domingo, 13 de dezembro de 2020

Chasque / convite do Éverton Lopes!

Bom dia!

Como você está?

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Este é um chasque do meu amigo, o educador financeiro Éverton Lopes. 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

PGBL, benefício fiscal para poucos

Para quem é elegível e conhece as regras, o incentivo fiscal do PGBL funciona 

Créditos! https://blog.toroinvestimentos.com.br

A perspectiva de pagar menos Imposto de Renda é sempre muito atraente. Até o fim de dezembro, uma janela de oportunidade se abre. Entretanto, poucos contribuintes terão a chance de reduzir o imposto devido em 2021 sobre parte dos rendimentos auferidos em 2020. 

O benefício fiscal existe, mas um conjunto de condições deve ser cumprido para que a estratégia seja bem-sucedida. Se usado corretamente, pelas pessoas elegíveis, o benefício é inegável. Mas requer muita educação financeira e planejamento.
 
Elegibilidade
 
- Para se beneficiar do diferimento fiscal, o contribuinte deve utilizar a declaração completa do Imposto de Renda.
 
- Deve, adicionalmente, contribuir para o Regime Geral da Previdência Social (INSS) ou o Regime Próprio de Previdência Social (funcionários públicos).
 
- O incentivo fiscal beneficia somente os rendimentos tributáveis. Os demais rendimentos, como os isentos ou os tributáveis exclusivamente na fonte, não são considerados.
 
- Planos adquiridos em nome dos menores ou terceiros serão beneficiados pelo incentivo fiscal se dependentes legais da pessoa que fez a aplicação no PGBL. Se a criança é dependente do pai, a avó que presenteia o neto, por exemplo, não poderá se beneficiar do diferimento fiscal.
 
O produto e o limite
 
- Somente os planos de previdência complementar abertos, do tipo PGBL, ou fechados, com características semelhantes, oferecem o benefício, limitado a 12% da renda tributável.
 
- Não cometa o erro de calcular o limite sobre a renda total ou investir mais do que o limite; o tiro sai pela culatra, dobrando o valor do imposto que incidirá sobre o valor excedente no ano em que for declarado, e novamente, quando os recursos forem pagos aos participantes do plano.
 
Diferimento
 
- Importante lembrar que não se trata de dedução, mas de diferimento fiscal. A incidência do Imposto de Renda se mantém, sendo devido no resgate ou na fase de benefício de renda.
 
- No resgate (ou renda), o Imposto de Renda incide sobre o valor total. Sobre os juros, como em qualquer outro investimento tributável; sobre o capital investido, porque chegou a hora de acertar as contas com o leão e pagar o imposto que deixou de ser pago no ano-calendário em que a contribuição foi feita.
 
Regime de tributação
 
- A escolha é muito importante, pois a estratégia ganha força quando o contribuinte opta pela tributação definitiva, que adota a tabela regressiva de alíquotas. Deixará de pagar 27,5% (ou a alíquota aplicável à sua faixa de renda) em 2021, para pagar somente 10% após dez anos.
 
- Quem optar pelo regime tributável, das alíquotas progressivas, somente se beneficiará do adiamento do pagamento do imposto, sem, entretanto, reduzi-lo.
 
Fique de olho nos custos
 
Não adianta nada economizar de um lado, reduzindo o imposto devido, mas, por outro, pagar taxa elevada para o administrador do produto. Quem comprar um plano com taxa de 2% anuais, por exemplo, pagará ao administrador, em dez anos, 20% do capital investido, mais do que deixou de pagar para a Receita Federal.
 
Antes de aderir a um PGBL, certifique-se de que você atende ao conjunto de condições exigidas e que entende os conceitos aqui apresentados. Se for elegível, lembre-se de que somente as aplicações feitas até o fim de 2020 poderão ser diferidas na declaração do imposto de renda a ser apresentada em 2021.
 
Fonte! Chasque (opinião) da planejadora financeira Márcia Dessen, publicado nas páginas do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), edição do dia 1º de dezembro de 2020.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Alvorada! Tomasetto Engenharia investe R$ 28 milhões em centro logístico

Empreendimento ficará localizado em Alvorada, com acesso pela ERS-118 e próximo da freeway

Serão 18,5 mil metros quadrados de área construída separados em diversos módulos. Tomasetto / Divulgação / JC
A Tomasetto Engenharia anunciou investimento de R$ 28 milhões para construção de um Centro Logístico, em uma área de 11 hectares no município de Alvorada, na divisa com Gravataí, com acesso pela ERS-118 e a 1,5 quilômetro da freeway. O empreendimento é o primeiro nesse segmento realizado pela empresa familiar de Veranópolis (RS), que atua na construção e incorporação de imóveis residenciais e comerciais há 39 anos.
 
Conforme Romeu Tomasetto, diretor comercial da empresa, o Centro Logístico ocupará 18,5 mil metros quadrados de área construída e contará com um pavilhão, separado em módulos, com 2 mil a 16 mil metros quadrados de área. Tomasetto informa que a área foi adquirida antes da pandemia, e a demanda de grandes empresas por centros logísticos fez o projeto ser acelerado.
 
O empresário explica que o local é um atrativo para operações de distribuição e logística, porque a área tem acesso pela ERS-118 e por uma rua vicinal ao Distrito Industrial de Alvorada. O diretor comercial também explica que para atender as necessidades logísticas, os galpões serão construídos, tendo pé direito com 12 metros de altura.
 
“As grandes empresas estão procurando empreendimentos bem localizados e próximos à Região Metropolitana de Porto Alegre para fazer a entrega expressa também”, comenta. Ele acrescenta que o Centro Logístico contará com infraestrutura completa, reunindo área administrativa, refeitório, sala de reunião/convenção, gerador de energia e estação de tratamento de esgoto.
 
O início das obras, segundo o executivo, será no primeiro semestre de 2021, com a conclusão prevista para 2022. A construção do Centro Logístico deve gerar cerca de 150 empregos diretos. A comercialização dos espaços iniciará em breve. “Já colocamos um outdoor em frente à área e já estamos começando as conversas”, revela.
 
A Tomasetto Engenharia analisa novas possibilidades de expansão dos negócios. “Esperamos ter sucesso neste empreendimento e se gostarmos (do negócio), com certeza, iremos pensar em outros (no futuro). É um segmento que irá crescer muito ainda. Claro, nós somos estreantes no segmento”, acrescenta.
 
Fonte! Chasque (post) publicado na edição impressa do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), edição do dia 27 de novembro de 2020.

Baixa renda atrai corretoras e influenciadores digitais



Finanças>> Educação financeira e produtos a preços populares são apostas para buscar público

Gabriela Chaves, fundadora da plataforma No Front, aborda economia usando música dos Racionais MC's / No Front/ Divulgação / JC

A popularização da educação financeira e a busca por alternativas para poupar e investir estão impulsionando um novo nicho de atuação para os chamados influenciadores digitais, pessoas que se dedicam a ensinar alternativas de como poupar, especialmente para a baixa renda. Cresce o número de profissionais e empresas dedicados ao tema.

O movimento também já entrou no radar de corretoras e bancos digitais, que ampliaram a opção de investimentos. Alguns têm opções de produtos a partir de R$ 1.
 
Um exemplo é a expansão de iniciativa como a da plataforma No Front. Voltada à educação financeira de moradores da periferia, ela foi criada em 2018. Nesses dois anos, formou 3.500 pessoas. Considerando suas consultorias e workshops, o número de pessoas impactadas sobe para 50 mil.
 
Gabriela Chaves, economista e fundadora da No Front, afirma que o objetivo é democratizar o acesso à educação financeira. "Se todo o mundo lida com dinheiro todos os dias, por que a relação com o dinheiro não é abordada dessa forma mais simples? É preciso falar sobre economia para todo o mundo, não só para quem já tem dinheiro ou é milionário", afirma.
 
O método de ensino de Gabriela inclui abordar a economia via música, especificamente, pela discografia dos Racionais MC's. "Mano Brown já dizia que preto e dinheiro não são palavras rivais, então a gente ensina a pessoa não só como economizar mas como ganhar mais dinheiro", afirma.
 
Em Salvador, uma iniciativa na mesma linha é o canal Grana Preta, focado nas classes C, D e E. Mantida pela jornalista e influenciadora digital Amanda Dias, tem como proposta atingir trabalhadores que vivem com um salário mínimo ou são informais.
 
Segundo Amanda, orientações tradicionais não se aplicam a esse público. "Não posso falar: viva com 50% do seu salário para pessoas que ganham um mínimo ou faça tal crédito se a pessoa nem tem acesso a empréstimos." Uma de suas propostas é usar a educação financeira para "emancipar pessoas negras, as mais atingidas pela vulnerabilidade social".
 
Algumas instituições financeiras também passaram a olhar para o público com menor poder aquisitivo. Ronaldo Guimarães, diretor comercial do banco digital Modalmais, afirma que hoje é possível investir a partir de R$ 1.
 
De acordo com ele, a Modalmais já tem sete fundos que aceitam investimentos a partir de R$ 30 e outros 25 fundos que operam com aportes a partir de R$ 100.
 
Fonte! Chasque (post) publicado nas páginas do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), na edição do dia 30 de novembro de 2020. 

sábado, 28 de novembro de 2020

Alvorada recebe Centro de Distribuição em 2021

Investimento de mais de R$ 28 milhões deve gerar 150 empregos durante a sua construção

Foto: Reprodução / OA

A empresa Tomasetto Engenharia, que atua no mercado de construções há mais de 40 anos, anunciou um investimento diferenciado do que costuma realizar em Alvorada.

Ao custo de cerca de R$ 28 milhões e 150 empregos já durante as obras que iniciam no primeiro semestre de 2021, será erguido um Centro de Distribuição (CD), às margens da ERS 118, próximo à divisa com Gravataí.

O empreendimento pretende atender empresas de logística e distribuição de produtos que utilizam os Centros de Distribuição para uma entrega rápida de mercadorias compradas online. O prédio será erguido em área de 11 hectares que abrigará  um pavilhão de 18.500m2, dividido em módulos que variam de 2 mil a 16 mil m2. Além deste espaço, está prevista área administrativa, refeitório e sala de reunião/convenção disponíveis aos futuros locatários.

Fonte! Chasque (post) publicado no portal oficial do O Alvoradense, no dia 23 de novembro de 2020. Abra as porteiras clicando em: https://oalvoradense.com.br/alvorada-recebe-centro-de-distribuicao-em-2021/

Estudo afirma que Alvorada não está preparada para atender a população da terceira idade

A pesquisa foi feita pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

"A reportagem do Jornal A Semana foi às ruas para compreender como os idosos se sentem vivendo em Alvorada" (Foto: Matheus Pfluck)

O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançou a segunda edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL), que tem como objetivo avaliar o preparo de 876 municípios para a longevidade da população. Presente no estudo, 300 municípios brasileiros com maior número de habitantes analisados. De acordo com os resultados, que levam em consideração 50 indicadores, o município não apresenta preparo satisfatório para a longevidade.

 O diretor-executivo do Instituto, Henrique Noya, falou sobre o papel do IDL como uma ferramenta prática que contribua diretamente para que os gestores públicos desenvolvam políticas que melhorem a qualidade de vida nas cidades. “Da mesma forma, é um importante aliado para que a sociedade conheça de forma objetiva a realidade de seus municípios “, salienta o gestor.

Segundo o IDL, Alvorada está na posição 168 entre as 300 maiores cidades e não é considerada preparada para a população da terceira idade. Eles fizeram um comparativo com o mesmo estudo feito em 2017. Nos quesitos habitação, saúde, cultura, educação e trabalho; os números melhoraram. Contudo houve uma redução da qualidade dos índices de bem-estar e finanças quando comparado aos estudos de 2020 com o de três anos atrás.

A melhor cidade do Rio Grande do Sul é Porto Alegre e Alvorada fica atrás em todos os índices. O IDL é utilizado como um instrumento para medir o grau de preparação dos municípios para a longevidade das pessoas. Por isso é feita essa análise de 876 cidades para compreender se elas têm a capacidade de atender as necessidades básicas de vida dos idosos. Esse estudo é composto por 50 indicadores individuais de fontes oficiais públicas.

O Instituto tem a motivação de facilitar a participação dos idosos na sociedade. Como os indivíduos habitam as cidades, é importante mapear o que influencia a vida saudável e o bem-estar das pessoas nesses ambientes. A ideia é que os gestores públicos e os empreendedores utilizem esse estudo para compreender as reais necessidades das pessoas, além de proporcionar uma vida longeva e de qualidade. Isso através de investimentos e melhorias.

Existem pontos deste estudo que colocam Alvorada para baixo nos índices. Alguns deles são as ausências de condomínios residenciais para idosos, de hospitais com unidade de neurocirurgia e de SESC’s. Já os melhores números de Alvorada estão na cobertura municipal do CAPS e no baixo número de acidentes peçonhentos. O estudo completo pode ser acessado no site da instituição responsável pela pesquisa e posterior publicação do material.

Quem é idoso e vive na cidade

A reportagem do Jornal A Semana foi às ruas para compreender como os idosos se sentem vivendo em Alvorada. Entre as entrevistadas estava Vera Toniolo, 69 anos, que reclama do abandono aos idosos. “Os idosos estão muito abandonados. Eu fui operada, tenho problemas de saúde e o que ganho de aposentadoria nem dá para pagar os remédios. Nós somos explorados de tudo o que é maneira e estamos abandonados”, salienta a aposentada.

Segundo ela, falta dar mais atenção e respeito aos mais velhos e isso não muda. Ela reclama do atendimento dos bancos, mas diz que existem problemas na saúde também. “Eu fui buscar meu dinheiro para comprar remédio, mas aqui eles não nos ajudam em nada. Agora mesmo eu estava quase desmaiando e o meu marido que me ajudou. Só pode quem tem perna boa. Infelizmente os bancos não nos atendem com qualidade”, desabafa Vera.

Já Nair Wosniak, que não quis revelar sua idade, reclama das falhas na prestação dos serviços essenciais por parte da Prefeitura. O principal deles lhe atrapalha diariamente, causando mal estar e problemas e está relacionado ao saneamento básico. “Eu tenho um esgoto na frente de casa que preciso fechar a porta por causa do cheiro. Até durante o dia é complicado. Em dia de chuva então ele acaba correndo todo para dentro do meu pátio”, relata a alvoradense que mora na Rua Luciana de Abreu no Bairro Intersul.

Contudo, existem pessoas que não tem do que reclamar da cidade. É o caso de Geci Cardona, 81 anos, que mora em Alvorada desde 1979. Ela conta que todos os serviços que utiliza são bem ofertados e que ela pode usufruir de muitas coisas boas. “Eu uso o recolhimento do lixo, a água e a luz. Sou bem atendida por todos. Eles sempre são legais comigo. Isso nos bancos, nos ônibus. É tudo bom e eu não tenho queixa de nada”, finaliza a aposentada.

O parecer da Secretaria dos Direitos Humanos

Em contato a Secretaria de Direitos Humanos (SMDH), informou que os atendimentos prestados foram os que chegaram até conhecimento dos servidores pelas redes de acompanhamento (SMS, SMTASC e Ministério Público). Contudo, devido à pandemia do coronavírus, essas atividades ficaram limitadas, impossibilitando uma maior quantidade de ações voltadas aos idosos. Além disso, foi informado que essa pasta foi instituída em maio deste ano e que ainda está sendo estruturada. 

Fonte! Chasque (reportagem) publicado nas páginas do Jornal A Semana de Alvorada (RS), edição impressa do dia 27 de novembro de 2020. Também acessível no seu galpão virtual www.jornalasemana.net