terça-feira, 17 de julho de 2012
Bancos sugerem empréstimos mais caros ao cliente
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As agências visitadas são do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander. O Idec solicitou um empréstimo de R$ 300 para ser quitado em cinco vezes. Três dos bancos - HSBC, CEF e Itaú - sugeriram o cheque especial, que é o segundo juro mais alto do mercado, atrás apenas do cartão de crédito.
Com exceção do Banco do Brasil, as outras instituições deram informações incompletas ou incorretas sobre o CET. Também foi identificada venda casada, com a obrigação de o cliente comprar um seguro.
O Idec também orienta o consumidor a verificar o prazo para pagamento. Quanto mais distante da data de contratação, mais caro custará o empréstimo.
Fonte! Chasque (texto e imagem) de Giane Guerra, publicados no seu sítio Acerto de Contas, no dia 16 de julho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2012/07/16/bancos-sugerem-emprestimos-mais-caros-ao-cliente/?topo=52,1,1,,171,13.
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Nota do sítio!
Quando inexiste a educação financeira, prevalece a atitudo imediata do empréstimo e do consequente endividamente.
Sem educação financeira, não se cria a reserva de emergência e muito memos o lastro de investimentos para comprar sonhos e fica muito mais dificel fazer uma reserva financeira para fins de aposentadoria complementar.
E, junto com o empréstimo, vem o endividamente e também o inevitável stress, mau humor, insônia e lá adiante, os problemas de saúde que poderiam ser evitados com um pouco de educação financeira no rancho (lar) das famílias gaúchas e brasileiras....
Valdemar Engroff - o gaúcho taura.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O fim do fator previdenciário
O tema retoma a pauta dado ao regime de urgência aprovado na Câmara, denunciando a mácula causada aos beneficiários da Previdência na era FHC, mantida pelo governo Lula, sangrando os valores de aposentadorias concedidas desde 1999, quando criado o fator.
Em casos concretos, ao verificar um trabalhador homem com requisitos da fórmula 95 (exemplo: 35 anos de trabalho e 60 de idade = 95 pontos) teria direito ao benefício correspondente a 100%; na regra atual esta aposentadoria em dezembro de 2008, 2009 e 2010, o resultado do fator previdenciário ocorreria no percentual de 87,4% (2008), 87,0% (2009), 86,7% (2010), respectivamente. Mantido como está, o prejuízo ao trabalhador corresponde a 13% no valor da aposentadoria, mesmo tendo ele 35 anos de trabalho ou mais. Fica claro que a revogação pura e simples do fator é inadmitida pelo governo.
Ao Congresso caberá construir alternativas para trabalhadores desempregados ou com tempo mínimo de contribuição, mas ausente a idade. Argumentos a favor do governo não faltam - por exemplo, o equilíbrio financeiro -, para restringir as alegadas aposentadorias precoces. Entretanto, o mesmo governo desconsidera que também precoce é o ingresso da massa trabalhadora no mercado de trabalho, portanto, a estes deverá haver a necessária proteção.
Uma alternativa ao fator foi o substitutivo do deputado Pepe Vargas, mantendo a possibilidade de trabalhadores se aposentarem com idade inferior aos 60 anos, com a incidência do referido redutor, cuja resistência ao projeto não foi do governo, mas sim das entidades sindicais, hoje visualizando ser o substitutivo uma alternativa viável e menos prejudicial.
Outros pontos seriam fundamentais para assegurar a igualdade com a revisão de benefícios já concedidos desde a criação do fator que possuam os elementos da nova regra (fórmula 95 homem/85 mulher), garantindo-lhes o correspondente a 100% em seus benefícios; excluir do cálculo a deflação; o valor da renda ser apurado com 60% dos maiores salários e não como hoje, o universo tão amplo de 80% desses; excluindo, com isso, os valores atualizados com menor expressão monetária. Terá também de existir alternativas para trabalhadores que já tenham implementado o tempo mínimo, mas não a idade.
É reconhecida a violência representada pelo fator, sendo momento de reparar as distorções para resgatar, a todos, uma melhor condição social.
Fonte! Chasque publicado no jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS), edição do dia 13 de julho de 2012, por pelo advogado Daisson Portanova.
Em casos concretos, ao verificar um trabalhador homem com requisitos da fórmula 95 (exemplo: 35 anos de trabalho e 60 de idade = 95 pontos) teria direito ao benefício correspondente a 100%; na regra atual esta aposentadoria em dezembro de 2008, 2009 e 2010, o resultado do fator previdenciário ocorreria no percentual de 87,4% (2008), 87,0% (2009), 86,7% (2010), respectivamente. Mantido como está, o prejuízo ao trabalhador corresponde a 13% no valor da aposentadoria, mesmo tendo ele 35 anos de trabalho ou mais. Fica claro que a revogação pura e simples do fator é inadmitida pelo governo.
Ao Congresso caberá construir alternativas para trabalhadores desempregados ou com tempo mínimo de contribuição, mas ausente a idade. Argumentos a favor do governo não faltam - por exemplo, o equilíbrio financeiro -, para restringir as alegadas aposentadorias precoces. Entretanto, o mesmo governo desconsidera que também precoce é o ingresso da massa trabalhadora no mercado de trabalho, portanto, a estes deverá haver a necessária proteção.
Uma alternativa ao fator foi o substitutivo do deputado Pepe Vargas, mantendo a possibilidade de trabalhadores se aposentarem com idade inferior aos 60 anos, com a incidência do referido redutor, cuja resistência ao projeto não foi do governo, mas sim das entidades sindicais, hoje visualizando ser o substitutivo uma alternativa viável e menos prejudicial.
Outros pontos seriam fundamentais para assegurar a igualdade com a revisão de benefícios já concedidos desde a criação do fator que possuam os elementos da nova regra (fórmula 95 homem/85 mulher), garantindo-lhes o correspondente a 100% em seus benefícios; excluir do cálculo a deflação; o valor da renda ser apurado com 60% dos maiores salários e não como hoje, o universo tão amplo de 80% desses; excluindo, com isso, os valores atualizados com menor expressão monetária. Terá também de existir alternativas para trabalhadores que já tenham implementado o tempo mínimo, mas não a idade.
É reconhecida a violência representada pelo fator, sendo momento de reparar as distorções para resgatar, a todos, uma melhor condição social.
Fonte! Chasque publicado no jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS), edição do dia 13 de julho de 2012, por pelo advogado Daisson Portanova.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Em Porto Alegre: Curso Especialização em Educação Financeira
Inscrições abertas de 03/09/2012 a 02/10/2012 do 1º Curso de Pós-Graduação com Especialização e EDUCAÇÃO FINANCEIRA DO RS.
Fonte! Chasque publicado no sítio do Facebook de Everton Lopes. Abra as porteiras clicando em http://www.facebook.com/evertonablopes. quarta-feira, 20 de junho de 2012
Como aprender a investir no mercado financeiro
A XP Investimentos está lançando a campanha nacional de conscientização financeira "Acorda Brasil". O objetivo é incentivar o brasileiro a comparar antes de comprar produtos financeiros. Com a ação, a XP espera conquistar mais 50 mil clientes em todo o Brasil e 10 mil só Rio Grande do Sul, o que geraria uma economia direta de R$ 20 milhões para os investidores gaúchos, apenas no primeiro ano.
A corretora irá fazer 5 mil palestras em 60 dias em 250 cidades do Brasil. Somente no Rio Grande do Sul, estão previstas 800 turmas. As palestras terão duração de uma hora e abordarão temas práticos. A ideia é ensinar o investidor a identificar taxas, rentabilidades, performances para que ele possa escolher o produto mais vantajoso e adequado ao seu perfil.
Gratuita, a primeira será sobre o tema Aprenda a Comparar antes de Investir no dia 25, 19h, na Rua Mostardeiro, 322 _ Térreo _ Loja 10, na Capital. As inscrições podem ser feitas no www.compareantesdeinvestir.com.br ou 0800 723 3700.
Fonte! Chasque publicado no Blog da Bela, no dia 20 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/blogdabela/2012/06/20/como-aprender-a-investir-no-mercado-financeiro/?topo=13,1,1,,,13.
A corretora irá fazer 5 mil palestras em 60 dias em 250 cidades do Brasil. Somente no Rio Grande do Sul, estão previstas 800 turmas. As palestras terão duração de uma hora e abordarão temas práticos. A ideia é ensinar o investidor a identificar taxas, rentabilidades, performances para que ele possa escolher o produto mais vantajoso e adequado ao seu perfil.
Gratuita, a primeira será sobre o tema Aprenda a Comparar antes de Investir no dia 25, 19h, na Rua Mostardeiro, 322 _ Térreo _ Loja 10, na Capital. As inscrições podem ser feitas no www.compareantesdeinvestir.com.br ou 0800 723 3700.
Fonte! Chasque publicado no Blog da Bela, no dia 20 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://wp.clicrbs.com.br/blogdabela/2012/06/20/como-aprender-a-investir-no-mercado-financeiro/?topo=13,1,1,,,13.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Diminuiu o ICMS para a erva-mate
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| Sandra e Tarso tomaram chimarrão com Müller, Beto Grill e Strapasson |
Fonte! Chasque com o retrato, publicado no Jornal do Comércio de Porto Alegre - RS, na edição do dia 06 de junho de 2012, na Coluna Painel Econômico, por Danilo Ucha -
ucha@jornaldocomercio.com.br. Retrato de Caroline Bicocchi / Palácio Piratini / JC.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Começa a valer norma que mantém plano de saúde para aposentados
Determinação vale também para demitidos sem justa causa
Entra em vigor nesta sexta-feira a norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que garante a manutenção do plano de saúde empresarial para funcionários aposentados ou demitidos sem justa causa.De acordo com as novas regras, o aposentado que contribuir por mais de dez anos pode manter o plano pelo tempo que desejar. Quando o período for menor, cada ano de contribuição dará direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.
Já os trabalhadores demitidos sem justa causa podem permanecer no plano por um período equivalente a um terço do tempo em que foram beneficiários dentro da empresa, respeitando o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos.
A ANS definiu ainda que as empresas poderão manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva, desde que mantendo as condições de cobertura e rede do plano dos ativos.
Se todos estiverem no mesmo plano, o reajuste deverá ser o mesmo para empregados ativos, aposentados e demitidos. No caso da contratação exclusiva, os beneficiários continuarão protegidos, já que o cálculo do percentual de reajuste tomará como base todos os planos de ex-empregados na carteira da operadora.
A chamada portabilidade especial também está prevista na norma. Durante o período de manutenção do plano, o aposentado e o funcionário demitidos poderão migrar para um plano individual ou coletivo por adesão, sem ter de cumprir novas carências.
Confira abaixo a lista de perguntas e respostas publicada pela ANS para esclarecer dúvidas:
Quem tem direito a manter o plano de saúde?
Aposentados que tenham contribuído com o plano empresarial e empregados demitidos sem justa causa.
Para que planos valem as regras?
Para todos os planos contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656 de 1998.
Há alguma condição para a manutenção do plano?
Sim, o ex-empregado deverá ter contribuído no pagamento do plano e assumir integralmente a mensalidade após o desligamento.
Por quanto tempo o ex-empregado poderá ficar no plano?
Os aposentados que contribuíram por mais de dez anos podem manter o plano pelo tempo que desejarem. Quando o período for inferior, cada ano de contribuição dá direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.
Os demitidos sem justa causa poderão permanecer no plano de saúde por um período equivalente a um terço do tempo em que contribuíram para o plano, respeitado o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos ou até conseguirem um novo emprego que tenha o benefício de plano de saúde.
Como será feito o reajuste?
A empresa poderá manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva para eles. No segundo caso, o reajuste será calculado de forma unificada com base na variação do custo assistencial (sinistralidade) de todos os planos de aposentados e demitidos da operadora de plano de saúde.
Quem foi aposentado ou demitido antes da vigência da norma também será beneficiado?
Sim. A norma regulamenta um direito já previsto na Lei 9.656 de 1998.
A manutenção do plano se estende também aos dependentes?
A norma garante que o aposentado ou demitido tem o direito de manter a condição de beneficiário individualmente ou com seu grupo familiar. Garante também a inclusão de novo cônjuge e filho no período de manutenção da condição de beneficiário no plano de aposentado ou demitido.
Como fica a situação do aposentado que permanece trabalhando na empresa?
Neste caso, mantém-se a condição do beneficiário como aposentado.
Fonte! Chasque publicado no sítio do Correio do Povo de Porto Alegre - RS, no dia 01 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em
http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=428802
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Endividamento atinge quase um quarto das famílias brasileiras, aponta estudo
Dívidas obrigam consumidores a reduzirem volume de compras
Quase um quarto das famílias se endividou mais do que deveria e foi obrigado a reduzir o padrão de vida ou a dar calote. Um estudo da consultoria MB Associados, com base na Pesquisa de Orçamento das Famílias (POF), do IBGE, mostra que 14,1 milhões de famílias comprometeram mais de 30% da renda mensal com dívidas.
Essa marca ultrapassa o limite saudável para o endividamento, pois 70% do orçamento vai para despesas básicas, como comida, habitação ou saúde, conforme mostra a POF. A maior parte dessas famílias superendividadas está na fatia menos favorecida da população: 5,8 milhões na classe C e 6,6 milhões nas classes D e E.
Na média, no entanto, o brasileiro comprometeu 26,2% da renda mensal com dívidas, diz o estudo da MB. Esse resultado é superior à média de 22% estimada pelo Banco Central, porque inclui gastos como crediário de loja sem parceria com banco e despesa à vista no cartão de crédito.
Na semana passada, o governo anunciou um pacote para estimular o consumo por meio do crédito, principalmente na compra de carros. Para José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB, o efeito do pacote será limitado pelo endividamento.
— É um número grande de famílias que ultrapassaram o limite, por isso o nó no mercado de crédito — afirma.
Nos últimos cinco anos, a expansão do crédito, com a entrada de novos consumidores, garantiu um crescimento robusto da economia. Mas, desde meados de 2011, o ritmo de concessão esfriou, à medida que a inadimplência crescia. Em abril, o calote atingiu o recorde de 7,6%.
Fonte! Chasque publicado no sítio do Clic RBS/Zero Hora, do dia 27 de maio de 2012. Abra as porteiras clicando em
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/05/endividamento-atinge-quase-um-quarto-das-familias-brasileiras-aponta-estudo-3771304.html.
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Nota do O Bolso da Bombacha!
Há muitos anos NÃO faço parte desta estatística (leia-se: financiamentos e compras parceladas), pois faz muitos anos que não faço dívidas pelo prazer ou impulso de comprar. Faço as minhas compras somente quando são necessárias e quando tenho dinheiro para tal, e, depois de estar quinze anos "casado" com o cartão de crédito, do mesmo "me divorciei"....
Há quatro anos tenho orçamento doméstico e desde então, muitos ralos de fuga dos cobres (dinheiro) da família foram estancados. Desde então TODOS os integrantes da minha família tem investimentos em previdência privada e acreditem, na bolsa de valores.
Dê um outro rumo na sua vida. Inverta esta jogada e dê outro norte na sua vida. Troque a palavra DÍVIDAS, por QUITAÇÃO das mesmas e depois por INVESTIMENTOS, para fins de APOSENTADORIA e/ou para COMPRA DE SONHOS (faça suas compras à vista com barganha de descontos).
Outra coisa superimportante: SHOPPING não é lugar adequado para passear. Este lugar é apropriado para FAZER COMPRAS (gastar dinheiro quando forem compras por impulso ou investir dinheiro quando for para compras planejadas).
Baita abraço
Valdemar Engroff - o gaúcho taura
Quase um quarto das famílias se endividou mais do que deveria e foi obrigado a reduzir o padrão de vida ou a dar calote. Um estudo da consultoria MB Associados, com base na Pesquisa de Orçamento das Famílias (POF), do IBGE, mostra que 14,1 milhões de famílias comprometeram mais de 30% da renda mensal com dívidas.
Essa marca ultrapassa o limite saudável para o endividamento, pois 70% do orçamento vai para despesas básicas, como comida, habitação ou saúde, conforme mostra a POF. A maior parte dessas famílias superendividadas está na fatia menos favorecida da população: 5,8 milhões na classe C e 6,6 milhões nas classes D e E.
Na média, no entanto, o brasileiro comprometeu 26,2% da renda mensal com dívidas, diz o estudo da MB. Esse resultado é superior à média de 22% estimada pelo Banco Central, porque inclui gastos como crediário de loja sem parceria com banco e despesa à vista no cartão de crédito.
Na semana passada, o governo anunciou um pacote para estimular o consumo por meio do crédito, principalmente na compra de carros. Para José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB, o efeito do pacote será limitado pelo endividamento.
— É um número grande de famílias que ultrapassaram o limite, por isso o nó no mercado de crédito — afirma.
Nos últimos cinco anos, a expansão do crédito, com a entrada de novos consumidores, garantiu um crescimento robusto da economia. Mas, desde meados de 2011, o ritmo de concessão esfriou, à medida que a inadimplência crescia. Em abril, o calote atingiu o recorde de 7,6%.
Fonte! Chasque publicado no sítio do Clic RBS/Zero Hora, do dia 27 de maio de 2012. Abra as porteiras clicando em
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/05/endividamento-atinge-quase-um-quarto-das-familias-brasileiras-aponta-estudo-3771304.html.
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Nota do O Bolso da Bombacha!
Há muitos anos NÃO faço parte desta estatística (leia-se: financiamentos e compras parceladas), pois faz muitos anos que não faço dívidas pelo prazer ou impulso de comprar. Faço as minhas compras somente quando são necessárias e quando tenho dinheiro para tal, e, depois de estar quinze anos "casado" com o cartão de crédito, do mesmo "me divorciei"....
Há quatro anos tenho orçamento doméstico e desde então, muitos ralos de fuga dos cobres (dinheiro) da família foram estancados. Desde então TODOS os integrantes da minha família tem investimentos em previdência privada e acreditem, na bolsa de valores.
Dê um outro rumo na sua vida. Inverta esta jogada e dê outro norte na sua vida. Troque a palavra DÍVIDAS, por QUITAÇÃO das mesmas e depois por INVESTIMENTOS, para fins de APOSENTADORIA e/ou para COMPRA DE SONHOS (faça suas compras à vista com barganha de descontos).
Outra coisa superimportante: SHOPPING não é lugar adequado para passear. Este lugar é apropriado para FAZER COMPRAS (gastar dinheiro quando forem compras por impulso ou investir dinheiro quando for para compras planejadas).
Baita abraço
Valdemar Engroff - o gaúcho taura
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