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quinta-feira, 8 de julho de 2021

“Compre Bitcoin enquanto você pode”, diz autor de ‘Pai Rico, Pai Pobre’

Essa não é a primeira vez que ele oferece o mesmo tipo de conselho em relação ao Bitcoin.

Robert Kiyosaki é um nome muito reconhecido no meio literário, principalmente quando se fala em livros de autoajuda e sobre conselhos financeiros. O autor do grande sucesso de vendas “Pai Rico, Pai Pobre”, voltou a dar conselhos sobre o futuro, indicando que o Bitcoin é uma boa forma de se proteger da iminente maior crise da história.

Em um recente tuite, Kiyosaki voltou a falar sobre a possibilidade e uma crise e como se proteger do cenário apocalíptico que está chegando. O famoso escritor acredita que a “maior crise da história mundial” está chegando e para se proteger é necessário apostar em diferentes reservas para ir contra a inflação.

“A melhor hora de se preparar para uma crise é antes da crise. A maior crise da história mundial está chegando. A boa notícia é que a melhor oportunidade de se tornar rico acontece durante uma crise. A má notícias é que a próxima crise vai ser bem grande. Compre mais ouro, prata e Bitcoin enquanto você pode. Se cuidem.”

A opinião de Kiyosaki é bem valorizada, afinal o seu livro é tido por muitos como uma “bíblia” para a independência e educação financeira. Mas claro, não é a única opinião similar no assunto.

Essa não é a primeira vez que ele oferece o mesmo tipo de conselho em relação ao Bitcoin.

Há anos o Bitcoin vem ganhando o status de uma reserva de valor, uma maneira de se proteger quando o dólar (e todas as outras moedas fiat) quebrarem completamente. Além da recente dica, o autor de “Pai Rico, Pai Pobre” já afirmou ser um detentor de Bitcoin e que aproveita os momentos de queda para comprar mais Bitcoin. 

A evolução da narrativa do Bitcoin como uma reserva de valor é bem interessante. Ela começou entre os investidores varejistas e aos poucos foi ganhando mais força, sendo futuramente aceita pelo presidente da SEC.

O Bitcoin também começou a ser usado com esse objetivo por diferentes empresas e claro, recentemente até mesmo um país adotou a moeda com esse mesmo tipo de narrativa. 

Com isso temos um crescimento do Bitcoin como uma reserva de valor amplamente aceita em níveis não vistos antes.

É bom lembrar que, sim, o Bitcoin pode falhar como uma reserva de valor, mas atualmente a esperança nesse quesito da criptomoeda está em um momento de alta. Vai ser interessante ver como essa característica vai evoluir no futuro.

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Fonte! Chasque (post) publicado no sítio Livecoins, por Matheus Henrique, em 28 de junho de 2021. Abra as porteiras clicando em https://livecoins.com.br/compre-bitcoin-enquanto-voce-pode-diz-autor-de-pai-rico-pai-pobre/?fbclid=IwAR0ySfDw0R3CYgg9K67ZzDF7UZdYz7qEiUzmjUMq8D_DVwc3TEiZ4zeL81A

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Fundos de Investimentos Imobiliários devem decolar mesmo com a crise

Cada vez mais brasileiros possuem investimentos em shopping centers, galpões logísticos, prédios comerciais e condomínios residenciais. Essa possibilidade é aberta graças aos Fundos de Investimentos Imobiliários (FII), mecanismos de participação nas receitas de empreendimentos residenciais ou comerciais. Um dos pioneiros neste mercado é Vitor Bidetti, sócio fundador e CEO da Integral Brei Real State. Em 1999, foi um dos fundadores da Brazilian Finance e Real Estate, que lançou a integração do mercado de capitais com o mercado imobiliário. O primeiro fundo desenvolvido foi o do shopping Higienópolis. A empresa se tornaria a Integral Brei em 2014, grupo que conta com duas gestoras, uma de fundos de crédito (FDICs) e outra de FIIs, que somam R$ 12,5 bilhões sob gestão.

Nesse período, o mercado de fundos imobiliários teve um crescimento muito forte. O setor, que em 2008 contava com patrimônio líquido de R$ 3,8 bilhões, fechou 2019 com o montante de R$ 156 bilhões aplicados em FIIs no Brasil. No entanto, isso representa apenas 3% do total de R$ 5 trilhões da indústria de fundos do País. Segundo Bidetti, há espaço para avançar ainda mais, para ao menos 10% do total da indústria de fundos em cinco anos.
 
Empresas & Negócios - Você foi um dos pioneiros no mercado de FIIs no Brasil. O que levou a apostar nesse tipo de investimento?
 
Vitor Bidetti - Quando lançamos o primeiro FII, em 1999, mais de 50% do dinheiro de investidores pessoa física no Brasil eram aplicados em imóveis como salas comerciais, flats e apartamentos, mas não para uso próprio. O objetivo era o de ter renda com o aluguel e como herança de proteção do período inflacionário que vivemos no passado. Então, percebemos que o brasileiro gostava de investir em imóveis, e pensamos que um fundo imobiliário seria a maneira mais moderna e conveniente de fazê-lo.
 
E&N - Que tipos de FIIs existem?
 
Bidetti - Os fundos imobiliários são segmentados por três famílias. A primeira são os fundos de tijolo, que são os que têm ativos físicos que geram renda, e são temáticos, como fundos de escritórios, de galpões logísticos, de shopping centers. Existe outra família que são os fundos de fundos, uma espécie de fundos de ações de fundos imobiliários. Ele é interessante especialmente para o pequeno e médio investidor, que não tem condições de, sozinho, fazer análise mais aprofundada de carteira. E, finalmente temos os fundos de papéis, que são os que investem em papéis de base imobiliária, como Certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e letras de credito imobiliários (LCI).
 
E&N - A indústria de FIIs teve recorde de R$ 156 bilhões em patrimônio líquido em 2019, contra apenas R$ 3,8 bilhões em 2008. Até onde pode ir a expansão?
 
Bidetti - Espero que alcance pelo menos 10% da indústria total de fundos de investimentos no Brasil, que hoje alcança R$ 5 trilhões. Isso porque as taxas de juros estão muito baixas, a 2% ao ano, e caíram ainda mais do que podíamos imaginar devido às medidas de combate aos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19. Esse nível de taxa gera rendimento real negativo em renda fixa. Então, isso fará com que o investidor busque ativos com maior rentabilização. Os fundos imobiliários podem ser um primeiro passo nessa migração para a renda variável, pois têm volatilidade menor do que a média do mercado, são mais seguros. Esse movimento já vem ocorrendo. No começo do ano passado, havia 350 mil investidores em FIIs. Hoje, já são 850 mil, e devemos bater 1 milhão de investidores até 2021.
 
E&N - A crise gerada pela pandemia de Covid-19 pode afetar o crescimento do setor?
 
Bidetti - Na verdade, a crise pode até incentivar esse crescimento. Num cenário de saída de crise, é natural buscar ativos reais, que são basicamente três: mercado imobiliário, ouro e câmbio. Mas, no Brasil, o câmbio é muito volátil e incontrolável. O ouro é uma indústria muito pequena, que ficou parada no tempo. Então, o mercado imobiliário é a alternativa natural para o brasileiro. Essa era nossa tese em 1999, quando fizemos o primeiro fundo imobiliário, e que se comprovou.
 
E&N - Por que um investidor deveria optar por FIIs ao invés de adquirir imóveis físicos?
 
Bidetti - Há várias vantagens. A primeira é a liquidez. Os FIIs são listados em bolsa, e comercializados com cotas de R$ 100 ou R$ 1 mil. Se investiu R$ 300 mil mas precisa R$ 10 mil, pode dar uma ordem para vender o equivalente a R$ 10 mil e resolver seu problema. Mas quem gastou R$ 300 mil em um imóvel não tem como vender apenas o banheiro para conseguir dinheiro imediato. Em uma necessidade, você acaba tendo que correr para vender o imóvel e, com urgência, acaba tendo que dar desconto no preço. E ainda tem a comissão de 5% a 6% da imobiliária, que não existe em FII, você paga uma comissão de corretagem que é menor que 1%.
 
E&N - Quais seriam as outras vantagens desse investimento?
 
Bidetti - O FII conta com a figura de um gestor especialista para ter estratégias mais sofisticadas e melhores retornos. Isso você consegue comprovar ao comparar a rentabilidade de um FII com um aluguel tradicional. Além disso, você também pode investir em imóveis que normalmente não teria acesso. O investidor de imóvel geralmente não acessa grandes empreendimentos, como shopping centers, torres corporativas, galpões logísticos. Os fundos criam esse acesso a grandes empreendimentos e portfólios diversificados.
 
E&N - Quais são as suas perspectivas para o mercado imobiliário no pós-crise?
 
Bidetti - O mercado imobiliário residencial passou pela crise de forma mais positiva do que o inicialmente pensado. Ele já está tendo uma retomada, graças a investidores que buscam aplicar recursos que estavam na renda fixa. Antes mesmo da crise, já existia uma grande demanda. Os fundamentos desse mercado seguem: temos um déficit habitacional de 8 milhões de moradias, cerca de um milhão de pessoas se casam por ano, existe 340 mil divórcios por ano. Além disso, há todo um movimento de pessoas buscando casas e apartamentos maiores, mais confortáveis, devido à necessidade de passar mais tempo em domicílio, especialmente com o trabalho home office. Para que vendas ocorram, é preciso oferta de crédito e confiança. A confiança ficou abalada junto com o emprego na pandemia. Mas o crédito volta com força. Os bancos não deixaram de conceder novos empréstimos para este setor. E as obras praticamente não pararam. No pior da crise, as atividades nos canteiros estavam em 72%, hoje estão em mais de 90%.
 
E&N - E como fica a situação do segmento comercial?
 
Bidetti - O mercado de escritórios corporativos tem hoje uma situação de oferta inversa do que viveu na crise anterior. Em 2015, quando começou a recessão, havia muitos lançamentos que iniciaram no período anterior e só chegaram ao mercado quando a crise começou. Agora, há uma baixa oferta de lançamentos, e ela já está praticamente dada. Antes da pandemia, a taxa de vacância estava caindo e o preço do imóvel subindo. Essa trajetória agora dá uma parada, a vacância até vai aumentar um pouco, mas depois volta a cair, porque não tem lançamentos. Além disso, mesmo que haja um crescimento da prática do home office pelas empresas, uma eventual redução de espaço por menor ocupação deve ser compensada por uma maior necessidade de espaçamento entre as pessoas.
 
E&N - Algum investimento deve ficar mais atrativo?
 
Bidetti - Galpões logísticos são o investimento mais interessante diante do movimento crescente de e-commerce. Eles abrigam empresas como Amazon, Magalu, Americanas. O segmento logístico deve ter comportamento bom nos próximos anos, e já tinha uma queda acentuada de vacância.
 
E&N - Qual o setor mais preocupante?
 
Bidetti - Os shoppings centers, nas crises anteriores, eram mais resilientes. Neste caso, foi uma situação fora do padrão. Os shoppings estão muito afetados devido ao fechamento por vários meses, o que é muito relevante para varejo. Todo o setor está sofrendo, tendo que fazer concessões, descontos, carências. Os grandes grupos devem retomar o padrão pré-crise em 2021. Mas os shoppings menores terão muitas dificuldades. Será preciso ver como se reposicionam, até porque competem fortemente com o e-commerce.
 
Fonte! Chasque (post ) publicado no Caderno Empresas & Negócios, na página "Com a Palavra", da edição do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), do dia 10 de agosto de 2020. Também acessível nos potreiros da internet: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/empresas_e_negocios/2020/08/751074-fundos-de-investimentos-imobiliarios-devem-decolar-mesmo-com-a-crise.html

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Atitude 55! Mateada na Expo Money Porto Alegre! Tchê! E que Mateada (Final)....

Consultor Augusto Sabóia
Crédito: Diário de Pernambuco -
http://www.diariodepernambuco.com.br/.
Bueno! Dando continuidade, após assistir as três palestras neste dia (30 de novembro), que são citadas no chasque (postagem) anterior, lá pelo final da tarde, tivemos um roda de mate (palestra) novamente com o financeiro Augusto Sabóia, que trouxe o tema "Velho sim.... Pobre não", enfatizando o planejamento financeiro para a pré e pós aposentadoria. Em outras palavras: é imprescindível se planejar para chegar lá e viver bem ... lá na velhice.

Como é consultor financeiro, dá assistência financeira a vários clientes do país, entre os quais, alguns que estão batendo nos cem anos de idade (um cliente já passou dos 103 anos) e segundo estes seus clientes, a velhice (com dinheiro oriundo do planejamento) é bem melhor do que a própria infância.

Crédito: Cultura Mix -
http://www.culturamix.com.br/.
Novamente tocou na regra dos 200, ou seja, determinar o seu custo de vida sonhado (e mensal) na velhice e multiplicar por 200, vai te dar o valor necessário para viver bem .... lá na velhice. Assim como R$ 300,00 são suficientes para investir mensalmente durante 35 anos e chegar ao capital acumulado de R$ 1.000.000,00. 

Além disso mencionou que o retorno dos investimentos é que vão determinar o dia que o vivente vai se aposentar (se tiver que se aposentar pobre, ou sem atingir a meta, que continue trabalhando), pois está cada vez mais comprovado pela ciência, que vida centenária não será exceção e sim regra. Ela já é realidade e para enfrentá-la com qualidade, somente com muito dinheiro.

Sabóia foi categórico dizendo que os americanos abastados, bem como os europeus NÃO tem empregado (a) doméstico (a). O serviço de jardinagem, poda, limpeza de pátio é feito pelo próprio dono da casa e muitas vezes, o serviço doméstico também. No entanto, no Brasil, não temos educação financeira e somos um dos poucos países onde existe a função profissional de trabalhador doméstico. No entanto, as famílias investem em serviços domésticos, mas não investem no seu futuro, e quando a velhice chegar, não terão capital acumulado para viver com qualidade.

Outro exemplo citado pelo consultor é o cachorrinho de estimação: "em quinze anos ele te consome R$ 300.000,00". Pasmem! Este é um volume de dinheiro queimado e que não dá retorno. Este é um dos motivos por eu lutar lá no meu rancho para não ter um cachorro (e estou conseguindo....). É preciso parar de investir em passivos (tudo que gera só despesas) e é preciso melhorar o retorno dos investimentos e isto é mais importante do que reduzir despesas.

Frase marcante desta palestra! "A pessoa que vai viver 150 anos já nasceu. Não morremos tão cedo e é preciso estar preparado financeiramente para viver bem nesta nova fase da via - a velhice".



Sardenberg. Crédito: LCA Promo
http://www.lcapromo.com.br/.
  E neste dia, uma das mais esperadas palestras foi a do jornalista e comentarista econômico da TV Globo e âncora da rádio CBN, Carlos Alberto Sardenberg, que abordou o tema "Desafios e Oportunidades do Brasil".

De forma dinâmica teceu comentários sobre o a economia mundial, citando cinco das sete pragas do mundo de hoje:
- Colapso financeiro  em 2008/2009 - com os Estados Unidos no centro da crise;
- Crise das dívidas públicas dos países europeus - endividados com crise de crédito;
- Problemas nos países produtores de petróleo - lutas muitas vezes sangrentas contra ditaduras;
- Terremoto e tsunami no Japão - com interrupção de diversas cadeias produtivas mundiais;
- Crise da dívida americana - crise política, mesmo com soluções econômicas (democratas x republicanos).

Segundo o jornalista, tudo isso é problemático, pois não está sendo bem administrado. Dos 27 países europeus, 17 tem o Euro como moeda, mas as economias são diferentes. A Alemanha é rica e competitiva, mas os demais gastam por conta (tem mais despesas que receitas). Por isso temos problemas na Grécia, Itália, Espanha, Portugal...

Para Sardenberg, o mundo árabe é uma incógnita, pois muitos governos (ditaduras) estão sendo derrubados à força. E esta instabilidade na região, aumenta o preço do petróleo. E pelo lado político da crise, o mundo rico (Estados Unidos e países europeus principalmente) não vão crescer e poderão entrar em recessão. Em compensação, o crescimento econômico acontece nos países emergentes, fazendo com que a renda da população destes países aumente, aumentando o consumo de bens, alimentos, energia, fazendo com que também haja aumento nos preços.

Concluímos que e palestra do jornalista foi proveitosa e bem didática. Diria que caiu como uma luva para os não jornalistas, os não economistas. Foi uma aula de economia e conjuntura econômica.

Outras palestras programadas para este dia:

- Planejamento Financeiro, por Ana Lygia Monteferrario, da Itaú Corretora;
- CVM e o Mercado de Capitais, por Félix Garcia, da CVM;
- Cenário Macroeconômico, por Elem Regina Steter, do Bradesco;
- Ganhe Dinheiro na Bolsa - Aprenda com que faz e não com quem ensina, pelo Grafista Didi;
- Oportunidades de Investimentos no Brasil em um cenário de crise exterior, por Débora de Souza, da Sólidus Corretora de Valores;
- A previdência Privada e seus projetos de vida: educar, agregar e ascender, por Guilherme Alessandre Rossi, da Brasilprev;
- Fundos de Investimento, por Roberto Balestrin, do Banrisul;
- Fugindo da Bolsa... Porque? Operações e Análise Gráfica, por Wagner Caetano, da Nelogica;
- Weg: soluções em eficiência energética e energias renováveis e tintas, por Laurence Beltrão Gomes, da Weg;
- Relacionamento com Investidores - palestra Petrobrás;
- Como operar Day Trade, por André Moraes, da Rico.com.vc;
- Gráfico, o melhor amigo do investidor, por Wagner Caetano, da Agência Estado
- Análise Fundamentalista: obtenha uma performance consistente no mercado de ações, por José Kobori - empresário, professor e escritor;
- Veja o movimento dos grandes investidores, por Marcos Masagão, da Future Analysis

Bueno! Eu tinha me programado para assistir a palestra "Mude suas finanças e o mundo muda com você", que seria proferida por Jurandir Sell Macedo, do Itaú. No entanto, o palestrante não se fez presente.

Outros dois tópicos que gostaria de dividir com a gauchada:
1 - Na edição do ano passado, o evento trouxe a "Clínica Financeira", que era um espaço reservado com consultores financeiros que te atendiam e te davam orientações em relação aos caminhos a traçar e seguir para os seus investimentos ou então, dando luz para os que buscavam soluções para outros problemas financeiros, como dívidas, despesas demasiadas, etc. E esta clínica, nos moldes da edição anterior, esta edição não teve.

2 - Também na edição do ano passado, o Money Mulher era um mini evento dentro do evento maior. Era direcionado para as mulheres, com mini palestras de em torno de 20 minutos, com debates no final. Mesmo sendo direcionada para as mulheres, muitos homens dela participavam também (inclusive eu). E nesta edição não tivemos o Money Mulher.

Bueno! Coube mais uma vez a capital de todos os gaúchos encerrar este que é o maior evento de educação financeira deste país e da América Latina. E te confesso que não tem como perder um evento destes, principalmente, depois do primeiro que a gente participa (esta foi a minha terceira participação)....

A espera é longa para a próxima edição. Até lá!.

Grande e cinchado abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura