terça-feira, 10 de novembro de 2015

Entenda o bê-á-bá dos planos de previdência

Se você está determinado a fazer um plano de previdência em um banco ou seguradora, é importante definir seus objetivos e se informar sobre os tipos de planos, tributações e fundos mais adequados ao seu perfil. Bons consultores financeiros podem orientá-lo nessa jornada, que o acompanhará por um longo período.
 
Para ajudá-lo a mergulhar nesse mundo da previdência complementar, preparamos um passo a passo das escolhas que você precisará fazer, com dicas do Guia de Orientação e Defesa do Segurado, produzido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), e da gerente de previdência privada da Icatu Seguros, Cláudia Piccinini. "Tenha em mente que a previdência é sinônimo de longo prazo e que é preciso definir seu objetivo antes de escolher o plano", aconselha Cláudia.
 
 
1. Quanto contribuir por mês?
Não é tão importante depositar valores altos, mas sim contribuir com regularidade e durante o maior tempo possível. Defina a renda mensal que você deseja ter no futuro e o tempo de contribuição, com a ajuda de simuladores na internet. "Mas não adianta chegar a um valor ideal que não cabe no seu bolso", alerta a gerente. Escolha um valor fixo que é possível poupar no momento. Mais tarde, você pode incrementar seu investimento quando sobrar um dinheirinho extra ou aumentar o valor mensal a ser depositado.
 
2. Como escolher uma instituição?
Escolha uma seguradora ou um banco de confiança, que tenha uma trajetória sólida no mercado. Compare as taxas de carregamento e de administração entre as instituições, pois elas podem interferir na rentabilidade do seu plano.
 
3. É melhor PGBL ou VGBL?
É preciso olhar para o modelo da sua declaração de Imposto de Renda. A principal diferença está na tributação. Tanto para PGBL ou VGBL, o Imposto de Renda incide apenas no momento do resgate ou do recebimento da renda. O Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) é indicado para quem utiliza o modelo completo de declaração do Imposto de Renda, pois permite diminuir a base de cálculo da tributação em até 12% da renda bruta anual, durante o período de acumulação. Em contrapartida a esse benefício, o imposto incide sobre o valor total no momento do resgate único ou do recebimento da renda, incluindo as contribuições realizadas e os rendimentos.O Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) é ideal para quem é isento do Imposto de Renda ou o declara pelo modelo simplificado. Não oferece o benefício de diminuir a base de cálculo do Imposto de Renda. Em compensação, na hora do resgate ou do recebimento da renda, o imposto incide apenas sobre os rendimentos, e as contribuições realizadas não são tributadas.
 
4. É melhor tabela regressiva ou progressiva?
A tributação de Imposto de Renda incide no momento do resgate ou do recebimento em forma de renda do valor investido. Para escolher entre a tabela progressiva ou a regressiva, defina quando você pretende utilizar esses recursos. A tabela regressiva é indicada para quem acumula recursos durante um longo período. Quanto mais tempo você permanecer no plano, menor será a alíquota do Imposto de Renda na hora do resgate ou do recebimento da renda. A alíquota inicial é de 35%, para quem acumula por até 2 anos, e pode chegar a até 10%, depois de 10 anos de permanência no plano. A tabela progressiva só é vantajosa para quem tem intenção de utilizar os recursos em um prazo curto ou não tem certeza sobre seu planejamento. A tributação acontece em duas etapas. Na primeira, uma alíquota de 15% é cobrada na fonte do Imposto de Renda, independentemente do valor. Na segunda, a diferença entre o valor pago de imposto e o valor devido pode ser ajustada na declaração anual. Nessa etapa, a regra é a mesma da Receita Federal sobre o salário: a alíquota pode variar entre 0% e 27,5%. (Tabela 2 - Tabela progressiva)
 
5. Que fundo combina com o meu perfil?
Existem planos de previdências privadas para diferentes perfis de consumidores, atrelados a fundos mais ou menos arriscados, com maior ou menor variação de rentabilidade. É possível mudar o seu fundo ao longo da vida ou escolher fundos conhecidos como "ciclo de vida", que são mais agressivos no início e se tornam mais conservadores com o tempo.
 
Perfil conservador
Quer segurança nas aplicações e poucas surpresas. "A maioria dos nossos clientes tem esse perfil no Rio Grande do Sul", conta a gerente da Icatu. Esses contribuintes preferem planos atrelados a fundos de renda fixa, que podem ter rentabilidade menor, mas garantida. É comum investidores de mais idade se enquadrarem nesse perfil, pois há menos tempo para enfrentar possíveis perdas.
 
Perfil moderado
Aceita algum risco no investimento, mas ainda tem como primeiro objetivo preservar o capital acumulado. Esse perfil costuma investir em planos atrelados a fundos compostos, que misturam renda fixa e renda variável.
 
Perfil agressivo
Está disposto a correr grandes riscos de perdas para aumentar o capital acumulado. Em geral, são clientes mais jovens, que ainda têm tempo de recuperar os ganhos se a rentabilidade do fundo for baixa. Mas isso não é regra. "Tenho clientes de 80 anos que gostam de fundos mais apimentados", brinca Cláudia.
 
6. Não abandone seu plano de previdência!
Além de contribuir com regularidade, uma vez por ano é importante avaliar se o plano está tendo o rendimento esperado. O consultor do banco ou da seguradora poderá orientá-lo, com base nos resultados do mercado.
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Fonte! Chasque (reportagem) publicado nas páginas do Jornal do Comércio de Porto Alegre do dia 30 de outubro de 2015 e alterada no sítio oficial do veículo no dia 03 de novembro de 2015 - http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2015/10/especiais/460677-entenda-o-be-a-ba-dos-planos.html

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Alta da energia elétrica chega a 49,03% em 2015

Segundo IBGE, custo será o grande vilão da inflação de 2015. (Foto: Reprodução) 
Segundo IBGE, custo será o grande vilão da inflação de 2015. (Foto: Reprodução)


A energia elétrica acumula alta de 49,03% em 2015 e é apontada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – que mede a inflação oficial do País através do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – como a principal pressão no custo de vida dos brasileiros em 2015.

De acordo com a coordenadora de Índice de Preços do órgão, Eulina Nunes dos Santos, o aumento de 16% na tarifa de energia elétrica no Rio de Janeiro, que acontecerá a partir deste sábado (7), vai impactar ainda a inflação oficial do País em novembro.

Fonte! Esta chasque (matéria) foi publicado no jornal online O Sul, em a6 de novembro 2015. Abra as porteiras clicando em http://www.osul.com.br/alta-da-energia-eletrica-chega-a-4903-em-2015/

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Nota do O Bolso da Bombacha!

Sinceramente, estou em trabalho de pesquisas de preços com a possibilidade de instalar telhas fotovoltaicas no meu modesto rancho, para a produção de parte ou todo de energia que a minha família consome.... este será um dos meios de produção energética do futuro, junto com a energia eólica....

Valdemar Engroff  

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Entenda as novas regras para aposentadoria


 Lei que traz opção de cálculo foi sancionada nesta quinta-feira 
Novas regras levam em consideração a soma da idade e o tempo de contribuição do segurado.



A lei sancionada nesta quinta-feira pela presidente Dilma Rousseff traz novas regras para o cálculo da aposentadoria. As novas regras levam em consideração a soma da idade e o tempo de contribuição do segurado, a chamada regra 85/95 progressiva. Alcançados os pontos necessários, o trabalhador irá receber o benefício integral, e não haverá a aplicação do fator previdenciário.

A fórmula 85/95 significa que o trabalhador pode se aposentar, com 100% do benefício, quando a soma da idade e tempo de contribuição for 85, no caso das mulheres, e 95, no caso dos homens. A partir de 31 de dezembro de 2018, essa fórmula sofrerá o acréscimo de um ponto a cada dois anos. A lei limita esse escalonamento até 31 de dezembro de 2026 quando a soma para as mulheres passará a ser de 90 pontos e para os homens, de 100 pontos. O tempo mínimo de contribuição permanece de 30 anos para as mulheres e de 35 anos para os homens.

Um exemplo: como o número de pontos é igual à idade da pessoa mais o tempo de contribuição com o INSS, uma mulher de 53 anos que tiver trabalhado por 32 anos soma 85 pontos e já pode receber aposentadoria integral. O mesmo vale para um homem de 59 que tiver trabalhado por 36 anos, somando assim 95 pontos. A partir de 31 de dezembro de 2018, essa soma deverá ser, respectivamente, de 86 e 96 pontos. A partir de 31 de dezembro de 2020, deverá atingir os 87 pontos para as mulheres e 97 pontos para os homens e assim progressivamente a cada dois anos até 2026.

De acordo com o Ministério da Previdência, a progressividade ajusta os pontos necessários para obter a aposentadoria de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros.

No caso dos professores dos ensinos infantil, fundamental e médio, que tem regras diferenciadas e se aposentam cinco anos mais cedo que as demais categorias, a lei determina que sejam acrescidos cinco pontos à soma da idade com o tempo de contribuição. Portanto, se um professor tem 90 pontos, será considerado que ele atingiu 95.

O fator previdenciário continua em vigor e a nova regra é uma opção. Caso o trabalhador deseje se aposentar antes de completar a soma de pontos necessários, ele poderá se aposentar, mas vai haver aplicação do fator previdenciário e, portanto, o valor do benefício pode ser reduzido.

De acordo com o texto sancionado hoje, a fórmula 85/95 será acrescida em um ponto a partir das seguintes datas:

Em 31 de dezembro de 2018: 86 para mulheres e 96 para homens
Em 31 de dezembro de 2020: 87 para mulheres e 97 para homens
Em 31 de dezembro de 2022: 88 para mulheres e 98 para homens
Em 31 de dezembro de 2024: 89 para mulheres e 99 para homens
Em 31 de dezembro de 2026: 90 para mulheres e 100 para homens

O Ministério da Previdência divulgou um conjunto de perguntas e respostas. Leia abaixo:

Com a nova regra, os trabalhadores vão se aposentar com 85 e 95 anos?
Não, 85 e 95 são os números de pontos que eles deverão atingir para se aposentarem integralmente. Esses números serão gradualmente aumentados até 2026, quando chegarão a 90 pontos para as mulheres e 100 para os homens.

Então agora só se aposenta por tempo de contribuição quem atingir os 85 ou 95 pontos?
Não. Para ter direito à aposentadoria por tempo de contribuição, os segurados da Previdência Social precisam ter 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos, no caso dos homens. A nova regra é uma opção de cálculo, que permite afastar a aplicação do Fator Previdenciário. Caso a pessoa deseje se aposentar antes de completar a soma de pontos necessários, ela poderá se aposentar, mas vai haver aplicação do fator previdenciário e, portanto, potencial redução no valor do benefício.

Qual a idade mínima para se aposentar pela Regra 85/95?
Pelas regras de hoje, não existe idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição no INSS. O que é exigido para esse tipo de aposentadoria é o tempo mínimo de contribuição, de 30 anos para mulheres e de 35 para homens. A regra 85/95 não muda em nada o requisito de acesso ao benefício. A nova regra traz uma nova forma de cálculo do valor do benefício, permitindo que não se aplique o Fator Previdenciário para quem atingir os pontos.

Esta regra acaba como Fator Previdenciário?
Não, ele continua em vigor. A nova regra é uma opção. Caso a pessoa deseje se aposentar antes de completar a soma de pontos necessários, ela poderá se aposentar, mas vai haver aplicação do fator previdenciário e, portanto, potencial redução no valor do benefício.

Muda alguma coisa para quem já se aposentou?
Não. Para quem já está aposentado não há nenhuma mudança.

Me aposentei recentemente. Posso pedir alguma revisão?
Não. Este entendimento já é pacificado pelo Supremo Tribunal Federal. Para os que se aposentaram com outra legislação, não cabe nenhum tipo de revisão em função da mudança das regras.

Por que as mudanças são necessárias?
Para garantir uma previdência sustentável e contas equilibradas para o futuro, de modo a assegurar a aposentadoria dos trabalhadores de hoje, mas também de seus filhos e netos.

Mas por que mudar as regras?
Diversos países estão revendo seu modelo de previdência por causa do aumento da expectativa de vida e da rápida transição demográfica que estão vivendo. As pessoas estão vivendo mais tempo e recebendo aposentadoria por um período maior de tempo, o que aumenta os custos da previdência. Simultaneamente, no caso brasileiro, as taxas de fecundidade estão caindo, o que significa que nas próximas décadas haverá menos contribuintes para cada idoso.

Por que instituir essa progressividade do sistema de pontos?
Porque o modelo não pode ser estático, já que a expectativa de vida do brasileiro continuará crescendo. A previdência social precisa seguir regras que se adequem às novas realidades sociais para garantir que no futuro ela seja sustentável. Vincular o sistema de pontos à expectativa de vida é uma forma de garantir uma adequação gradual do sistema, evitando mudanças bruscas no futuro.


Fonte! Sítio oficial do jornal Correio do Povo de Porto Alegre, do dia 05 de novembro de 2015. Abra as porteiras clicando em  http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/571192/Entenda-as-novas-regras-para-aposentadoria

Fonte do retrato! Deste mesmo chasque (reportagem), de André Ávila, CP / Memória. 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Até quando......

Renato Follador
Até quando....

Até quando acreditaremos que 35 anos de trabalho produtivo- dos 20 aos 55- poderão sustentar 30 anos de férias- dos 55 aos 85?


Até quando aceitaremos aposentados com vigor tirando emprego de jovens, já que se aposentam no papel só para ter mais uma renda?


Até quando vamos negar que o trabalho hoje é intelectual e não mais braçal e que com o passar do tempo adquirimos conhecimento, qualificação e experiência?


Até quando vamos negar que, se antes era raro encontrar idosos com mais de 80 anos, hoje isso é absolutamente comum?


Até quando vamos continuar com a hipocrisia de julgar que quem tem 60 anos é velho e merece vaga especial em estacionamento e caixa preferencial em banco, se vemos cada vez mais sessentões nas academias e correndo nos parques?


Até quando vamos choramingar para ganhar mais como aposentados se na vida inteira produtiva ganhamos menos e contribuímos sobre menos?


Fonte! Chasque (postagem) de Renato Follador - o cara da previdência. Abra as porteiras clicando em  https://soundcloud.com/o-cara-da-prev/ate-quando?utm_source=soundcloud&utm_campaign=share&utm_medium=facebook

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Nota de O Bolso da Bombacha!

É simples.... não podemos contar somente com a renda da aposentadoria oficial. Logo, precisamos construir ao longo da nossa vida, a nossa aposentadoria complementar, com aplicações financeiras periódicas, desde tenra idade, desde o nosso ingresso (ou antes) no mercado de trabalho e temos que manter o foco para não vacilarmos e investirmos estes valores em bens passivos (que não geram renda).....

Valdemar Engroff 

Previdência complementar amplia-se muito no País

O Brasil despertou, há alguns anos, para a questão da previdência pública e da complementar, que hoje bate recordes de arrecadação. Milhões não querem mais depender só do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pois a renda ficaria limitada ao teto de R$ 4,6 mil.
 
Outro fator debatido é a expectativa de vida dos brasileiros, hoje em 74 anos, mais a diferença de idade para homens e mulheres terem direito à aposentadoria por tempo de serviço, ou seja, de 65 anos e 60 de idade. Aliás, com pessoas cada vez mais longevas, como chamar de idoso quem tem 60 anos?
 
E se tão somente os empregados de empresas formais contribuíam, compulsoriamente, para o INSS, hoje todos podem contribuir e devem fazê-lo, pois é uma garantia de uma renda na velhice, mesmo que não seja o que a maioria deseja.
 
A crise na Europa, principalmente na Grécia, alertou a todos para o problema das aposentadorias. Os gregos foram obrigados a cortar os valores das pensões e de milhares de servidores públicos, uma tragédia social.
 
Por isso é bom saber que, no Brasil, os governos estão apostando no fundo de previdência complementar para enfrentar o déficit da previdência do setor público.
 
O fundo criado é apenas para os novos servidores, que ficam sujeitos ao mesmo teto básico de benefício dos trabalhadores da iniciativa privada no INSS.
 
Hoje, profissionais liberais, estudantes e até donas de casa ampliaram o universo dos que contribuem para a Previdência Social, uma atitude ajuizada.
 
Além dos benefícios paralelos, as pessoas também pensam em uma terceira idade com mais qualidade de vida através de ganho financeiro.
 
E isso pode ser a diferença entre viver de favores de filhos e netos ou pagar suas próprias contas básicas. A cobertura social entre as pessoas com idade entre 16 e 59 anos chegou a 66,9%, segundo o Ministério da Previdência Social. Isso prova que cerca de 60 milhões de brasileiros da População Economicamente Ativa (PEA) com idade entre 16 e 59 anos estão protegidos pela Previdência Social.
 
Essa é a melhor taxa apurada desde 1992, ou 66,4%. A taxa de cobertura reflete o aumento da formalização no mercado de trabalho que vem caindo neste 2015 bem como o efeito das políticas públicas de inclusão de trabalhadores na Previdência. Assim mesmo, 27,81 milhões de brasileiros continuam desprotegidos.
 
Deste total, 14,13 milhões têm capacidade de contribuir com a Previdência Social, mas não contribuem. Metade desse total, 7,357 milhões, recebe entre um e dois salários-mínimos, devido à grande rotatividade de emprego entre os trabalhadores dessa faixa salarial.
 
A situação da Previdência, entretanto, não é das melhores em termos financeiros, como, de resto, quase todas contas públicas em 2015. Por isso, o déficit da Previdência no País deve chegar a R$ 194,9 bilhões em 2016. Neste ano, o valor estimado da dívida é de R$ 157,3 bilhões. Até 2012, o valor não passava de R$ 95,2 bilhões.
 
Desta forma, a melhor recomendação que se pode dar aos jovens que têm emprego, ou uma renda, é iniciar uma poupança em banco para aposentadoria complementar, além daquela do INSS.
 
Por isso, a previdência complementar bateu novo recorde de arrecadação e de pessoas que aderiram, ajuizadamente, ao modelo. Não é tudo, mas é bom e protege, com todos os problemas que são levantados, periodicamente, na Previdência Social do Brasil.
 
Fonte! Este chasque é o editorial do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), da edição do dia 03 de novembro de 2015).
 
 

domingo, 4 de outubro de 2015

Câmara aprova nova fórmula para cálculo de aposentadorias



Regra permite ao trabalhador pedir o benefício sem a redução aplicada pelo fator previdenciário sobre o salário
Câmara aprova nova fórmula para cálculo de aposentadorias | Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados / Divulgação / CP
Câmara aprova nova fórmula para cálculo de aposentadorias | 
Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados / Divulgação / CP

A Câmara dos Deputados aprovou no início da tarde desta quarta-feira a Medida Provisória 676/15, que cria uma nova fórmula para o cálculo de aposentadorias.

Essa regra permite ao trabalhador aposentar-se sem a redução aplicada pelo fator previdenciário sobre o salário, criada em 2000 para desestimular a aposentadoria antes dos 60 anos (se homem) ou 55 anos (se mulher).

O texto é resultado de um acordo com o governo, que vetou a primeira proposta do Legislativo de criação da regra 85/95 – soma da idade e o tempo de contribuição para mulheres e homens respectivamente.

Na medida proposta por uma comissão especial, que negociou com o Planalto uma migração que ocorreria até 2018, em uma escala que começaria com 85/95 e terminaria com a fórmula 90/100.

Segundo a nova regra, a mulher que tiver, no mínimo, 30 anos de contribuição para a Previdência Social poderá se aposentar sem a redução provocada pelo fator se a soma da contribuição e da idade atingir 85. No caso do homem, os 35 anos de contribuição somados à idade devem atingir 95, no mínimo.

O texto aprovado, do deputado Afonso Florence (PT-BA), suavizou o aumento dessa soma proposto pela MP original, que passou a ser mais estendida ao longo do tempo, subindo um ponto a cada dois anos. Assim, a regra passa a exigir 86/96 em 2019; 87/97 em 2021; 88/98 em 2023; 89/99 em 2025; e 90/100 de 2027 em diante. Para contar o tempo valem também os meses completos de tempo de contribuição e de idade.


Fonte! Chasque (matéria) publicada sítio oficial do jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS) do dia 30 de setembro de 2015. Abra as porteiras clicando em  http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/568169/Camara-aprova-nova-formula-para-calculo-de-aposentadorias


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

TRE convoca eleitores de Alvorada e de Viamão para recadastramento biométrico

Moradores devem fazer o procedimento antes das próximas eleições

TRE convoca eleitores de Alvorada e de Viamão para recadastramento biométrico Omar Freitas/Agencia RBS
Giselda levará os familiares nesta semana Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Se não se adiantar, o eleitor de Alvorada enfrentará longas filas para realizar o cadastramento biométrico obrigatório. Com 141.955 habitantes, o município é o que tem menos recadastrados entre os 108 que devem realizar o procedimento até março de 2016.

Apenas 3,9% da população realizou a tarefa. À espera dos eleitores, para adiantar o serviço, a 124ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) atenderá, inclusive, no primeiro final de semana de outubro, de novembro e de dezembro.

— Deveríamos atender, por dia, 1.142 eleitores. Mas a média tem sido de 150. Teremos filas, se os moradores não se adiantarem — alertou o juiz eleitoral da região, Roberto Borba.

Ontem, quando faltavam 119 dias úteis para o fim do prazo, dezenas de moradores de Alvorada procuraram a Central de Atendimento ao Eleitor. O processo leva cerca de 20 minutos.

A comerciante Michele Boff Evaldt Pereira, 31 anos, do Bairro Formosa, decidiu se recadastrar já pensando em não fazer parte das filas finais. Também para se adiantar, a dona de casa Giselda Santana, 48 anos, do Nova Alvorada, levará os familiares nesta semana.

Conheça o processo
* A biometria no Estado começou em Canoas, em 2009. Nesta etapa, junto com Alvorada e Viamão, outros 106 municípios estão incluídos. Até a eleição de 2016, os 326 municípios deverão ter passado pelo recadastramento.

* O cadastramento é obrigatório para todos os eleitores de Alvorada e Viamão.

* Para o processo são necessários RG, comprovante de residência emitido nos últimos três meses e comprovante de regularização com o serviço militar.

* Quem não fizer o recadastramento terá o título eleitoral cancelado e não poderá votar nas próximas eleições. Quem não votar nem justificar ficará sem quitação eleitoral e impedido de obter empréstimos, de tirar passaporte ou identidade, de tomar posse em cargo público, de fazer o CPF e de realizar matrícula em estabelecimento de ensino fiscalizado pelo governo.

* Primeiro, os dados pessoais e eleitorais são atualizados. Depois, registra-se a assinatura, foto e impressões digitais de todos os dedos das duas mãos. Ao fim, é entregue o título eleitoral atualizado.

Os endereços
Alvorada: Central de Atendimento ao Eleitor, na Rua Viamão, 49 (Parada 49)
Horário: das 12h às 19h, de segunda a sexta
PLANTÕES NOS SEGUINTES FINAIS DE SEMANA, NO PERÍODO DA TARDE: 3 e 4 de outubro, 7 e 8 de novembro e 5 e 6 de dezembro

Viamão: Central de Atendimento ao Eleitor, na Rua Coronel Mario Antunes da Veiga, 202, sala 201
Horário: das 9h às 18h, de segunda a sexta
PLANTÕES NOS SEGUINTES FINAIS DE SEMANA, NO PERÍODO DA TARDE: 7 e 8 de novembro e 5 e 6 de dezembro

Fonte! Este é um chasque de Aline Custódio, publicado no sítio oficial do Diário Gaúcho de Porto Alegre (RS), dia 29 de setembro de 2015. Abra as porteiras clicando em  http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2015/09/tre-convoca-eleitores-de-alvorada-e-de-viamao-para-recadastramento-biometrico-4858431.html

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Bueno! Este é um sítio sobre finanças pessoais (em gauchês). Mas este chasque é de utilidade pública para toda a cidade de Alvorada - minha querência....

Valdemar Engroff 

domingo, 6 de setembro de 2015

Como identificar e resolver os desperdícios do dia a dia

Como identificar e resolver os desperdícios do dia a dia Gabriel Renner/Arte ZH
O repórter Erik Farina, retratado pelo ilustrador Gabriel Renner, produzirá as matérias da série Encare a Crise Foto: Gabriel Renner / Arte ZH


Especialistas em finanças apontam exemplos de gastos desnecessários e dão dicas de como evitá-los

Por onde vaza seu dinheiro

Especialistas em finanças apontam os desperdícios mais comuns entre os brasileiros, e dão dicas de como evitá-los.
A receita de quem está conseguindo equilibrar o orçamento

Os pequenos gastos


Produtos perecíveis — Anote quanto, exatamente, sua família consome por semana de presunto, queijo, carne, frutas e legumes. São produtos de pouca durabilidade, e com facilidade estragam na geladeira.

Lanche no trabalho — A tia do lanche ou o dono do bar devem adorar, mas seu gasto com sanduíches, salgados e café é muito maior no trabalho do que se você comprar os ingredientes e prepará-los em casa
.
Salão de beleza — O valor dos serviços, em geral, disparou nos últimos anos. Aprender a fazer escova ou as unhas em casa pode trazer uma economia surpreendente. 

Passeios caros — Na busca por comodidade, famílias costumam trocar praças, parques e exposições por shoppings, com seus cinemas, estacionamentos e lanchonetes. É um prazer cada vez mais caro.

Água — Pequena mudanças podem fazer a diferença na conta: fechar a torneira enquanto se escova os dentes, desligar o chuveiro ao se ensaboar e evite usar água toda vez que for limpar o pátio ou a calçada, preferindo pá e vassoura.

Os gastos médios

Telefonia — A popularização dos smartphones conduziu muitos usuários a planos pós-pagos. Avalie se o pacote casa com a sua necessidade. Também reflita se vale a pena manter um telefone fixo em casa. 

Alimentação na rua — Alterne a visita a restaurantes com tele entregas ou jantares com amigos em casa, também prazerosos. Pesquise cupons de descontos em sites e aplicativos.

Academia — No anseio de que chegou a hora de perder peso, muita gente antecipa mensalidades de academia para aproveitar promoções. Vá com calma: conheça seu ritmo de treino e tenha certeza de que aproveitará o que está pagando.

Supermercado — Para evitar compra por impulso ou gasto exagerado, tenha uma lista, com quantidade necessária e o preço pago na compra anterior. Isso vai facilitar a comparação.

Luz — Substitua lâmpadas incandescentes por opções econômicas, evite deixar na tomada eletroeletrônicos quando não estiverem em uso e só ligue o ar condicionado se for ficar mais de 20 minutos no ambiente.

Os grandes gastos

Pacote de TV a cabo — Coloque na ponta do lápis quais canais você realmente assiste. Precisa mesmo de um pacote de R$ 270 por mês — ainda mais considerando o avanço dos serviços de streaming? 

Parcelas no cartão — Quando não consegue pagar todas as contas, há quem opte por parcelar a fatura do cartão de crédito. É um tipo no pé: com juros acima de 300% ao ano, o chamado crédito rotativo compromete o orçamento por muitos meses.

Carro extra— Sua família precisa mesmo de um segundo carro, ou bastaria organizar a rotina de todos? Dois anos de gastos com um carro (considerando financiamento, gasolina, seguro, combustível e manutenção) equivalem ao preço de um novo automóvel. 

Segunda casa — É como o carro: gasta-se muito para ter, mas, às vezes, não se usa tanto. A venda de um imóvel na Serra ou no Litoral pode render um valor que, se investido, poderá garantir férias de luxo ao final de um ano. 

Empregada — A Lei dos Domésticos tornou esse serviço mais caro. Avalie se não vale mais a pena pagar por faxina, ou aproveite a oportunidade para envolver toda família em tarefas de casa.

Fonte: Denílson Alencastro, da Geral Investimentos, Marcelo Ferzola, da MFF Consultoria, e consultor financeiro Mauro Calil.


Chasque (materia) publicado no sítio oficial do Clic RBS / Zero Hora, no dia 01 de setembro de 2015. Abra as porteiras clicando em:  http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/09/como-identificar-e-resolver-os-desperdicios-do-dia-a-dia-4837292.html?utm_source=Redes%20Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Hootsuite

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

É aí que me refiro.....

Tradicionalismo gaúcho movimenta R$ 1 bilhão anualmente

Retrato de um fandango de galpão
             O tradicionalismo movimenta no Rio Grande do Sul, anualmente, cerca R$ 1 bilhão. A informação é do Movimento Tradicionalista Gaúcho e da Fundação Cultural Gaúcha.
 
          Segundo o presidente, Manoelito Savaris, um estudo foi realizado com o objetivo de mensurar o impacto financeiro e econômico do cultivo das tradições. Foram levados em consideração gastos com manutenção dos CTGs e atividades artísticas, campeiras, de formação e lazer/entretenimento.

 
          O ponto de partida foram os CTGS, que somam 1.700 no Rio Grande do Sul, bem como DTGs, piquetes e outras entidades formalmente instaladas. O cadastro do MTG identificou mais de 700 mil associados, ou seja, pessoas que estão diretamente envolvidas. “Evidentemente, os números a que chegamos não são estanques, uma vez que existem as compras pontuais, até mesmo por impulso, principalmente em eventos que recebem a sociedade de modo geral, como os acampamentos farroupilhas, desfiles e outros”, afirma.

         
A tradição gaúcha que passa de pai, pra filho, pra neto...permanentemente
          Alguns dos números mais expressivos estão relacionados à indumentária. Estima-se que, anualmente, sejam gastos cerca de R$ 150 milhões na aquisição de pilchas para homens, mulheres e público infantil. Com lazer (rodeio, baile e outras festividades), R$ 158 milhões. Os gastos com animais (cavalo, encilha, transporte) chegam a R$ 342 milhões. Outros valores, como erva-mate, cuia, bomba, etc, chegam a R$ 176 milhões. 

 
          Segundo o estudo, o tradicionalismo gere 20 mil empregos diretos e 100 mil empregos indiretos, nas indústrias de pilchas, encilha, ração, produção fonográfica, segurança, energia, sonorização, conjuntos musicais, etc.


          Fonte! Chasque publicado no sítio oficial do MTG/RS (Movimento Tradicionalista Gaúcho, no dia 31 de agosto de 2015. Abra as porteiras clicando em http://mtg-rs.blogspot.com.br/2015/08/tradicionalismo-gaucho-movimenta-r-1.html. Os retratos são do nosso arquivo pessoal. 

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          Nota de O Bolso da Bombacha!

          Observem o primeiro chasque, em termos de finanças pessoais (dos cobres, dos pilas no bolso da bombacha), publicado aqui neste modesto galpão virtual. Para tal, abra as porteiras para ler, clicando em: http://www.obolsodabombacha.blogspot.com.br/2009/12/estamos-chegando-galope.html

          Um baita quebra-costela a todos os gaúchos desta terra amada, em redor do Rio Grande que chamamos de mundo!

          Valdemar Engroff 

domingo, 30 de agosto de 2015

Americana passa 200 dias sem comprar nada novo e conta como foi a experiência


assya
Crédito: Reprodução
Você realmente precisa de todos os objetos ou roupas que comprou nesses últimos tempos? Ou melhor, você conseguiria viver apenas com o suficiente? Foi o que a engenheira Assya Barrette se propôs a fazer. 


Em um dia daqueles reflexivos Assya se deu conta de que estava vivendo com muito mais do que precisava.

Pra começar ela vendeu e se desfez de várias coisas: móveis, roupas, objetos de cozinha, entre outras coisas.

Sua ideia era passar 200 dias sem comprar nadiiinha novo. A não ser alimentos, produtos de higiene e medicamentos, caso ela precisasse.

Como ela se virou e o que ela aprendeu? Segundo Assya, se ela precisou de algo pediu emprestado e aprendeu o principal: às vezes, as coisas são apenas “legais de se ter” e não que você precisa daquilo pra ser feliz.

Além disso a americana contou que sua conta bancária nunca ficou tão gorda e que as pessoas compram por impulso e acabam usando o produto pouquíssimas vezes.

E você, conseguiria passar 200 dias sem comprar nada?

Fonte! Chasque (matéria) publicado no sítio Portal Vírgula Lifestyle, por Márcia Garbin, em 27 de agosto de 2015. Abra as porteiras: http://virgula.uol.com.br/lifestyle/comportamento/americana-passa-200-dias-sem-comprar-nada-novo-e-conta-como-foi-a-experiencia/?cmpid=fb-uolnot#img=1&galleryId=152577