Bueno! Boleio a perna aqui no rancho pela primeira vez neste
ano da graça de 2016. Portanto, peço a tua permissão para te desejar um baita ano, principalmente nos teus desafios, nos teus
projetos e em especial na tua vida financeira, que seja próspera,
controlada mas sempre em busca dos objetivos e sonhos....
Faz uns três anos que um especialista em finanças pessoas
compartilhou uma planilha, onde propunha um depósito
(desafio) semanal, começando com R$ 1,00 na primeira semana,
R$ 2,00 na segunda semana..... até chegar na última semana do
ano com R$ 52,00.... totalizando R$ 1.378,00. O nome do
Esta semana, no sítio Facebook, vi chasque (matéria) semelhante. Deixei o meu depoimento por lá..... e estão "chovendo pedidos"
para que eu remeta a planilha, pois, para a minha comodidade, a
transformei em mensal. Abaixo está a planilha da minha filha
Bibiane, esta em formato crescente, como podem ver, onde os
depósitos mensais estão marcados em cores. Abra as porteiras
do sítio "Família", clicando em http://www.familia.com.br/economia/como-economizar-mais-de-mil-reais-ate-o-fim-do-ano-comecando-com-1-real
Bueno! Sintam se a vontade. Copiem a planinha e a colem num excel ou até word e principalmente, agora partam para a prática. Sou um eterno aprendiz. Não sou especialista em finanças pessoais mas minha vida é uma planilha excel. Meu orçamento de casa está orçado. Meu saldo no banco nunca é da cor do meu rival do futebol, o S. C. Internacional (vermelho). E eu me pago sempre antes, praticamente junto com os encargos sociais que me são diminuídos nos meus ganhos (salários). Ainda farei mais três postagens semelhantes. Mais uma igual a esta, mas no formato decrescente e duas que começam com R$ 4,00 por semana, sendo uma crescente e outra decrescente. Baita e cinchado (apertado) abraço a todos Valdemar Engroff | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Atitude 87! O desafio poupança semanal virou mensal - parte 1
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
NOVAS REGRAS PARA A ENERGIA SOLAR NO BRASIL
Foi aprovada através de Audiência Pública a RESOLUÇÃO NORMATIVA nº 687, de 24 de novembro de 2015 que altera a REN 482/12. Eu outras palavras o governo está facilitando para que as pessoas e as empresas possam produzir a sua própria energia com a luz do sol.
As principais alterações nas regras da REN 482/12 são as seguintes:
Conforme a nova redação dada ao Artigo 7º da REN 482/2012 pela nova REN 687/2015, os créditos de energia elétrica adquiridos por proprietários de micro e minigeração participantes do Sistema de Compensação de Energia Elétrica serão calculados com base em todas os componentes da tarifa de energia elétrica, ou seja, integralmente:
O consumo de energia elétrica ativa a ser faturado na unidade consumidora onde se localiza a microgeração ou minigeração distribuída é a energia consumida, deduzidos a energia injetada e eventual excedente de energia acumulado em ciclos de faturamentos anteriores.
Isso vale para as modalidades de consumo local, autoconsumo remoto e também geração compartilhada:
Para a utilização dos créditos de energia em local diferente da unidade a compensação deve ser realizada sobre todas os componentes da tarifa em R$/MWh;
Com isso, é eliminado o risco de perda de valor dos créditos de energia da micro e minigeração e assim viabiliza-se o modelo de negócio de geração compartilhada solar fotovoltaica. Uma grande conquista para o setor fotovoltaico.
Adicionalmente, a revisão da REN 482/2012 trouxe inúmeras melhorias importantes ao modelo de micro e minigeração do país, posicionando o Brasil na vanguarda das políticas de incentivo ao desenvolvimento da geração distribuída junto à população. As principais são:
- Estabelecimento das modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada.
- Possibilidade de compensação de créditos de energia entre matrizes e filiais de grupos empresariais.
- Sistemas de geração distribuída condominiais (pessoas físicas e jurídicas).
- Ampliação da potência dos sistemas fotovoltaicos de 1 MW para 5 MW.
- Ampliação da duração dos créditos de energia elétrica de 36 meses para 60 meses.
- Redução dos prazos de tramitação de pedidos junto às distribuidoras.
- Padronização dos formulários de pedido de acesso para todo o território nacional.
- Submissão e acompanhamento de novos pedidos pela internet a partir de 2017.
- Correção de obstáculos criados com pedidos de alteração de padrão de entrada, conforme nova redação do PRODIST:
a) for constatado descumprimento das normas e padrões técnicos vigentes à época da sua primeira ligação ou
b) houver inviabilidade técnica devidamente comprovada para instalação do novo sistema de medição no padrão de entrada existente.
O trabalho das empresas e das associações do setor foi essencial para esta conquista, e sem a contribuição de todos eles isto não seria possível. Parabéns a todos que participaram ativamente desta consulta pública que resultou na melhoria do mercado de geração distribuida de energia solar no Brasil.
Deixamos também um parabéns para ABSOLAR pois eles vem trabalhando neste projeto durante todo o ano de 2015 e esta foi sem dúvida uma das contribuições mais relevantes deles ao segmento de geração distribuída solar fotovoltaica.
Faça o download da REN 687/2015 aqui.
Atenção: a revisão da REN 482/2012 entrará em efeito a partir de março de 2016.
Fonte! Este chasque (matéria) foi veiculado no dia 02 de dezembro de 2015, no sítio Portal Solar. Abra as porteiras clicando em http://www.portalsolar.com.br/blog-solar/incentivos-a-energia-solar/novas-regras-para-a-energia-solar-no-brasil.html
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Aposentados do INSS que ganham acima do salário mínimo terão reajuste de 10,37% no ano que vem
Com
a previsão de elevar o teto previdenciário,
as outras faixas salariais
também serão mexidas
a partir de 2016. (Foto: Gustavo Roth/Folha Imagem)
|
Os 28,2 milhões de aposentados,
pensionistas e segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)
que recebem algum tipo de auxílio previdenciário em todo o País entrarão
o ano novo com benefícios reajustados. Tanto quem ganha o salário
mínimo, cerca de 21 milhões de pessoas, quanto os segurados com
benefícios acima do piso – 9 milhões de pessoas – terão os valores
corrigidos a partir de janeiro.
Pela proposta orçamentária para 2016, a
previsão é de elevar o salário mínimo de 788 reais para 870,99 reais.
Segundo a previsão do governo, o INPC fechará 2015 em 10,37%. Com isso, o
teto da Previdência subirá dos atuais 4.663,75 reais para 5.147,38
reais. O percentual de aumento para quem recebe acima do piso é baseado
na inflação acumulada de janeiro a dezembro deste ano.
Ao enviar a proposta de Orçamento de 2016
para o Congresso em agosto deste ano, o governo federal trabalhava com a
estimativa de aumentar o mínimo para 865,46 reais, considerando a
fórmula de valorização do piso.
O mecanismo determina que a correção leve
em conta a inflação acumulada do ano anterior acrescida à variação do
PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes, no caso o resultado de
2014 é de 0,1%. Com a previsão de aumentar o teto previdenciário, as
outras faixas salariais também serão mexidas a partir de 2016. Assim,
quem recebe hoje dois salários mínimos (1.576 reais) passará a ganhar
1.739,43 reais. (AD).
Fonte! Chasque (matéria) veiculado no sítio oficial do jornal O Sul (online), no dia 30 de novembro de 2015. Abra as porteiras clicando em http://www.osul.com.br/aposentados-do-inss-que-ganham-acima-do-salario-minimo-terao-reajuste-de-1037-no-ano-que-vem/
Gaúchos vão movimentar R$ 11 bilhões com pagamento do 13º salário
Especialistas orientam para um melhor uso do bônus que entra na economia a partir desta segunda
Mais de R$ 173 bilhões serão injetados na economia com o pagamento do 13º salário, segundo o Dieese. Só no Rio Grande do Sul serão R$ 11 bilhões. Basicamente os caminhos para uso do dinheiro são quatro a partir desta segunda, quando é paga a primeira parcela: pagar dívidas, comprar presentes para si e para os outros, guardar para pagar despesas de início de ano ou ainda investir. Pesquisa do SPC Brasil e CNDL mostra 57 milhões de brasileiros com o nome registrado em cadastro de devedores, o que significa 38,9% da população adulta.
O presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, assinala: “Só 5% dos brasileiros poupam. Os demais, ou estão com as contas equilibradas ou com dívidas.” Ele orienta os trabalhadores a aproveitar o 13º para rever a situação financeira. “Talvez destinar parte para o pagamento de contas e outra para a poupança, prevendo uma viagem futura”, sugere. Para o professor de economia da Faculdade Mackenzie Rio Marcelo Anache, a antecipação do 13º pode ser uma boa opção para quitar débitos, desde que as taxas sejam vantajosas. O economista da FEE Guilherme Stein também é favorável à quitação de dívidas. “É prudente que qualquer ganho adicional que o trabalhador tiver seja usado para quitar dívidas pendentes”, concluiu.
Compras devem ser bem planejadas
Engana-se quem acredita que boa parte do 13º salário não irá parar no comércio, apesar das dicas dos especialistas em investimentos. Segundo o SPC Brasil, quatro em cada dez brasileiros pretendem usar parte do bônus em presentes. A recomendação é que as compras de final de ano sejam bem pensadas e bem planejadas, evitando a criação de dívidas futuras.
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a dica é optar pelo pagamento à vista, mas se o parcelamento for inevitável é melhor adotar poucas parcelas, além de presentes mais baratos, como as famosas lembrancinhas. “Com o dinheiro na mão, o ideal é negociar descontos atrativos nas lojas”, observa. O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, admite que o consumidor está cauteloso e diz que o comerciante precisa fazer sua parte com promoções, opções de pagamento e atendimento diferenciado: “O consumidor na última hora não vai se privar de gastar. Talvez só gaste menos”. A Associação Gaúcha de Supermercados estima que esses estabelecimentos ficarão com 20% do valor que será injetado na economia.
Mais de R$ 173 bilhões serão injetados na economia com o pagamento do 13º salário, segundo o Dieese. Só no Rio Grande do Sul serão R$ 11 bilhões. Basicamente os caminhos para uso do dinheiro são quatro a partir desta segunda, quando é paga a primeira parcela: pagar dívidas, comprar presentes para si e para os outros, guardar para pagar despesas de início de ano ou ainda investir. Pesquisa do SPC Brasil e CNDL mostra 57 milhões de brasileiros com o nome registrado em cadastro de devedores, o que significa 38,9% da população adulta.
O presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, assinala: “Só 5% dos brasileiros poupam. Os demais, ou estão com as contas equilibradas ou com dívidas.” Ele orienta os trabalhadores a aproveitar o 13º para rever a situação financeira. “Talvez destinar parte para o pagamento de contas e outra para a poupança, prevendo uma viagem futura”, sugere. Para o professor de economia da Faculdade Mackenzie Rio Marcelo Anache, a antecipação do 13º pode ser uma boa opção para quitar débitos, desde que as taxas sejam vantajosas. O economista da FEE Guilherme Stein também é favorável à quitação de dívidas. “É prudente que qualquer ganho adicional que o trabalhador tiver seja usado para quitar dívidas pendentes”, concluiu.
Compras devem ser bem planejadas
Engana-se quem acredita que boa parte do 13º salário não irá parar no comércio, apesar das dicas dos especialistas em investimentos. Segundo o SPC Brasil, quatro em cada dez brasileiros pretendem usar parte do bônus em presentes. A recomendação é que as compras de final de ano sejam bem pensadas e bem planejadas, evitando a criação de dívidas futuras.
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a dica é optar pelo pagamento à vista, mas se o parcelamento for inevitável é melhor adotar poucas parcelas, além de presentes mais baratos, como as famosas lembrancinhas. “Com o dinheiro na mão, o ideal é negociar descontos atrativos nas lojas”, observa. O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, admite que o consumidor está cauteloso e diz que o comerciante precisa fazer sua parte com promoções, opções de pagamento e atendimento diferenciado: “O consumidor na última hora não vai se privar de gastar. Talvez só gaste menos”. A Associação Gaúcha de Supermercados estima que esses estabelecimentos ficarão com 20% do valor que será injetado na economia.
Fonte! Chasque (matéria) veiculado no sítio oficial do jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS), no dia 28 de novembro de 2015. Abra as porteiras clicando em http://correiodopovo.com.br/Noticias/Economia/2015/11/573272/Gauchos-vao-movimentar-R-11-bilhoes-com-pagamento-do-13-salario-
Fonte da arte! http://souservidor.blogspot.com.br/2015/07/inss-paga-13o-salario-para-aposentados.html
domingo, 22 de novembro de 2015
O clube peculiar dos acionistas milionários de Warren Buffett
![]() |
Ed Prendevillel
comprou ações da Berkshire Hathaway no início dos anos
80 por US$ 1.300
cada. Hoje, algumas delas valem US$ 200 mil
Photo:
Jason Andrew for The Wall Street Journal
|
Em uma noite de inverno em 1981, Ed Prendeville dirigia seu carro em Omaha, Nebraska, quando lembrou que Warren Buffett, um investidor sobre o qual tinha lido na faculdade, vivia naquela cidade.
Ele registrou a ocasião na memória e, dois anos mais tarde, o comerciante de trens de brinquedo colecionáveis reuniu dinheiro suficiente para comprar suas primeiras ações da Berkshire Hathaway Inc., por US$1.300 cada. Prendeville colhe, até hoje, os frutos dessa decisão.
“É a minha reserva de segurança”, diz o acionista de 64 anos, em referência às ações. Algumas delas hoje são negociadas por mais de US$ 200 mil cada.
Nos 50 anos desde que assumiu o comando da Berkshire, Buffett transformou uma fábrica têxtil em dificuldades em um enorme conglomerado que movimenta anualmente US$ 200 bilhões em receita, criando no processo uma legião de improváveis milionários, e até alguns bilionários.
Um desses acionistas é Frank Fitzpatrick, um advogado tributário de Lake Tahoe, no Estado americano de Nevada, apelidado de “Forty-Dollar Frank” (Frank Quarenta Dólares). Ele geralmente se apresenta usando esse apelido porque esse é o preço que pagou por suas primeiras ações da Berkshire.
Fitzpatrick lembra que no início de 1976 adquiriu cerca de 200 ações a esse preço e, quando as vendeu 14 meses mais tarde, elas haviam dobrado de valor. À medida que a ação continuava a crescer, ele lamentou a decisão e voltou a comprá-las a um preço ainda mais elevado. Desde então, “eu me habituei a voltar correndo para a Berkshire”, diz Fitzpatrick.
Em 1995, após a compra de uma casa à beira do lago Tahoe, Fitzpatrick diz que sua família se reuniu no deque e, abraçados, todos repetiam: “Obrigado, Warren.” Hoje, aos 72 anos, ele diz que usa parte de suas ações da Berkshire para financiar uma fundação educacional sem fins lucrativos e que vai deixar o resto para seus dois filhos.
A primeira leva de acionistas da Berkshire usou suas ações para financiar a educação dos filhos, comprar casas e cobrir garantias de empréstimos. Centenas de milhões de dólares de ações já foram doadas a universidades nas quais os acionistas estudaram, instituições culturais e de pesquisa médica.
À medida que esses investidores envelhecem com Buffett, que já completou 85 anos, eles também consideram a melhor maneira de repassar seus patrimônios. Buffett prometeu doar a maior parte de sua fortuna de US$ 62 bilhões para causas filantrópicas e já entregou mais de US$ 25 bilhões. Ele disse em uma entrevista ao The Wall Street Journal esperar que um “percentual elevado dos grandes acionistas individuais” façam o mesmo.
Para os acionistas da empresa, o presidente da Berkshire possui um carisma especial e seu poder de influência ajuda a explicar como muitos deles veem sua própria riqueza.
O investidor bilionário ainda vive na mesma casa que comprou em 1958 por US$ 31.500. Muitas vezes ele toma café da manhã de dois dólares em um McDonald’s perto de seu escritório e paga a si mesmo um salário de US$ 100 mil por ano. Muitas vezes, ele é visto dirigindo seu Cadillac pela cidade.
Como Buffett, os acionistas da Berkshire são um grupo incomum. Uma vez por ano, dezenas de milhares deles, de gestores de dinheiro e executivos de empresas a agricultores e rabinos, se reúnem em Omaha para a assembleia anual da Berkshire. Na ocasião, suas peculiaridades ficam expostas.
Em um jantar anual organizado por um pequeno grupo de acionistas durante a assembleia, a conta do restaurante é dividida entre muitos. Os garçons em Omaha dizem que os acionistas da Berkshire são mesquinhos na hora de dar gorjeta.
Antes de o número de acionistas atingir dezenas de milhares, Buffett costumava manter contato com cada um deles. A partir dos anos 70, à medida que a notoriedade de Buffett crescia, a base de acionistas da Berkshire disparou.
Há centenas de milionários da Berkshire só na área de Portland, no Estado de Oregon, graças a um gestor de recursos de lá, que teve a perspicácia de comprar ações em nome de clientes há quarenta anos.
O gestor de recursos, Mark Holloway, descobriu Buffett no início dos anos 70, depois que o famoso investidor Ben Graham, mentor de Buffett, aconselhou aos dois que se conhecessem. Buffett não tinha tempo, mas Holloway disse que começou a comprar as ações para si próprio e para os clientes da sua empresa.
Os clientes pagaram até US$ 400 pela ação e receberam, em média, não mais que 12 ações cada. Hoje, várias centenas deles são clientes milionários de Holloway, que continua administrando cerca de US$ 50 milhões de capital próprio e de seus clientes, diz.
Os acionistas que desejarem vender suas ações teriam de arcar com uma enorme conta fiscal, devido ao grande salto no valor das ações. As doações de caridade, no entanto, estão isentas de imposto e são dedutíveis de impostos federais. “A filantropia é uma maneira inteligente e boa de se livrar da ação, diz Andy Kilpatrick, autor de um livro de 1.286 páginas sobre a Berkshire.
Jim Halperin, um acionista que fundou uma empresa de leilões de moedas raras em Dallas, comprou suas primeiras ações da Berkshire em 1995, quando elas eram negociadas a cerca de US$ 30.000. Sua participação vale hoje cerca de US$ 19 milhões.
Halperin, 62, diz que reviu suas opiniões sobre a filantropia depois de Buffett anunciar, em 2006, que iria doar a maior parte de sua fortuna principalmente para uma fundação dirigida por Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft Corp. Halperin hoje doa cerca de 25% de sua receita anual para organizações locais de caridade e ele e a esposa também planejam doar a maior parte de sua fortuna.
Em março, Bill e Ruth Scott, residentes em Omaha, se juntaram à iniciativa de Gates e Buffett para instigar bilionários do mundo a doar pelo menos metade de suas fortunas para causas filantrópicas.
Scott foi o primeiro funcionário da empresa de investimento de Buffett no início dos anos 60 e passou sua carreira na Berkshire, acumulando ações suficientes para ficar muito rico. “Ruth, uma garota do campo, gosta de comparar uma pilha de dinheiro com uma pilha de esterco”, escreveram Bill e Ruth a Buffett. “Nenhum dos dois faz muito bem a não ser que você os espalhe.”
Fonte! Este chasque (reportagem) é de Anupreeta Das, publicado no dia 30 de outubro de 2015, no sítio em português do The Wall Street Journal. Abra as porteiras clicando em
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