Bueno! De acordo com o Jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS), edição de hoje:
"A Receita Federal deverá liberar na próxima quarta-feira, às 9h, consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2010, ano-base 2009. Para saber se foi incluído no lote, o contribuinte precisa acessar o site www.receita.fazenda.gov.br ou ligar para o Receitafone no número 146.
O órgão já liberou 5,1 milhões de restituições no valor de R$ 5,24 bilhões. Também poderão ser consultados dois lotes liberados da malha fina: de 2009 (ano-base 2008) e de 2008 (ano-base 2007). O dinheiro estará nos bancos dia 16. Se o depósito não for realizado, o interessado pode ir a uma agência do Banco do Brasil. A restituição fica disponível por um ano, mas se não for feito o resgate nesse prazo, o pedido pode ser feito por formulário eletrônico".
Bueno! Se o vivente está com o laço esticado, com o bolso da bombacha sem os cobres (dinheiro), "sobrando mês no fim do dinheiro", esta é uma boa razão para torcer que saia a devolução do Imposto de Renda, que ficou retida pelo leão do Imposto de Renda no exercício de 2009 ou anteriores (malha fina). Agora, se o peão ou a prenda estão levando de rédia curta os seus gastos, levando a cabresto (controlado) o seu orçamento doméstico, se pagando sempre primeiro quando da entrada dos cobres, em especial para quem recebe via folha de pagamento, não tem por que se preocupar, pois, os rendimentos alusivos a esta devolução que o Leão te deve, é a taxa SELIC mais 1% acrecida a esta variação mensal (mais que a poupança). Assim, a porcentagem da correção será composta pela soma das porcentagens dos meses anteriores ao recebimento, contados a partir de maio, mais 1%.
Mas se mesmo assim, fores brindado com a devolução, faça bom uso dela. Não faça gastos por impulso, só para encher o teu armário ou o teu roupeiro. Quem sabe tu inicias o teu pé de meia para teres um bom lastro financeiro quando a aposentadoria chegar, com um investimento em previdência privada, ou uma aplicação em algum produto que renda mais que a poupança, ou na própria caderneta poupança.
Mas se estiveres numa situação constrangedora, do tipo "estar num rio somente com a cabeça de fora", ou seja, ENDIVIDADO até o pescoço, trate de melhorar a tua saúde financeira anotando todos os teus gastos numa planilha, ou seja, "na ponta do lápis". Elimine os gastos supérfluos, e comece com esta devolução, a renegociar o teu débito com os teus credores e comece a pagar já! Esta é a grande oportunidade para saíres deste "atoleiro"...
Bueno! Se o vivente quiser saber mais sobre a devolução do Imposto de Renda e seu rendimento, basta abrir a porteira do sítio Memes Gestão - http://www.memesgestao.com.br/jportal/portal.jsf?post=24029.
Baita abraço de Valdemar Engroff - o gaúcho taura!
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Atitude13! Previdência Privada: crescimento a galope no 1º semestre
Bueno! Ainda estamos engatinhando em nosso país, quando o assunto é poupar, investir, se preparar para o futuro e em consequência, se preparar para enfrentar a velhice. Mas o que me chamou atenção nos últimos dias, foi a respeito do crescimento em termos percentuais e em termos financeiros, da Previdência Privada. O sítio VIVER SEGURO - http://www.fenaseg.org.br/, no dia 8 de agosto publicou o seguinte chasque:
"O mercado de previdência privada teve uma forte expansão na receita nos seis primeiros meses do ano. No primeiro semestre, sua arrecadação atingiu R$ 19,84 bilhões, crescimento de 18,11% em relação aos R$ 16,80 bilhões acumulados nos seis primeiros meses de 2009, constata a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que reúne 65 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar. Os dados da Fenaprevi informam que há 11,5 milhões de contratos de planos previdenciários. Atualmente cerca de 101 mil pessoas são beneficiadas pelas coberturas de pecúlio, pensão e aposentadoria.
Mais uma vez, o VGBL teve uma grande desenvoltura. Em seis meses, acumulou R$ 15,61 bilhões e obteve alta de 21,66%, na comparação aos R$ 12,83 bilhões arrecadados no mesmo período do ano passado. O VGBL, que se tornou popular entre o investidor que não declara Imposto de Renda pelo modelo completo, é um seguro de vida com caráter previdenciário, por possuir cobertura de sobrevivência.
O volume de contribuições do PGBL – produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda, permitindo deduzir até 12% do montante a ser pago à Receita Federal – teve também forte expansão, ao ter alta de 14,52% no primeiro semestre, com arrecadação de R$ 2,56 bilhões no período. Já a arrecadação dos planos tradicionais retrocedeu 3,60% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período de 2009, com a receita de R$ 1,65 bilhão, contra R$ 1,71 bilhão no mesmo período do ano passado. Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) somaram R$ 7,39 milhões, com retração de 10,44%"
Bueno! Sou do tempo que o investimento da hora era a caderneta de poupança. Sou do tempo onde a aplicação financeira da hora era o over e o open. Também sou do tempo que a inflação ganhava todas as corridas de cancha reta..... Hoje sabemos que os tempos são outros. A inflação está controlada. Está de rédia curta e a poupança, no meu modo de ver é um produto que perdeu um pouco a atratividade, sendo recomendada apenas para os pequenos aplicadores, quando os objetivos são de curto prazo e ela apenas é um balaio no rol dos investimentos que o peão e a prenda podem optar. Recomendada para incrementar a reserva financeira, onde esta reserva ideal é em torno de dez vezes a tua renda mensal, para num infortúnio, tu não ficares esgualepado financeiramente, como na perda de um emprego, a perda de um carro (sem seguro e roubado ou furtado), ou uma doença que veio meio sem avisar, etc.
Hoje em dia, na mídia, em especial na televisão, vemos a publicidade do produto previdência privada, com cenas de felicidade, qualidade de vida, viagens, veículos, ranchos novos, etc. E para o vivente entender, a previdência privada é um complemento da tua aposentadoria do INSS. E se tu não queres ficar dependendo finaceiramente dos TEUS filhos e por tabela, dos teus GENROS e/ou NORAS, arregaça as mangas e faça uma prividência privada pra tu não passares necessidades quando chegar a tua hora pra te aposentar. Para isso, talvez tu tenhas que te reorganizar financeiramente, com um controle rígido dos teus gastos diários e mensais, abatidos da tua renda mensal ou da tua família.
Mas para adquirir estes produtos, o peão (ou a prenda) deverão levar em conta alguns quesitos, que, muitas vezes não estão muito bem explicados nos sítios (paginas na internet), das instituições financeiras. Leve em consideração estas, que considero os principais, que são os custos deste produto:
1 - A taxa de carregamento - é um percentual cobrado por cada valor que tu vais aplicar. Tenho lido diversos chasques a respeito e o recomendado é que esta taxa não ultrapasse os 2%. No entanto, temos instituições financeiras que cobram até 5%.
2 - A taxa de administração - é uma taxa anual cobrada sobre a formação deste patrimônio (todos os aportes feitos ao longo do ano). O ideal é que esta taxa não ultrapasse os 2,5%. Mas sabemos que tem instituições financeiras que cobram em torno de 3%
Com estas ditas taxas, se exorbitantes, vão fazer com que o teu capital acumulado cresça mais devagar, ou melhor, que tu vais precisar aplicar em muito mais tempo ou muito mais dinheiro para alcançar o teu objetivo. E se um dia o vivente, não estando satisfeito com o produto, na instituição financeira onde ele foi adquirido, poderá ir de mala e cuia para outra instituição financeira. E esta migração é denominada de PORTABILIDADE, que pode ser utilizada tantas quantas vezes o vivente quiser, desde que o prazo mínimo esteja sendo respeitado e desde que não haja mudança nos produtos (não poderá trocar um VGBL por um PGBL ou vice-versa).
E, como o dia das mães já passou, dos pais também, dos namorados idem, que tal tu presenteares os teus filhos no dia cas crianças com uma previdência privada para cada um??? Existem instituições que tem estes produtos específicos para a criançada, com aportes mensais e sucessivos com valores de um ingresso pro fandango (valores iniciais em torno de R$ 25,00), e que podem ser objetivados para eles, tais como: pagamento da faculdade, viagem ao exterior, abertura da sua própria empresa e até poderá ficar acumulando pra quando a velhice desta criança chegar....
E não esqueça: nunca é tarde para começar. Faça uma pra ti e pra tua prenda, pois, este produto é direcionado para o longo prazo (mínimo de dez anos) e é direcionado para a complementação da tua aposentadoria oficial (do INSS) e não para utilizar em compras por impulsos ou para pagar dívidas...., pois não é recomendado o resgate antes dos dez anos (quanto menor o prazo de resgate antes dos dez anos, MAIOR será o quinhão que tu vais direcionar para o IMPOSTO DE RENDA).
Grande abraço do Valdemar Engroff - o gaúcho taura
"O mercado de previdência privada teve uma forte expansão na receita nos seis primeiros meses do ano. No primeiro semestre, sua arrecadação atingiu R$ 19,84 bilhões, crescimento de 18,11% em relação aos R$ 16,80 bilhões acumulados nos seis primeiros meses de 2009, constata a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que reúne 65 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar. Os dados da Fenaprevi informam que há 11,5 milhões de contratos de planos previdenciários. Atualmente cerca de 101 mil pessoas são beneficiadas pelas coberturas de pecúlio, pensão e aposentadoria.
Mais uma vez, o VGBL teve uma grande desenvoltura. Em seis meses, acumulou R$ 15,61 bilhões e obteve alta de 21,66%, na comparação aos R$ 12,83 bilhões arrecadados no mesmo período do ano passado. O VGBL, que se tornou popular entre o investidor que não declara Imposto de Renda pelo modelo completo, é um seguro de vida com caráter previdenciário, por possuir cobertura de sobrevivência.
O volume de contribuições do PGBL – produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda, permitindo deduzir até 12% do montante a ser pago à Receita Federal – teve também forte expansão, ao ter alta de 14,52% no primeiro semestre, com arrecadação de R$ 2,56 bilhões no período. Já a arrecadação dos planos tradicionais retrocedeu 3,60% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período de 2009, com a receita de R$ 1,65 bilhão, contra R$ 1,71 bilhão no mesmo período do ano passado. Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) somaram R$ 7,39 milhões, com retração de 10,44%"
Bueno! Sou do tempo que o investimento da hora era a caderneta de poupança. Sou do tempo onde a aplicação financeira da hora era o over e o open. Também sou do tempo que a inflação ganhava todas as corridas de cancha reta..... Hoje sabemos que os tempos são outros. A inflação está controlada. Está de rédia curta e a poupança, no meu modo de ver é um produto que perdeu um pouco a atratividade, sendo recomendada apenas para os pequenos aplicadores, quando os objetivos são de curto prazo e ela apenas é um balaio no rol dos investimentos que o peão e a prenda podem optar. Recomendada para incrementar a reserva financeira, onde esta reserva ideal é em torno de dez vezes a tua renda mensal, para num infortúnio, tu não ficares esgualepado financeiramente, como na perda de um emprego, a perda de um carro (sem seguro e roubado ou furtado), ou uma doença que veio meio sem avisar, etc.
Hoje em dia, na mídia, em especial na televisão, vemos a publicidade do produto previdência privada, com cenas de felicidade, qualidade de vida, viagens, veículos, ranchos novos, etc. E para o vivente entender, a previdência privada é um complemento da tua aposentadoria do INSS. E se tu não queres ficar dependendo finaceiramente dos TEUS filhos e por tabela, dos teus GENROS e/ou NORAS, arregaça as mangas e faça uma prividência privada pra tu não passares necessidades quando chegar a tua hora pra te aposentar. Para isso, talvez tu tenhas que te reorganizar financeiramente, com um controle rígido dos teus gastos diários e mensais, abatidos da tua renda mensal ou da tua família.
Mas para adquirir estes produtos, o peão (ou a prenda) deverão levar em conta alguns quesitos, que, muitas vezes não estão muito bem explicados nos sítios (paginas na internet), das instituições financeiras. Leve em consideração estas, que considero os principais, que são os custos deste produto:
1 - A taxa de carregamento - é um percentual cobrado por cada valor que tu vais aplicar. Tenho lido diversos chasques a respeito e o recomendado é que esta taxa não ultrapasse os 2%. No entanto, temos instituições financeiras que cobram até 5%.
2 - A taxa de administração - é uma taxa anual cobrada sobre a formação deste patrimônio (todos os aportes feitos ao longo do ano). O ideal é que esta taxa não ultrapasse os 2,5%. Mas sabemos que tem instituições financeiras que cobram em torno de 3%
Com estas ditas taxas, se exorbitantes, vão fazer com que o teu capital acumulado cresça mais devagar, ou melhor, que tu vais precisar aplicar em muito mais tempo ou muito mais dinheiro para alcançar o teu objetivo. E se um dia o vivente, não estando satisfeito com o produto, na instituição financeira onde ele foi adquirido, poderá ir de mala e cuia para outra instituição financeira. E esta migração é denominada de PORTABILIDADE, que pode ser utilizada tantas quantas vezes o vivente quiser, desde que o prazo mínimo esteja sendo respeitado e desde que não haja mudança nos produtos (não poderá trocar um VGBL por um PGBL ou vice-versa).
E, como o dia das mães já passou, dos pais também, dos namorados idem, que tal tu presenteares os teus filhos no dia cas crianças com uma previdência privada para cada um??? Existem instituições que tem estes produtos específicos para a criançada, com aportes mensais e sucessivos com valores de um ingresso pro fandango (valores iniciais em torno de R$ 25,00), e que podem ser objetivados para eles, tais como: pagamento da faculdade, viagem ao exterior, abertura da sua própria empresa e até poderá ficar acumulando pra quando a velhice desta criança chegar....
E não esqueça: nunca é tarde para começar. Faça uma pra ti e pra tua prenda, pois, este produto é direcionado para o longo prazo (mínimo de dez anos) e é direcionado para a complementação da tua aposentadoria oficial (do INSS) e não para utilizar em compras por impulsos ou para pagar dívidas...., pois não é recomendado o resgate antes dos dez anos (quanto menor o prazo de resgate antes dos dez anos, MAIOR será o quinhão que tu vais direcionar para o IMPOSTO DE RENDA).
Grande abraço do Valdemar Engroff - o gaúcho taura
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Atitude 10! O Poço da Poupança está secando????
Bueno! Lembro-me bem dos idos tempos onde a moeda nacional era uma e tinha um fator de correção diário, pois a tal moeda era corroida pela inflação que subia de elevador.... Era década de 1980. A moeda, era o tal de cruzeiro, depois veio o cruzeiro novo, e após o cruzado e o cruzado novo.... e o fator de correção era a ORTN (Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional), que foi substituída pela OTN (Obrigações do Tesouro Nacional) e depois pela BTN (Bônus do Tesouro Nacional). E a inflação oscilada entre 50% e 80% ao mês e às vezes batia nos 100% ao mês. E de vez em quando o governo pegava uma foice e cortava três zeros, fazendo com que um valor de mil cruzeiros valesse um cruzeiro novo....
E a mídia (rádio, televisão e jornais) divulgava nos noticiários que "a poupança rendeu hoje.....", e geralmente a perda que a inflação galopante provocava era reposta. Naquela época também não tínhamos tantas opções para investir os nossos cobres (nosso dinheiro) e a caderneta de poupança era o investimento mais popular, mais simples para começar a investir e acessível para qualquer cidadão de qualquer classe social, tal qual como é nos dias de hoje. E os anúncios comerciais na mídia enalteciam a caderneta de poupança, como hoje são enaltecidos a previdência privada e o título de capitalização (que é louco de bueno e louco de especial apenas para a instituição financeira).
Com o advento do real, a inflação galopante cessou e deu vez à estabilidade e inflação sob rédia curta (controlada). E a caderneta de poupança perdeu prestígio. Os comerciais que a enalteciam sumiram e outros produtos financeiros começavam a concorrer com ela, como o over, o open, os fundos de renda fixa, o CDB, a previência privada e ultimamente a bolsa de valores. Enfim, uma penca de produtos financeiros estavam e estão à disposição da população.
Mas como a poupança sempre esteve vinculda, junto com os cobres (recursos) do Fundo de Garantia à habitação, com a criação do projeto Minha Casa Minha Vida, uma enxurrada de ranchos novos começaram a pipocar, a ser construídos em todos os rincões deste país. E de acordo com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, "quem pensa em comprar a sonhada casa própria pode ter problemas daqui a três anos, quando os recursos da caderneta de poupança não devem mais ser suficientes para bancar o financiamento habitacional", conforme chasque publicado no Correio Brasiliense do dia 20 de julho de 2010.
Bueno! Se nada for feito para aumentar a captação de recursos via depósitos na caderneta de poupança; se não desistirem de querer cobrar imposto sobre os rendimentos da caderneta de poupança com depósitos superiores a R$ 50.000,00 por CPF, conforme foi veiculado na mídia recentemente, após a crise internacional; se não estimularem a poupança como nos idos tempos de inflação galopante e se não aumentarem o seu rendimento para o poupador/investidor, o projeto minha casa minha vida poderá "fazer água", ou seja, poderá empacar devido à falta de recursos, pois o poço da poupança poderá secar!
Mas, existe outra visão que é bem mais ampla que o horizonte do Pampa: a educação, em todas as suas etapas, ensina o vivente a ser empregado, ensina a consumir, ensina a fazer compras (a parcelar as mesmas), ensina a se endividar, mas não ensina a ser um empresário, um empreendedor, a poupar, a mágica dos juros compostos, a enriquecer, a ajuntar os cobres, a fazer a sua reserva de emergência, a fazer o seu pé de meia desde guri, para quando se aposentar, não depender apenas da pindaíba do valor da aposentadoria do INSS e da benevolência dos filhos (e claro, dos genros e das noras....), pois, concordo com a opinião do Conrado Navarro, que em uma das páginas do seu livro "Vamos Falar de Dinheiro?" diz: "se tu não tens condições de comprar à vista um bem (seja lá que bem for), tu ainda não estás em condições de possuir este bem". Por estas e outras, sou da opinião de "se for comprar, só se for na boca da guaiaca", ou seja, à vista! E com esta metodologia e com o abandono da compra por impulso, com absoluta certeza, vão sobrar muitos cobres para tu investires na poupança, na previdência privada, na bolsa de valores, nos fundos de renda fixa, etc.
E como já se ouviu por aqui, a diferença em relação ao dinheiro/consuno de um americano e um brasileiro é: o americano tem como objetivo numero um de sua vida chegar a ter em dinheiro um milhão de dólares (ou seja, ser rico, ter ATIVOS). Por sua vez, o sonho do brasileiro em geral é ter um carro (ou seja, ter despesas, ter um PASSIVO). Esta é uma das grandes diferenças do por quê o Brasil não tem uma poupança forte.
Fonte do retrato do porquinho quebrado - http://guiainvestimentos.blogspot.com/.
Valdemar Engroff - o gaúcho taura
E a mídia (rádio, televisão e jornais) divulgava nos noticiários que "a poupança rendeu hoje.....", e geralmente a perda que a inflação galopante provocava era reposta. Naquela época também não tínhamos tantas opções para investir os nossos cobres (nosso dinheiro) e a caderneta de poupança era o investimento mais popular, mais simples para começar a investir e acessível para qualquer cidadão de qualquer classe social, tal qual como é nos dias de hoje. E os anúncios comerciais na mídia enalteciam a caderneta de poupança, como hoje são enaltecidos a previdência privada e o título de capitalização (que é louco de bueno e louco de especial apenas para a instituição financeira).
Com o advento do real, a inflação galopante cessou e deu vez à estabilidade e inflação sob rédia curta (controlada). E a caderneta de poupança perdeu prestígio. Os comerciais que a enalteciam sumiram e outros produtos financeiros começavam a concorrer com ela, como o over, o open, os fundos de renda fixa, o CDB, a previência privada e ultimamente a bolsa de valores. Enfim, uma penca de produtos financeiros estavam e estão à disposição da população.
Mas como a poupança sempre esteve vinculda, junto com os cobres (recursos) do Fundo de Garantia à habitação, com a criação do projeto Minha Casa Minha Vida, uma enxurrada de ranchos novos começaram a pipocar, a ser construídos em todos os rincões deste país. E de acordo com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, "quem pensa em comprar a sonhada casa própria pode ter problemas daqui a três anos, quando os recursos da caderneta de poupança não devem mais ser suficientes para bancar o financiamento habitacional", conforme chasque publicado no Correio Brasiliense do dia 20 de julho de 2010.
Bueno! Se nada for feito para aumentar a captação de recursos via depósitos na caderneta de poupança; se não desistirem de querer cobrar imposto sobre os rendimentos da caderneta de poupança com depósitos superiores a R$ 50.000,00 por CPF, conforme foi veiculado na mídia recentemente, após a crise internacional; se não estimularem a poupança como nos idos tempos de inflação galopante e se não aumentarem o seu rendimento para o poupador/investidor, o projeto minha casa minha vida poderá "fazer água", ou seja, poderá empacar devido à falta de recursos, pois o poço da poupança poderá secar!
Mas, existe outra visão que é bem mais ampla que o horizonte do Pampa: a educação, em todas as suas etapas, ensina o vivente a ser empregado, ensina a consumir, ensina a fazer compras (a parcelar as mesmas), ensina a se endividar, mas não ensina a ser um empresário, um empreendedor, a poupar, a mágica dos juros compostos, a enriquecer, a ajuntar os cobres, a fazer a sua reserva de emergência, a fazer o seu pé de meia desde guri, para quando se aposentar, não depender apenas da pindaíba do valor da aposentadoria do INSS e da benevolência dos filhos (e claro, dos genros e das noras....), pois, concordo com a opinião do Conrado Navarro, que em uma das páginas do seu livro "Vamos Falar de Dinheiro?" diz: "se tu não tens condições de comprar à vista um bem (seja lá que bem for), tu ainda não estás em condições de possuir este bem". Por estas e outras, sou da opinião de "se for comprar, só se for na boca da guaiaca", ou seja, à vista! E com esta metodologia e com o abandono da compra por impulso, com absoluta certeza, vão sobrar muitos cobres para tu investires na poupança, na previdência privada, na bolsa de valores, nos fundos de renda fixa, etc.
E como já se ouviu por aqui, a diferença em relação ao dinheiro/consuno de um americano e um brasileiro é: o americano tem como objetivo numero um de sua vida chegar a ter em dinheiro um milhão de dólares (ou seja, ser rico, ter ATIVOS). Por sua vez, o sonho do brasileiro em geral é ter um carro (ou seja, ter despesas, ter um PASSIVO). Esta é uma das grandes diferenças do por quê o Brasil não tem uma poupança forte.
Fonte do retrato do porquinho quebrado - http://guiainvestimentos.blogspot.com/.
Valdemar Engroff - o gaúcho taura
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