Pensamentos negativos em relação ao dinheiro influenciam no comportamento e prejudicam a evolução da poupança
 |
Seja organizado e separar tempo para fazer orçamentos é essencial para manter as contas em dia |
Para
manter a saúde
financeira, seja individual ou da família, algumas atitudes devem ser
tomadas. E o começo pode estar em acabar com algumas crenças que
atrapalham a evolução. Segundo a autoria Jane Bianchi, em
artigo publicado no site da Forbes, pensamentos negativos como “eu não mereço
ganhar mais” ou “minha família é
ruim com
dinheiro e eu também sou” devem ser cortados de imediato. Afinal, a
forma como as pessoas se veem tem grande influência em seu
comportamento.
Veja nove ideias erradas que podem impedir o progresso financeiro:
1- “Eu sempre estarei em dívida”: talvez você não possa resolver suas dívidas no momento, mas se sentar separar uma pequena quantia do salário, ou do dinheiro
que tem disponível, visando quitar tudo, pode começar a ter a sensação de dever cumprido.
2- “Minha família é ruim com dinheiro, então eu também sou”:
o problema aqui é que você não é a sua família e provavelmente tenha
seu próprio contracheque. Então, pensar assim pode transferir a
responsabilidade de seus atos e gastos. Uma vez que a perspectiva mude, o
comportamento deve mudar também.
3- “Todo mundo tem mais sorte do que eu”: essa é outra crença de quem escolhe se vitimizar. Segundo especialistas, planejamento é diferente de sorte.
4- “Não posso guardar dinheiro para emergências com o salário que ganho”: tudo é uma questão de prioridades. Deixar uma parte do salário na poupança é o
primeiro passo
para ter um ano melhor para as finanças. Assim como gastar pode se
tornar um vício, poupar também pode. Ao ver um balanço positivo, você se
sente recompensado.
>> Veja dicas para fazer o salário render mais
5- “A aposentadoria está muito além para pensar nisso agora”:
exatamente por faltar muito tempo para chegar que é preciso começar a
poupar o quanto antes. Afinal, é isso que vai determinar o valor da
aposentadoria e
garantir mais conforto quando for o momento. A dica é aumentar a contribuição com o tempo.
6- “Eu nunca vou conseguir comprar uma casa. Vou viver de aluguel para sempre”: a primeira coisa que é preciso ter em mente é que só se pode
comprar um imóvel
quando as finanças estiverem bem. E isso leva tempo. Enquanto isso,
veja onde há espaço no orçamento para uma poupança. Com um objetivo
claro, é mais fácil saber que caminho pegar.
7- “Não há uma forma realista de pagar pelos estudos de meus filhos”:
verifique todos os recursos possíveis antes de tomar a decisão sobre os
estudos dos filhos. E não se culpe se for preciso que eles façam algum
esforço também para se adaptar à situação financeira da família.
8- “Não tenho tempo para orçamentos”: não importa
se você está poupando para a aposentadoria, para o estudo dos filhos,
para um fundo de emergência ou para comprar uma casa, pois tudo começa
com um orçamento. Escolha, por exemplo, uma ferramenta gratuita de
controle financeiro, entre as várias disponíveis na internet, e tenha o
controle do seu fluxo de caixa.
9- “Não posso evitar as compras por impulso”:
segundo a psicoterapeuta Fran Walfish, pessoas que fazer muitas compras
por impulso podem apresentar problemas mais sérios, como transtorno
obsessivo compulsivo ou bipolaridade. Mas, em casos menos extremos,
comprar pode apenas ser o antídoto para a depressão. Seja como for, não é
a maneira mais saudável. A dica é evitar as tentações, como as lojas
que vendem os itens que você mais gosta de comprar. Ou criar regras,
como deixar o cartão em casa sempre que for a um desses
estabelecimentos.
Fonte! Chasque (matéria) postado no sítio Pense Empregos. Abra as porteiras clicando em http://revista.penseempregos.com.br/noticia/2014/02/confira-nove-crencas-que-podem-barrar-seu-progresso-financeiro-4408298.html.
1 – gastando tudo ou mais do que ganha;
2 – reserva de emergência ele não tem;
3 – aplicações para comprar à vista e com desconto está fora de cogitação;
4 – investir para fins de aposentadoria complementar então, nem pensar;
5 – não gastar em artigos / tralhas (supérfluos);
6 – shopping não é um lugar para passeios. É um lugar para tu gastares dinheiro. Então evite;
7 – mas tudo isso começa com mudança radical de hábitos, valorizando o seu próprio dinheiro, assim como o banco e o bolicheiro (comerciante) valorizam o dinheiro do consumidor / cliente. Comece agora com um planejamento / orçamento doméstico e estanque as fugas de dinheiro que vão pelo ralo…