![]() |
Maisonnave, Tito, Kelly, Grundig, André, sócios fundadores da Warren / Warren/Divulgação/JC |
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Warren investe em diversidade no mercado
sábado, 16 de janeiro de 2021
Defasagem na tabela do Imposto de Renda alcança 113,09%

O aumento de 4,52% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2020, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira, 12, provocou uma defasagem de 113,09% na tabela do Imposto de Renda (IR) em relação à inflação acumulada nos últimos 24 anos. O levantamento é do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).
No período analisado pelo estudo, de 1996 a 2020, o IPCA acumulou alta 346,69%, o que ultrapassa os reajustes nas faixas de cobrança do IR, que ficaram em 109,63%. Em 24 anos, somente em 2002, 2005, 2006, 2007 e 2009 a correção da tabela ficou acima da inflação. A última atualização aconteceu em 2015.
O Sindifisco explicou que partiu de 1996 para elaborar o cálculo porque foi nesse ano que a tabela começou a ter os valores computados em reais. À época, a isenção do IR beneficiava quem recebia até nove salários mínimos – esse teto caiu para 1,73 salário em 2021. O estudo do Sindifisco mostra que, se a correção da tabela tivesse acompanhado o IPCA, contribuintes com renda mensal de até R$ 4.022,89 não pagariam o tributo.
De acordo com o levantamento, o número de declarantes isentos seria o dobro, chegando a mais de 21,5 milhões de pessoas. Atualmente, a faixa de isenção está limitada a R$ 1.903,98.
“É uma política tributária regressiva, que acaba penalizando, sobretudo, aqueles contribuintes de mais baixa renda, na contramão do senso de justiça fiscal, e acaba aprofundando as desigualdades distributivas do País”, criticou o presidente do Sindifisco Nacional, Kleber Cabral.
Pela tabela atual, a alíquota de 7,5% de Imposto de Renda é aplicada aos contribuintes com rendimentos entre R$ 1.903,99 e R$ 2.826,65. De acordo com o estudo do Sindifisco, a correção pelo IPCA resguardaria a alíquota de 7,5% a quem recebe entre R$ 4.022,90 e R$ 5.972,39.
Consequentemente, as demais alíquotas – 15%, 22,5% e 27,5% – também necessitariam de readequação. Por exemplo, a mais alta delas (27,5%) é hoje aplicada aos contribuintes com renda acima de R$ 4.664,68. Corrigido segundo o IPCA, esse valor saltaria para R$ 9.996,73.
Henrique Castro, professor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), afirma que essa correção pode estar distante de ser implementada, “principalmente no momento atual”. “O governo teve gastos com a pandemia, com o auxílio (emergencial). Para corrigir a tabela, o governo perde arrecadação e, ao perder, precisa especificar uma outra fonte de recursos que vai compensar isso para os cofres públicos. Hoje, não tem”, explicou.
No entanto, Castro pontuou que a não correção pela inflação “acabou fazendo com que os mais pobres passassem a entrar na faixa de pagamento do imposto”.
Tabela do Imposto de Renda
Como é hoje
Até 1.903,98 isento
R$ 1.903,99 a R$ 2.826,65 7,50%
R$ 2.86,66 a R$ 3.751,05 15,00%
R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68 22,50%
Acima de R$ 4.664,68 27,50%
Como ficaria com a correção integral
Até R$ 4.022,89 isento
R$ 4.022,90 a R$ 5.972,39 7,50%
R$ 5.972,40 a R$ 8.000,66 15,00%
R$ 8.000,67 a R$ 9.996,73 22,50%
Acima de R$ 9.996,73 27,50%
Isenção maior foi promessa de campanha de Bolsonaro
A ampliação da isenção do IR é uma promessa de campanha de Jair Bolsonaro que nunca saiu do papel. Em 2019, o presidente retomou o assunto algumas vezes ao afirmar que a ampliação estava sendo estudada pelo governo.
Ele chegou a dizer que gostaria de aumentar a isenção da tabela do IR para quem ganha até cinco salários mínimos (hoje, R$ 5,5 mil) até o final de seu mandato. A ideia, contudo, já enfrentava resistência da equipe econômica em 2019, quando as contas do governo não estavam afetadas pela crise do novo coronavírus.
Em 2021, no seu primeiro dia de trabalho, o presidente afirmou que o Brasil estava “quebrado”. Para apoiadores, ele disse que não “consegue fazer nada” e citou como exemplo as mudanças na tabela do tributo.
A equipe econômica do governo, por sua vez, estuda incluir mudanças no Imposto de Renda nas próximas etapas da reforma tributária, como o aumento no limite de isenção e a volta da tributação sobre lucros e dividendos.
De acordo com Henrique Castro, essa reforma seria a alternativa para avançar nas correções do tributo. “Equaliza, tenta penalizar menos os mais pobres, e alguém vai pagar mais, os mais ricos.”
Para tornar o imposto mais progressivo, o especialista em Finanças propõe uma revisão das regras existentes no IR: passar a tributar dividendos, mudar os abatimentos – como com educação e saúde, “que são usados mais pela classe média” -, e criar uma nova faixa de contribuição, acima dos 27,5%, seriam algumas das opções.
Fonte! Chasque (post) publicado no sítio Contabilità. Abra as porteiras clicando em https://www.contabilita.com.br/defasagem-na-tabela-do-imposto-de-renda-alcanca-11309/
domingo, 10 de janeiro de 2021
12 orientações para iniciar a virada financeira em 2021
"Quando se aprofunda nos conhecimentos de educação financeira,
podemos ver que o problema não é o quanto se ganha, mas como se gasta"
Depois de um ano de 2020 totalmente atípico, todo mundo já foca a esperança em um ano de 2021 mais leve. Um dos pontos que são primordial nessa busca é o lado financeiro, que para muitos está muito fragilizado.
Importante lembrar que o próximo ano já se mostra complicado, com o fim dos benefícios governamentais e também com uma alta da inflação para itens básicos de nosso dia a dia. Ainda existe o risco do descontrole de gastos no fim de ano, com a euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar para o merecido descanso.
Além disso têm aquelas que já chegam com o começo do ano e complicam ainda mais as finanças - IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras. Por isso, nesse período é fundamental promover uma "faxina" financeira no orçamento, tentar minimizar esses gastos nos orçamentos e implantar imediatamente a educação financeira, fazendo com que esse problema não se repita.
Quando se aprofunda nos conhecimentos de educação financeira, podemos ver que o problema não é o quanto se ganha, mas como se gasta. Mas vamos às primeiras orientações:
1 - Registre mês a mês numa agenda, caderno ou de forma eletrônica os compromissos que ocorrerão em 2021 (aniversários, datas comemorativas como: Dia das Mães, Dos Namorados, Dos Pais, Das Crianças, além de compromissos como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar etc.);
2 - Para cada evento é preciso registrar o valor de intenção do investimento e de gasto;
3 - Se tiver prestações já assumidas, você deverá registrar, também, nos respectivos meses;
4 - No começo do ano faça reuniões com a família, inclusive as crianças, e converse sobre os sonhos realizados e os sonhos que querem realizar neste novo ano e nos próximos;
5 - Para cada sonho desejado é preciso que se registre o quanto custa, o quanto será guardado e por quanto tempo será realizado;
6 - Ter no mínimo três sonhos para cada membro da família (curto até um ano, médio até dez anos e de longo acima de dez anos). Para as crianças os sonhos possuem tempos diferentes: curto até um mês, médio até seis meses e longo até um ano;
7 - Nas famílias brasileiras, em pesquisas já realizadas, foi constatado que existem excessos de despesas de, em média, 20% (energia elétrica, água, alimentação, telefone, etc.). É preciso realizar um diagnóstico financeiro minucioso por categoria de despesa pelo período de 30 dias, incluindo até mesmo o cafezinho e as gorjetas. É dessa forma que você descobrirá para onde está indo cada centavo do seu dinheiro;
8 - Elabore um orçamento financeiro diferente dos últimos anos, que deverá ter a seguinte composição: Ganho (-), Sonhos e (-) Despesas, priorizar os sonhos antes das despesas é o segredo para realizá-los;
9 - Para que a realização dos sonhos seja possível, é preciso poupar (guardar dinheiro) para cada um, respeitando o tempo estipulado;
10 - Tenha bem claro onde investir o dinheiro para a realização dos sonhos (curto prazo - Tesouro Direto, caderneta de poupança; médio prazo - CDB, Tesouro Direto, fundos de investimentos, e longo prazo - Tesouro Direto, previdência privada e ações);
11 - Aprenda a comprar apenas o que é realmente necessário e elimine desperdícios. O consumo consciente é importante para todos;
12 - Ajuste sua vida financeira ao seu real padrão de vida, pois de nada adianta ter muitas coisas para ostentar se o resultado será ter dívidas e um futuro incerto. É preciso ter uma visão clara do que se pode ou não.
Fonte! Chasque (post) do educador financeiro Reinaldo Domingos, publicado no sítio oficial Administradores, em 08 de janeiro de 2021. Abra as porteiras clicando em https://administradores.com.br/artigos/12-orienta%C3%A7%C3%B5es-para-iniciar-a-virada-financeira-em-2021
sábado, 2 de janeiro de 2021
Geração fotovoltaica dobra no RS em 2020
![]() |
Investimentos gaúchos em energia solar já superam R$ 2,3 bilhões, com criação de mais de 13 mil empregos/Banco de Imagens Solled/Divulgação/JC
|
Nem mesmo a pandemia do coronavírus impediu que a geração de energia solar fechasse o ano com um crescimento vertiginoso no Rio Grande do Sul. A diretora da Solled Energia e coordenadora estadual da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), Mara Schwengber, informa que a capacidade instalada de sistemas fotovoltaicos gaúchos em janeiro de 2020 era de 266 MW e a potência da geração distribuída no Estado (produção de energia pelo próprio consumidor, modelo que é 97% sustentado pela fonte solar) na última semana de dezembro chegou na casa de 546 MW, conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
CEEE mantém plano de sair de fundo de pensão
![]() |
Para retirar o patrocínio, estatal tem que pagar quase R$ 1 bilhão Fernando C. Vieira AC S Grupo CEEE / Divulgação / JC |



