quarta-feira, 27 de março de 2013

Investimento - Corretora gaúcha recomenda cinco fundos imobiliários

Foto: Divulgação.

A Geral Investimentos lançou uma carteira de fundos imobiliários recomendados pela corretora de Porto Alegre. Este tipo de investimento tem ganhado popularidade.

As cotas de fundos imobiliários são negociadas no mercado à vista da BM&FBovepsa como as ações. Gestor da Geral Investimentos, Alessandro Barreto observa que os brasileiros têm historicamente um apetite por imóvel como investimento.

- O interesse deve crescer ainda mais, diante dos juros mais baixos, que reduzem a rentabilidade de aplicações mais tradicionais, além da necessidade de diversificar os investimentos para proteger patrimônio e ganhar mais no longo prazo.

Confira os fundos imobiliários recomendados pela Geral:

FUNDO IMOBILIÁRIO EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO (FAMB11B): Sede administrativa da Caixa Econômica Federal, o Edifício Almirante Barroso está localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Contrato revisional de aluguel com a Caixa Econômica Federal.

FUNDO IMOBILIÁRIO CSHG BRASIL SHOPPING (HGBS11): Administrado pelo Credit Suisse Hedging-Griffo, o fundo tem como principal objetivo auferir rendimentos pela aquisição de participação em diversos shopping centers.

FUNDO IMOBILIÁRIO HOTEL MAXINVEST (HTMX11B): O fundo administrado pela Brazilian Mortgages, tem como objetivo a aplicação dos recursos na aquisição de apartamentos em flats na cidade de São Paulo.

FUNDO IMOBILIÁRIO CSHG REAL ESTATE (HGRE11): O fundo administrado pelo Credit Suisse Hedging-Griffo investe principalmente em escritórios de alto padrão para locação.

FUNDO IMOBILIÁRIO CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BC (HGCR11): Administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo, o fundo tem como objetivo o investimento em empreendimentos imobiliários por meio de aquisição, preponderantemente, de Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”), desde que atendam a política de investimentos do fundo.

Fonte! Chasque publicado por Giane Guerra no seu sítio "Acerto de Contas", no dia 25 de março de 2013. Abra as porteiras: http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2013/03/25/investimento-corretora-gaucha-recomenda-cinco-fundos-imobiliarios/?topo=52,1,1,,171,77.

terça-feira, 26 de março de 2013

Após recorde, vendas do Tesouro Direto caem 63% em fevereiro

Em fevereiro, vendas de títulos do Tesouro Direto somaram R$ 236 milhões.
No 1º mês deste ano, vendas totalizaram R$ 630 milhões, valor recorde.


As vendas de títulos públicos por meio do Tesouro Direto recuaram 63% em fevereiro deste ano, quando somaram R$ 236 milhões, segundo números divulgados nesta sexta-feira (15) pela Secretaria do Tesouro Nacional. Em janeiro deste ano, haviam somado R$ 630 milhões.

No Tesouro Direto, criado em janeiro de 2002, os investidores pessoa física podem comprar títulos públicos pela internet, por intermédio de um banco ou corretora, sem precisar aplicar em um fundo de investimentos para isso.

Em fevereiro, o estoque total de títulos do Tesouro Direto alcançou R$ 9,41 bilhões, o que significa aumento de 1,1% em relação ao mês anterior (R$ 9,31 bilhões) e aumento de 20,3% sobre fevereiro de 2012 (R$ 7,82 bilhões).

Alto volume de vencimentos em janeiro
O alto valor de vendas de janeiro deste ano, segundo informou na ocasião o Tesouro Nacional, estava relacionado com o forte volume de vencimentos registrado no mês retrasado, no valor de R$ 1,02 bilhão. Boa parte destes recursos acabaram sendo reaplicados em títulos públicos, o que gerou o recorde registrado no mês retrasado.

Títulos mais procurados, prazo e novos participantes
Os títulos mais demandados pelos investidores em fevereiro foram os indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal), cuja participação nas vendas atingiu 66,3%, informou o Tesouro Nacional.

Os títulos prefixados (LTN e NTN-F) corresponderam a 22,3% do total e os indexados à taxa Selic (LFT), 11,4%, segundo a instituição.

"Em relação ao prazo de emissão, 46% das vendas no Tesouro Direto no mês corresponderam a títulos com vencimentos acima de 10 anos. As vendas de títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 25% e as com prazo entre 1 e 5 anos, 28% do total", informou a instituição.

Em fevereiro, de acordo com o governo, 4.042 novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto. O número total de investidores cadastrados ao fim do mês atingiu 338.327, o que representa aumento de 17,8% nos últimos doze meses, diz o Tesouro Nacional.

Cobrança do Imposto de Renda
No Tesouro Direto, assim como no caso dos fundos de investimento, há cobrança do Imposto de Renda. A aliquota do IR é regressiva em ambos os casos. Ou seja, quanto mais tempo os recursos ficam aplicados, menor será o IR pago pelo investidor.

Para aplicações de até seis meses, a alíquota do IR é de 22,5%, caindo para 20% entre seis meses e um ano. Se o prazo da aplicação superar um ano, mas ela for retirada antes de completar o segundo ano, o IR fica em 17,5%. Acima de dois anos de prazo, a alíquota é de 15%.

Fonte! Chasque publicado no dia 15 de março de 2013 no sítio do G1. Abra as porteiras: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2013/03/apos-recorde-vendas-do-tesouro-direto-caem-63-em-fevereiro.html

Ganhador de loteria gasta todo dinheiro e fica com apenas R$ 21 no banco

Com o dinheiro, o ex-gerente de TI comprou uma mansão, várias carros, um salão de cabeleireiro para a esposa e investiu em sua banda de rock   
             
SÃO PAULO - O que você faria se ganhasse na loteria? Se você respondeu que compraria tudo que deseja sem pensar é melhor ficar atento a história de Roger Griffths. O britânico de 42 anos conseguiu gastar cerca de R$ 6 milhões (2 milhões de libras) que ele recebeu de prêmio da Loteria Nacional, em 2005.
Com o dinheiro, o ex-gerente de TI (Tecnologia da Informação), comprou uma mansão, várias carros, entre eles um Porshe, colocou os filhos em uma escola particular, cuja a mensalidade era de aproximadamente R$ 30 mil por ano, fez algumas viagens, comprou um salão de cabeleireiro para a esposa e investiu em sua banda de rock.
Com a banda, ele gravou um CD que vendeu apenas 600 cópias, enquanto com o salão, ele teve prejuízo de cerca de R$ 12 mil por semana. Com isso, Griffths se viu obrigado a retirar o dinheiro que havia guardado no banco.
O ex-milionário Roger Griffths (de guitarra) e sua banda de rock (Reprodução/Facebook)
O ex-milionário Roger Griffths (de guitarra) e sua banda de rock (Reprodução/Facebook)
Para piorar a situação, a casa da família passou por um incêndio, obrigando que eles se mudassem para outro imóvel que era utilizado como investimento. Somado a isso veio a crise financeira. “Minha sorte acabou quando eu ganhei na loteria”, disse em entrevista ao Daily Mail.
Os problemas financeiros foram um dos motivos que levou o britânico a se seperar da esposa. Hoje, ele mora com os pais e afirma ter apenas R$ 21 no banco."Eu tinha tudo. Eu sinto vergonha de dizer isso, mas eu não fui inteligente o suficiente”, lamenta.

Fonte! Chasque de Karla Santana Mamona, publicado no dia 22 de março no sítio InfoMoney. Abra as porteiras: http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/planeje-suas-financas/noticia/2707189/ganhador-loteria-gasta-todo-dinheiro-fica-com-apenas-banco.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Atitude 69! Custa muito caro manter um carro! É assustador - Parte 2!

Bueno! Em fevereiro de 2011 trouxemos um chasque (postagem) pra gauchada, aqui neste sítio, com o título: "Atitude 40! Custa caro manter um carro! É assustador!".

Neste chasque trouxemos um levantamento minucioso no nosso "Audi popular da Fiat", um Uno Mille, ano 2004, modelo 2005, movido somente à gasolina..

Relembro  que comprei meu primeiro veículo (zero km) - um Uno Mille Fire 1.0 em janeiro de 2003. Dei uma boa entrada e um parcelamento em doze vezes. Em outubro de 2004, dei este veículo de entrada e comprei um outro Uno Mille Fire. Foi a maior burrada da minha vida, pois troquei um carro praticamente novo por outro zero km, dando mais R$ 5.000,00, totalizando um custo total nesta compra de R$ 19.700,00.

Mas desde a primeira abastecida, numa planilha excel, anoto TODOS OS ABASTECIMENTOS (sempre tanque cheio). E é aqui que o vivente começa a sentir no bolso da bombacha o que é manter um carro no seu dia-a-dia. Por isso os analistas em finanças pessoais são taxativos quando dizem que "o carro pode ser comprado desde que gere renda para o vivente". Não é o meu caso e não é o caso da maioria dos que compram carro absurdamente financiado e entopem as ruas das cidades com engarrafamentos gigantescos. Na real são os "carnês ambulantes", os "carnês com rodas"....

Quilometragem na última abastecida de 2012
Agora, dois anos após, vamos dar continuidade na explanação dos gastos, despesas somente com gasolina que este carro proporciona desde o dia 28 de outubro de 2004, quando saiu da concessionária e foi ao posto de gasolina mais próximo para a primeira abastecida (um verdadeiro estrago no bolso da nossa bombacha):
Ano       Litros  Vlr Médio     R$         R$ dia
2004     340,315    2,5180 =    793,19  12,20
2005  1.577,322    2,5390 = 3,962,71  10,86
2006  1.150,074    2,6445 = 3,041,41    8,33
2007  1.632,407    2,4756 = 4.041,15  11,07
2008  1.682,522    2,4944 = 4.196,82  11,50
2009  1.617,954    2,4751 = 4.004,63  10,96
2010  1.720,933    2,5302 = 4.354,36  11,93
2011  1.645,898    2,6594 = 4.377,16  11,99
2012  1.788,584    2,6189 = 4.684,13  12,83

Bueno! Desde a saída da agência autorizada da Fiat em Porto Alegre, a San Marino, no dia 28 de outubro de 2004, até a última abastecida de 2012, este veículo, em poder da minha família, consumiu a quantia de 13.156,010 litros de gasolina, ao preço médio de R$ 2,5430 o litro, totalizando um desembolso total de R$ 33.455,56. onde percorreu 200.583 quilômetros (quilometragem final 2012, na primeira abastecida de 2013, em janeiro). 

Mas, mesmo que o veículo seja de 2004. Que tenha sido adquirido em 2004, o levantamento completo é somente referente ao consumo de combustível, até 2008. A partir de 2009, TODAS AS DESPESAS foram contabilizadas, com a utilização da planilha DiSOP, uma ferramente de educação financeira criada pelo Contador e educador financeiro Reinaldo Domingues, como segue:

Item                                       2009        2010        2011       2012
- Combust. Lubrific........ 4.256,02  4.523,24  4460,57  4.845,00
- IPVA.......................     464,02     527,65    516,37     462,37
- Lavagem/pedágio/garage 253,00     217,60    144,00     237,00
- Manutenção...............1.290,11 1.461,10  1.085,00 1.798,00
- Pneus e Peças............2.940,21 1.815,00  2.486,22 1.865,50
- Multas...............  ...........        68,10   ............    102,95
- Seguro total............  1.351,32  1.291,34 1.196,37    953,85

Então tivemos gastos totais, de 2009 a 2012:
1 - 2009 - R$ 10.554,86
2 - 2010 - R$   9.904,83
3 - 2011 - R$   9.889,13
4 - 2012 - R$ 10.263,97

E nestes quatro anos então tivemos um gasto total de R$ 40.612,79. Um gasto médio anual de R$ 10.153,20.

Salientamos que estes dados são estáticos, pois não levamos em consideração a inflação anual. Os preços são nominais da época da efetivação das despesas.

Concluímos que podemos comparar um carro como um torneira permanentemente aberta, ou seja, mesmo que tu não o utilizes, ele está gerando despesas, tais como a sua desvalorização automática; o seguro que vai vencendo a cada dia que passa e assim por diante....

Com a continuação deste levantamento, concluo que:
1 - Estou desolado em só olhar para estes números. É assustador ver valores que vão saindo do bolso da bombacha. E olha, aí não tem financiamento nenhum. Mas se pegarmos o valor anual de R$ 10.000,00 anuais, incluídas todas as despesas do veículo e se formos dividir por quatro (são as pessoas que compõem minha família), teremos uma média de R$ 2.500,00 anuais por pessoa. Quero crer que provavelmente teríamos gasto este valor em deslocamentos (ônibus e taxi).

2 - Reafirmo o que está no chasque de 2011: "não posso sair de um carro popular para entrar num carro poderoso (poderoso no preço, no tamanho do tanque, no valor da manutenção, no valor do seguro, etc.). Nunca tive motivos para ostentar nada. Prefiro uma conta bancária no azul e investimentos financeiros, tanto no curto, médio e longo prazos.

3 - Mesmo assim com a quilometragem rodada, estou começando a investir pesado em manutenção. Isso quer dizer que um veículo mais novo está a caminho, mas sempre levando em conta o que diz o item anterior (2). Mas a premissa é parcelamento zero, juro zero e um veículo que caiba dentro das possibilidades financeiras da minha família, sem prejudicar os investimentos que visam a minha aposentadoria complementar, bem com a da esposa e das filhas.

Bueno! para ler o chasque anterior, abra as porteiras clicando em http://www.obolsodabombacha.blogspot.com.br/2011/02/atitude-40-custa-muito-caro-manter-um.html

A nossa planilha de abastecimentos já rendeu um chasque em importante sítio de finanças pessoais - o Dinheirama, que é comandado por Conrado Navarro (sócio findador) e especialista em finanças pessoais (educador financeiro). Recomendo que também leias. E para isso, abra as porteiras clicando em http://dinheirama.com/blog/2008/09/08/a-compra-do-carro-e-as-desculpas-esfarrapadas/.

Recomendo também que tu te tornes um leitor assíduo do sítio DINHEIRAMA, pois foi este que me abriu os olhos num primeiro momento para a educação financeira e as finanças pessoais.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura.

Telexfree - Esquema de pirâmide financeira chega no interior do Rio Grande do Sul


Imagem: Reprodução.
Procons do interior do Rio Grande do Sul já relatam registro de reclamações contra a Telexfree. A empresa atua no Brasil há cerca de um ano. Vende planos de minutos de telefonia para internet, com ligações ilimitadas para vários países. Promete ganho para quem promover o serviço postando anúncios em sites de classificados e redes sociais.

Gaúchos que investiram no esquema já procuram os órgãos para relatar prejuízos. Diretora do Procon de Porto Alegre, Flávia do Canto Pereira conta que na Capital ainda não há reclamações, mas em reunião da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor foi consenso que é um golpe de pirâmide financeira.

- Eles chamam as pessoas pelas redes sociais. O Telefree é golpe porque já há pessoas lesadas. As pessoas até ganham dinheiro no início, mas o esquema entra em colapso depois.

Há um processo administrativo no Ministério da Justiça. O esquema começou no Nordeste e já se espalhou por Estados como São Paulo. O Ministério da Fazenda pediu que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal investiguem a empresa.

O esquema de pirâmide é ilegal, considerado crime contra a economia popular. Só é vantajoso enquanto atrai novos investidores. Depois, não tem como cobrir o retorno prometido e entram em colapso.

Leia também: Leitora pergunta se o Telexfree é confiável

Fonte! Chasque de Giane Guerra, publicado no sítio Acerto de Contas no dia 21 de março de 2012. Abra as porteiras: http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2013/03/21/telexfree-esquema-de-piramide-financeira-chega-no-interior-do-rio-grande-do-sul/?topo=52,1,1,,171,e171.

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Nota do O Bolso da Bombacha! Dinheiro ná dá em árvore e este é suado para conseguir. Logo, avalie muito bem onde tu vais investir os teus suados cobres (dinheiro).

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura

 

quarta-feira, 6 de março de 2013

Mais da metade das jovens gaúchas tem independência financeira


Foto: Jefferson Bottega/Agência RBS.
Das gaúchas entre 20 e 30 anos, 53% já alcançaram a independência financeira. Destas, metade investe. Em relação a compras, 64% demoram no máximo uma hora em lojas. Um terço não fica mais de meia hora.

Estes dados estão em pesquisa da Rohde&Carvalho divulgada em parceria com a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. O levantamento mostrou ainda que seis em cada dez mulheres gaúchas que moram sozinhas já têm imóvel próprio.

Quanto ao consumo, 33% das gaúchas fazem prestações em várias lojas ao mesmo tempo. Já sete em cada dez acreditam que vale esperar as promoções.

E atenção: eletroeletrônicos e produtos de beleza são aqueles onde as marcas mais influenciam o público feminino na hora compra. E as mulheres da Classe A e B se declaram mais impactadas que as da Classe C.

Fonte! Chasque da jornalista Giane Guerra, publicado no dia 06 de março de 2013, no sítio Acerto de Contas. Abra as porteiras: http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2013/03/06/mais-da-metade-das-jovens-gauchas-tem-independencia-financeira/?topo=52,1,1,,171,77.

Observação:

Aos poucos vejo uma lampeão iluminado no final do túnel, pois, é de praxe lermos chasques (posts) na grande mídia e na mídia especializada, que falam do alto grau do endividamento do gaúcho e do brasileiro. Mas parece que a cultura sobre finanças e planejamento financeiro estão mudando.

O chasque da Giane é um bom exemplo a ser seguido.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Emater/RS-Ascar recertifica marcas de erva-mate

Arquivo: Emater / RS
A Emater/RS, por intermédio da Gerência de Classificação e Certificação, recertificou as marcas de erva-mate Ximango Nativa, Tradicional e Moída Grossa, produzidas pela Ximango Indústria de Erva-Mate, localizada em Ilópolis, na região alta do Vale do Taquari. A auditoria foi realizada com base no novo Manual para Certificação da Qualidade do Processo de Produção da Erva-mate, que define os requisitos a serem atendidos de acordo com as etapas referentes ao processo produtivo, abrangendo práticas agrícolas, acompanhamento técnico, atividade de transporte, industrialização, gestão ambiental e da qualidade, além de aspectos relativos à segurança dos trabalhadores.
 
Através de análises físico-químicas e microbiológicas, também foram verificadas as condições higiênico-sanitárias das marcas certificadas. A conformidade dos critérios de atendimento descritos no Manual são pré-requisitos para a obtenção do Certificado e do direito de estampar o Selo de Qualidade Emater/RS nas embalagens dos produtos. O Certificado emitido pela Emater/RS-Ascar é válido por três anos, desde que mantidas as condições originais da certificação, que são verificadas, periodicamente, através de auditorias de manutenção e análises físico-químicas. “Para a Emater, é uma grande satisfação conferir este certificado à Ximango, que foi uma das primeiras indústrias a aderir à certificação e continuar neste trabalho constante de aperfeiçoamento e melhoria do processo produtivo da erva-mate”, ressalta o gerente da Classificação e Certificação, Carlos Weydmann.

Além de garantir a rastreabilidade nas diversas fases de produção, diferenciar e valorizar o produto no mercado interno, a certificação da qualidade da erva-mate também é uma das estratégias para conquistar novos mercados, principalmente visando à exportação. “Para ganhar competitividade, é imprescindível que o produto possua um certificado de qualidade”, frisa o coordenador do Núcleo de Certificação de Produtos da Emater/RS-Ascar, Deniandro Rocha.


A Certificação da Qualidade do Processo de Produção da Erva-mate realizada pela Emater/RS-Ascar é voluntária, pioneira no País, e foi criada com o objetivo de qualificar um dos produtos símbolo do Rio Grande do Sul. “Ao adquirir uma erva-mate com o selo de Qualidade Emater/RS, o consumidor tem a garantia que o processo de produção, desde a lavoura até o ponto de venda, observou rígidas regras sanitárias e de higiene”, afirma Carlos Weydmann.

Fonte! Chasque publicado no Sítio eletrônico do JA (Jornal Agora), de Rio Grande - RS, do dia 21 de fevereiro de 2013. Abra as porteiras: 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Os erros dos milionários

Conheça as mancadas financeiras de quem tem muito dinheiro, e saiba como evitá-las.


Nascido em 1916, no bairro carioca de Botafogo, Jorge Eduardo Guinle, mais conhecido por Jorginho Guinle, era herdeiro de uma das famílias mais ricas do Rio de Janeiro no início do século 20. O famoso playboy brasileiro morou no hotel Copacabana Palace (fundado por seu tio, Octávio Guinle, em 1923) e gastou boa parte de sua fortuna, estimada em quase US$ 100 milhões, com festas luxuosas, viagens pelo mundo, presentes e mulheres, muitas mulheres. Guinle desfrutou da intimidade de atrizes de Hollywood como Rita Hayworth, Marilyn Monroe e Ava Gardner. Gabava-se por nunca ter precisado trabalhar na vida e sua autobiografia foi titulada Um século de boa vida. 
 
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Romário, Mike Tyson, Michael Jackson e Clodovil Hernandes:
exemplos de má gestão financeira
 
Guinle morreu aos 88 anos, em 2004, falido e morando de favor no hotel que já não pertencia mais à sua família. Histórias de pessoas que chegam a amealhar patrimônios bilionários, que depois são rapidamente dilapidados, são mais comuns do que se imagina. O ídolo pop Michael Jackson é o exemplo mais conhecido. Ao morrer, em 2009, suas extravagâncias haviam deixado para seus herdeiros uma dívida estimada em US$ 500 milhões. As estripulias do boxeador Mike Tyson, que desperdiçou seu dinheiro com limousines, mansões, festas e bichinhos de estimação nada baratos, como tigres-brancos, também ilustram a situação. 
 
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Jorginho Guinle, o maior playboy do Brasil, nunca trabalhou
e gastou boa parte de sua fortuna com festas, viagens e mulheres
 
Entre os brasileiros, o falecido costureiro Clodovil Hernandes e o vivíssimo ex-jogador de futebol Romário, atual deputado federal pelo PSB-RJ, entram na lista dos que perderam muito dinheiro com má gestão financeira. Segundo consultores, extravagâncias, maus assessores e escândalos são os principais responsáveis pelos problemas financeiros de celebridades. Não são apenas famosos que perdem fortunas por erros na gestão do patrimônio. No Brasil, há pelo menos uma dezena de ex-ganhadores de prêmios de loteria que empobreceram em poucos anos. Mas também existem aqueles que construíram suas fortunas com suor e trabalho, ou simplesmente herdaram, e não souberam preservar o patrimônio conquistado. 
 
Todos, sem exceção, cometeram alguns erros bem comuns. De acordo com Ernesto Leme, sócio responsável pela área de Wealth Management da Claritas Investimentos, é difícil mudar padrões de comportamento financeiro. “Existe o deslumbramento inicial, que vem acompanhado da dificuldade em gerir o patrimônio, muitas vezes por acreditar que, quando se tem dinheiro, não é necessário se preocupar com isso”, afirma Leme. Segundo ele, é importante que as pessoas entendam que, sem gestão, o dinheiro não dura para sempre. “Em geral, quem tem muito dinheiro não se preocupa com o futuro, e esse é um dos principais erros dos endinheirados”, afirma. A seguir, confira os principais erros de gestão de patrimônio segundo um estudo da Claritas:
 
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Deslizes que valem milhões
 
Conheça os erros mais comuns dos milionários, segundo estudo da claritas investimentos:
 
1 Comprar brinquedos sofisticados
 
O primeiro equívoco é comprar ativos que geram despesas recorrentes. São brinquedos sofisticados como carros de luxo, iates, helicópteros e apartamentos no Exterior. Quem trabalhou tem direito a alguns prazeres, mas é preciso lembrar sempre que esses mimos vão criar despesas fixas mensais que consumirão parte da fortuna. Há casos em que o patrimônio que gera despesas chega a representar 30% ou 40% do total de ativos. O máximo recomendado é a mobilização de 10%. Imagine alguém que disponha de R$ 100 milhões. Se esse milionário possui cerca de R$ 30 milhões em brinquedos caros – e, em geral, pouco utilizados –, gastará em torno de 20% ao ano do valor com o capricho, sendo metade em depreciação, metade em manutenção. Imaginando que a outra parcela do patrimônio tenha sido investida a uma taxa real de 5% ao ano, depois do desconto do Imposto de Renda (15%), cerca de R$ 2,5 milhões foram subtraídos do total da fortuna.
 
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2 Falta de planejamento tributário
 
Outro erro comum é desprezar o planejamento tributário, o que faz com que o endinheirado pague mais imposto do que deveria. Um exemplo é o do investidor que tem várias aplicações financeiras em bancos ou gestores diferentes, pois pagará Imposto de Renda separadamente sobre cada uma delas. Se agrupar seus investimentos em um fundo exclusivo, ele pagará menos imposto e ainda poderá compensar eventuais prejuízos, sem abrir mão da diversificação.
 
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3 Falta de planejamento sucessório
 
É comum pensar que basta fazer um testamento para tornar tranquila a transferência dos bens para a família em caso de morte. Não é bem assim. Há muitos casos de famílias que, durante a fase de inventário, ficaram sem os recursos necessários para as despesas do dia a dia ou que tiveram que tomar empréstimos bancários para arcar com os custos do próprio inventário. É para isso que existem os planos de previdência, que não entram no inventário, estando disponíveis aos beneficiários imediatamente. Para planos com patrimônio acima de R$ 5 milhões, é possível formar um fundo exclusivo, com taxa de administração menor do que a média de 3% cobrada pelos planos abertos. 
 
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4 Brincar no mercado
 
Além de perder dinheiro por não contar com a ajuda de especialistas, passar o dia focado nos investimentos pode causar prejuízos. É o caso do médico ou advogado que perderá caras horas de trabalho operando no homebroker. O custo de contratação de um profissional para gerir os investimentos é irrisório na comparação com as perdas que eles certamente irão sofrer.
 
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5 Alavancagem
 
Alavancagem nada mais é do que usar uma liquidez que você não tem para investir. O resultado pode ser uma perda dupla: ter prejuízo com a operação no mercado de capitais e ainda ter de arrumar dinheiro para devolver a quem emprestou. Há casos de milionários com uma Ferrari na garagem e que, da noite para o dia, ficaram sem recursos para pagar a conta de luz.
 
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 Fonte! Chasque de Patrícia Alves, publicado no sítio da Revista Isto É Dinheiro, no dia 15 de fevereiro de 2013. Abra as porteiras clicando em http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/112047_OS+ERROS+DOS+MILIONARIOS

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Pouco dinheiro faz muita grana

Se você mudar pequenos hábitos, economizará o suficiente para trocar de carro, reformar sua casa e até comprar um novo imóvel
 
 - Crédito: Ilustrações: Cláudio Duarte
Você já se deu conta de que economizando uma graninha em happy hour poderia, em pouco tempo, trocar de carro? se deixasse de ir ao restaurante com os amigos uma vez por mês, guardaria dinheiro suficiente para, em dez anos, adquirir a casa própria ou comprar um apartamento maior? A lógica é simples. Quanto antes você começar a investir, maior será o volume acumulado — e estamos falando em menos de uma década.

A desculpa de que não sobra dinheiro para os investimentos não cola. lembre-se de um dos principais mandamentos de finanças pessoais: o importante não é quanto você ganha, mas como gasta seus recursos. Aos 25 anos, parte do salário, mesmo que ele ainda seja baixo, costuma ficar comprometida com outros objetivos: compra do carro, prestações da casa própria, pósgraduação e viagens. Ainda assim, é possível fazer sobrar algum trocado.

Quer saber como? A pizza com refrigerante em casa, toda semana, custa cerca de 40 reais, considerando o preço da pizza mais a taxa de entrega cobrados pelos restaurantes da zona oeste de são Paulo. essa quantia acumulada em um mês representa 160 reais. Ao longo de um ano, o valor somado com rendimento de 0,71% ao mês alcançaria 2 042 reais. em cinco anos, somaria 9 702 reais, segundo cálculos de clodoir Vieira, economista-chefe da souza Barros corretora, de são Paulo.
Para ele, quando não está sobrando grana para as metas futuras, é preciso repensar gastos que caíram na rotina (veja simulações nas tabelas desta reportagem). A relações-públicas paulistana Karina Louzada, de 34 anos, começou a poupar desde os 19 anos, seguindo a recomendação dos pais.

Todo mês, ela deposita uma parte de seus rendimentos em dois planos de previdência. O primeiro deles foi contratado em 1993, logo que Karina arranjou um estágio, no primeiro ano de faculdade. Nessa época ela depositava menos de 50 reais, dinheiro que economizava assistindo a filmes em casa em vez de ir ao cinema.

Em 2003, ela passou a contribuir também para um segundo plano, ambos de perfil conservador, com a carteira concentrada em renda fixa. Hoje, funcionária de uma seguradora com atuação mundial e com o salário bem maior do que na época em que era estagiária, Karina resolveu aumentar os depósitos mensais para 173 reais e 250 reais, respectivamente, nos diferentes planos.

Com base nessa realidade, a seguradora prevê que, aos 60 anos, ela terá uma renda mensal vitalícia de 1 500 reais, somando os dois benefícios. “A quantia complementará outros rendimentos que me programo para ter lá na frente, quando me aposentar”, afirma.
 















































Sem Imposto de Renda 

 Uma parte dos gastos com diversão pode ser revertida para o planejamento futuro e render muito no longo prazo, pois os ganhos sobre o capital sempre são reinvestidos (juro composto).

Nesse caso, um dos produtos financeiros mais rentáveis é a previdência complementar. Muita gente ainda acha que o investimento em previdência é só para a aposentadoria. Esse produto financeiro oferece diversas vantagens para o pequeno poupador. Uma delas é tributária.

O imposto que incide sobre as aplicações de previdência é menor em relação às outras modalidades. Se você busca segurança em suas aplicações e pode deixar a grana render por mais de dez anos, para que as compensações tributárias realmente valham a pena, este é um investimento quase imbatível.

Uma simulação feita com 200 reais ao mês em plano de aposentadoria balanceado para jovens de perfil arriscado (com até 49% de renda variável em carteira) somaria 107 500 reais em dez anos, conforme cálculos da empresa Towers Watson, líder global de serviços profissionais.

É dinheiro suficiente para reformar com tranquilidade sua casa ou comprar um pequeno apartamento no interior. Uma das vantagens dos produtos de previdência Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é a ausência de incidência de Imposto de Renda (IR) durante os depósitos.

“Em dez anos com depósitos regulares, a taxa de administração do plano (se não superior a 1% ao ano) pode ser compensada pela rentabilidade livre de impostos durante os aportes”, explica Evandro Oliveira, consultor sênior da área de previdência da Towers Watson.

A partir dos 35 anos, as despesas fixas aumentam em função de moradia, carro e família. Ainda assim, seu salário tende a ser maior do que no início da carreira. É a hora de priorizar o aumento da reserva no investimento, principalmente se você começou com pouco.

Aportes de 800 reais em um plano de aposentadoria de perfil moderado (renda variável até 15%) somariam 229 600 reais em dez anos, segundo cálculos da Towers Watson. Com essa grana você pode comprar uma nova casa ou apartamento, ou então trocar de imóvel, se você busca uma moradia mais espaçosa.
 
Depois dos 40 

 Aos 45 anos, a recomendação é que o investidor assuma menos riscos porque seus compromissos financeiros e pessoais são maiores. Teoricamente, nessa etapa de vida a pessoa está no auge da carreira e seria possível poupar um pouco mais. Se aplicar 1 500 reais mensais em um plano de previdência conservador (100% em renda fixa), passada uma década, dos 45 aos 54 anos, essa reserva atingiria 241 700 reais. O cálculo para o acúmulo de recursos, entre 25 e 54 anos, considerou a migração da grana nas diversas fases da vida: da mais arriscada, no fim de dez anos, para a carteira moderada.

Novamente, passados dez anos, a pessoa migra do moderado para assumir uma carteira mais conservadora. Somando todos os valores acumulados em cada uma das etapas, ela chegará ao fim do período com 578 800 de reserva e poderá planejar tranquilamente o que fazer com o dinheiro.

O recurso não deve ser encarado como a reserva que você deve formar durante a fase mais produtiva de sua vida — ele representa as pequenas economias que são feitas ao longo dos anos, sem prejudicar seu padrão de vida e que vão lhe garantir grandes prazeres no futuro. É um bom dinheiro que exige somente economizar um pizza por semana ou uma ida ao restaurante por mês.
 
Como multiplicar seu dinheiro

Com depósitos mensais fixos você obtém uma boa grana ao fim de 10 anos. Os aportes sobem conforme a idade, porque sua capacidade de poupança tende a aumentar

Fonte! Chasque publicado no sítio da Revista Você S/A, por Adrina Aguilar, em 10 de julho de 2012. Abra as porteiras clicando em: http://vocesa.abril.com.br/organize-suas-financas/materia/dinheiro-planejamento-pouco-dinheiro-faz-muita-grana-704962.shtml?utm_source=redesabril_vocesa&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_vocesa.

As ilustrações contidas no chasque são de Claudio Duarte.
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Observação 1 - Para conseguir ver o conteúdo da última ilustração, clicar para ampliar.

Observação 2 - Um pouco de educação financeira é o suficente para perceber que as torneiras financeiras precisam ser fechadas. Segundo estes passos, do que tu NÃO deves fazer e os passos para fazer o dinheiro render estão muito bem explicados neste chasque.

Já vi em minimercado, o vivente comprar três latões de cerveja gelada .... e pagar com cartão de crédito.... no meio da semana.... é claro que isto nunca se deve fazer!

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Atitude 68! Comparação: Atleta profissional x torcedor de arquibancada!

Bueno! A Revista Isto É Dinheiro, edição  nº 796, do dia 16 de janeiro do corrente ano traz um chasque (reportagem) que me chamou atenção: "Ele Pilota o Dinheiro dos Atletas".

Crédito: Cultura Mix - http://www.culturamix.com.br
O chasque nos traz histórias de atletas, das mais variadas modalidades esportivas, que, ao ganhar "rios de dinheiro" (muito), guardam parte do muito que ganham para fins de aposentadoria. E o profissional da área de finanças citado é Pedro Boesel, que nos esportes é piloto de corridas e nas finanças é diretor da XP Sports, que é "uma divisão da corretora carioca especializada na gestão de fortuna de atletas e em menos de um ano já administra R$ 18 milhões do patrimônio pessoal de 42 atletas, de modalidades como Stock Car, MMA e futebol".

Sabemos todos que nas mais diversas modalidades esportivas, em especial no futebol profissional, muitos atletas, gabaritadas pelo seu talento dentro das quatro linhas, depois de pendurar as chuteiras, não enxergam nenhuma luz no final do túnel, pois, não se prepararam para a aposentadoria, ou seja, gastaram seus gordos ganhos com passivos patrimoniais, como mansões, carrões, e todo tipo de investimentos que não trazem renda.

A revista traz dados estarrecedores, onde "cerca de 50% dos atletas entram em falência depois de três anos de aposentadoria e o número sobe para 80% depois de cinco anos". Também traz uma tabela de investimentos para fins de aposentadoria, para quem ganha R$ 150 mil mensais, poupando 30% deste valor, com rendimento médio de 0,9% mensais:

Poupando por cinco anos:
> Valor acumulado: R$ 3,56 milhões
> Renda mensal vitalícia: R$ 32,35 mil
Poupando por dez anos:
> Valor acumulado: R$ 9,67 milhões
> Renda mensal vitalícia: R$ 87,8 mil
Poupando por quinze anos:
> Valor acumulado: R$ 20,16 milhões
> Renda Mensal Vitalícia: R$ 183,35 mil

Fora das quatro linhas

Bueno! Não sou atleta. Nunca joguei futebol nem em campo de várzea e milhões de gaúchos e brasileiros não são atletas e nunca serão. Estes, no máximo, estarão FORA das quatro linhas. Poderão estar nas arquibancadas dos estádios, dos ginásios, dos autódromos, torcendo (e ajudando a manter as instituições esportivas, seu time, seus ídolos, etc)...

E estes NÃO ganham RIOS DE DINHEIRO como um pequeno percentual de atletas profissionais ganha, como os atletas de ponta do futebol brasileiro e mundial.

Salientamos também que a vida produtiva dentro das quatro linhas de um atleta varia de doze até vinte anos (ou mais). É o espaço de tempo que este atleta tem para se preparar pra quando parar na atividade esportiva. No meu caso e no da grande maioria, deve-se trabalhar no mínimo 35 anos e, com esta qualidade de vida atual, apareceu a longevidade, fazendo com que a gente viva mais e mais.

Vivendo mais, NÃO PODEMOS FAZER como os atletas relapsos com o seu dinheiro. É preciso investir desde o recebimento do seu primeiro ordenado, do seu primeiro emprego, PARA FINS DE APOSENTADORIA.

Só que infelizmente a grande maioria ainda não acordou para este detalhe e não faz este investimento, fruto da falta de educação financeira.

Vamos diminuir os valores projetados pela Revista Isto É Dinheiro (acima), para quem ganha R$ 150 mil. Digamos que tu ganhes muito bem (R$ 15 mil mensais), poupando 30% deste valor, com rendimento médio de 0,9% mensais, então:


Meus pais: Seu Valdomiro com 79 anos e Maria Hedy com 74 anos de idade
 Poupando por cinco anos:
> Valor acumulado: R$ 356 mil
> Renda mensal vitalícia: R$ 3,235 mil
Poupando por dez anos:
> Valor acumulado: R$ 967 mil
> Renda mensal vitalícia: R$ 8,78 mil
Poupando por quinze anos:
> Valor acumulado: R$ 2,016 milhões
> Renda Mensal Vitalícia: R$ 18,335 mil

Vamos agora projetar para o torcedor que ganha pouco: apenas R$ 1.500,00 mensais, também investindo 30% e tendo um rendimento médio também de 0,9% mensais:

Poupando por cinco anos:
> Valor acumulado: R$ 35,6 mil
> Renda mensal vitalícia: R$ 323,50
Poupando por dez anos:
> Valor acumulado: R$ 96,7 mil
> Renda mensal vitalícia: R$ 878,00
Poupando por quinze anos:
> Valor acumulado: R$ 201,6 mil
> Renda Mensal Vitalícia: R$ 1,833 mil

Devemos lembrá-lo que, se começares a investir desde o primeiro salário, vais investir no mínimo 35 anos, podendo passar até dos 40 anos investindo. Aí muda de figura o valor acumulado pra quando tu realmente parares de trabalhar.


Outro dado que devemos levar em conta o que trouxe a mesma revista, da edição 775, de 15 de agosto de 2012: "o investidor deve economizar 300 vezes a renda mensal para se aposentar". Este mesmo dado foi trazido por Augusto Saboya, em palestra na Expo Money Porto Alegre,em dezembro de 2011.


Num raciocínio rápido, concluímos que:
1 - Para uma aposentadoria complementar de R$ 1.000,00, o capital necessário é de R$ 300 mil;
2 - O capital de R$ 600 mil nos garante uma aposentadoria complementar de R$ 2.000,00 e assim por diante. Basta fazer a projeção.

E então! Não vais te preparar para ter uma aposentadoria complementar???? Vais depender somente do benefício do INSS??? 

Cuidado! Pensando assim, tu vais depender financeiramente dos teus filhos na velhice (e dos teus genros e noras), assim com eu e meus irmãos  estamos dando guarida aos nossos pais, que são aposentados somente com um salário mínimo cada, ou seja, são condenados à pobreza permanente.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura