quarta-feira, 9 de julho de 2014

Como manter, no dia-a-dia, a motivação para as metas de longo prazo envolvendo dinheiro?


Todos nós já caímos nessa “armadilha mental”: sonhamos com a independência financeira, mas temos dificuldade em fazer sobrar dinheiro no final do mês; lutamos para sair das dívidas, mas não conseguimos sair do “zero a zero” mesmo após um mês de intensos sacrifícios; sabemos que devemos forrar uma reserva de emergências bem parruda, mas caímos na tentação de gastar imediatamente em alguma bobagem o dinheiro do salário que acabou de cair na conta. Quem nunca? :-P
Metas
Créditos da imagem: Free Digital Photos
Para manter a motivação necessária para conquistarmos gradualmente as metas de longo prazo envolvendo dinheiro, vale a pena recapitular aqui algumas das excelentes dicas postadas num artigo publicado recentemente no blog norte-americano Get Rich Slowly.

1. Mantenha suas metas visíveis

Assim como tudo o que é medido é melhor controlado, nós precisamos de “âncoras mentais” bem visíveis, que nos façam literalmente “enxergar” os nossos sonhos através de uma coisa palpável e tangível.

E isso é necessário por uma razão muito simples: planejamento de longo prazo envolve explicitamente o adiamento da gratificação, de modo que você precisa saber que estará trocando alguma coisa concreta hoje, ao deixar de gastar, por alguma coisa concreta no futuro.

Tá, e como manter as metas visíveis? Instale um protetor de tela ou um papel de parede na tela do computador com uma imagem da cidade onde você queira morar no futuro. Crie uma senha que lhe faça lembrar de suas metas, por exemplo, Apos3ntAdoEmVanc0uvE#R2028. Coloque no seu chaveiro do carro uma mensagem do tipo “Livre de dívidas forever”. Cole na sua geladeira um ímã dos Alpes Suíços.

O importante é fazer com que sua meta de longo prazo seja parte de seu dia-a-dia, de modo que você faça uma conexão entre aquilo que você faz hoje com a realidade que você deseja viver para seu futuro.

2. Escreva um blog

É sério. Compartilhe com outras pessoas seus desejos de longo prazo com o dinheiro, sejam esses desejos obter uma aposentadoria financeira em 17 anos, ou simplesmente se livrar das dívidas.

E digo mais: isso funciona. Funciona porque você se compromete publicamente a vencer um desafio que só depende de você. E o mais legal é a corrente de solidariedade que se forma em torno de suas metas. As pessoas gostam de se ajudar, é da natureza do ser humano ajudar outros seres humanos que se encontram ou que passaram por situação semelhante.

3. Alterne suas estratégias

Para chegar lá, você precisa basicamente seguir duas estratégias distintas, mas complementares: gastar menos do que ganha, e/ou aumentar a renda. O artigo do GRS sugere que você fique alternando essas estratégias, de modo que, em um mês, você foque mais na contenção de gastos e enxugamento do orçamento doméstico, e, no mês seguinte, concentre esforços em maneiras criativas de aumentar a massa de ganhos, seja por meio de um segundo trabalho, seja por meio de vendas de produtos usados em sites como Mercado Livre ou Bom Negócio.

4. Celebre seu sucesso

Ou, dizendo o mesmo em bom português, “colha algumas cenouras no meio do caminho”.

Metas de longo prazo demoram muito, coisa de anos, talvez de décadas, para serem integralmente cumpridas. Mais fácil – e também mais motivador, sob o ponto-de-vista psicológico -, é decompô-las em metas de curto prazo.

Tem uma dívida monstro de R$ 50 mil para quitar? Estipule uma meta factível – digamos, pagar R$ 10 mil nos próximos 4 meses – e, cumprida essa meta de curto prazo, se dê um presente. Comemore.

Tá, ainda faltam R$ 40 mil pra vencer a bola de neve, mas pense no lado positivo: 20% da dívida já se foi! Você precisa saborear o prazer das pequenas conquistas para sentir que o trabalho feito no dia-a-dia está valendo a pena.

Por isso, não há nada de errado em comemorar vitórias parciais: elas significam que você está virando o jogo da dívida – ou o jogo dos investimentos – e merecem, sim, uma celebração especial, tais como: um par de ingressos naquele cinema 3D “caro pra chuchu” no final de semana, sábado à noite (onde os preços facilmente dobram ou triplicam); um rodízio no melhor estilo “pé na jaca” na melhor churrascaria da cidade etc.

Você se sentirá renovado, premiado e ainda mais motivado para continuar a busca de suas metas de longo prazo.

5. Dê uma pausa de vez em quando

Trabalhar para atingir nossas metas financeiras de longo prazo é importante, mas não pode virar uma obsessão! É saudável, pois, fazer uma pausa de vez em quando, “respirar” e reavaliar quão importantes são essas metas dentro de uma perspectiva mais realista.

Dentro desse período de reflexão talvez surjam outras metas financeiras de longo prazo mais importantes, e quem sabe até novas formas de se lidar com as atuais metas.

Conclusão

Adiar a gratificação e agir, no dia-a-dia, com a mente voltada para o futuro, são desafios que lutam contra nossos instintos mais primitivos de buscar a realização imediata a qualquer preço.

Daí a importância de você estabelecer elos bem firmes com o futuro a fim de se manter motivado para conquistar seus objetivos financeiros de longo prazo, sejam eles quais forem.

O auto-conhecimento aqui assume papel fundamental, e só através de reflexões profundas é que você conseguirá conquistar todos os seus sonhos de longo prazo. Boa sorte!:-D 

Fonte! Este chasque (postagem) foi publicado no dia 07 de julho de 2014 no sítio Valores Reais (Fazendo Famílias Felizes). Abra as porteiras clicando em http://www.valoresreais.com/2014/07/07/via-get-rich-slowly-como-manter-dia-dia-motivacao-para-metas-de-longo-prazo-envolvendo-dinheiro/

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Nosso comentário no sítio Valores Reais, em resposta a este chasque:

Bueno! As porteiras de educação financeira se abriram mais precisamente em 2008. Mais um menos quando começou a quebradeira e as bolsas desta terra que chamamos de mundo começaram a despencar.....

Primeiro foi via Dinastia Rede (networking). Não permaneci por muito tempo mas absorvi tudo que era apresentado nas palestras (em CDs).

Por uma obra do acaso achei o sítio Dinheirama, com a sua linguagem simples (sem economês)..... e depois muitos outros sítios de educação financeira começaram a aparecer e eu ia abrindo as suas porteiras, inclusive este (Valores Reais)....

Eu estava muito preocupado. Mesmo não gostando de parcelamentos de nada (nem novelas, series, minisséries.... carnês.... nada....), somente eu tinha um Fundo de Pensão, com participação minha e da empresa na sua capitalização.... A esposa nada tinha, nem minhas filhas.....

Começamos com o orçamento doméstico (que não tínhamos), e depois com os investimentos em produtos de previdência privada para fins de aposentadoria..... tudo isso misturado com muita empolgação....

Em 18 de dezembro de 2009 nasceu o primeiro (e o único sítio até o momento), em formato tradicionalista, que trata das finanças pessoais, onde o linguajar predominante é o gauchês (os demais tratam da tradição e da cultura regional do Rio Grande do Sul). Neste dia colocamos nesta terra que chamamos de mundo O BOLSO DA BOMBACHA, com o objetivo de irmos em busca de leituras sobre economia e finanças pessoais.

O nosso chasque (postagem) de abertura: http://www.obolsodabombacha.blogspot.com.br/2009/12/estamos-chegando-galope.html

Posteriormente, começamos a colocar a palavra "Atitude" nos chasques de nossa autoria. Eis o primeiro: http://obolsodabombacha.blogspot.com.br/2010/04/bueno-este-senhor-do-retrato-ao-lado-e.html

Eis último chasque (81º) da nossa autoria: http://obolsodabombacha.blogspot.com.br/2014/05/atitude-81-o-mais-novo-investimento.html.

Tentamos, mesmo abrindo de muitos investimentos em passivos e em prazeres curtos, investir para que tenhamos um pouco menos de miséria na nossa velhice, que está se avizinhando a cada dia que passa, e tentar passar um pouco do que aprendemos, para as nossas duas filhas, que tem uma longa vida pela frente.

Baita abraço

Valdemar Engroff 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Aposentados e futuros aposentados

Crédito: www.consultor-online.com
Os problemas da grave e prejudicial defasagem entre o valor que os aposentados recebem e o que deveriam receber, bem como o que os futuros aposentados teriam direito sem o fator previdenciário, pode ter solução na Câmara dos Deputados sim. Basta o presidente da Câmara colocar em votação imediatamente os projetos de lei dos aposentados, já aprovados pelos senadores e aguardando votação na Câmara desde 2008. É urgente que todos os aposentados pressionem, por e-mails ou ligando para a Câmara, os deputados que lhes representam, especialmente o presidente da Câmara, exigindo a colocação para votação do PL 4.434/08 – que dispõe sobre os reajustes dos benefícios; o PL 3.299/08 – que extingue o famigerado e desumano fator previdenciário que é absolutamente inconstitucional, visto que a Carta Magna não permite que uma lei retroaja ou prejudique o cidadão como ocorreu à época; e o PL 01/07, que trata da política de correção do salário-mínimo. Infelizmente, a desvinculação dos aumentos do salário-mínimo dos aumentos das aposentadorias que iniciou em 1988, por ocasião da alteração constitucional, retirou muito mais da metade do poder aquisitivo hoje, provocando graves problemas aos trabalhadores que pagaram, obrigatoriamente, para ter descanso digno no momento mais difícil da vida.

O alardeado déficit previdenciário não serve mais como desculpa para o governo se esquivar da urgente e justa restauração dos direitos dos trabalhadores aposentados e futuros aposentados, visto que se trata de uma grande mentira arquitetada, um embuste, um sofisma, claramente demonstrado e provado por muitos especialistas como, por exemplo, pela doutora em economia Denise Gentil, da UFRJ. A previdência pública é um importantíssimo pilar de sustentação socioeconômica dos cidadãos de qualquer nação civilizada e moderna. Precisamos valorizar a previdência pública, sob pena de ficarmos dependentes de caras previdências privadas que, em alguns casos, podem quebrar e deixar seus contribuintes “a ver navios”.


Fonte! Chasque (artigo) de Dalton Telli, publicado nas páginas do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), edição do dia 07 de julho de 2014.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

QUERES UM MATE?

Crédito: www.metrojornal.com.br
Tenho o hábito de começar o dia tomando chimarrão. Vem desde a adolescência, quando vim estudar em Porto Alegre e ajudava a matar a saudade de casa. No interior, era uma tradição praticada por todas as famílias. Começou a se popularizar na capital mais recentemente e hoje é usual vermos pessoas carregando o kit mate nos mais variados lugares. 

Os gaúchos fazem questão também de levar o chimarrão em viagens para diferentes lugares do mundo e do país. Não se importam de carregar mais uma maleta, o que poderia ser classificada como uma tralha extra na bagagem. E aqui, em nossa casa, é um sinal de boas vindas oferecer uma cuia. Os portugueses diriam um “vaso”. Até porque cuia é um objeto gaúcho, feito do porongo. E a bomba é exclusividade nossa. Assim como a água quente. Claro, que nem todos concordam. 

Os argentinos também tomam mate. Os paraguaios tomam tererê. Todos os sistemas são semelhantes. A bebida é compartilhada. Nós, no entanto, nos apropriamos do chimarrão e o elegemos bebida símbolo do Estado. Tenho consciência de que alguns prefeririam a cerveja, o vinho ou a cachaça. Mas é o mate que abre portas para os visitantes. Só que muitos deles, não se arriscam a provar o nosso amargo-quente. E alguns torcem o nariz para a bomba que passa de boca em boca. 

Entre as tarefas que assumimos na Copa do Mundo está a de apresentar o chimarrão e a erva-mate como nossa tradição manda. A Escola do Chimarrão de Venâncio Aires mostra, a partir desta quarta-feira, no Paradouro Gaúcho montado no Cais do Porto, o costume dos riograndenses. Quem passar pelo local poderá aprender como fazer um bom chimarrão e também degustá-lo. E ainda conhecer detalhes da cadeia produtiva da erva-mate que é composta por 250 indústrias, 300 viveiros e 14 mil produtores e gera receita bruta anual de aproximadamente R$ 900 milhões. 

O Paradouro reúne lazer, gastronomia e comércio de produtos da agricultura familiar com a marca Sabor Gaúcho, artesanato típico e alambiques. Outra alternativa para conhecer nossas tradições é o projeto Turismo de Galpão, no Acampamento Farroupilha Extraordinário da Copa no Parque da Harmonia onde oficinas ensinam a preparar pratos típicos que podem ser degustados. Para atrair os visitantes, as oficinas são oferecidas também em espanhol, inglês e na linguagem de Libras. Aposto que as mais procuradas serão aquelas que ensinam a assar um churrasco, um carreteiro de charque e encilhar um cavalo. E montar um chimarrão, é claro. Afinal, ele vem antes ou junto com qualquer outra destas atividades campeiras.

Fonte! Este chasque (texto) é de autoria de Lizemara Prates, publicado no dia 11 de junho de 2014, na coluna AgroMetro, nas páginas do Jornal Metro de Porto Alegre - RS.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Prepare-se para investir muito se quiser uma aposentadoria confortável


Pagar a previdência deve ser o primeiro item das despesas mensais. Comece investindo pouco, mas não se esqueça de investir sempre.


Esqueça tudo o que você ouviu dos seus pais e avós sobre aposentadoria. No século 21, com a revolução do aumento da expectativa de vida quando chegar aos 100 anos de idade já é uma realidade, todos os conceitos antigos sobre previdência passam por uma revisão.

No passado, o planejamento dos investimentos para aposentadoria considerava que ao parar de trabalhar suas despesas iriam diminuir. Isso já não é mais uma certeza (veja vídeo). E são diversas as razões, a principal delas o aumento do custo do plano de saúde (veja coluna).

Portanto prepare-se para reforçar seus investimentos quando a meta é a aposentadoria confortável.

Mas você não consegue ter sobras no orçamento para começar a investir para a aposentadoria? Então experimente seguir estes passos:


1-      Faça deste item a primeira “despesa” de seus gastos mensais, ou seja, comece “pagando” a sua previdência e depois então faça os outros gastos;

2-      Comece investindo pouco, mas sempre. Desta forma, você não sentirá falta desses recursos ao longo do mês e não terá a tentação de resgatar a aplicação;

3-      Deixe as aplicações programadas com antecedência. É mais fácil fazer o investimento antes que o dinheiro chegue às suas mãos.

Veja mais informações sobre planos de previdência aqui.

Fonte! Chasque (postagem) de Mara Luquet, publicado no sítio do Jornal da Globo, em 27 de maio de 2014. Abra as porteiras clicando em:http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/05/prepare-se-para-investir-muito-se-quiser-uma-aposentadoria-confortavel.html

Diferença de até 90% na taxa do cartão de crédito


Diferença de até 90% na taxa do cartão de crédito
Crédito: http://www.cartaodecreditoguia.com.br/

Quem usa cartão de crédito pode pagar até cinco tarifas. É o máximo permitido pelo Banco Central. Mas, entre estas operações, as taxas variam até 90%.
Quem usa a função crédito para pagar conta pode pagar de R$ 1,99 até R$ 19,90. O que muda é o banco.

Outras tarifas quer podem ser cobradas: taxa emergencial de avaliação de crédito, saque, anuidade e segunda via do cartão.

No site do Banco Central (www.bacen.gov.br), é possível consultar as taxas dos bancos. As informações ficam no link Cidadão.
Siga @GianeGuerra no Twitter.

Fonte! Chasque (postagem) de Giane Guerra, publicado no dia 10 de junho de 2014, no sítio Acerto de Contas. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2014/06/10/diferenca-de-ate-90-na-taxa-do-cartao-de-credito/?topo=52,1,1,,171,e171 

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Abaixo, nosso comentário, deixado no chasque, na postagem publicada no sítio Acerto de Contas, por Giane Guerra: 

Comentários (1)

  • Valdemar Engroff diz: 10 de junho de 2014
     
    Bom Dia Giane

    Faço parte daquele pequeno universo de pessoas que não tem cartão de crédito. É como viver se ver novela….. quase todo mundo vê; quase todo mundo tem cartão.

    Não vejo novela…. não tenho cartão e vivo bem sem os dois…. E o que me fez cancelar o meu cartão, depois de estar com ele mais de 15 anos foi os percentuais por faltas (pagamento de atraso, saques monetários e compras parceladas). 

    Não parcelo nada, então cartão pra que???? Só se for pra cair numa compra por impulso…. Não…. Não Preciso e não me faz falta.


domingo, 8 de junho de 2014

SDR acompanha Emater em treinamento de classificação de grãos

Luciele Andretti (SDR) e o classificador Waldir Machado
A chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Luciele Andretti acompanhou, sábado (31), o classificador Waldir Machado, da unidade de Classificação da Emater/RS de Erechim. Ele ministrou um curso para empresa JBS (Frangosul) em Montenegro/RS. “O treinamento colabora na padronização dos procedimentos, na integração e desenvolvimento do senso de equipe e na troca de conhecimentos técnicos entre os participantes”, informou Machado.

Segundo ele, nas capacitações são repassadas informações sobre a metodologia de amostragem, homogeneização, preparo da amostra, classificação, secagem e armazenamento dos grãos, entre outros assuntos. A Emater/RS, através da Gerência de Classificação e Certificação – GCC, possui mais de 50 anos de experiência na prestação de serviços para determinar a qualidade de alimentos, com serviços de análises físicas e físico-químicas, inspeções, auditorias e treinamentos. Com uma equipe multidisciplinar composta por engenheiros agrônomos e técnicos classificadores credenciados pelo MAPA (Ministério da Agricultura), também está capacitada para ministrar cursos de Qualidade na Classificação de Grãos e Boas Práticas no Armazenamento de Grãos.

A certificação de um produto ou serviço é um meio de garantir junto ao mercado e aos clientes que a organização possui um sistema de produção controlado. Além disso, é verificado se a confecção dos produtos ou a execução dos serviços estão de acordo com normas específicas, promovendo uma diferenciação face aos concorrentes.

Além da JBS (Frangosul), já foram ministrados treinamentos para Cotrijal, Cotribá e a BSBios.

(Ascom/SDR)

Fonte! Chasque (matéria) publicado sítio da SDR - Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, no dia 02 de junho de 2014. Abra as porteiras clicando em http://www.sdr.rs.gov.br/conteudo.php?cod_conteudo=5168&cod_menu=2

sábado, 7 de junho de 2014

3 clichês sobre a aposentadoria que não passam de mitos

Creative Commons/ Flickr/ frenchfinds/
Relógio de ponto
Relógio de ponto: adiar a aposentadoria e contribuir por mais tempo parece ser a solução 

São Paulo – Gastamos menos na aposentadoria que durante a vida ativa; quem tem um plano de previdência complementar está com o futuro garantido; aposentados têm mais despesas com lazer do que pessoas que ainda trabalham.

Conforme pesquisa da consultoria Mercer divulgada integralmente nesta quinta-feira, esses lugares-comuns que povoam o imaginário coletivo brasileiro não passam de mitos, que surpreenderam até mesmo os pesquisadores, que trabalham na área de previdência privada.

A pesquisa ouviu 1.500 aposentados em todo o Brasil que têm previdência complementar pelo antigo empregador, dividindo-os em dois grupos para algumas avaliações: aqueles que têm rendimentos até o teto atual do INSS (4.160 reais) e aqueles que ganham mais do que isso.

O trabalho avaliou também todos os planos de previdência empresariais abertos a novos participantes. Veja a seguir alguns dos mitos que a pesquisa identificou e os resultados alarmantes do levantamento:

1 Vou ter menos despesas na aposentadoria que durante a vida ativa

Com base nessa crença, muitos especialistas e investidores calculam quanto se deve poupar para a aposentadoria partindo do princípio de que, naquela fase da vida, precisarão de apenas 70% a 80% do salário atual para sobreviver.

Mas não é isso que vem sendo verificado na prática. Dos aposentados ouvidos pela Mercer, 30% mantiveram o nível de gastos que tinham antes de se aposentar e 33% passaram a gastar mais.
“Ou seja, verificamos que 63% das pessoas têm, no mínimo, o mesmo nível de gastos”, ressalta Carolina Wanderley, consultora sênior de previdência da Mercer ao apresentar os dados da pesquisa.

Ela lembra que, ao se aposentar, as pessoas não desejam recuar o padrão de vida e querem manter inclusive benefícios antes custeados pela empresa ou benesses que a profissão lhes rendia. Elas desejam continuar morando da mesma forma e frequentando os mesmos restaurantes, por exemplo.

Contudo, a pesquisa mostrou que boa parte dos aposentados teve que cortar despesas. Metade desses 63% que gastam o mesmo ou mais do que durante a vida ativa tiveram que fazer essa readequação do orçamento.

2 Minha previdência será suficiente para custear a maior parte das minhas despesas

Talvez você não só gaste o mesmo ou até mais na sua aposentadoria como também é bem possível que a soma da previdência complementar e da previdência social não seja suficiente para chegar sequer a 80% do seu salário.

De acordo com a pesquisa, os planos de previdência complementar atuais têm capacidade de fornecer de 48% a 52% do último salário dos seus beneficiários, caso eles contribuam por 30 anos pelos percentuais adequados dos seus salários.

Mas como a contribuição dos beneficiários acaba sendo inferior ao que deveria ser, na prática os planos só são atualmente capazes de pagar, em média, 35% do último salário de seus beneficiários, o que é considerado muito baixo.

Veja na tabela a seguir a qual percentual do último salário da ativa correspondem os rendimentos de previdência social e complementar juntos, segundo os aposentados entrevistados:
Percentual do último salário a que a previdência corresponde Percentual dos entrevistados que estão neste grupo Percentual deste grupo que precisou cortar gastos ao se aposentar
Percentual do último salário a que a previdência corresponde Percentual dos entrevistados que estão neste grupo Percentual deste grupo que precisou cortar gastos ao se aposentar
Menos de 40% 40% 60%
De 41% a 80% 50% 55%
Mais de 80% 10% 14%*
(*) Exceto as famílias com renda inferior ao teto do INSS.
Fonte: Mercer


Tendo em vista que as pessoas que contribuem para planos de previdência complementar empresariais atualmente o fazem de forma que eles só sejam capazes de garantir 35% do seu salário na aposentadoria, é bem possível que o primeiro grupo da tabela, que recebe menos de 40% do seu salário da ativa, engorde consideravelmente no futuro.

E hoje, este grupo já não é inexpressivo. Trata-se de quase metade dos entrevistados.

Justamente por ser insuficiente, a previdência acaba não sendo a única fonte de renda de boa parte desses aposentados.

A participação de rendimentos de aluguéis e outras aplicações financeiras corresponde a até 30% do total da renda dessas pessoas, e 49% dos aposentados ainda trabalham, muitos por necessidade.

Além disso, após fazer os cortes orçamentários indesejáveis, optar por continuar trabalhando e usar rendimentos provenientes de outras aplicações para sobreviver, apenas 66% dos aposentados dizem estar sendo capazes de viver com a renda familiar atual.

3 Na aposentadoria aumentam os gastos com lazer
Uma visão que muitos têm é de que a aposentadoria será a fase de “aproveitar a vida”. Viajar bastante, dedicar-se a um hobby que consuma recursos, voltar a estudar algo que goste, ir a bons restaurantes e espetáculos e comprar alguns mimos para se divertir são alguns dos planos quando se pensa em ter mais tempo livre e menos compromissos.

Mas também é verdade que não só a renda diminui na aposentadoria como as despesas com saúde aumentam consideravelmente. E o lazer – por falta de saúde, de ânimo ou por necessidade, acaba ficando em segundo, terceiro ou quarto plano.

De acordo com o perfil de consumo dos aposentados, pesquisado pela FGV, lazer e educação respondem por apenas 4% do consumo dos aposentados brasileiros. A maior fatia da renda vai para moradia e habitação (63%), seguido de gastos com saúde (15%).

Além disso, de acordo com a pesquisa da Mercer, apenas 1% dos aposentados que ganham até o teto do INSS dizem gastar mais de 25% da renda com lazer; dentre os aposentados que ganham mais de 10 mil reais por mês, uma renda nada desprezível, apenas 6% gastam mais de um quarto da renda com lazer.

Veja na tabela qual o percentual de aposentados ouvidos pela Mercer que gasta mais de 25% da renda em cada item:

Percentual dos que gastam mais de 25% da renda familiar com:
Tipo de gasto Renda até R$ 4.160 Renda acima de R$ 10 mil
Habitação e alimentação 48% 34%
Saúde 30% 12%
Transporte 3% 1%
Educação 6% 2%
Lazer 1% 6%
Fonte: Mercer

4 Não é mito, mas pode ser pior do que você pensava: gastos com saúde pesam demais

Repare que para 30% dos mais pobres e para 12% dos mais ricos, os gastos com saúde respondem por mais de um quarto da renda familiar. E em média, de acordo com a FGV, 15% da renda dos aposentados estão comprometidos com gastos com saúde.

Entram aí não apenas as despesas com plano de saúde, mas também com medicamentos e até mesmo com o plano de saúde de outros membros da família, aos quais estes pais e avós continuam ajudando.
Para 40% dos entrevistados, “despesas com saúde” é o item que mais pesa no orçamento, mesmo não respondendo por mais de um quarto da renda.

Esse percentual aumenta para 44% quando se analisa apenas o grupo de pessoas que foi ao mercado para contratar um plano de saúde individual após se aposentar.

Felizmente, esse percentual diminui para aqueles que tiveram apoio da empresa para contratar o plano de saúde.

Quando se olha apenas o grupo daqueles que contrataram o plano de saúde por meio do antigo empregador, mas que pagam por ele, 37% consideram que saúde é o item que mais pesa no orçamento. Esse é um direito que qualquer empregado com plano de saúde pela empresa pode conquistar sob algumas condições.

Já entre aqueles que conseguiram manter o plano da antiga empresa sem pagar por ele, 28% consideram que saúde é o item mais pesado do orçamento.

Segundo Carolina Wanderley, isto se deve ao fato de que essas pessoas ainda têm despesas com remédios e com o plano de saúde de outros integrantes da família, por exemplo.

“A inflação médica atualmente é de 14% ao ano e não para de crescer. Se continuar nesse ritmo, em algum momento haverá uma ruptura, e os planos de saúde se tornarão impagáveis para os aposentados”, disse Geraldo Magela, líder da área de Previdência da Mercer, ao frisar a necessidade de haver uma maior preocupação para que a previdência seja capaz de cobrir esses gastos no futuro.

Conclusões: então estamos fritos?

Apesar dos resultados alarmantes, a pesquisa da Mercer aponta para os mais jovens hoje alguns dos caminhos a seguir e tira algumas conclusões:
- As despesas na aposentadoria tendem a ser iguais ou maiores que as despesas durante a fase ativa;
- Famílias com renda próxima ao teto do INSS são as mais afetadas com os gastos pós-aposentadoria (pois eles pesam mais);
- Devemos planejar a renda de aposentadoria de no mínimo 80% do salário;
- Como consequência de tudo isso, as pessoas deverão sim buscar outras fontes de renda na aposentadoria (como trabalho) ou reduzir despesas ou poupar mais ou postergar a aposentadoria.

A Mercer calculou ainda, duas formas de tentar evitar que os aposentados do futuro passem pelo mesmo sufoco que os aposentados que têm previdência complementar passam hoje.
A primeira delas é um possível aumento de contribuição para o plano de previdência complementar. Veja a proposta na tabela:
Salário Renda recomendável na aposentadoria Quanto contribuir para o plano
Até 4 mil reais 120% do salário atual 8% da renda atual
De 4 mil a 10 mil reais De 80% a 100% do salário atual 13% a 19% da renda atual
Mais de 10 mil reais 80% do salário atual 18% da renda atual
Fonte: Mercer

Esses percentuais de contribuição estão muito acima do que é praticado atualmente, e destinar 20% do salário apenas para a aposentadoria pode parecer delirante para muita gente, especialmente para quem está na faixa intermediária de renda.

Afinal, você terá outros objetivos e desejos hoje que podem ser muito onerosos dependendo de onde você mora.

Como esses percentuais de contribuição foram simulados em um horizonte de 30 anos de contribuição, a solução encontrada para aqueles que não conseguirem investir mais na aposentadoria é contribuir por mais tempo: aderir cedo a um plano de previdência complementar e trabalhar por mais tempo, se aposentando mais tarde.

“A pessoa pode aumentar o tempo de contribuição em dez anos. Teremos que mudar nossa cabeça, rever esse tempo”, diz Geraldo Magela.

Fonte! Chasque (matéria) publicado no sítio Portal Exame, por Julia Wiltgen, no dia 29 de maio de 2014. Abra as porteiras clicando em http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/3-cliches-sobre-a-aposentadoria-que-nao-passam-de-mitos?page=1&utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed 

sábado, 31 de maio de 2014

Procuradoria levará 10 dias para refazer cálculo de lucro dos bancos com planos econômicos

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS.
Procuradoria-Geral da República vai levar 10 dias para refazer cálculos de perda da poupança com planos econômicos. A garantia foi dada pelo procurador Rodrigo Janot em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha. O prazo começa a contar a partir da chegada do processo ao Ministério Público Federal.

Janot pediu, nesta semana, nova suspensão do julgamento no Supremo Tribunal Federal, que começou em novembro do ano passado. O motivo alegado para refazer os cálculos é a divergência entre os cálculos feitos pela Procuradoria, que estimou lucro de R$ 440 bilhões para os bancos durante os planos, e os apresentados por Banco Central e Febraban, em torno de R$ 50 bilhões.

- O Ministério Público não quer induzir o STF em erro. – disse Janot.

Se o STF decidir em favor dos poupadores, a Advocacia Geral da União defende que o pagamento seja parcelado. O debate sobre a criação de uma fonte destes recursos para os bancos, principalmente os públicos, teria que passar pelo Congresso.

Não há data para retomada do julgamento.

Fonte! Chasque (psotagem) de Giane Guerra, postado no dia 30 de maio de 2014 no sítio Acerto de Contas. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2014/05/30/procuradoria-levara-10-dias-para-refazer-calculo-de-lucro-dos-bancos-com-planos-economicos/?topo=52,1,1,,171,e171  

Juiz manda corrigir FGTS pela inflação mesmo com bloqueio do STJ

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
                                                                        
Um juiz de São Paulo mandou a Caixa Econômica Federal corrigir o FGTS pela inflação. A decisão de Wilson Sauhy Filho desconsidera o bloqueio estabelecido há três meses pelo Superior Tribunal de Justiça, que suspendeu o andamento de todas os processos sobre a correção do fundo de garantia.

Sauhy Filho afirma que a ação analisada trata de questão constitucional. Portanto, teria que obedecer apenas posicionamentos do Supremo Tribunal Federal. E não do STJ.
A decisão da Justiça Federal de São Paulo beneficia trabalhadores filiados a um sindicato do interior do Estado. É de 1ª instância e cabe recurso.

Fonte! Este chasque (posagem é de Giane Guerra, postado no dia 30 de junho no sítio Acerto de Contas. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2014/05/30/juiz-manda-corrigir-fgts-pela-inflacao-mesmo-com-bloqueio-do-stj/?topo=52,1,1,,171,e171

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A fatal sedução do crédito

A fatal sedução do crédito
“O crescimento da oferta agressiva e abusiva do crédito no mercado gerou não apenas uma doença de caráter financeiro nos consumidores, vez que não conseguem mais cumprir seus compromissos, mas também de ordem psíquica, já que, tomados de dívidas, os indivíduos não têm como adimplir com suas responsabilidades.”
Há vários anos, na busca pelo aquecimento da economia, o Estado e as instituições financeiras têm incentivado a concessão do crédito aos consumidores de todas as classes econômicas. Estes, ávidos por ingressar no mercado de consumo, foram seduzidos pela oferta de empréstimos, cartões de crédito e cheques especiais, o que fez com que o endividamento das famílias crescesse paulatinamente e aumentasse a taxa de inadimplência.

Considerando a gravidade do problema e suas consequências para a sociedade, é importante averiguar a responsabilidade das instituições financeiras quanto à inadimplência. Nesse sentido, realizei pesquisa com base em conteúdos doutrinários, jurídicos, econômicos e históricos. O estudo permite concluir algo alarmante: o crescimento da oferta abusiva do crédito, a falta de análise dos riscos por parte das instituições financeiras e do fornecimento da informação clara no tocante às cláusulas contratuais (juros, taxas e valor total do empréstimo) estimulam as pessoas a consumirem e se endividarem cada vez mais, asfixiando-se com dívidas impagáveis.

Para tornar a questão mais clara, é imprescindível compreender que fatores como o perfil do tomador, que se efetiva através das análises de risco, implicam diretamente nos percentuais a serem cobrados a título de juros. Muitas vezes, escuta-se falar que o consumidor é o único responsável pelo crédito que toma. No entanto, os bancos têm papel fundamental nessa relação, pois é seu dever informar os juros, taxas e sobre quanto, em percentual, isso compromete a renda mensal do tomador do empréstimo, bem como os riscos de sua inadimplência. Entretanto, não é o que ocorre, considerando que o contratante, invariavelmente, não é bem informado.

Muito embora o inciso V do artigo 6 do Código do Consumidor possibilite a negociação das cláusulas, isso pouco é factível, pois no momento da assinatura do empréstimo não há possibilidade de negociação das cláusulas, já que os contratos são padronizados. Para o consumidor conseguir o dinheiro, sua única opção é assinar o contrato como se apresenta.

Há que se ressaltar que o artigo 170 da Constituição Federal, muito embora estabeleça a importância do desenvolvimento econômico e do tecnológico, dispõe que estes devem efetivar-se com respeito ao trabalho humano, à livre iniciativa e à dignidade. Importante destacar que o princípio da boa fé é norteador de todas as relações e que para que o consumidor exerça de maneira plena e livre seu direito de escolha, isto é, de tomar o crédito, deve ter ciência de todas as informações, incluindo seus riscos. Assim, ganham força os direitos de cada cidadão e, dentre os princípios, o da boa-fé.

O crescimento da oferta agressiva e abusiva do crédito no mercado gerou não apenas uma doença de caráter financeiro nos consumidores, vez que não conseguem mais cumprir seus compromissos, mas também de ordem psíquica, já que, tomados de dívidas, os indivíduos não têm como adimplir com suas responsabilidades. Assistiu-se a uma compulsão consumista estimulada pelo governo e pelos próprios bancos. O crédito foi sugerido, massificado, popularizado e incutido em toda a sociedade. A necessidade de comprar foi o que “aqueceu” a economia e fez com que milhares de pessoas contraíssem dividas e, assim, tomassem mais empréstimos, ficando, ao final, à margem da sociedade, quando passaram a ter seu nome protestado.

Ocorre abuso de direito toda vez que uma das partes descumprir os deveres ligados ao contrato, como a obrigação de informar, a ética e a confiança, bem como quando o titular de direito, ao exercê-lo, exceder os limites impostos em razão do seu fim econômico, ou pela boa fé. Como consequência disso, emerge a responsabilidade civil. A avaliação do caso concreto, sob a luz da cláusula geral da boa-fé e da transparência, pelos aplicadores da lei, nunca foi tão necessária, a fim de que se respeite a dignidade da pessoa humana, nos moldes do disposto no artigo 170 da Constituição Federal.

Enfim, incorrem em responsabilidade as instituições financeiras que se propõem a explorar atividades consideradas de risco, mas muitas vezes deixam de cumprir os seus papéis e responsabilidades e fazem seus clientes acreditarem na segurança financeira dos empréstimos. Seduzidos pelo sonho de consumo contido nas promessas de crédito fácil, muitos brasileiros encontram-se em situação financeira crítica.

Fonte! Chasque (matéria) de Adriana Cristina Pereira (é Mestre em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie), publicado no dia 29 de maio de 2014, no sítio O Economista. Abra as porteiras: http://www.oeconomista.com.br/a-fatal-seducao-do-credito/ .