quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Garra Investimentos destaca a qualificação do assessor financeiro

A economista Kelly Hertel, diretora da Garra Investimentos, escritório XP Investimentos Corretora de Valores, destaca que a qualificação do assessor financeiro vai muito além da exigência da legislação. Atualmente, só podem exercer a profissão de agente autônomo de investimentos aqueles que forem aprovados pela prova da Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos Mobiliários, câmbio e mercadorias), estando devidamente autorizados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para tais fins.

Kelly Hertel, que é formada há 13 anos em Economia pela Pucrs e Mestre em Economia pela Ufrgs, explica que trabalhou por 9 anos como Consultora Financeira antes de fundar a Garra Investimentos.

“A Garra Investimentos atualmente trabalha exclusivamente com a distribuição e intermediação de ativos e valores mobiliários e tem como diferenciais o atendimento ao cliente, baseado no trinômio transparência, credibilidade e sigilo e na qualificação da equipe, que reúne profissionais com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro”, comenta.

Visando a realmente praticar o bom atendimento ao cliente, Kelly Hertel destaca que a Garra limita o número de clientes por assessor, tornando o cliente exclusivo. Para tanto, o escritório foca em investidores qualificados e grandes fortunas. Kelly Hertel afirma que a Garra não abre mão de manter uma relação totalmente transparente e ao mesmo tempo sigilosa com seus clientes, pois essas são condições para que os mesmos se sintam mais seguros e confiantes no trabalho do assessor financeiro. “A credibilidade acaba vindo junto com essas atitudes”, diz Kelly Hertel.

De acordo com a diretora, o importante é buscar formação e qualificação constantemente, pois assessoria financeira é acúmulo de conhecimento. “Nosso escritório incentiva todos os sócios e colaboradores a buscarem treinamentos específicos e até mesmo cursos no exterior, inclusive com políticas de apoio financeiro”, lembra Kelly Hertel, que acrescenta: “É desta maneira que nossos clientes conseguem perceber nossa qualidade”.

O projeto da Garra para o futuro é que todos os seus assessores tenham a certificação CFP (Planejador Financeiro), possibilitando que a empresa possa agregar ainda mais valor através do planejamento completo dos recursos dos clientes.

Kelly Hertel, que também reúne em seu currículo a pós-graduação em Administração, Controladoria e Finanças pela Decision/FGV, Especialização Internacional de Comunicação e Negociação Empresarial pela Harris School Chicago University e fluência em língua inglesa certificada pela Oxford College na Inglaterra, está agora de malas prontas para Nova Iorque, onde fará o curso Internacional de Gestão Financeira Corporativa no New York Institute of Finance.

Essa busca constante por conhecimento e cultura tem sido de fundamental importância no dia a dia do escritório, pois o tipo de serviço prestado pela Garra Investimentos exige muita sensibilidade e experiência, já que envolve os recursos financeiros dos clientes. 

Fonte! Chasque (reportagem) de Osni Machado, publicado no sítio oficial do Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS), no dia 25 de agosto de 2014. Abra as porteiras clicando em  http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=170832&codPai=65

Retrato de Jonathan Heckler - "Hertel fará o curso Internacional de Gestão Financeira Corporativa no New York Institute of Finance".

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Chasque do Conrado Navarro

Este chasque (recado) é do educador financeiro Conrado Navarro e é para os interessados que estão aquerenciados (morando) ou que estão de cruzada na maior Metrópole da América Latina (São Paulo):

"É com grande alegria que convido os amigos e leitores para um bate-papo comigo na Bienal do Livro, em São Paulo, nesta sexta-feira às 17h no estande da Editora Gente. O assunto será, é claro, educação financeira. Além disso, o livro "Dinheiro é um Santo Remédio" estará com excelente desconto. Que tal? Vamos aproveitar a oportunidade para conversar mais sobre dinheiro? Te espero lá"! 


A fonte é do sítio Facebook do próprio Conrado. Abra as porteiras clicando em https://www.facebook.com/conrado.navarro.

Aproveita e abra as porteiras do sítio do Conrado, o que me abriu as porteiras para a administração doméstica e educação financeira do meu rancho (casa) e da minha família: www.dinheirama.com.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Previdência começa a pagar hoje 13º salário

A Previdência Social começa hoje a pagar a primeira parcela do décimo terceiro salário
Notas de real: calendário de pagamento de agosto segue até 5 de setembro

Brasília - A Previdência Social inicia hoje (25) o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário.
 

Também começa nesta segunda o depósito dos benefícios da folha de agosto para os segurados que recebem até um salário mínimo e têm cartão com final 1, desconsiderando-se o dígito.

Para quem recebe acima do mínimo, o pagamento começa a ser depositado no dia 1º de setembro. O calendário de pagamento de agosto segue até 5 de setembro.

Na folha de agosto, a Previdência vai transferir para a economia dos municípios mais de R$ 13,9 bilhões referentes apenas ao pagamento da primeira parcela da gratificação natalina, o décimo terceiro salário.

Ao todo, mais de 27 milhões de benefícios terão direito ao abono em todo o país.

Além disso, a folha de agosto vai pagar mais de 31 milhões de benefício,s o que corresponde a cerca de R$ 29 bilhões.

Essa diferença entre a quantidade de benefícios da folha e o número de benefícios do abono ocorre porque nem todos os segurados têm direito a receber o décimo terceiro salário.

O valor total da folha, considerando o pagamento da gratificação natalina, ultrapassa R$ 43 bilhões. Não haverá desconto de Imposto de Renda (IR) nesta primeira parcela.

De acordo com a legislação, o IR sobre o décimo terceiro salário só é cobrado em novembro e dezembro, quando será paga a segunda parcela do benefício, informou o Ministério da Previdência Social.

O extrato mensal de pagamento de benefícios estará disponível para consultas na página do ministério na internet a partir do dia 25 de agosto e também nos terminais de autoatendimento dos bancos pagadores.

Fonte! Chasque publicado no sítio Portal Exame, no dia 25 de agosto de 2014. Abra as porteiras clicando em http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/previdencia-comeca-a-pagar-hoje-13o-salario

sábado, 23 de agosto de 2014

Chasque Bizarro 24! Cachorro comedor de ovelha...

O empregado da fazenda de um conhecido desembargador traz, por uma estrada em Bagé, um rebanho de ovelhas, quando surge pelo inóspito caminho uma Toyota Hilux reluzente.

Para na frente do campeiro e desce um cara de terno preto, camisa risca de giz, gravata vermelha e sapatos de couro de jacaré, que propôs:

– Meu nobre senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas tem neste rebanho, o amigo me dá uma?

O velho gaúcho pensa e meio desconfiado responde:


– Sim! Não são minhas, mas pago para o patrão.

Então o cara volta até a camioneta, pega um notebook, se conecta via celular à Internet e começa a pesquisar. 


Identifica a área do rebanho via satélite, calcula a criação de ovinos na região da fronteira, examina a média de abate, raças, quantidade de lã, baixa tabelas, cruza dados e depois de alguns minutos, diz ao campeiro: – O amigo tem 634 ovelhas neste rebanho e 32 estão prenhas.

O gaúcho admite que estava certa a quantidade de animais.

– Pode levar a ovelha que eu prometi!

O cara pega o bicho e o coloca no porta-malas da Toyota. Quando está fechando a tampa, o gaudério pergunta:

– Desculpe, mas se eu adivinhar a sua profissão, o amigo me devolve o animal?

Duvidando que acertasse, o cara concorda.


– O senhor é candidato a deputado! - diz o gaúcho.

– Incrível! Como adivinhou?

– Por quatro razões. 

– Quais?

– Primeiro, pela frescura da sua roupa. Segundo, parou sem que eu o chamasse. Terceiro, está bancando o esperto. E, quarto, nota-se que não entende nada de ovelhas.

Há um hiato e logo o empregado do desembargador ruralista arremata:

– Devolve já o meu cachorro!

Fonte! Chasque (texto) publicado por Marco A. Birnfel, na edição do Jornal do Comércio de Porto Alegre, edição do dia 22 de agosto de 2014.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

8 passos para ter tranquilidade financeira no futuro

Retrato: arquivo pessoal
Viver como se não houvesse amanhã não é uma boa estratégia financeira. Em uma década, a expectativa de vida do brasileiro passou de 71 anos para 74,6 anos, segundo dados do IBGE. Assim, um trabalhador que se aposentasse aos 65 anos ainda viveria mais uns dez anos, pelo menos.

Supondo que ganhasse o teto atual da aposentadoria do INSS, teria uma renda de R$ 4.390,24 por mês. Seria suficiente?

Como se preparar para viver com tranquilidade financeira na velhice é a proposta do e-book "Enriquecer e Envelhecer" (Andato Editora, R$ 6,62, venda exclusiva pela Amazon), do economista Luiz Calado, vice-presidente do Ibef-SP (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo) e do professor de Finanças do Insper Ricardo Humberto Rocha.

Brasileiro esquece que vai envelhecer

No livro virtual, os economistas alertam para o fato de que, no Brasil, há um problema cultural que impede a riqueza de chegar com mais facilidade.

Eles dizem que, quando as pessoas começam a gerar  renda com o trabalho e começam a ter sobra, elas não conseguem enxergar o ciclo de vida inteiro e querem comprar coisas rapidamente. "Pensam de forma imediata, e se esquecem de que vão envelhecer e precisarão de renda", diz Rocha.

O professor do Insper afirma que o cuidado começa nos pequenos gastos. "É comum as pessoas não se atentarem a eles. Elas só pensam que precisam ganhar mais do que ganham, mas nunca pensam que podem economizar", diz.

Ele dá um exemplo de alguém que vá num fim de semana com os amigos a uma pizzaria famosa que cobra R$ 70.

"Não precisa se privar da pizza, mas pode comprar e fazer em casa, gastando R$ 15. Isso faz sentido se você está fazendo um esforço para guardar dinheiro. No final das contas, esses pequenos buraquinhos podem render muita grana", diz.

"Não é para ninguém virar pão duro, mas é preciso ver no orçamento quantas vezes no ano eu posso ir até uma pizzaria famosa e ainda assim economizar."

A dica do professor é economizar no mínimo 10% da renda. Num mês de contas melhores, economize 20%. "As pessoas precisam criar algumas regras mentais para elas guardarem dinheiro", diz.
Leia, a seguir, alguns passos para economizar dinheiro:

Fazer o orçamento

Este é o primeiro passo para poder economizar dinheiro. Afinal, sem saber quanto ganha e quanto gasta, não é possível descobrir onde pode cortar gastos extras para começar a poupar e manter essa poupança.

Evite o desperdício

Tudo entra nessa conta: luz, água, banda larga, gastos com telefone, pacotes de TV, consumo inútil em shoppings. O professor Rocha diz que há pessoas que se iludem com uma falsa qualidade de vida, gastando mais do que podem. No fim, não sabem onde perderam tanto dinheiro.

Toda a família deve participar

 Feito o orçamento e decidido onde será implementada a economia, não adianta só o pai apertar os cintos e os filhos continuarem no mesmo ritmo de gasto. Ou os filhos sustentarem os pais que não se esforçam por ajudar. Toda a família deve se readequar aos novos padrões de consumo para que a poupança aconteça.

Fuja da falsa qualidade de vida

Dê preferência a gastos que lhe tragam alguma qualidade de vida hoje e no futuro. Nem sempre comprar é sinal de qualidade de vida. Exemplos: trocar o carro toda hora para manter o status social ou consumir sem ter dinheiro e se endividar no cheque especial são estratégias equivocadas.

Resista à tentação e siga rumo ao objetivo

A pessoa economiza e junta um bom dinheiro. Quando se dá conta do montante, porém, não resiste e sai comprando carro, fazendo uma viagem. Por isso é importante separar as reservas: uma para as despesas de curto prazo e outra, para garantir um futuro mais tranquilo.

Reinvente-se profissionalmente

À medida que o tempo passa, o profissional mais velho não consegue competir com o mais novo. Por isso, é importante ampliar sempre suas qualificações, como fazer cursos de mestrado para poder dar aulas, verificar se seu trabalho permite explorar nichos de mercado, prestar consultorias.

Adapte-se à sua nova realidade de vida

Cabe a cada pessoa entender sua nova fase de vida e se adaptar a ela, sem medo de abrir mão daquilo que um dia foi importante, mas hoje é desnecessário. Por exemplo: um casal de 40 anos que tenha 3 filhos pequenos precisa de uma casa grande; mas, quando esses filhos crescem e saem de casa, o casal pode se mudar para uma casa menor e diminuir seus gastos para aproveitar melhor a renda.

Enriqueça também por dentro

Fuja da armadilha de se achar velho e inapropriado para o mundo atual; ou, ao contrário, achar-se o senhor da verdade. Procure colaborar e ser útil para o mundo, ensinando o que sabe e aprendendo com as novas gerações. Essa também é uma maneira de se manter dinâmico e usufruir tudo o que conseguiu economizar.

Fonte! Chasque (reportagem) de Sophia Camargo, publicado no dia 03 de julho no sítio das finanças pessoais do Uol. Abra as porteiras: http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2014/06/03/8-passos-para-ter-tranquilidade-financeira-no-futuro.htm

sábado, 9 de agosto de 2014

Sem avanço na educação financeira

Além de terem o nível mais baixo de educação financeira, jovens entre 16 e 24 anos apresentaram piora nesse quesito em relação ao ano passado

Quando se esperava uma melhora na situação, barbas de molho. Em novo estudo da Serasa sobre educação financeira entre os jovens brasileiros, a velha preocupação: o índice de 2014, revelado nesta quinta-feira, mostra que o número de pessoas que poupam parte da renda caiu em todas as classes sociais. 
 

Os jovens entre 16 e 24 anos, além de terem o nível mais baixo de educação financeira, apresentaram piora nesse quesito em relação ao ano passado. Na segunda edição do Indicador de Educação Financeira (IndEF) 2014, elaborado pela Serasa e pelo Ibope Inteligência, que trabalha em uma escala de zero a 10, deu média 6 aos brasileiros, a mesma nota de 2013. Quanto maior o índice, maior o nível de educação financeira. Neste ano, no entanto, os jovens tiveram o pior desempenho. O grupo de 16 a 17 anos apresentou queda em relação à nota do ano passado: de 5,9 para 5,5. Os brasileiros que têm entre 18 e 24 também caíram na comparação com 2013, de 5,9 para 5,8. 

Composto por três subíndices, o indicador avalia conhecimento, atitude e comportamento. Para analisar conhecimento, é levado em conta o entendimento de conceitos financeiros. 

Na atitude, avalia-se como o entrevistado enxerga sua relação com o dinheiro e, por fim, o subíndice comportamento mede as ações do entrevistado no seu dia a dia – como, por exemplo, se ele gasta mais do que ganha, se guarda dinheiro e se planeja o futuro. No IndEF 2014, como em 2013, o subíndice conhecimento é o que alcança valores mais altos, seguido do atitude e, por fim, a dimensão comportamento.

O educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, mostra-se preocupado com o fato de os jovens sofrerem com a falta de educação financeira, resultado da inexperiência no trato com o dinheiro, dos impulsos consumistas e do excesso de facilidade na obtenção de crédito. 

Na opinião do especialista, a partir dos primeiros salários o jovem deve "construir o futuro com segurança, para ter a certeza de uma vida melhor, com mais qualidade e, no futuro, um aposentadoria tranquila". Para isso, é preciso uma mudança imediata na forma com que os jovens lidam com o dinheiro. É necessário aprender a planejar para realizar sonhos e objetivos, saber o quanto custam, quanto tempo levará para realizá-los, e, principalmente, quanto dinheiro será reservado por mês. 

Nota média dos brasileiros

Atitude2013: 6,3
2014: 6,3

Comportamento
2013: 5,2
2014: 5,1

Conhecimento2013: 7,5
2014: 7,4

Educação financeira2013: 6
2014: 6


 Fonte! Chasque da jornalista Maria Isabel Hammes, publicado no sítio oficial dop Clic RBS, no dia 08 de agosto de 2014. Abra as porteiras clicando em http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/economia/noticia/2014/08/maria-isabel-hammes-sem-avanco-na-educacao-financeira-4570595.html

Os retratos são do nosso arquivo pessoal. 

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Aposentados penam pelos valores recebidos

Durante os últimos 10 anos, os aposentados perderam muito em benefícios, por causa da correção monetária anual com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em comparação com os indicadores apontados pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI).
O cálculo é alvo de argumentação entre os especialistas, que contestam a recente reafirmação do Supremo Tribunal Federal (STF), no sentido de validar os índices fixados em reajustes realizados pelo INSS. Apesar da decisão, os aposentados não consideram que exista a preservação do valor real do benefício, que é garantida pela Constituição. 

A Constituição Federal de 1988 assegura aos beneficiários da Previdência Social o reajuste dos benefícios para preservar-lhes o valor real, ou seja, que mantenha o poder aquisitivo da data de concessão da aposentadoria ou pensão. Não significa que deva ter aumento proporcional ao reajuste do salário-mínimo, este que serve de base apenas para quem recebe um salário-mínimo de benefício, mas, sim, que deve ter o seu valor recomposto permanentemente para afastar as reduções decorrentes da inflação.

Vemos que na prática isso não acontece e que o poder de compra dos aposentados diminui com o passar dos anos. Em 2014, por exemplo, o índice de aumento das aposentadorias foi inferior à inflação.

Uma aposentadoria concedida pelo valor máximo de benefício pelo INSS em 1995, se corrigida, está bem distante do teto atual, que é de R$ 4.390,00. Como o objetivo da aposentadoria é a substituição da remuneração para o momento de algum infortúnio, falecimento do segurado, idade avançada, doença e outras razões que o impossibilitam de trabalhar, é razoável afirmar que os valores dos benefícios deveriam, pelo menos, se aproximar mais da renda obtida durante a atividade exercida. Também há que considerar os reflexos da inflação, que os reajustes anuais concedidos não têm tido o poder de repor.

Em 2015, o INSS pagará R$ 424,5 bilhões em aposentadorias, pensões e auxílios, valor que representa uma alta de 12,55% em relação à projeção de desembolsos para 2014, que será de R$ 377,2 bilhões. Trata-se do maior gasto da União. No ano passado, os gastos obrigatórios do INSS com esses pagamentos alcançaram R$ 349 bilhões, ante previsão inicial de R$ 343,7 bilhões. Para calcular os gastos do INSS, o governo utiliza basicamente três fatores: inflação; regra do salário-mínimo; e crescimento natural do estoque.

A União já divulgou a proposta de aumentar o salário-mínimo dos atuais R$ 724,00 para R$ 779,79 a partir de janeiro do ano que vem, uma alta de 7,71%. Pelas regras atuais, o ano de 2015 será o último no qual se adotará a atual fórmula de correção do mínimo, ou seja, variação da inflação do ano anterior e do PIB de dois anos antes. Isso foi definido pelo Congresso Nacional no início de 2011. Segundo o governo, dois terços dos 31 milhões de benefícios pagos todo mês pelo INSS são de um salário-mínimo. Em relação aos valores desembolsados, esses pagamentos representam 43% dos R$ 29 bilhões gastos mensalmente. Quem ganha acima do mínimo é que está perdendo mais, todos os anos.

Fonte! Este chasque (texto) é o editorial do Jornal do Comércio, de Porto Alegre (RS, da edição do dia 08 de agosto de 2014.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ex-jogador da NBA conta como perdeu os R$ 250 milhões conquistados durante a carreira

Antoine Walker já em fim de carreira, jogando pela D-League
Antoine Walker já em fim de carreira, jogando pela D-League
Na próxima semana, estreia nos Estados Unidos o documentário “Gone in an Instant” (algo como “Foi embora em um instante”), que conta a vida de Antoine Walker, ex-ala-pivô da NBA conhecido por ter perdido os 110 milhões de dólares (hoje R$ 250 milhões) conquistados na carreira de 12 anos na principal liga profissional de basquete do mundo.

Segundo Walker, o filme é um alerta para que jovens astros da NBA não cometam os erros dele durante a carreira. “Eu acho que a maioria dos atletas, nós temos caminhos parecidos pela vida e eu acho que eles podem se relacionar com a minha história um pouco mais", disse ele ao site Chicago Defender. O ex-craque explicou que apesar do público-alvo ser atletas, pessoas de "todas as esferas da vida" serão capazes de compreender a mensagem e usá-la.

Em 2011, Walker foi considerado culpado de várias acusações de débitos de apostas não pagos, que somavam 750 mil dólares (R$ 1,7 milhão). Com outras pendências, o ex-jogador disse que estava cheio de ver as pessoas especularem sobre como gastou toda a sua fortuna e decidiu fazer o filme.

No documentário, além de gastar muito em joias e roupas, Walker mostrou que era extremamente generoso e gostava de cuidar de todas as pessoas que considerava importantes em sua vida. Enquanto jogava, o atleta pagava estadias e passagens de pelo menos dez pessoas em suas viagens, que não eram da sua família. Para ele, seus pecados foram não saber dizer não e a falta de orientação financeira.

À ESPN, Walker detalhou como gastava seu dinheiro no início da carreira. "Eu lembro quando comecei minha situação. Eu estava comprando uma casa e um carro de 350 mil a 400 mil dólares. A casa pelo menos tem um valor e posso ganhar dinheiro em cima dela depois, mas o carro, uma vez que dirijo, ele já vale 250 mil dólares. São 100 mil dólares jogados fora. Dinheiro que eu não posso recuperar. Nós somos competitivos e tentamos superar os outros em tudo. E isso nos leva a tomar essas decisões ruins", completou.

Durante a carreira na NBA, Antoine Walker jogou por Boston Celtics, Dallas Mavericks, Atlanta Hawks, Miami Heat (conquistou o título de 2006) e Minnesota Timberwolves. Depois disso, ele ainda jogou mais dois anos em ligas menores. Hoje tem 37 anos e anunciou em agosto de 2013 que não tem mais dívidas. 


Fonte! Chasque (reportagem) de fundamento e o retrato foram publicados no sítio do Esporte Interativo. Abra as porteiras clicando em https://br.esporteinterativo.yahoo.com/noticias/ex-jogador-da-nba-conta-como-perdeu-os-r--250-milh%C3%B5es-conquistados-durante-a-carreira-145002876.html

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Não é fato isolado deste atleta americano. A grande maioria dos astros do futebol nacional, os que já penduraram as chuteiras, salvo raras exceções, estão com a bombacha só nos panos (sem dinheiro), pois a fonte secou (sem os polpudos salários) e além disso estão longe da mídia, esquecidos mesmo sendo ídolos no passado, muitas vezes condenados ao ostracismo e a pobreza....

Na vida do jogador (ídolo), na vida do torcedor, se não houver educação financeira entrando em campo e atitude com a administração dos ganhos, o caminho é a pobreza......

Valdemar Engroff 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Atitude 83! Um simples par de alpargatas... e nada mais!

Alpargata! pra mim um símbolo da frugalidade....
Bueno! Os bolichos (o comércio) criaram as datas ditas comemorativas...... quando tu menos espera, vem uma data pra comemorar (e pra gastar o teu rico dinheirinho)..... 

O natal que deveria ser a comemoração do nascimento do piá Jesus, na real é um banho de publicidade e propaganda do tipo "compre agora e parcele sem juros.... comece a pagar depois do carnaval".... e lá vai a manada para os bolichos, pros shopings e a gauchada.... com educação financeira na sola da bota (quero dizer SEM educação e SEM controle financeiro em seu rancho (casa)), vai comprando compulsivamente e se endividando cada vez mais a cada compra.

Lembro bem que uma das clientes da minha esposa, que tem bolicho junto com seus irmãos e mãe (um mini mercado), num mês de fevereiro estava furiosa. Chegava a "cuspir fogo"... 

A minha esposa perguntou o que havia acontecido.... ela respondeu que na semana antes do natal comprou uma camisa por R$ 249,99..... quer dizer R$ 250,00. E no evento de fevereiro, já tradicional na capital gaúcha, o "liquida Porto Alegre", a mesma camisa estava sendo vendida normalmente por..... R$ 49,99 (R$ 50,00). 

É como dizem os educadores financeiros: não rasgue dinheiro comprando na véspera de datas comemorativas. Se tu fores pros bolichos e te endividares nos festejos natalinos e do final de ano, não te esqueces que tem as férias de verão, o carnaval, os tradicionais impostos de início de ano (IPTU e IPVA) e em seguida aparece a publicidade do retorno à escola (material escolar), dos chocolates (páscoa), mães, namorados.....

E as datas não terminam.... daqui alguns dias teremos os dias dos pais e as caixas de correspondências dos nossos ranchos (nossas casas) já estão abarrotadas de chasques (folders) de propagando do compre.... compre.... e pague depois e parcelado sem juros e presenteie o seu pai....

Saindo do dia dos pais, a gauchada tem o setembro.... que antigamente era denominada de semana farroupilha.... mas ultimamente virou mês farroupilha (que começa em meados de agosto). É a "safra" das costureiras de pilchas, das indumentárias gaúchas, dos bolichos que vendem as vestimentas gaúchas (bombachas, vestidos de prendas, lenços de pescoço, camisas, camisetas), botas, alpargatas, chapéus, sapatilhas das prendas, os cavalos (e os apetreçhos de selaria e alimentação destes), a erva-mate e haja dinheiro para tantos fandangos e festejos nos acampamentos Rio Grande afora..... É preciso muito cuidado com os pilas no bolso da bombacha, para evitar que este bolso não fique só nos panos (para que tu não fiques literalmente sem dinheiro e/ou endividado)....

E o rodízio continua.... como não presentear a criançada no dia 12 de outubro???? Isso é quase impossível.... mas se consegue com um pouco de criatividade, controle, sem impulsos para comprar e educação financeira.... 

Vocês viram???? se fecha o rodízio com uma penca de datas criadas para que tu te esbalde (gaste a vontade) em compras muitas vezes abusivas, desnecessárias, para presentear alguém que talvez nem mereça o presente que está recebendo....

E o que o título tem a ver com este chasque (texto)???? A alpargata faz parte da indumentária do gaúcho, que a usa em vez da tradicional bota de couro ou chinelo de couro, sendo um calçado tradicional com sola de corda de sisal (hoje já tem a de sola sintética). 

E o que a alpargata representa??? Eu a classifico em bom gauchês como um símbolo de frugalidade. Isto quer dizer que, tu podes presentear alguém com uma simples lembrança, pelo simples fato de não deixar passar em branco uma data importante, sem precisar que tu te prejudique financeiramente gastando os teus cobres (teu dinheiro) em presentes caros, muitas vezes comprados em vésperas de datas ditas comemorativas, como as acima citadas, criadas pelo comércio.....

O penúltimo par de alpargatas que comprei foi em outubro do ano passado (após os festejos farroupilhas), por apenas R$ 20,00 (de sola sintética).... usei até fevereiro deste ano... até ela gastar. Usei todos os dias e em fevereiro deste ano comprei um novo par pelo mesmo valor.... que voltarei a usar depois do rigor do inverno gaúcho....

Temos lá em casa como regra não comprar nada parcelado. Se não tivermos como pagar a vista, nada de compras. Nada mesmo. Isto não quer dizer que somos ricos. Isto quer dizer que temos orçamento doméstico, que controlamos os nossos gastos e temos uma vida financeira organizada. Também não quer dizer que estamos indo a caminho de sermos ricos, pois começamos a nos planejar com um atraso de uns 25 anos (eu e a esposa)... e isto é muito tempo e tempo é dinheiro... Melhor para as nossas filhas, que desde poucos anos de vida estão encaminhadas com pequenos investimentos rumo à aposentadoria (e independência financeira) pois elas tem todo o tempo do mundo para continuar fazendo isso quando estiverem "caminhando com suas próprias pernas" (trabalhando e ganhando o seu dinheiro e o administrando de forma correta).

Fonte do retrato! http://programaraizesdopampa.zip.net/arch2005-11-16_2005-11-30.html

Saudações a todos

Valdemar Engroff