quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

RAMO CRÉDITO: Juro de empréstimo em cooperativa é metade do cobrado em banco

As cooperativas têm sido uma alternativa aos bancos na hora de contratar crédito. O volume de empréstimos nessas instituições aumentou 8,5% no terceiro trimestre de 2016, em relação ao mesmo período de 2015, segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC).

Juros menores - Os juros menores são um dos principais atrativos das cooperativas, dizem os especialistas. Para se ter uma ideia, a taxa cobrada pelo Bancoob, braço financeiro do Sicoob, é de 2,27% ao mês no empréstimo pessoal. Isso é menos da metade do cobrado em bancos: 4,58% ao mês, em média, de acordo com pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para quem é indicado? - O empréstimo em cooperativas costuma ser indicado para trocar uma dívida cara, como cheque especial ou rotativo do cartão de crédito, por uma mais barata. Mas a recomendação não vale se você precisar do dinheiro com urgência. "Cooperativa não é para a pessoa desesperada", enfatiza o economista Marcos Silvestre, autor do livro "Os 10 mandamentos da prosperidade". Dificilmente o limite de crédito é liberado na hora.

Como funciona? Para ter acesso ao crédito, você precisa ser associado. As cooperativas que possuem convênio com empresas são bastante comuns. Procure o RH para saber como se tornar um cooperado.

Profissionais liberais - No caso de profissionais liberais, há cooperativas ligadas a órgãos de classe e sindicatos. Também existem aquelas que permitem a adesão de qualquer pessoa, conhecidas como "cooperativas de livre admissão". É possível consultar informações sobre todas as cooperativas na página do Banco Central: http://zip.net/bhtDpX (link encurtado e seguro).

Adesão - O processo de adesão a uma cooperativa é igual a abrir conta em banco: você deve apresentar documentos de identidade, como RG e CPF, comprovante de residência e comprovante de renda. "Para se tornar sócio da cooperativa, é necessário comprar cotas de capital", diz Edson Schneider, superintendente de estratégia de crédito do Banco Cooperativo Sicredi. O custo médio é de R$ 50, mas o valor varia conforme a cooperativa, afirma Francisco Silvio Reposse Júnior, diretor operacional do Sicoob Confederação.

Itens a considerar - Além dos juros de empréstimos mais baixos que os cobrados por bancos ou financeiras, as cooperativas têm outras vantagens. Mas alguns cuidados também devem ser levados em consideração. Veja abaixo:

Vantagens

- Fundo garantidor: se a cooperativa for à falência, o associado tem proteção do Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCOOP). A regra é a mesma do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) dos bancos: o fundo cobre até R$ 250 mil por CFP e por cooperativa, no caso de conta corrente e investimentos.

- Participação nas decisões: ao se tornar cooperado, você é dono e cliente ao mesmo tempo, ou seja, pode contratar produtos e serviços financeiros, mas também tem direito a participar da gestão da cooperativa. "Ao final de cada ano, os associados são chamados a participar de uma assembleia onde há uma prestação de contas", explica o planejador financeiro certificado, Hugo Alex Azevedo Ferraz.

- Distribuição de resultados: diferentemente de uma empresa ou um banco, que tem lucro, as cooperativas podem terminar o ano com resultado positivo, mas a quantia – conhecida como "sobra" – é dividida entre os associados.

- Acesso a diversos produtos: atualmente, as cooperativas oferecem não apenas empréstimos, mas também cartão de crédito, seguros e aplicações financeiras. "A oferta de serviços e soluções está aumentando, com a vantagem de tarifas e taxas serem menores, já que a cooperativa não tem fins lucrativos", destaca Silvestre.

Cuidados e riscos 

- Risco de perdas: se a cooperativa tiver resultado negativo, o associado também arca com as perdas, explica Thiago Borba, coordenador do ramo das cooperativas de crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). A indicação é acompanhar a prestação de contas, feita semestralmente pelas cooperativas. "Esse nível de transparência traz um grau maior de segurança ao cooperado."

- Conhecer a instituição: mesmo com a regulamentação e fiscalização pelo Banco Central, os especialistas recomendam procurar o histórico da instituição e dos dirigentes que estão à frente. "Vale a pena pesquisar se a cooperativa deu resultado nos últimos anos", diz Schneider, do Banco Cooperativo Sicredi.

- Limite de crédito: o limite para pegar um empréstimo varia conforme o montante que o associado tem na cooperativa. "Em cooperativas ligadas a empresas, a contribuição pode ser descontada automaticamente do salário. No caso de cooperativas abertas ao público, você vai ter o desafio de se planejar financeiramente para ir formando o capital na instituição", afirma Silvestre. (Site UOL)

"Solicite uma simulação do seu crédito junto à Cresal e descubra o quanto você pode economizar.
Fone: 051-2125-3163
 
Cresal: Como é bom ser cooperado!

Fonte! Chasque compartilhado pela CRESAL - Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores da Ascar Emater RS, buscado no sítio http://www.paranacooperativo.coop.br

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Nota do sítio O Bolso da Bombacha! 


Somos associados da CRESAL e efetuamos a construção do nosso rancho (casa própria) com vários financiamentos desta cooperativa. Mais detalhes no chasque http://obolsodabombacha.blogspot.com.br/2013/09/atitude-74-cooperativa-de-credito-mutuo.html

E recentemente, em dezembro de 2016, sacramentamos um empréstimo para a instalação de um projeto de produção de energia solar em nosso rancho (residência), financiado em 24 parcelas, descontadas em folha de pagamento salarial.

Ressaltamos que dificilmente recorremos a empréstimos, mas quando o fizemos, é por intermédio da CRESAL, devido às diversas vantagens relatadas no chasque (postagem) acima, em especial aos juros menores, em comparação aos juros cobrados pelos bancos.... 

Baita abraço

Valdemar Engroff