quarta-feira, 18 de julho de 2012

O INSS vale a pena!

Profissionais liberais, que pagam eles próprios a contribuição ao INSS, me perguntam se vale a pena a previdência social.
Resposta: sim, por, pelo menos, 4 razões:
  • primeiro, só no INSS tem o auxílio-doença, o salário-maternidade, a aposentadoria por invalidez e as aposentadorias especiais, para quem trabalha em atividades prejudiciais à saúde ou à integridade física, como trabalhos insalubres ou perigosos;
  • segundo, a previdência social do INSS é vitalícia e protegida da corrosão da inflação. Para quem diz que as aposentadorias maiores têm caído em número de salários mínimos, vale dizer que o poder de compra dessas aposentadorias tem sido rigorosamente mantido nos últimos quinze anos. É errônea a comparação em número de salários mínimos.  Não é a aposentadoria que está diminuindo, mas o mínimo que está ficando maior;
  • terceiro- e pouca gente sabe disso- para quem aplica em previdência privada só pode abater até 12% da renda na Declaração Anual de Imposto de Renda se contribuir também para o INSS;
  • por fim, sempre é bom diversificar quando falamos de projetos de longo prazo, como é a previdência. Assim, ter mais de uma fonte de renda na velhice é recomendável, especialmente uma sendo do governo e outra do setor privado.
Fonte! Este é um chasque (texto) de Renato Folador, publicado no seu sítio no dia 16 de julho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://blogs.band.com.br/follador/o-inss-vale-a-pena/.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Cadeia da erva-mate quer crescer

Levantamento liderado pelo Sindimate tem o objetivo de inspirar políticas públicas para incremento da produção no Estado

Sindimate pleiteia ao Piratini um fundo estadual para o setor
Crédito: KATIA MARCON / DIVULGAÇÃO / CP

Com expectativa de crescimento do consumo de erva-mate no Rio Grande do Sul de 10% nos próximos três anos, a cadeia produtiva tenta se organizar para suprir, pelo menos, a demanda estadual. O Sindicato da Indústria do Mate no Estado do Rio Grande do Sul (Sindimate) planeja, junto aos cinco polos ervateiros, pesquisa para levantamento de área, produção, variedades e investimentos no setor. A cadeia produtiva espera concluir o levantamento até agosto. Os dados serão tabulados por um grupo técnico formado por Emater, Univates e Sindimate. O objetivo é embasar políticas que ampliem o investimento em incremento de produtividade e expansão de área plantada, principais desafios do setor, que hoje ocupa cerca de 30 mil hectares. Os gaúchos consomem cerca de 60% da produção nacional, de 93 mil toneladas. A safra estadual gira em torno de 49 mil t. O restante é trazido, principalmente, do Paraná, o maior produtor nacional. 

Gaúchos consomem 60% da produção nacional de
erva-mate, de 49 mil t
Crédito: ROGÉRIO FERNANDES /
 DIVULGAÇÃO / CP
Para auxiliar no aumento da produção, o Sindimate pleiteia ao Piratini um fundo estadual para erva-mate, semelhantes ao Fundovits. Conforme o presidente do sindicato, Alfeu Strapassom, o estatuto já foi constituído e deve ser repassado até agosto para a aprovação do governador Tarso Genro. "Esperamos que até o final do ano o governador aprove", diz o dirigente.

Vice-presidente do polo ervateiro dos Vales, Fernando Heissler afirma a necessidade de pesquisa junto aos produtores. O polo deve começar o levantamento nesta semana. "A Emater diz que temos 5 mil ha plantados de erva-mate na nossa região, mas acho que não condiz com a realidade. Devemos ter, no máximo, 3 mil ha. Temos que acertar para que o setor tenha políticas adequadas", comenta.

Conforme levantamento do Sidimate, a produtividade média no Estado é de seis t/ha. A Emater é mais otimista e divulga média de 8,5 t/ha. "Temos cidades em que a produtividade chega a 15 t por hectare. Em alguns polos, temos produtores desistindo de plantar em função do rendimento baixo, como no de Planalto e Missões. No polo Nordeste, temos a situação contrária", expõe o engenheiro agrônomo da Emater, Ilvandro Melo. Ele acrescenta que, há dez anos, o RS tinha 38 mil ha plantados. A cultura perdeu espaço para a soja, mas a esperança de recuperar área pelo menos semelhante à da década passada persiste. "Importar erva do Paraná está ficando cada vez mais caro."

Fonte! Chasque publicado no jornal Correio do Povo de Porto Alegre, na edição do dia 15 de julho de 2012.

Bancos sugerem empréstimos mais caros ao cliente

Clique na imagem para ampliá-la
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor realizou uma pesquisa com os seis maiores bancos do País e encontrou dificuldade para contratar empréstimo pessoal e incentivo a opções mais caras de crédito. Também não informaram adequadamente o Custo Efetivo Total, que soma todos os custos que o cliente tem com a operação, desde juro até tributos.

As agências visitadas são do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander. O Idec solicitou um empréstimo de R$ 300 para ser quitado em cinco vezes. Três dos bancos - HSBC, CEF e Itaú - sugeriram o cheque especial, que é o segundo juro mais alto do mercado, atrás apenas do cartão de crédito.

Com exceção do Banco do Brasil, as outras instituições deram informações incompletas ou incorretas sobre o CET. Também foi identificada venda casada, com a obrigação de o cliente comprar um seguro.

O Idec também orienta o consumidor a verificar o prazo para pagamento. Quanto mais distante da data de contratação, mais caro custará o empréstimo.

Fonte! Chasque (texto e imagem) de Giane Guerra, publicados no seu sítio Acerto de Contas, no dia 16 de julho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2012/07/16/bancos-sugerem-emprestimos-mais-caros-ao-cliente/?topo=52,1,1,,171,13.

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Nota do sítio!

Quando inexiste a educação financeira, prevalece a atitudo imediata do empréstimo e do consequente endividamente.

Sem educação financeira, não se cria a reserva de emergência e muito memos o lastro de investimentos para comprar sonhos e fica muito mais dificel fazer uma reserva financeira para fins de aposentadoria complementar.

E, junto com o empréstimo, vem o endividamente e também o inevitável stress, mau humor, insônia e lá adiante, os problemas de saúde que poderiam ser evitados com um pouco de educação financeira no rancho (lar) das famílias gaúchas e brasileiras....

Valdemar Engroff - o gaúcho taura.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O fim do fator previdenciário

O tema retoma a pauta dado ao regime de urgência aprovado na Câmara, denunciando a mácula causada aos beneficiários da Previdência na era FHC, mantida pelo governo Lula, sangrando os valores de aposentadorias concedidas desde 1999, quando criado o fator.

Em casos concretos, ao verificar um trabalhador homem com requisitos da fórmula 95 (exemplo: 35 anos de trabalho e 60 de idade = 95 pontos) teria direito ao benefício correspondente a 100%; na regra atual esta aposentadoria em dezembro de 2008, 2009 e 2010, o resultado do fator previdenciário ocorreria no percentual de 87,4% (2008), 87,0% (2009), 86,7% (2010), respectivamente. Mantido como está, o prejuízo ao trabalhador corresponde a 13% no valor da aposentadoria, mesmo tendo ele 35 anos de trabalho ou mais. Fica claro que a revogação pura e simples do fator é inadmitida pelo governo.

Ao Congresso caberá construir alternativas para trabalhadores desempregados ou com tempo mínimo de contribuição, mas ausente a idade. Argumentos a favor do governo não faltam - por exemplo, o equilíbrio financeiro -, para restringir as alegadas aposentadorias precoces. Entretanto, o mesmo governo desconsidera que também precoce é o ingresso da massa trabalhadora no mercado de trabalho, portanto, a estes deverá haver a necessária proteção.

Uma alternativa ao fator foi o substitutivo do deputado Pepe Vargas, mantendo a possibilidade de trabalhadores se aposentarem com idade inferior aos 60 anos, com a incidência do referido redutor, cuja resistência ao projeto não foi do governo, mas sim das entidades sindicais, hoje visualizando ser o substitutivo uma alternativa viável e menos prejudicial.

Outros pontos seriam fundamentais para assegurar a igualdade com a revisão de benefícios já concedidos desde a criação do fator que possuam os elementos da nova regra (fórmula 95 homem/85 mulher), garantindo-lhes o correspondente a 100% em seus benefícios; excluir do cálculo a deflação; o valor da renda ser apurado com 60% dos maiores salários e não como hoje, o universo tão amplo de 80% desses; excluindo, com isso, os valores atualizados com menor expressão monetária. Terá também de existir alternativas para trabalhadores que já tenham implementado o tempo mínimo, mas não a idade.

É reconhecida a violência representada pelo fator, sendo momento de reparar as distorções para resgatar, a todos, uma melhor condição social.

Fonte! Chasque publicado no jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS), edição do dia 13 de julho de 2012, por pelo advogado Daisson Portanova.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Em Porto Alegre: Curso Especialização em Educação Financeira

Inscrições abertas de 03/09/2012 a 02/10/2012 do 1º Curso de Pós-Graduação com Especialização e EDUCAÇÃO FINANCEIRA DO RS.
 Fonte! Chasque publicado no sítio do Facebook de Everton Lopes. Abra as porteiras clicando em http://www.facebook.com/evertonablopes.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Como aprender a investir no mercado financeiro

A XP Investimentos está lançando a campanha nacional de conscientização financeira "Acorda Brasil". O objetivo é incentivar o brasileiro a comparar antes de comprar produtos financeiros. Com a ação, a XP espera conquistar mais 50 mil clientes em todo o Brasil e 10 mil só Rio Grande do Sul, o que geraria uma economia direta de R$ 20 milhões para os investidores gaúchos, apenas no primeiro ano.

A corretora irá fazer 5 mil palestras em 60 dias em 250 cidades do Brasil. Somente no Rio Grande do Sul, estão previstas 800 turmas. As palestras terão duração de uma hora e abordarão temas práticos. A ideia é ensinar o investidor a identificar taxas, rentabilidades, performances para que ele possa escolher o produto mais vantajoso e adequado ao seu perfil.

Gratuita, a primeira será sobre o tema Aprenda a Comparar antes de Investir no dia 25, 19h, na Rua Mostardeiro, 322 _ Térreo _ Loja 10, na Capital. As inscrições podem ser feitas no www.compareantesdeinvestir.com.br ou 0800 723 3700.

Fonte! Chasque publicado no Blog da Bela, no dia 20 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/blogdabela/2012/06/20/como-aprender-a-investir-no-mercado-financeiro/?topo=13,1,1,,,13.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Dérivés te convida: Palestra Finanças para Casais!


Diminuiu o ICMS para a erva-mate

Sandra e Tarso tomaram chimarrão com Müller, Beto Grill e Strapasson
Com muito chimarrão e almoço com sobremesa de mousse de erva-mate, os ervateiros gaúchos comemoraram, ontem, no Galpão Crioulo do Palácio Piratini, o fato do governador Tarso Genro ter assinado decreto que baixou a alíquota do ICMS sobre o setor de 17% para 7%, ao mesmo tempo em que instituiu no Palácio Piratini a Roda do Chimarrão. Com esta medida, todos os eventos no Galpão Crioulo do palácio e nos salões de recepção terão a bebida símbolo dos gaúchos, que será oferecida aos visitantes. Estavam presentes vários secretários do Estado, como Odir Tonellier, da Fazenda, Luiz Fernando Mainardi, da Agricultura, Ivan Pavan, do Desenvolvimento Rural, e Hélio Corbelini, do Meio Ambiente, o vice-governador, Beto Grill, o presidente da Fiergs, Heitor Müller, além de professoras que foram comemorar o Dia do Meio Ambiente. O presidente do Sindimate-RS, Alfeu Strapasson, agradeceu o apoio do governo ao setor e fez outras reivindicações, como a criação do Fundo Estadual do Mate, assim como existe o Fundo Estadual do Vinho, para maior desenvolvimento do setor, que hoje ocupa 13 mil pequenos produtores rurais. Garantiu que tanto o consumo interno quanto as exportações de erva-mate – para mais de 30 países  - estão crescendo,e é preciso aumentar a produção, o que pode ser feito sem prejudicar o meio ambiente. A diminuição do ICMS para a erva-mate foi uma compensação pelo produto ter sido retirado da cesta básica, onde não pagava o imposto.

Fonte! Chasque com o retrato, publicado no Jornal do Comércio de Porto Alegre - RS, na edição do dia 06 de junho de 2012, na Coluna Painel Econômico, por Danilo Ucha - 
ucha@jornaldocomercio.com.br. Retrato de Caroline Bicocchi / Palácio Piratini / JC.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Começa a valer norma que mantém plano de saúde para aposentados

Determinação vale também para demitidos sem justa causa

Entra em vigor nesta sexta-feira a norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que garante a manutenção do plano de saúde empresarial para funcionários aposentados ou demitidos sem justa causa.

De acordo com as novas regras, o aposentado que contribuir por mais de dez anos pode manter o plano pelo tempo que desejar. Quando o período for menor, cada ano de contribuição dará direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.

Já os trabalhadores demitidos sem justa causa podem permanecer no plano por um período equivalente a um terço do tempo em que foram beneficiários dentro da empresa, respeitando o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos.

A ANS definiu ainda que as empresas poderão manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva, desde que mantendo as condições de cobertura e rede do plano dos ativos.

Se todos estiverem no mesmo plano, o reajuste deverá ser o mesmo para empregados ativos, aposentados e demitidos. No caso da contratação exclusiva, os beneficiários continuarão protegidos, já que o cálculo do percentual de reajuste tomará como base todos os planos de ex-empregados na carteira da operadora.

A chamada portabilidade especial também está prevista na norma. Durante o período de manutenção do plano, o aposentado e o funcionário demitidos poderão migrar para um plano individual ou coletivo por adesão, sem ter de cumprir novas carências.

Confira abaixo a lista de perguntas e respostas publicada pela ANS para esclarecer dúvidas:

Quem tem direito a manter o plano de saúde?

Aposentados que tenham contribuído com o plano empresarial e empregados demitidos sem justa causa.

Para que planos valem as regras?
Para todos os planos contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656 de 1998.

Há alguma condição para a manutenção do plano?

Sim, o ex-empregado deverá ter contribuído no pagamento do plano e assumir integralmente a mensalidade após o desligamento.

Por quanto tempo o ex-empregado poderá ficar no plano?
Os aposentados que contribuíram por mais de dez anos podem manter o plano pelo tempo que desejarem. Quando o período for inferior, cada ano de contribuição dá direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.

Os demitidos sem justa causa poderão permanecer no plano de saúde por um período equivalente a um terço do tempo em que contribuíram para o plano, respeitado o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos ou até conseguirem um novo emprego que tenha o benefício de plano de saúde.

Como será feito o reajuste?
A empresa poderá manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva para eles. No segundo caso, o reajuste será calculado de forma unificada com base na variação do custo assistencial (sinistralidade) de todos os planos de aposentados e demitidos da operadora de plano de saúde.

Quem foi aposentado ou demitido antes da vigência da norma também será beneficiado?
Sim. A norma regulamenta um direito já previsto na Lei 9.656 de 1998.

A manutenção do plano se estende também aos dependentes?
A norma garante que o aposentado ou demitido tem o direito de manter a condição de beneficiário individualmente ou com seu grupo familiar. Garante também a inclusão de novo cônjuge e filho no período de manutenção da condição de beneficiário no plano de aposentado ou demitido.

Como fica a situação do aposentado que permanece trabalhando na empresa?
Neste caso, mantém-se a condição do beneficiário como aposentado.

Fonte! Chasque publicado no sítio do Correio do Povo de Porto Alegre - RS, no dia 01 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=428802