Você quer isso na sua vida? Então, vem com a gente!
É bem estressante trabalhar apenas pra pagar boletos,
não é mesmo? É uma rotina pesada que envolve sacrifícios e, muitas
vezes, no fim das contas não sobra dinheiro pra nada. Essa é a realidade
de boa parte dos brasileiros, mas ela pode ser mudada depois de
conquistar a tão falada liberdade financeira. Sabe por quê? Todos os sufocos — inclusive a inadimplência — podem ser resultados da falta de educação financeira e de planejamento.
Ao organizar tudo direitinho e ganhar autonomia, é possível melhorar a
qualidade de vida e viver sem se preocupar se a renda será suficiente
pra pagar todas as despesas.
Quer saber como fazer esse sonho virar realidade? Chega mais, que vamos explicar tudo neste artigo!
O que é liberdade financeira?
É quando uma pessoa está com as finanças pessoais sob controle e tem autonomia pra escolher o que fazer com o seu dinheiro. Isso porque o pagamento de todas as despesas já está garantido.
Mas
não significa que dá pra sair gastando tudo o que quiser e na hora que
quiser não, viu? Na verdade, o conceito está mais ligado à liberdade de
escolha mesmo. Quem tem liberdade financeira pode decidir se quer gastar ou não porque existe folga no orçamento pra isso.
Quer
um exemplo de como essa liberdade pode afetar a sua vida? Ao chegar
nesse patamar, a pessoa pode se dar ao luxo de recusar um trabalho que
não gosta — ou que é mal remunerado —, pois não vai precisar dessa renda
pra se manter.
Dá pra viajar no meio da semana e aproveitar
aquela promoção de passagens áreas sem comprometer o orçamento mensal ou
se endividar com o cartão de crédito.
Resumindo: ter liberdade financeira é ter estabilidade pra fazer planos, realizar sonhos e tomar decisões importantes, sem perder noites de sono por causa disso. É também se empoderar e ter flexibilidade pra aproveitar melhor a vida.
Qual é a diferença entre liberdade financeira e independência financeira?
É
comum confundir os termos porque tanto a independência financeira
quanto a liberdade financeira dão uma certa tranquilidade na vida da
gente. O fato é que uma não depende da outra. Vamos explicar direitinho!
Muita
gente pensa que a independência financeira está ligada ao fato de
trabalhar e pagar as próprias contas, sem precisar da ajuda dos pais, do
marido, da esposa, dos filhos ou de qualquer outra pessoa. Mas não é
bem assim.
Quem necessita do salário que recebe todos os meses pra
sobreviver não é tão autossuficiente quanto pensa. Afinal de contas, se
essa pessoa perder o trabalho, vai ficar sem condições de se manter no
longo prazo, não é mesmo? Ou seja, ela continua dependente, mas do
emprego.
Ser independente financeiramente significa viver de renda. Na
prática, a pessoa precisa ter um patrimônio acumulado que dê
rendimentos suficientes pra bancar todas as suas despesas, sem precisar
do salário.
Já a liberdade financeira está mais ligada à flexibilidade.
Isso porque a renda é suficiente pra pagar as despesas do dia a dia,
mas também existe uma folga no orçamento pra gastar como quiser. Aí,
você tem autonomia pra escolher onde trabalhar, como investir, o que
comprar, quando viajar e por aí vai.
Apesar de toda essa segurança
e empoderamento, em nenhum dos casos a pessoa vai nadar em dinheiro,
viu? Até porque isso é muito relativo. O que é considerado uma fortuna
pra uns, pode ser pouco pra outros.
Lembre-se de que a quantia necessária pra conquistar liberdade financeira depende do seu estilo de vida.
Por que é interessante buscar a liberdade financeira?
Você
já deve ter ouvido falar por aí que o dinheiro não traz felicidade,
certo? Por outro lado, sabe que a falta dele gera muito estresse e tira a
paz da gente.
Buscar a liberdade financeira, portanto, é uma forma de reduzir as preocupações pra se dedicar à sua qualidade de vida. Olha só como ganhar autonomia pode fazer a diferença!
Poder trabalhar por prazer
Muita
gente busca a liberdade financeira pensando que vai poder parar de
trabalhar pra curtir a vida. Se combinar com a independência financeira,
é possível se aposentar mais cedo mesmo, porém, não é o ideal.
O legal desse empoderamento é a possibilidade de se livrar das obrigações chatas e começar a fazer o que você realmente gosta pra ganhar dinheiro.
Então,
dá pra pedir as contas daquele emprego que não oferece satisfação
nenhuma — nem pessoal nem profissional — pra se arriscar um pouco. Essa é
a hora de se dedicar àquele ofício que sempre quis, mas desistiu no
meio do caminho por medo de não conseguir se sustentar com ele.
Nesse
contexto, é possível abrir uma empresa própria ou prestar serviços sob
demanda. Apostar em modelos de negócios baseados em economia compartilhada é uma boa pedida porque não será necessário mexer no patrimônio pra fazer o negócio decolar.
Ter flexibilidade de horários
Sabe
aquelas férias inesquecíveis que a gente daria tudo pra aproveitar mais
alguns dias? Muitas vezes, isso não é possível por falta de orçamento
ou por causa da data de volta ao trabalho. Pois bem, a liberdade
financeira também está ligada a essa flexibilidade e autonomia de escolha.
Você
pode tirar férias longas se quiser, aproveitar um ano sabático pra
fazer um intercâmbio cultural, reduzir a carga de trabalho pra passar um
tempo de qualidade com a família, viajar no meio da semana sem se
preocupar com o dinheiro que está deixando de faturar nesse período etc.
Melhorar a qualidade de vida
Imagine
só colocar a cabeça no travesseiro e dormir sem pensar em como pagar
até mesmo as despesas básicas do dia a dia. A tranquilidade que a
liberdade financeira traz parece coisa de outro mundo, certo?
Se
alguém da sua família tiver uma doença grave, por exemplo, você vai ter
recursos pra resolver esse problema? Se sim, é uma preocupação a menos.
Além disso, dá pra realizar grandes sonhos que trazem felicidade.
E
nem sempre as conquistas envolvem bens materiais. Boas experiências —
um jantar especial, um passeio com as crianças ou uma tarde no cinema,
por exemplo — criam memórias positivas e deixam a vida mais feliz.
Aproveitar boas oportunidades
Sabe
quando alguma coisa que queremos muito entra em promoção e, mesmo
assim, não dá pra comprar por falta de dinheiro? E se a casa dos nossos
sonhos é colocada à venda por um preço bem legal e não temos condições
de concretizar o negócio?
Quando se tem uma folga no orçamento, é
possível pagar menos pelos itens que desejamos. Então, a questão da
liberdade financeira não é só ter recursos pra gastar na hora que
quiser, mas aprender a usar o orçamento pra aproveitar melhor as oportunidades — seja pra comprar alguma coisa, seja pra investir.
Se
você chegou até aqui, já deve ter se convencido de que conquistar
liberdade financeira melhoraria a sua vida, não é mesmo? Mas a pergunta
que não quer calar agora é: como conseguir isso, afinal? Vamos dar
algumas dicas práticas no próximo tópico!
Como conquistar a liberdade financeira?
Antes
de tudo, é bom deixar claro que é possível chegar a esse patamar
ganhando muito ou pouco. Até mesmo quem está afundado em dívidas pode
resolver essas questões pra ganhar tranquilidade no campo das finanças.
Mas já adiantamos que não é fácil, viu? No entanto, com foco e organização, dá certo. Abaixo, vamos dar algumas orientações valiosas que todo mundo precisa pra conquistar autonomia na hora de gastar o dinheiro.
Analise as finanças pessoais
Você
tem noção de quanto ganha e quanto gasta todos os meses? Sabe qual é a
porcentagem dos seus rendimentos que fica comprometida com despesas
fixas? E as variáveis? Se tem dívidas, sabe qual é o tamanho exato
delas?
O primeiro passo rumo à liberdade financeira é entender como está a sua situação.
É nesse momento que colocamos todas as contas na mesa pra calcular
direitinho quanto é necessário pra sobreviver e concluir se os ganhos
são suficientes.
Com a economia digital,
é fácil encontrar aplicativos gratuitos que facilitam esse controle.
Além de permitir o entendimento de quanto dinheiro falta pra sair do
vermelho — se esse for o caso —, essa conta ainda mostra qual é a renda
ideal pra ter um futuro tranquilo.
Faça um planejamento financeiro
O planejamento é o segredo pra alcançar a liberdade financeira. Ao criar essa programação, você faz projeções sobre o futuro e elabora um plano de ação com o passo a passo pra chegar lá. Nesse escopo, nosso conselho é definir os seguintes aspectos:
objetivo:
o que se busca ao final dessa jornada. Sabemos que, de modo geral, é
liberdade financeira, mas, aqui, a ideia é que o alvo seja bem
específico, sabe? Por exemplo, formar um patrimônio no valor de “X”
reais pra poder viver de renda e ainda ter uma folga no orçamento pra
gastar como quiser;
metas (de curto, médio e longo prazo):
são as medidas necessárias pra alcançar o objetivo. Por exemplo,
reduzir uma porcentagem das despesas, arrumar um trabalho extra pra
aumentar a renda, investir uma parcela do salário todos os meses e por
aí vai;
prazo:
em quanto tempo
você pretende alcançar a liberdade financeira? Seja realista pra não se
frustrar pelo caminho. Quem ganha um salário mínimo, por exemplo, não
vai conseguir juntar R$1 milhão em um ano. Ou seja, faça as contas — com
base na análise financeira, no objetivo e nas metas — pra estimar esse
prazo direitinho.
Quite as dívidas
Se tem uma
coisa que tira o sono de muita gente são as dívidas. Elas são como bolas
de neve que não param de crescer. E tem mais! Fica difícil para um
inadimplente construir patrimônio, uma vez que os credores podem entrar
com ações judiciais pra pedir o bloqueio de bens e até de valores em
contas bancárias e de investimentos.
Então, é melhor resolver a
situação, concorda? Se esse for o seu caso, some o valor das dívidas em
aberto e procure os credores pra negociar. Dá pra fazer acordos interessantes às duas partes com uma boa conversa. É possível conseguir, inclusive, descontos pra pagar tudo de uma vez ou parcelar.
Entretanto,
depois de se livrar do problema é importante aprender a lição. Busque
manter o orçamento sob controle, pagar o cartão de crédito em dia e
evitar usar o cheque especial pra não se endividar novamente.
Controle os gastos
É
difícil resistir à tentação de pegar aquele chocolate na fila do caixa
do supermercado, beber refrigerante durante o almoço todos os dias ou
comprar um vinho sem ter uma ocasião especial, não é verdade?
Sozinhos
esses gastos podem até parecer insignificantes, mas é de grão em grão
que a galinha enche o papo. No fim do mês, você pode se surpreender ao
somar o quanto gastou com coisas supérfluas. Lembre-se de que é preciso
ter autocontrole pra conquistar o prêmio lá da frente — a sua liberdade financeira.
Sendo assim, a nossa recomendação é visitar o orçamento e procurar por gastos desnecessários que podem ser cortados. E essa medida pode ser tomada por pessoas com qualquer faixa de renda. Afinal de contas, também é possível economizar dinheiro ganhando pouco.
Quem
paga por um plano de controle para o celular, por exemplo, mas não usa o
pacote inteiro, pode migrar para o modelo pré-pago ou escolher uma
opção mais barata. Fazer uma lista antes de ir ao supermercado também é
interessante pra limitar o valor das compras do mês.
Tome as melhores decisões com o seu dinheiro
Não
é só porque um produto está em promoção que vale a pena comprar. Se for
uma coisa que você não usa, terá gastado à toa de qualquer jeito. É
interessante observar que a gente compra muita coisa por impulso, sem motivos racionais envolvidos.
Então,
é legal tentar mudar esse hábito e refletir com calma antes de fazer
alguma aquisição, principalmente aquelas que exigem um investimento
maior.
Se voltar pra casa, respirar fundo, fizer algumas pesquisas
on-line, comparar preços na internet e até esperar alguns dias antes de
tomar uma decisão, pode ser que você perceba que a compra não é tão
necessária assim e desista.
Crie um fundo de emergência
O fundo de emergência é uma reserva financeira destinada pra cobrir imprevistos, como:
despesas médicas em casos de acidentes ou doenças repentinas;
conserto ou compra de bens indispensáveis como geladeira, fogão, computador de trabalho etc.;
manutenção das despesas da casa se a pessoa ficar desempregada.
Sabe
por que ter esse dinheirinho guardado é importante? Pra sentir
segurança e liberdade de verdade. Assim, vai poder gastar a sua renda
como quiser, sabendo que existe uma reserva pra te socorrer se algo grave acontecer.
O que recomendamos é juntar o valor suficiente pra bancar seu custo de vida por cerca de seis meses.
Vale lembrar que a reserva é pra emergências mesmo, combinado? Comprar
um celular novo se o atual estiver em perfeito funcionamento, por
exemplo, não é o caso.
Invista parte da sua renda
Em vez de trabalhar pra ter dinheiro, já pensou se fosse o contrário: o dinheiro trabalhando pra você?
Essa é a mágica dos investimentos. Os recursos se multiplicam e deixam a
conquista da liberdade financeira cada vez mais próxima.
É por
isso que é legal separar uma parte dos ganhos pra investir. O percentual
aconselhado pelos especialistas é de, pelo menos, 20% da renda.
Além
disso, é legal encarar esses pagamentos como se fossem despesas fixas
mesmo, sabe? Pense bem: ninguém espera sobrar uma quantia no final do
mês pra pagar o aluguel, certo? É um valor programado. Aplique a mesma
lógica aos investimentos: guarde uma parcela pra isso logo que o
dinheiro entrar.
Assim, não se corre o risco de cair em tentação e
gastar com coisas desnecessárias. Mas, afinal, onde investir? Existem,
entre outras, as seguintes opções:
Tesouro Direto;
Letra de Crédito do Agronegócio (LCA);
Letra de Crédito Imobiliário (LCI);
Certificado de Depósito Bancário (CDB);
Fundos Imobiliários (FIIs);
ações.
Pra escolher qual dessas alternativas é a melhor no seu caso, identifique qual é o seu perfil de investidor, que pode ser:
conservador:
prefere opções seguras — de baixo ou nenhum risco. Apesar de a rentabilidade ser menor, ela é garantida;
moderado:
a pessoa está disposta a fazer investimentos de médio risco. A
rentabilidade é um pouco maior, mas ainda existe uma boa segurança de
retorno;
agressivo:
procura maior rentabilidade e está ciente de que pode perder parte do que investiu — ou tudo.
Se
você está entrando nesse mundo agora, vá com calma e não tenha vergonha
de se assumir como perfil conservador. A nossa recomendação é se aprofundar no assunto pra entender muito bem o mercado antes de arriscar.
Além
disso, nossa recomendação é ter uma carteira de investimentos
diversificada. Não dá pra colocar todo o dinheiro em único lugar e
correr o risco de perder 100% do patrimônio de uma vez, não acha?
Quais são as vantagens de ter dinheiro físico em mãos?
Lá vai mais uma dica pra conquistar rapidinho a liberdade financeira: usar dinheiro em espécie nas compras. Sabe por quê? Fica fácil limitar os gastos e garantir um consumo consciente.
Quando
saímos com R$50 pra fazer a feira, por exemplo, não podemos gastar além
disso. Com o cartão, é possível extrapolar o orçamento sem nem
perceber. E há outras vantagens no uso do dinheiro. Vamos mostrar quais
são elas agora. Anote as dicas!
Garantia de aceitação
Não tem esse negócio de máquina sem conexão ou impedimentos com determinadas bandeiras de cartão. O dinheiro é aceito em qualquer lugar: hipermercados, açougues, gigantes varejistas e até aquela lojinha pequena de bairro ou de cidade de interior.
Ainda
tem a questão do transporte público. Se o vale não passar por qualquer
falha técnica, você pode ficar no meio do caminho. Com dinheiro na mão, é
possível fazer o pagamento e chegar até o destino sem problemas.
Ter algumas notas no bolso pra situações emergenciais é sempre válido. E, pra sacar, não tem mistério: sempre tem um caixa do Banco24Horas no seu caminho pra garantir comodidade no dia a dia.
Possibilidade de descontos
Aceitar
pagamento com cartão envolve custos aos empresários. Tem o valor da
máquina em si, as taxas por transação e ainda a questão de que o valor
não cai na conta do negócio na mesma hora.
Por causa do baixo
custo e da alta liquidez, muitas empresas dão descontos pra pagamento à
vista e no dinheiro. Além disso, é possível aproveitar o maior poder de negociação.
Quer
um exemplo? Imagine que você deseja comprar algo que custa R$70, mas só
tem R$67 no bolso. Dá pra oferecer esse valor pela compra e torcer para
que o vendedor aceite. Essa tática costuma dar certo, viu?
O
custo de trabalhar com dinheiro é praticamente zero, tanto para os
lojistas quanto para os consumidores. Todo brasileiro que tem conta
corrente pode fazer, no mínimo, quatro saques grátis por mês no caixa eletrônico.
Já o cartão de crédito tem custos com anuidade, emissão de segunda via
no caso de perda ou furto, juros e multas por atrasos etc.
Maior segurança de dados
Já
imaginou receber cobranças na sua fatura do cartão de crédito de
compras que nem sequer fez? É uma situação chata, mas acontece mais que
se imagina.
As razões podem ser roubo de dados do cartão ou até clonagem.
Porém, não dá pra cometer esse tipo de fraude com o dinheiro em
espécie. Sendo assim, é possível ter uma maior autonomia de gastos e
privacidade ao evitar meios eletrônicos de pagamento.
Garantia de inclusão financeira
Com a inovação
bancária, os mundos físico e digital agora estão integrados. Assim,
existem diversas tecnologias de pagamento seguras e bem rápidas. Dá até
pra fazer saques em caixas do Banco24Horas sem cartão, com o auxílio do
aplicativo da instituição financeira, por exemplo.
Mas a verdade é que a inclusão digital ainda não atingiu 100% da população. Por isso, o dinheiro em espécie diminui a desigualdade social, já que inclui na economia as pessoas que não têm acesso às tecnologias.
Viu só? Conquistar a liberdade financeira é um sonho que pode virar realidade com planejamento e autocontrole. Apesar de um sacrifício aqui e outro ali, o prêmio final vale a pena: mais conforto, tranquilidade e qualidade de vida.
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Fonte! Chasque (post) publicado no Sítio oficial do Banco 24 Horas em 15 de Outubro de 2020. Abra as porteiras clicando em https://www.banco24horas.com.br/blog/liberdade-financeira?fbclid=IwAR0RkrGUFIgCp5dgjPSsRmlYPAgEXt8n8aLbIkHdxBEmetHDqVxVibAV_kg