sábado, 24 de maio de 2014

5 objetos que devem ficar fora da mesa de trabalho


Alguns itens podem tirar a concentração ou até mesmo causar constrangimentos, dizem especialistas

Alguns objetos que você deixa na mesa de trabalho podem tirar a sua concentração durante o dia e até acabar com a sua reputação perante os colegas de empresa. “O mais indicado para um ambiente corporativo é manter uma mesa clean, sem muitos enfeites ou bibelôs. É preciso que as pessoas entendam que esse ambiente não pode, e nem deve, ser confundido com o espaço da sua vida pessoal, já que a sua mesa é um lugar público”, diz Eliete Teixeira, personal organizer.

Não adianta pensar que como a mesa é sua tudo está permitido. “Uma boa analogia com o que pode, ou não, ser feito no ambiente de trabalho são as redes sociais. Por mais que o perfil seja seu, você não pode descuidar do que coloca ali porque todos estão vendo o que você posta. Da mesma forma o que você deixa sobre a mesa acaba tornando-se público”, ressalta Renato Grinberg, CEO da Currículo Autêntico.

A importância do local de trabalho é tanta que estudos apontam que exercer sua função em um lugar organizado já é um ótimo passo para que você seja mais eficiente e consiga agilizar as tarefas que dependem de você. Por isso, com a ajuda de especialistas, EXAME.com listou os artefatos que você deve deixar de lado quando o assunto é mesa de trabalho.

1. Papéis, papéis e mais papéis


Você é daqueles que acumula diversos papéis porque anota tudo neles? Pois então mude de estratégia. “Isso faz com que você, além de perder tempo, precise sempre procurar onde você anotou aquele telefone importante. Também passa a imagem de desorganização para quem trabalha ao seu lado”, avalia Grinberg.

Pode parecer exagero, mas quando há uma montanha de papel acumulado sobre a sua mesa, a sensação é de que você ainda tem muito trabalho por fazer, o que também não é bom. “Opte por um organizador de papéis, que deve ficar dentro da gaveta, apenas sobre a sua visão”, recomenda Eliete.

2. Acessórios

A mesma regra funciona para as canetas, o grampeador, os clipes e tudo mais que você deixa à vista. “Se você não for usar sempre, coloque junto com os papéis dentro da gaveta. Isso fará com que você tenha um ambiente mais aconchegante para trabalhar, já que ganhará espaço”, conta Eliete.

que você pode deixar a mostra? “O calendário e a caneta que você vai usar apenas. Você não precisa de nada mais”, pontua Grinberg.

3. Descarte as fotografias

Muita gente diz que ter fotos da família sobre a mesa ajuda no trabalho. Os especialistas discordam. “No ambiente de trabalho os porta-retratos acabam funcionando como uma bela distração, já que muitas vezes você irá se pegar admirando a fotografia”, diz Grinberg. Se você gosta de deixar alguns retratos por perto para relaxar em certos momentos, opte apenas por uma foto significativa. “Nada de ter a mesa forrada de fotografias”, alerta Eliete.

4. Esqueça o celular

O smartphone está todo o tempo em cima da mesa? Então guarde-o na bolsa, pois isso, certamente, vai tirar a sua atenção vez por outra. “Impreterivelmente ele vai tocar ou então você receberá uma mensagem. Isso, com toda certeza, vai distraí-lo, o que não é nada bom”, avalia Eliete. Hoje, com o uso cada vez mais frequente da tecnologia, você precisa ter força de vontade para saber quando você pode, ou não, fazer uso dela, diz a especialista.

5. Preferências pessoais

Nem o seu time do coração nem a religião que você segue precisam ficar expostos sobre a mesa. “Não deixe santinhos ou escudos de time sobre a mesa, pois isso gera piadinhas desnecessárias e pode até causar situações constrangedoras em alguns casos”, afirma Grinberg.


Chasque (postagem) de Lygia Haydée -www.exame.abril.com.br, publicado no sítio FBDE Nexion. Abra as porteiras clicando em http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=7500&nome=5+objetos+que+devem+ficar+fora+da+mesa+de+trabalho

Descubra como os recrutadores analisam o seu currículo


Você sabe o que os recrutadores procuram nos currículos dos candidatos? Não? Então descubra como o seu currículo é analisado pelas empresas

Recrutadores muitas vezes são um mistério para os candidatos. O seu currículo parece perfeito, mas mesmo assim você não foi chamado nem para a entrevista. Para evitar que isso aconteça, confira 5 coisas que quase todo recrutador analisa no seu currículo:

1. Quanto tempo ele lê o seu currículo?
Apesar de todo o carinho e dedicação que damos ao nosso currículo, os recrutadores o analisam em somente alguns minutos, às vezes segundos. Entretanto, isso pode variar do tamanho da empresa e quantos currículos eles receberam para aquela vaga. Mas, pelo sim ou pelo não, o melhor que você pode fazer é escrever um currículo objetivo e com as informações essenciais em destaque.

2. Para onde eles olham primeiro?
Grande parte dos recrutadores presta mais atenção onde eles querem que o currículo se destaque. Por exemplo: se a vaga requer alguém com boa fluência em alguma língua, o avaliador irá procurar pelos cursos de idioma que o candidato fez. Portanto, preste atenção à vaga que você está se candidatando e pense em qual habilidade sua pode ser a mais importante.

3. Quais elementos prendem a atenção?
Especialistas dizem que recrutadores procuram por algumas palavras chave nos currículos. Não é ruim ter um currículo padrão, porém, é interessante que você adapte-o dependendo da vaga. Olhe o site da empresa e veja o que eles valorizam nos funcionários e quais são os valores da companhia. Você não precisa copiar exatamente as mesmas palavras no seu currículo, mas entenda o “espírito” da empresa e encaixe na sua candidatura. Mas algumas habilidades gerais que quase todos os recrutadores pesquisam são capacidade de liderança, saber trabalhar em equipe e conseguir resolver problemas.

4. Como eles querem que o currículo esteja organizado?
A aparência do seu currículo é importante porque os recrutadores esperam ler um documento profissional. Portanto, não coloque fontes muito diferentes do comum ou mudanças muito drásticas. Entretanto, esse conselho não deve ser seguido muito à risca caso você trabalhe na área criativa. Nesses casos, um currículo inovador é um bom sinal.

5. O que faz os recrutadores descartarem um currículo?
Já que os recrutadores analisam o seu currículo por menos de 1 minuto, é essencial que ele cause uma boa impressão. Erros de linguagem, erros de digitação e gírias irão descartar o seu currículo imediatamente. Para evitar isso, peça para os seus amigos darem uma lida antes de você enviá-lo – eles podem ver alguma coisa que você tenha pulado.

Fonte! Este chasque (postagem) teve como fonte www.noticias.universia.com.br.
sendo publicado no sítio FBDE Nexion. Abra as porteiras clicando em http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=11037.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cartão de crédito, todos nós temos ou teremos um

Eles vieram para ficar, não são mais um modismo. São os cartões de crédito, “o dinheiro de plástico”. Atualmente, a posse de cartões entre a população com mais de 18 anos de idade, em onze das principais capitais brasileiras, atingiu 76%, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O inusitado, agora, é que os consumidores que compõem as classes C, D e E ampliaram sua presença no mercado de cartões e detiveram 60% dos plásticos ativos no Brasil no final do ano passado, segundo estudo do Itaú Unibanco. 

Em 2010, o número chegava em 50%. Já os clientes da classe A diminuíram sua participação, passando de 10% em 2010 para 3% atualmente. No caso da classe B, o percentual foi reduzido de 42% para 37%, na mesma base de comparação. Com os novos instrumentos, sobretudo contas pré-pagas, os consumidores já começam a ter experiência no mundo de cartões e têm apetite maior para produtos desta natureza, começando a se habituar a consumir – e a se endividar –  mais produtos digitais. Com o tempo, esse cliente deve migrar das contas pré-pagas para cartões. Essa migração importante deve continuar aumentando a representatividade das classes C, D e E em cartões de crédito, segundo especialistas do setor.

O gasto médio por cartão de crédito no Brasil cresceu 23% entre 2010 e 2013, passando de R$ 566,00 para R$ 699,00 mensais. Também as mulheres aumentaram sua presença nos cartões de crédito, ainda segundo estudo do Itaú. A presença do público feminino foi a 53% em 2013 ante 48% em 2010. O número de clientes de cartões de crédito pessoa física que afirmou ter usado o plástico, nos últimos dias, avançou 4 p.p. no período de referência, passando de 60% para 64%.

Não surpreende, então, que o mercado de cartões de crédito e débito deve crescer em média 17% ao ano até 2016. O maior crescimento deve vir dos plásticos de débito que devem avançar 20%. Já o aumento dos cartões de crédito deve ser de 15%. Os meios eletrônicos de pagamento já respondem por 50% do volume financeiro gasto por mês pelo brasileiro, apresentando uma evolução de participação gradativa frente aos 42% de 2011. Esse ganho foi obtido com a redução da representatividade dos demais meios de pagamento, como dinheiro, cheque, boleto bancário e carnê. A fatia de dinheiro em uso foi a que mais reduziu no período, recuando de 43% para 37%, enquanto a participação do cartão de débito subiu de 19% para 23%, ainda segundo a pesquisa.

No auge da sua popularidade, o comediante estadunidense Jerry Lewis, que fez dupla, em diversos filmes, com o também ator e cantor Dean Martin, aparecia em uma produção mostrando sua carteira com pelo menos 15 cartões de crédito. Isso lá pelos anos de 1960, quando o “dinheiro de plástico” ainda não era popular no Brasil. Isso só ocorreria pelo menos 20 anos depois. Hoje, quem não tem pelo menos um cartão de crédito? O fato é que todos nós temos ou teremos, pelo menos, um cartão de crédito, com validade até internacional, uma boa comodidade. Porém, a facilidade é de tal forma que muitas pessoas têm três ou quatro cartões no Brasil.

Fonte! Este chasque é o editorial do Jornal do Comércio de Porto Alegre - Rs, da edição do dia 10 de abril de 2014.

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Nota do sítio O Bolso da Bombacha!

1 - Já tive cartão de crédito antes de ter a consciência e a educação financeira na minha família. Era de um grande banco, com afinidade ao meu time do coração;

2 - Depois de estar "casado" com o cartão por uns 16 anos, pagando religiosamente em dia, "quebrei" o contrato pois o "negócio" era muito bom para a empresa de cartões (e o banco) e péssimo pra mim;

3 - Bastava ler as "obrigações" na fatura, tais como "juros e multas por atraso num percentual de R$ 14,99% ao mês", visto que a maioria das aplicações financeiras não dão este rendimento em um ano....;

4 - É um impulso suprimido um cartão de crédito que não existe no bolso da minha bombacha. Só faço as minhas compras à vista e de preferência, somente se o bem a ser adquirido é indispensável e se tem dinheiro, pois o parcelamento é zero;

5 - Somente em caso de renovação de seguros (veículo), me permito o parcelamento, pois (de forma errada) as seguradoras cobram o seguro em quatro vezes sem juros e não permitem o desconto quando me proponho a pagá-lo à vista;

6 - Uma das avenidas percorridas pelos seriamente endividados (e falidos consumidores) é via dívidas com o cartão de crédito, que tem os juros mais salgados deste terra que chamamos de mundo;

7 - Cheguei a conclusão que NÃO PRECISO MAIS E NÃO VOU TER MAIS CARTÃO DE CRÉDITO!

Valdemar Engroff 

Bancos perdem batalha na guerra que pode custar R$ 341 bilhões

SÃO PAULO - Os bancos consideram que uma batalha foi perdida no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas consideram que ainda não perderam a guerra, segundo fontes do setor. O potencial de perdas em caso de derrota final já cuega a R$ 341 bilhões, segundo cálculo do Goldman Sachs.

Uma pessoa que acompanha o assunto lembrou que, a despeito de a deliberação do STJ não ter sido positiva para os bancos, não há impacto imediato para as instituições. E os bancos devem recorrer da decisão.

Além de ainda restar o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), há a questão da representatividade dos poupadores. Na semana passada, o Supremo decidiu que apenas pessoas associadas às entidades que entraram com o processo poderão executar a ação. Isso limita a abrangência do processo.

Para Frederic De-Mariz, analista de bancos do UBS, ainda não é possível saber o impacto real da decisão. "Se o STF julgar que os bancos simplesmente aplicaram o que o Banco Central na época pediu e decidir que a ação dos poupadores é inconstitucional, a ação caducaria", lembra De-Mariz.

Goldman Sachs. A decisão do STJ dá mais certeza a respeito do potencial de resultado negativo para os bancos no caso dos planos econômicos das décadas de 80 e 90, segundo relatório do Goldman Sachs.

No entanto, de acordo com os analistas Carlos Macedo, Marcelo Cintra e Carolina Yoshimoto, ainda há muito a ser determinado antes de uma determinação final.

Um relatório do Credit Suisse publicado nesta semana, sobre o julgamento dos planos econômicos, diz que os bancos só fizeram provisões para perdas de ações judiciais individuais, e que elas somam R$ 8,3 bilhões.

O relatório, assinado por Marcelo Telles, Daniel Magalhães, Victor Schabbel e Alonso Garcia, diz que a decisão contrária aos bancos quanto ao período de incidência dos juros pelo STJ, somada a uma eventual deliberação a favor dos poupadores com relação ao plano Collor 1 no STF, pode levar as perdas potenciais do sistema bancário a R$ 171 bilhões.

Na visão dos analistas existe probabilidade maior de vitória dos bancos no caso do Collor 1. Outros planos sob análise do Poder Judiciário são Bresser, Verão e Collor 2.

Credit Suisse. Existe uma dúvida sobre quantas pessoas podem tentar recuperar os valores. "As pessoas falecem, juntar todos os documentos necessários levaria tempo, em muitos casos as informações não estão disponíveis e, mesmo que estejam, a qualidade das informações pode não ser boa", diz o Credit Suisse. Outra hipótese é que pode ser difícil acessar as poupanças de clientes de quase 30 anos atrás.

De acordo com a LCA, no entanto, o porcentual de aderência de poupadores deve ser "longe de pequeno" e pode superar os 50%, por duas razões. A primeira é que, segundo os bancos, os registros das contas de todos os poupadores foram mantidos e a informação poderia ser passada, caso seja pedida.

O outro motivo é que existe hoje uma indústria de ações judiciais em torno dos planos econômicos e muitos escritórios de advocacia não estão cobrando dos clientes, apenas no caso de vitória. Assim, considerando uma aderência de 50%, considerada como o mínimo, as perdas potenciais podem variar de R$ 11 bilhões a R$ 171 bilhões.

O julgamento dos planos econômicos pelo STF, antes agendado para ontem, foi adiado mais uma vez. Há expectativa, conforme fonte ouvida pelo Broadcast, que seja retomado dia 28 de maio.

Perdas. O Credit Suisse elevou de R$ 33 bilhões para R$ 89 bilhões a previsão de potenciais perdas dos bancos no processo envolvendo planos econômicos dos anos 1980 e 1990, após decisão do STJ a favor dos poupadores. Para o Credit, o Banco do Brasil e a Caixa devem ser os mais afetados.

Em relatório, os analistas Marcelo Telles, Daniel Magalhães, Victor Schabbel e Alonso Garcia avaliam que uma decisão desfavorável sobre Collor I no Supremo Tribunal poderá elevar o cálculo de potenciais perdas para R$ 171 bilhões.

Os analistas do Credit Suisse destacam ainda que há outras variáveis que podem determinar o valor das perdas potenciais em caso de uma decisão desfavorável, como o alcance regional das ações civis públicas e a definição dos beneficiários reais.

"Qualquer decisão tomada pela Suprema Corte terá de considerar cuidadosamente o impacto no sistema bancário, especialmente para os bancos públicos", destaca a equipe do Credit Suisse.

Ruído. A decisão do STJ de estabelecer a cobrança de juros de mora em ações civis coletivas na citação e não na execução da ação dá mais certeza a respeito do potencial de resultado negativo para os bancos no caso dos planos econômicos das décadas de 80 e 90, segundo relatório do Goldman Sachs.

No entanto, de acordo com os analistas Carlos Macedo, Marcelo Cintra e Carolina Yoshimoto, ainda há muito a ser determinado antes de uma determinação final. "O ruído em torno desta questão, dada a magnitude da responsabilidade potencial (das perdas dos bancos com os planos econômicos) e seu impacto sobre o sistema financeiro, é provável que continue a afetar as ações dos bancos", avaliam eles, em relatório ao mercado.

A decisão do STJ já pesou ontem sobre os papéis dos grandes bancos de capital aberto, principalmente do Banco do Brasil, que caíram 7,25%. Entre os privados, os papéis ordinários do Bradesco recuaram 1,71% enquanto os preferenciais declinaram 2,54%. Itaú PN recuou 2,13%.

Com a decisão do STJ, conforme os analistas do Goldman Sachs, o tamanho máximo da responsabilidade potencial para o sistema financeiro, medido pelo Banco Central aumenta em 166%, para R$ 341 bilhões.

Ele lembram, porém, que a decisão sobre se os bancos serão responsáveis pelas diferenças
de remuneração em contas de poupança será tomada na próxima semana pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgará o caso no dia 28 de maio.

O mais importante passo em torno dos planos econômicos, na visão de Macedo, Cintra e Carolina, é se as decisões que favorecem uma ação de classe específica pode ser aplicada a ações coletivas semelhantes, o que deve ser revisto pelo Supremo embora não haja data definida.

De acordo com eles, se o STF decidir a favor dos bancos, na próxima semana, todas as outras decisões se tornam discutíveis, uma vez que os bancos não serão responsáveis por
perdas dos poupadores com os planos econômicos.

Fonte! Chasque (matéria) publicada no sítio de Economia do Estadão no dia 22 de maio de 2014. Abra as porteiras clicando em


Oito passos para escolher o fundo imobiliário ideal

SÃO PAULO – Com rumores de que o ciclo de aperto monetário do Banco Central pode estar próximo   do fim, os fundos imobiliários (FIIs), que sofreram fortes quedas nos últimos meses, começam a esboçar alguma reação. Em março, o Ifix (índice que mede o desempenho dos fundos negociados na Bolsa) avançou 0,45% e em abril a alta atinge quase 1%.
Durante o período de alta da Selic, o preço das cotas foi bastante penalizado, já que há uma correlação grande dos fundos imobiliários com a taxa de juro – se a Selic sobe, o preço dos papéis normalmente recua para que o rendimento distribuído(yield) fique próximo da taxa básica. 

Esses fundos são uma boa opção de investimento para quem quer uma exposição em imóveis comerciais de grande porte, por um preço bastante acessível (normalmente as cotas começam a serem negociadas na Bolsa por R$ 100). No entanto, o especialista em fundos imobiliários, Arthur Vieira de Moraes, lembra que, como todo investimento, os FIIs também demandam cuidados. Veja oito dicas do especialista para escolher um bom fundo: 

Alinhe os objetivos

  Segundo Moraes, antes de investir, é necessário sempre certificar-se de que o objetivo de investimento do fundo está alinhado com o seu. Ou seja, alguém que deseja receber aluguéis mensais regulares, por exemplo, não deve investir em um fundo cujo objetivo é a construção e venda de imóveis residenciais. "Procura por um fundo que gere renda de aluguel? Veja se os imóveis ficam em regiões onde você investiria, quem são os locatários etc.", contou. 


Conheça o administrador do fundo

O especialista explicou que é de extrema importância procurar conhecer o máximo de informações possíveis sobre o administrador do fundo imobiliário que quer investir, afinal, como o investimento por meio de fundos é indireto, o administrador é quem decide quais imóveis comprar ou vender, em que locais, o preço a pagar ou receber pelos imóveis, para quem alugá-los, o valor do aluguel, as garantias do aluguel etc. "O sucesso de um fundo depende principalmente da qualidade e honestidade do administrador", disse. 


De olho nos múltiplos

Para saber se o preço de um fundo está barato ou caro, não adianta olhar o valor de face, mas sim os múltiplos do fundo. Ao dividir o preço por ação pelo valor patrimonial por ação, encontra-se o P/VPA. Valores acima de 1,0 indicam que a cota está muito cara e valores abaixo de 1,0 que ela está barata, pois está valendo menos que seu valor de patrimônio. 


No entanto, vale lembrar que o melhor é quando o P/VPA está o mais próximo de 1,0 possível, pois um valor muito baixo pode indicar que os fundamentos do fundo talvez não sejam tão confiáveis, pois as cotas tiveram fortes desvalorizações recentemente. 

Escolha fundos diversificados

Na hora de escolher onde vai colocar seu dinheiro, é importante conhecer o portfólio do fundo imobiliário e verificar se ele é bem diversificado, tanto em imóveis, quanto em locatários. "Quanto mais imóveis em endereços diferentes e quanto mais locatários diferentes, mais diversificado é o patrimônio do fundo", explicou Moraes. 


Segundo o especialista, as chances de um fundo que possua um único imóvel e um único locatário dar prejuízos é muito maior do que a de um fundo que possua, por exemplo, dez imóveis locados para dez empresas diferentes. 

Escolha um fundo líquido

Que é muito mais fácil vender cotas de um fundo imobiliário do que vender um imóvel todo mundo sabe, mas, é importante lembrar que nem todos os fundos têm boa liquidez. "Por isso, verifique qual a média da negociação diária do fundo antes de se decidir pelo investimento. Quanto mais liquidez, mais segurança. Não subestime a importância de privilegiar a liquidez", alertou o especialista. 


Quando maior o risco, maior a rentabilidade

A rentabilidade maior ou menor de um fundo será consequência da percepção do mercado em relação aos fatores de risco. Se a rentabilidade de um fundo estiver muito acima da média do mercado, tenha certeza de que ele oferece mais riscos do que os outros e, portanto, os investidores só aceitam correr estes riscos em troca de lucros maiores. 


Se o fundo tiver problemas, a desvalorização das cotas pode ser muito maior do que os lucros iniciais com os rendimentos mais altos, explicou o especialista. "Além disso, verifique qual a média dos rendimentos dos últimos 12 meses ao menos, para poder identificar se as distribuições são uniformes ou sazonais, se existem valores não recorrentes (rendas extras), se não está havendo pagamento de amortização de cotas etc", disse. 

Vale lembrar que os rendimentos distribuídos em dinheiro são exatamente iguais para todos os cotistas, mas rentabilidade, cada um tem a sua. Dividindo o rendimento recebido pelo valor líquido pago pelas cotas, cada investidor apura qual foi a sua rentabilidade. 

Por exemplo, um fundo distribuiu R$ 0,70 por cota, que serão pagos a todos os cotistas. No entanto, enquanto o investidor A pagou R$ 100,00 pelas cotas, o investidor B pagou R$ 115,00, então cada um terá uma rentabilidade. 

A rentabilidade do investidor A será de 0,70% (0,7/100), já a do investidor B será de 0,61% (0,7/115). Portanto, não é o fundo que dá rentabilidade boa ou ruim. O preço de compra das cotas do FII é que vai definir a rentabilidade de cada cotista. 

Fuja dos fundos de uma emissão só

Alguns fundos fizeram uma única emissão de cotas e nunca mais aumentaram seu patrimônio. Isso não indica que o fundo é necessariamente ruim, mas é bom ficar atento com ele, afinal, com mais emissões o fundo arrecada dinheiro para mais investimentos e atrai mais cotistas. "Aumentando o patrimônio do fundo, também melhora a diversificação e a liquidez das cotas em Bolsa", explicou. 


Diversifique o risco dentro da carteira

Por fim, Moraes afirmou que é importante diversificar também o risco dentro da carteira. Por exemplo, em um portfólio com três fundos, é importante ter ao menos um que apresente mais risco, afinal, isso não é certeza de problemas, apenas maior probabilidade. Mas se sua carteira tiver apenas fundos mais arriscados, as chances de enfrentar problemas serão bem maiores. 


"Converse sempre com o seu assessor de investimentos, leia os relatórios dos fundos, informe-se sobre as perspectivas do mercado imobiliário e invista conscientemente", concluiu. 

Fonte! Chasque (matéria) publicado no sítio Uol Economia no dia 29 de abril de 2014. Abra as porteiras clicando em http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2014/04/29/8-passos-para-escolher-o-fundo-imobiliario-ideal.htm

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Bancos dizem que a ‘guerra’ não está perdida

Decisão do STJ eleva a conta a ser paga em caso de nova derrota quarta-feira, no STF

BRASÍLIA - A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a favor dos poupadores surpreendeu e foi mal recebida pelos bancos. Entretanto, fontes do setor alegam que apenas uma batalha foi perdida, não a guerra. Por oito votos a sete, a corte especial do tribunal determinou que a incidência dos juros de mora (taxa sobre o atraso do pagamento de um título de crédito em um determinado período) tenha início na citação inicial da ação civil pública (ACP) e não na citação da execução do processo.

Essa definição eleva a possível conta a ser paga caso novamente os bancos não saiam vitoriosos do julgamento dos planos econômicos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), agendado para quarta-feira da próxima semana. Embora caiba recurso da decisão do STJ, é difícil, na visão de uma fonte do setor, ter alguma mudança na corte especial do tribunal, considerado órgão julgador máximo.

Com isso, as expectativas se voltam para o julgamento do Supremo. O início da cobrança de juros de mora a partir da citação da ação vale para todo mundo, conforme a mesma fonte, tanto para as ações já existentes quanto para os beneficiários que entrarem com a ação. "A decisão do STJ materializa o risco potencial de perda máxima de R$ 341 bilhões para os bancos calculado pela consultoria LCA, pressupondo abrangência nacional e juros na citação da ACP", destaca a fonte.

No entanto, outra fonte lembra que, apesar de a deliberação do STJ de hoje não ter sido boa para os bancos, não há impacto imediato para essas instituições. Isso porque, além de o provisionamento de possíveis ações só poder ocorrer após o julgamento do STF, há a questão da representatividade dos poupadores.

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal decidiu que apenas pessoas associadas as entidades que entraram com o processo poderão executar a ação. Essa determinação, conforme fontes, limita bastante a abrangência do processo, uma vez que quem não é associado não poderia executá-la.

Especialistas do mercado atentam para o fato de que uma decisão negativa do Supremo poderia afetar a saúde do sistema financeiro, especialmente, de Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que respondem por cerca de 50% do valor total dos planos econômicos. No entanto, o pagamento efetivo dos possíveis prejuízos cobrados em ações que questionam perdas impostas a 400 mil cadernetas de poupança pelos planos Bresser (1987), Verão (1989), Collor I (1990) e Collor II (1991) ainda depende da decisão do Supremo.

A Caixa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aguardará a publicação da decisão para avaliar as medidas a serem adotadas. Os demais bancos também não quiseram comentar o assunto que, conforme eles, está a cargo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Procurada, a entidade também não se manifestou.  / COLABOROU VICTOR MARTINS

Fonte! Chasque (matéria) publicado no sítio de Economia do Estadão no dia 22 de maio de 2014. Abra as porteiras clicando em http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,bancos-dizem-que-a-guerra-nao-esta-perdida,185586,0.htm

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Banrisul lucra R$ 77,8 milhões no trimestre

Queda de 62% está relacionada a impactos causados por aposentadoria incentivada e previdência complementar
Zamin alerta que resultado do 2º trimestre
também será impactado
O lucro líquido do Banrisul no primeiro trimestre de 2014 foi de R$ 77,8 milhões (redução de 62% em relação ao mesmo período do ano passado). Já o lucro líquido ajustado atingiu R$137,9 milhões, uma diminuição de 32,6% em comparação com os três primeiros meses de 2013.

Os resultados financeiros do Banrisul foram impactados por ajustes estruturais promovidos na instituição. O desembolso para o pagamento do Plano de Aposentadoria Incentivada (PAI), destinado aos empregados com tempo de aposentadoria, e o início do processo de migração dos participantes do principal plano de previdência complementar da Fundação Banrisul de Seguridade Social (FBSS) para novos planos, gerou uma despesa adicional de R$ 98,1 milhões que refletiu no resultado do primeiro trimestre de 2014.

“O número pode não ser muito bom nesse momento, mas a gente está confiante que fez um bom balanço, porque, com esse movimento de ajuste, estamos preservando a estrutura patrimonial do banco”, afirma o presidente do Banrisul, Túlio Zamin. O dirigente acrescenta que a despesa com a reestruturação do plano de previdência não acabou ainda. Haverá uma última parcela que será contabilizada nos resultados do segundo trimestre. O montante está sendo calculado, contudo o executivo projeta que será um valor superior aos R$ 98,1 milhões. 

Mesmo sem levar em consideração a influência do plano de aposentadoria incentivada e a migração, Zamin admite que o resultado do Banrisul “descolou um pouco” quanto aos outros bancos. O dirigente explica que uma das causas foi a perda da condição diferenciada do Banrisul com a implantação da portabilidade. Em 2012, os funcionários públicos foram liberados para escolher o banco pelo qual iriam receber seus salários. Nesse contexto, o Banrisul não repassou aumentos de taxas de forma mais contundente, para manter seu mercado e combater a concorrência, principalmente, a da Caixa Econômica Federal. Zamin acrescenta que a Selic também cresceu muito rapidamente o que impacta a margem do banco em operações pré-fixadas, com taxas já definidas. 

Quanto aos outros números apresentados no balanço do Banrisul, a carteira de crédito ampliada atingiu saldo de R$ 28,4 bilhões em março de 2014, um incremento de 10,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Destacaram-se nessa carteira os financiamentos de longo prazo com expansão de R$ 574,5 milhões, um crescimento de 41,5% em relação ao primeiro trimestre de 2013. O crédito rural agregou R$ 550,7 milhões, um incremento de 30,5% em relação ao mesmo período de 2013. Por sua vez, o crédito imobiliário registrou uma ampliação de R$ 463,7 milhões em doze meses, 19,7% acima da posição no mesmo período do ano anterior. O índice de inadimplência de 90 dias oscilou de 3,33% para 3,46% em 12 meses.

A receita de prestação de serviços foi de R$ 268,5 milhões, um crescimento de 26,8% nos três primeiros meses do ano em relação ao primeiro trimestre de 2013, com destaque para as transações com o Banricompras e cartões de crédito feitas nas máquinas da Vero, os vouchers (cartões de benefícios e empresariais) e os negócios com seguros, previdência e capitalização.

Ao final de março de 2014, os ativos totais do Banrisul alcançaram saldo de R$ 57,4 bilhões, com expansão de 20,5% em relação a março de 2013. Os recursos captados e administrados pelo banco totalizaram saldo de R$ 43 bilhões no período, volume 18,2% acima do montante registrado no mesmo mês do ano anterior. Já o patrimônio líquido da instituição atingiu R$ 5,2 bilhões, 8% acima da posição de março de 2013. O Banrisul possui, atualmente, uma base de cerca de 3,4 milhões clientes e 515 agências.


Fonte! Chasque (matéria) de Jeferson Klein, publicado nas páginas do Jornal do Comércio de Porto Alegre - RS, edição do dia 14 de maio de 2014. Retrato de Fredy Vieira / JC.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Atitude 81! O mais novo investimento: leitura !

Bueno! Fazia tempo que estava de "namoro" com este veículo de comunicação. 

Dava e dou diariamente as minhas campereadas (visitas) pelo seu sítio www.infomoney.com.br e ela sempre estava lá, com várias opções de pagamento... Mas como eu não parcelo nada (apenas o jogo de futebol em duas parcelas..... quero dizer.... em primeiro e segundo tempos), fiz a aquisição à vista.

Mas como ando organizado, trago tudo na ponta do lápis, tudo anotado, tudo organizado no meu orçamento doméstico diário / mensal, na medida que vão acontecendo (os pagamentos e os recebimentos), me programei e fechei negócio assinando a revista bimensal INFOMONEY. 

Tive um pouco de dificuldades no recebimento do meu primeiro exemplar, mas fui muito bem atendido pela editora. E depois de três tentativas de entregas pelos Correios, sábado fui buscar a edição 49, que traz na capa o chasque principal (matéria de capa) "Fuja da Poupança".

Já comecei a "debulhar" a revista ("ler"), que corresponde ao bimestre março / abril. Nos próximos dias deverei receber a edição 50 (maio / junho).

Hoje o valor de seis edições ao ano tem um custo de R$ 77,40. Bom.... basta fechar algumas torneiras de gastos com bobagens para garantir a assinatura desta revista, que recomendo a todos os gaúchos e gaúchas do Rio Grande e desta terra em redor que chamamos de mundo...... 

sábado, 3 de maio de 2014

Café com Jornal. A novidade na TV Bandeirantes!

NÃO PERCA, DIA 05/MAI: CAFÉ COM JORNAL! E VAMOS PROSPERAR!
Amigos: com alegria quero comunicá-los que fui contratado pela TV Bandeirantes para ser o comentarista de Economia Popular (finanças pessoais / empreendedorismo & negócio próprio / questões do dinheiro em geral) da mais nova atração da emissora, o telejornal matutino Café com Jornal.

A novidade, que tem estreia programada para 05/MAI e irá ao Ar todas as manhãs entre 6h e 9h (horário exato sujeito a confirmação), traz a assinatura do novo Diretor de Jornalismo/TV Andre Luiz Costa, experiente profissional pelo qual nutro grande admiração, e com quem tenho o prazer de partilhar projetos (todos muito bem sucedidos!) desde 2003.

A apresentação do Café com Jornal, que terá formato inovador, ficará a cargo do casal de âncoras Luiz Megale e Aline Midlej, jovens jornalistas de excepcional talento. Teremos também outros especialistas de grande brilho para enriquecer a atração (em breve lhes falarei mais destes colegas).

Minha participação está planejada em duas vezes por semana, nas segundas e sextas-feiras, com uma ou mais entradas durante a programação. Também iremos até Você, produzindo matérias nas ruas. Sugestões de pauta serão (como sempre) muito bem vindas! Quando o assunto é "dinheiro", o que está pegando para Você? Queremos saber, para melhor focar nossas informações e nossa prestação de serviços!


Fonte! Chasque (matéria) publicado no sítio Facebook de Marcos Silvestre. Abra as porteiras clicando em:https://www.facebook.com/silvestreeducacional. 

Uma lição de trabalhador!

Um jovem foi se candidatar a um alto cargo em uma grande empresa . Passou na entrevista inicial e estava indo ao encontro do diretor para a entrevista final. O diretor viu seu CV, era excelente. E perguntou-lhe:
- Você recebeu alguma bolsa na escola? - o jovem respondeu - Não.
- Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
- Sim - respondeu ele.
- Onde é que seu pai trabalha?
- Meu pai faz trabalhos de serralheria.

O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.

- Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
- Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.

O Diretor lhe disse:
- Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.

O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!

Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.

Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
- Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?

O rapaz respondeu:
- Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem eu sou hoje... Por ajudar o meu pai agora eu percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.

O diretor disse:
- Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro como seu único objetivo na vida. Você está contratado.

Uma criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer, desenvolve uma mentalidade de "Tenho direito" e sempre se coloca em primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.

Se somos esse tipo de pais protetores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?

Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de ponta, uma televisão de tela grande... Mas quando você está lavando o chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também . Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é, você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o pai deste jovem.

O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.

Fonte! Desconhecemos o autor, mas a tradição da postagem é de Adri Gehlen Korb