas que passam diariamente pela situação que o Seu Jair passou. É possível também que aconteça com você a mesma coisa que aconteceu com o Seu Jair. Ele estava sendo lesado.
 Naquela época, eu trabalhava como gerente bancário. Nunca me esqueci do jeito humilde dele ao entrar na agência para sacar parte da sua minguada aposentadoria como trabalhador rural. 

Também me lembro da impressão de que não havia produto que não tivesse sido “empurrado” para ele todos os meses como “o melhor investimento”.
Primeiro foi um cartão de crédito adicional: “Aumentamos seu limite, para gastar à vontade, seu Jair.”

Depois, o título de capitalização: “O senhor pode ganhar um sorteio e ficar milionário.”

Logo chegou o CDB ruim, a previdência privada com taxas altas, o seguro de vida até para o filho mais novo

Era só aplicar uma ou duas palavras de “economês” e pronto: o seu Jair concordava, por pura vergonha de seu desconhecimento. Ninguém gosta de admitir que não entende aquilo que os outros falam. Muito menos quando o assunto é o próprio dinheiro.

Você já imaginou o seu Jair chegando em casa e tendo que falar à esposa e aos filhos que foi enrolado na rua? Da mesma forma, mostrar a todos eles que um plano de capitalização é um ótimo negócio podia parecer muito inteligente, um sinal de preocupação com o futuro da família.

Mas o pior ainda estava por vir… Uma manhã vi o Paulo, com quem eu dividia trabalho na gerência, puxar papo com o seu Jair no caminho até o caixa. O motivo do saque logo se revelou: uma herança.

A quantia não era grande, mas se bem aplicada poderia contribuir para uma aposentadoria muito mais tranquila para o seu Jair. O Paulo, então, não pensou duas vezes: sugeriu um fundo aparentemente bom. Seguro, com perfil conservador… E “apenas” 3% de taxa de administração.

O seu Jair não entendia, por exemplo, que essa taxa iria corroer boa parte de seu patrimônio. E que fundos de outras boas gestoras cobrariam bem menos e ofereceriam uma rentabilidade melhor. Sem falar no Imposto de Renda.

Era a “sorte grande”. Para o banco. No começo, o seu Jair até tentou mostrar que sabia o que estava fazendo, questionando os benefícios práticos de tudo aquilo. Mas observei o Paulo falar de spreads, benchmark… E garantir: não havia nada mais vantajoso a ser feito naquele momento. “É pegar ou largar”.

Pensei em alertá-los ali mesmo. Falar de investimentos melhores, outras opções de aplicação mais rentáveis. Mas apesar do incômodo, não interferi. Afinal, para mim, estava tudo bem. Eu tinha aquele emprego, com salários e benefícios que poderiam fazer falta.

Na verdade, eu estava envolvido até a medula naquele sistema. Ao mesmo tempo, voltei para casa pensando que meus filhos poderiam estar no lugar do seu Jair no futuro. Algo realmente precisava ser feito… Até que, passado um ano, finalmente consegui me organizar melhor. E pedi demissão.

Mas não sem antes ver o seu Jair minguar o próprio patrimônio, sem conseguir multiplicar um real sequer. Pelo contrário: ele voltou a fazer contas para sobreviver da aposentadoria.

Hoje, estou do outro lado do balcão, e quero recompensá-lo. Estou consciente de que preciso me redimir de alguma forma. E acredito que tenho obrigação de revelar as armadilhas que coloquei em prática entre os meus clientes, até inconscientemente.

Preparei um texto detalhado, bem explicado, de como evitar que as pessoas como o Seu Jair (ou você) sejam lesados pelos bancos. Para saber, clique aqui para ser direcionado para o texto, e continuaremos nossa conversa por lá.
Criando Riqueza 
Nota: Esta coluna é mantida pelo Criando Riqueza, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade. 

Criando Riqueza

O Criando Riqueza é um canal para a circulação de informações de finanças pessoais, com o objetivo maior de aconselhar os leitores sobre a melhor forma de construir riqueza, viver bem e investir. 

Ver artigos de Criando Riqueza >
Fonte! Chasque (postagem) publicado no sítio Dinheirama. Abra as porteiras clicando em 

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Observação

Já estive no lugar do Seu Jair. Fora do meu Fundo de Pensão, minha previdência privada (também da esposa e das duas filhas) foi num grande banco privado nacional. Um "ótimo negócio" (para o banco), no ano de 2008. As taxas eram de 3% e 5% (administração e carregamento)

Passado um ano, estava fazendo portabilidade para a Icatu Seguros. E mais um tempo depois, via XP Corretora, para a parceira Mapfre, onde a taxa administrativa é de 0,5% e não tem taxa de carregamento.

Literalmente estou fora desta instituição financeira tradicional, o banco

Valdemar Engroff