domingo, 15 de janeiro de 2017

Em 20 anos, a tabela do Imposto de Renda sofre defasagem de 83,12%

Atualmente, os contribuintes isentos são todos aqueles que possuem
renda tributável mensal inferior a R$ 1.903,98 (Foto: Banco de Dados)

A tabela do Imposto de Renda acumula defasagem de 83,12% desde 1996, segundo análise do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal). De acordo com o levantamento, se a tabela fosse corrigida pelos índices de inflação acumulados no período, a faixa de isenção para o tributo seria de até R$ 3.460,50.

Atualmente, os contribuintes isentos são todos aqueles que possuem renda tributável mensal inferior a R$ 1.903,98. Em nota divulgada à imprensa, o sindicato diz que a diferença de R$ 1.556,52 penaliza as camadas de mais baixa renda que estariam na faixa de isenção. A defasagem repercute também sobre as demais faixas de contribuintes.

Entre 1996 e 2016, a inflação registrada (283,87%) foi mais que o dobro da correção realizada pelo governo na tabela do imposto (109,63%). Nesse período, apenas cinco reajustes da tabela superaram a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Os contribuintes que têm rendimento tributável de R$ 4.000 por mês se veem obrigados a um recolhimento mensal de R$ 223,41 a mais do que se a tabela fosse corrigida. Ou seja, um valor 547,84% acima do que haveria caso fossem aplicadas as reposições inflacionárias. Em contrapartida, os contribuintes com renda mensal tributável de R$ 10 mil pagam a mais 62,03% do que deveriam. Assim, verifica-se em números que o ônus de não corrigir a tabela recai mais aos que ganham menos, afirma o sindicato.

O estudo levou em consideração a estimativa de 30 de dezembro do Boletim Focus, do Banco Central, para o fechamento do IPCA de 2016 em 6,36%. (Folhapress).

Fonte! Chasque (matéria) veiculado no portal oficial do jornal Os Sul de Porto Alegre, em 03 de janeiro de 2017. Abra as porteiras clicando em 

Os tipos de previdência disponíveis no Brasil (RGPS, RPPS, INSS e mais)

Muitos dizem que a previdência social é o “seguro” do trabalhador brasileiro. A previdência realmente garante renda ao trabalhador quando ocorre a inatividade, em casos de doença, acidente, gravidez, prisão, morte e… velhice.

Velhice? Isso mesmo, e esse é um dos maiores problemas da população brasileira que esta envelhecendo e tendo cada vez mais que se preocupar e se preparar para a aposentadoria.

Muito já se falou (e se fala) sobre aposentadoria (privada ou não) aqui no Dinheirama. O link abaixo mostra muito conteúdo sobre isso. Hoje vamos explicar as possibilidades e tipos de aposentadoria existentes no Brasil.

Previdência Privada

Trata-se de um dos mais tradicionais tipos de planos que podemos adquirir. De maneira facultativa, o cliente verifica as melhores condições dos planos, o benefício fiscal, quanto pode pagar por mês e dá inicio ao seu plano.

Pode-se fazer portabilidade (migrar de uma empresa para outra) e alterar a data de aposentadoria a qualquer momento. Muitas empresas, nacionais e multinacionais, possuem seus próprios planos de previdência complementar e oferecem esse benefício aos seus colaboradores.

As empresas incentivam inclusive fazendo contribuições ao plano e estipulando as chamadas regras de “vesting”, ou regras de desligamento nos casos de desligamento de um colaborador.

Em uma recente pesquisa com as melhores empresas para se trabalhar, o benefício da previdência privada foi citado em quase 100% das empresas como sendo um dos melhores benefícios oferecidos, superando em muitos casos o benefício de plano de saúde, por exemplo.

Os planos empresariais servem, inclusive, para reter os bons profissionais e são uma excelente ferramenta para a área de Recursos Humanos.  Muitos planos se tornam tão grandes em volume de recursos financeiros que necessitam inclusive de pessoas especializadas nas empresas para serem administrados (planos como PREVI e PETROS são exemplos disso).

Previdência Social

Nesse caso, a previdência é institucional e obrigatória. O regime de previdência dos servidores públicos pode ser mantido pelos entes públicos da Federação (Estados, Distrito Federal e Municípios), sendo, neste caso, denominado de Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). 

Já o regime de previdência dos servidores públicos não filiados ao Regime Próprio de Previdência Social é o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), gerido pela autarquia federal denominada de Instituto Nacional do Seguro Social, famoso INSS.

Chama-se de Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) exatamente porque ele é estabelecido por cada ente federativo e assegura, a todos os servidores titulares de cargo efetivo, pelo menos os benefícios de aposentadoria e pensão por morte.

Cada ente público da Federação (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) pode ter o seu plano, cuja finalidade é organizar a previdência dos servidores públicos, tanto daqueles em atividade, como daqueles já aposentados e também dos pensionistas.

Desta forma, temos de um lado o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), cuja gestão é efetuada pelo INSS, que vincula obrigatoriamente todos os trabalhadores do setor privado e também os servidores públicos não vinculados a regimes próprios de previdência social. E de outro lado, o RPPS, cujas normas básicas estão previstas no artigo 40 da Constituição Federal, na Lei 9.717/98.

Nós dissemos acima que os entes públicos “podem ter” o seu RPPS porque no Brasil existem muitos Municípios que não instituíram regimes próprios. Desta forma, os servidores desses Municípios ficam vinculados ao Regime Geral de Previdência Social (gestão pelo INSS).

Pensando no retorno e na proposta de valor (melhor rentabilidade e gestão profissionalizada), assim como nos planos de previdência privada, os RPPS devem seguir normas e são fiscalizados pelos órgãos competentes. Afinal, uma boa gestão desses planos é que vai garantir os benefícios aos trabalhadores no futuro.

Nos casos dos RPPS, a Resolução CMN 3922/2010 é que dispõe sobre as aplicações dos recursos. Tal Resolução é que diz quais os tipos de investimentos que os gestores podem ou não fazer.

Conclusão

Casos de má gestão de recursos de trabalhadores em produtos voltados para aposentadoria têm sido comuns no Brasil e no mundo, e por isso é importante entender melhor as regras de cada alternativa e como elas funcionam, principalmente por aqui.

Se você tem alguma dúvida específica em relação ao tema, use o espaço de comentários abaixo para redigi-la e manteremos contato. Obrigado e até a próxima!

Fonte! Chasque (postagem) de Abrahão Rodrigues, no sítio Dinheirama. Abra as porteiras clicando em

Precisamos falar sobre Aposentadoria e Reforma da Previdência Social

Assunto polêmico e que está muito relacionado à educação financeira.

Essa tal reforma da previdência, em minha opinião, é necessária para controle dos gastos do governo. Não tem para onde correr! Fazendo uma pequena reflexão, já conseguimos perceber que a conta não vai fechar.

A população está ficando cada vez mais velha. A expectativa de vida vem crescendo, portanto, os aposentados da previdência social irão receber aposentadoria por mais tempo.

A taxa de natalidade está cada vez menor, logo, no futuro teremos menos pessoas ativas no mercado de trabalho contribuindo para a previdência social.

Ebook gratuito recomendado: O Novo Aposentado

Mais pessoas recebendo, menos pessoas contribuindo

O resultado é certo! Se continuar como está, a previdência social não terá dinheiro para bancar os futuros aposentados.

Claro! Concordo que só isso não resolverá o problema de gastos do governo, mas outros gastos também têm que ser cortados o mais rápido possível, e a corrupção é um deles.

Também concordo que tem muito a ser discutido sobre essa reforma e que muitos dependem e dependerão da previdência social para sobreviverem no futuro. Portanto, a classe mais pobre da população não pode ser a mais prejudicada.

Porém, a maioria das pessoas não quer ir a fundo para levantar soluções que possam resolver o problema, nem mesmo ler para conhecer a realidade das questões sobre este assunto, para que se possa ter uma discussão mais profunda.

A primeira coisa a se fazer é começar a se interessar por política. Por que? Ora, muitas consequências das escolhas de nossos políticos eleitos (por nós) são refletidas em nossas vidas, diretamente ou indiretamente. A reforma previdenciária será apenas uma delas.

Aposentadoria em foco

A questão é sempre a mesma: “Vamos ter que trabalhar até morrer”, “Nunca vou me aposentar”, “Os políticos não querem diminuir seus salários, só acabar com a nossa aposentadoria”, etc…

Enfim, o fato é o seguinte: O povo se acostumou a depender do governo para se “aposentar” e parar de trabalhar.

Antigamente não tinha informação, mas hoje é diferente. O povo brasileiro precisa mudar essa cultura imediatamente antes que seja tarde demais e fique sem aquele pique para trabalhar e construir sua própria “aposentadoria” para viver tranquilamente a velhice.

E acredite! Esse papo aqui é para quem está começando a vida e também é para você que se acha velho demais.

Você pode estar com 50 anos, mas lembre-se que poderá viver até os 100 anos! Seguindo esse raciocínio, você ainda está na metade de sua vida, ainda tem tempo para mudar as coisas.

Atitude para elaborar e seguir um bom planejamento e controle financeiro! Isso é uma das coisas que o povo precisa para se “aposentar”, e não só ficar dependendo do governo.

Mudança de hábito já!

Comece lendo um bom livro sobre finanças pessoais, caminhe para tomar as rédeas de suas finanças, faça um bom planejamento financeiro e termine construindo sua própria “aposentadoria”.

Atualmente há um novo conceito de “aposentadoria”. Indico a leitura do livro “Adeus, aposentadoria” do Gustavo Cerbasi, e também do ebook gratuito do Dinheirama, “O Novo Aposentado“, para fixar esse novo conceito que veio para ficar. Só não vê quem não quer.

Basicamente o “novo aposentado” pode continuar trabalhando, mas não precisa. Isso é independência e liberdade para escolher o que você quer fazer da sua vida.

Já ouço a pergunta: “Como vou construir minha própria aposentadoria, se mal consigo pagar minhas dívidas“?

Ah meu amigo, existem perguntas que não há respostas prontas, mas você pode e deve ir em busca delas.

Talvez a resposta esteja em você perceber que consegue pagar aquela parcela de seu smartphone de última geração ou então do seu carro zero km, mas só não consegue poupar e investir para sua independência financeira.

Entretanto, como eu disse antes, quem tem que buscar essas respostas é você mesmo.

Estamos na era da informação e as pessoas só querem saber e repassar informações superficiais (aquelas mensagens de grupos de WhatsApp e Facebook que se você não repassar ou não compartilhar em três dias, você nunca mais se aposentará).

Não podemos nos contentar com isso!

Temos que ir atrás de conhecimento mais aprofundado. Nunca se teve tanto conhecimento disponível e tanto conteúdo de qualidade, que pode ser adquirido gratuitamente ou por um preço bem baixo e justo através da internet.

Uma coisa é certa. Se você não for atrás da sua aposentadoria, ninguém vai atrás dela pra você. Você pode até contar com o governo, mas se eu fosse você, eu não contaria com isso!

Não penso que a aposentadoria da previdência social deva ser descartada totalmente, mas sim, penso nela como um plano B.

Além disso, muitas pessoas, assim como eu, são obrigadas a contribuir para a previdência social do governo. Outras podem, e até acho que devem contribuir com pelo menos um salário mínimo para garantir o plano B.

Sou servidor público federal e sou obrigado a contribuir pelo Regime Próprio da Previdência Social. Óbvio que eu espero poder usufruir disso algum dia.

Temos o dever de lutar por nossos direitos

Todos nós devemos entrar nessa discussão da reforma previdenciária!

Na regra atual, para os novos servidores públicos federais se aposentarem, eles devem ter no mínimo 60 anos de idade. Após essa reforma, vai saber qual será a idade mínima.

Espero estar gozando de boa saúde para trabalhar até lá. Anseio não depender do governo para ter uma vida digna aos meus 60 anos de idade ou mais. Quem sabe quando eu chegar lá eu não possa escolher se continuo trabalhando ou não?!

Então você tem duas opções: a de ficar choramingando e reclamando do governo que vai deixar sua “aposentadoria” cada vez mais distante e menor em termos de remuneração, ou mudar sua visão agora e tomar um novo rumo na sua vida.

A escolha é só sua, de mais ninguém. Até mais!

Fonte! Chasque (postagem) de Bruno Cardoso, publicado no sítio Dinheirama. Abra as porteiras clicando em 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Ano Novo, vida financeira nova!

Pronto! Chegou o final do ano, tempo de nos enchermos de esperança para o próximo ano, traçarmos metas e nos propormos a fazer mais e melhor.

Para que isso não fique só no papel, queremos aqui dar algumas dicas para você ter uma nova vida financeira em 2017! Vamos lá?

1 – Educação é a base do negócio

Para que você entenda cada vez mais sobre as suas inúmeras possibilidades de investimento, se comprometa a aprender um pouco a cada dia, ou semana. Estime quanto tempo você dispenderá para isso e quais canais irão lhe ajudar. Espero que o Blog do Investidor esteja na sua leitura semanal!

2 – Estipule seus gastos fixos

Essa parte pode ser a mais trabalhosa, mas não é tão difícil como imaginamos.

Pegue uma planilha de excel e comece a elencar todos os gastos fixos, aqui vai uma ideia de quais são: aluguel, condomínio, IPTU, alguma parcela de financiamento ou empréstimo, escola, faxineira, TV a cabo, telefone/celular (se tem plano fixo), academia, plano de saúde, etc…

Depois elenque os gastos variáveis, colocando ali uma noção de gastos mediante os gastos pelo menos da média dos últimos 3 meses: luz, água, mercado, combustível, manutenção carro, salão de beleza, compras com roupas/presentes/artigos para casa, restaurante/bar, viagens, etc…

Depois que estipulou seus gastos, você saberá qual é o seu atual potencial de economia mensal, que é o que restou!

Dica breve: tem que sobrar! Se não sobrou já comece a ver o que você pode cortar, eu citei um monte de supérfluos acima!

Bom, vamos supor que sobrou 10% do que você ganha, daí você tem duas opções: se comprometer a economizar isso por mês, ou dar uma enxugada nos seus gastos para aumentar sua economia mensal, que é a próxima dica.

3 – Revise os gastos e elimine o que está sendo desperdiçado

Depois que você elencou todos seus gastos, eu já imagino que você pode estar se perguntando “poxa, mas se eu consigo economizar X, porque isso nunca me sobrou?”. Eu vos respondo: porque você provavelmente gastou com pequenas besteiras e nem se deu conta.
O que seriam essas pequenas besteiras?

Um cafezinho todo dia depois do almoço, várias jantares e/ou almoços fora, sem critério para gastos com lazer, mimos para si mesmo, etc…

Neste artigo elencamos como esses pequenos gastos podem causar um grande estrago.

Além desses pequenos gastos, revise as assinaturas que tem, se precisa mesmo assinar aquela revista, ou o plano do seu celular, ou as tarifas que paga para o banco e cartão de crédito (veja mais neste artigo dicas para se livrar desses gastos). Enfim, quanto mais criterioso você for agora, menos trabalho terá no ano que se inicia e poderá ver um valor maior sobrando em sua conta (além de um prazer muito gostoso de sentir que você está tomando boas decisões).

4 – Invista fora do banco

Eu já fiz dois artigos falando disso e aqui no Blog existem tantos outros. Não há investimento bom dentro dos bancos, a não ser que você tenha a partir de R$10 milhões para investir (sim, eles só gostam de milionários de verdade, nem vem com esses seus R$ 5 milhõeszinhos). Portanto, já faça sua pesquisa sobre plataformas de investimento que você simpatize. Neste artigo eu cito algumas que estão em evidência no país.

5 – Quando digo invista fora dos bancos, vale para Previdência Privada!

Agora que o governo quer que nos aposentemos aos 70 anos (sem entrar no mérito da discussão), já se observa uma grande procura pelas previdências complementares. Os bancos são os grandes campeões de venda destes investimentos, dos R$600 bilhões distribuídos nesses fundos, 90% estão nas mãos dos grandes bancos. Ou seja, tem muita gente com um péssimo fundo de previdência, pagando taxas de administração acima de 1% e o pior, pagando taxa de carregamento!

Entenda mais sobre previdência privada e o que analisar nestes artigos: Previdência privada vale a pena? e Como escolher uma previdência privada.

Você consegue obter bons fundos de previdência pelas mesmas plataformas de investimento que eu citei antes.
Pelo menos compare o que o banco oferece com o que essas plataformas têm! Você vai ver o tamanho da diferença, ainda mais se tratando de um produto que visa investimentos de longuíssimo prazo, pra 30 anos ou mais.

6 – Faça desses passos o seu mantra mensal

As vezes até sabemos o certo a se fazer, mas como o certo nem sempre é o mais fácil não o fazemos.
Tenha em mente esses passos para não cair na tentação de deixar seu gerente do banco apertar um botão e te enfiar um produto ruim de investimento. Ou até mesmo, comprar algo por impulso sem antes pesquisar e ver se dá para o orçamento daquele mês.
Eu gosto bastante de comparar o comprometimento financeiro com dieta, porque afinal, os dois são dificílimos, mas quando seguidos à risca, dão um baita resultado!

Ou seja, seja bem critico com seus gastos e investimentos. Isso fará você melhorar e muito sua vida financeira.

Natália Coura é autora convidada do Blog do Investidor e profissional da área de investimentos.

Fonte! Chasque (matéria) de Natália Coura, publicado no sítio Blog do Investidor em 21 de dezembro de 2016. Abra as porteiras clicando em http://www.blogdoinvestidor.com.br/financas-pessoais/ano-novo-vida-financeira-nova/?utm_source=wysija&utm_medium=email&utm_campaign=ano+novo+2017


3 coisas que seu gerente do banco “esqueceu” de te contar…




1 - Você esta perdendo dinheiro na poupança…
 
Imagina que você olha o anuncio de uma TV no inicio do ano, ta lá R$1000,00, você tem esse dinheiro na carteira, mas ao invés de comprar o coloca na poupança. Chegando o natal você resolve comprar aquela mesma TV, só que ela aumentou para R$1.100 e sua poupança só tem R$1.070, apesar da sensação que o seu dinheiro aumentou na poupança, na verdade você perdeu poder de compra ou seja, hoje a inflação (sim, ela mesmo) esta acima do rendimento da poupança, fazendo você perder dinheiro sem perceber.

 Existem várias opções que oferecem a mesma (ou mais) segurança que a poupança te protegendo desse ameaça invisível, mas vamos falar sobre isso depois.

 
2 - Titulo de Capitalização não é investimento…
 
Ponto. Se alguém em algum momento te prometeu alguma rentabilidade com um titulo de capitalização (Cap, Plin, Pic, etc), mil desculpas, mas não vai acontecer. O titulo de capitalização é o produto bate-meta dos bancos, entao cuidado antes de comprar.

Se você gosta de sorteios, loteria, concorrer a prêmios e etc, ai talvez seja mais uma forma de apostar na sorte, mas se você esta pensando em montar sua reserva de longo prazo bonitinha para complementar com a sua aposentadoria, não é isso que você esta procurando.
 
3 - Taxas invisíveis (?!)
 
Elas estão ai! Vamos listar as praticas mais comuns onde estamos sendo cobrados sem saber!

C.E.T. (Custo Efetivo Total) — Na hora de pegar um empréstimo, para financiar um carro ou uma casa, você já se deparou com aquele “Juro 0%” ou alguma oferta muito suspeita? Pois é, o CET é a única forma de evitar essas armadilhas, pois ali as instituições são obrigadas a colocar todo os custos, mesmo que esses venham disfarçados de “TAC”, “taxa de cadastro” e etc.
 
Taxa de Carregamento (Previdencia Privada) — Se você já guarda dinheiro mensalmente em alguma previdência (Parabens!), fique atento! Os bancos costumam cobrar uma taxa daquelas que ficam nas entrelinhas do contrato, pegando um pouquinho do que você poupa mensalmente para o bolso deles antes mesmo do dinheiro ser investido, como se já não bastasse as altas taxas de administração dos fundos de previdência que eles já cobram. Procure saber se você foi cobrado ou pergunte antes, eles podem e devem te isentar dessa taxa.
 
Importante: O grande culpado nao é o funcionario, sim a instituicao que com metas abusivas e desproporcionais pressionam o colaborador (na maioria dos casos).

Fonte! Chasque (matéria) veiculado no sítio Salve Meu Bolso, em 25 de setembro de 2016, por Bruno Hora. Abra as porteiras clicando em 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Sem aposentadoria!

Chegou a reforma da previdência.

Me perguntam por que fazê-la?


Simples: vive mais, tem que trabalhar mais. Não temos como lutar com a demografia.


Há 40 anos atrás, um aposentado vivia mais 15 anos. Hoje, quem se aposenta por tempo de contribuição, vive, em média, 30 anos aposentado. Um terço de vida.


Muita gente analisa a expectativa de vida ao nascer, que, no Brasil, é, atualmente, de 75,5 anos.


Ocorre que, aqui, a expectativa de vida ao nascer é fortemente influenciada pela mortalidade infantil e pelos riscos da juventude, especialmente acidentes de trânsito e insegurança. Ultrapassadas essas duas fases da vida de um brasileiro, a expectativa de sobrevida de quem chega à idade de aposentadoria é muito parecida com a de países desenvolvidos.


Exemplo: segundo o IBGE, quem chega aos 55 anos tem uma expectativa de viver até os 85 anos. E, quando falamos de previdência social, são esses 30 anos que importam.


Quando tínhamos muitos brasileiros nascendo- na década de 60 do século passado eram 6,4 filhos por brasileira em média- e poucos aposentados tudo bem. Receita alta, despesa baixa.


Mas, hoje, a taxa de natalidade é de só 1,7 filho por brasileira e os idosos em muito maior número e vivendo, felizmente, muito mais.


Resumindo, só há duas saídas: receber menos ou trabalhar mais.


Agora, se o país quiser teimar,quebra a previdência. Aí é trabalhar até morrer.


Bueno! A fonte deste chasque (matéria) e do retrato são do "Cara da Previdência", o Sr. Renato Folador - consultor em previdência e finanças, publicado no seu sítio  Facebook, em 06 de dezembro de 2016. Abra as porteiras clicando em  https://www.facebook.com/orenatofollador/