segunda-feira, 23 de abril de 2012

Atitude 64! Se estiver na Dúvida, aplique a Regra dos 200!

Bueno! Se o vivente não gostou ou se "embaralhou" com os dois chasques (matérias) anteriores, publicados aqui no sítio:
1 - "Não acredite na taxa de retirada de 4% para aposentar! Pense, estude e aja financeiramente bem". Abra as porteiras clicando em http://www.obolsodabombacha.blogspot.com.br/2012/04/nao-acredite-na-taxa-de-retirada-de-4.html;
2 - "Aposentadoria! A regra dos 4%". Abra as porteiras clicando em http://www.obolsodabombacha.blogspot.com.br/2012/04/aposentadoria-regra-dos-4.html.


Retrato de Ana Paula Centenaro Engroff
Trago-lhes uma terceira alternativa, que considero fácil e prática de aplicar. Mas, o vivente precisa projetar uma renda mensal em valores atuais, para chegar à velhice, para quando realmente ele pendurar as chuteiras ou quando tirar as botas.....!

No ano passado, o consultor Augusto Saboia esteve na Expomoney Porto Alegre, e, numa de suas palestras ele trouxe para os participantes a REGRA DOS 200, ou seja, multiplica a sua renda atual por 200. É bem simples, conforme os exemplos abaixo:
1 - Se a projeção for de uma renda mensal de R$ 1.000,00 x 200 = 200.000,00;
2 - Para uma renda mensal de R$ 2.000,00 x 200 = 400.000,00
2 - Projetando uma valor mensal de aposentadoria no valor de R$ 5.000,00 x 200 = 1.000.000,00, e assim por diante.

Ou seja, para uma renda mensal de R$ 1.000,00 vais precisar de um capital financeiro (ou seja, em dinheiro) acumulado ao longo da tua vida de no mínimo R$ 200.000,00, assim como, vais precisar no mínimo R$ 400.000,00 para uma renda mensal de R$ 2.000,00 e de R$ 1.000.000,00 para uma renda mensal de R$ 5.000,00 - na tua velhice. Portanto, comece a agir desde já, aplicando no TEU futuro, pois não dá pra contar somente com a aposentadoria pública, pois esta, terá a tendência de diminuir cada vez mais ao longo do tempo, ou seja, contando só com ela, vais passar necessidades e vais depender dos teus filhos, além da boa vontade dos teus genros e noras...

E segundo Saboia, nesta mesma palestra, projetou que, se o vivente aplicar, para fins de aposentadoria, por trinta anos, R$ 300,00 mensais, vai chegar no final deste tempo, em valores de hoje, R$ 1.000.000,00. Mais um motivo para não deixar da manhã pra tarde, de hoje pra amanhã, deste ano pro ano seguinte. É começar já, pois, quanto mais cedo se começa a acumular valores para este fim, menos se precisa. Ao contrário, quando se começa muito tarde, pois o tempo passou, muito mais dinheiro será necessário para chegar aos objetivos financeiros para fins de aposentadoria.

Prepare-se da forma mais arrojada possível, pois tu podes viver muito mais do que a atual espectativa de vida, pois, a tendência é as pessoas viverem mais e mais. E vivendo mais, mais dinheiro vão precisar até o fim da sua vida. Isto quer dizer que no futuro, esta regra dos 200, possa se transformar numa regra dos  250 ou até 300, por exemplo. Aí, a tua projeção mensao deverá ser multiplicada por 300, ou seja, o teu capital financeiro acumulado deverá ter um aumento considerável.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Não acredite na taxa de retirada de 4% para aposentar! Pense, estude e aja financeiramente bem!

Não gosto de fazer posts grandes, pois simplesmente acho que muita gente não lê.
O que motivou a escrever este post foi este link que o Sir Income (http://sirincome.blogspot.com.br/) me passou: Aposentadoria – a regra dos 4% (http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/voce-e-o-dinheiro/2012/04/15/aposentadoria-a-regra-dos-4/).

Resumindo todo o meu post em 5 tópicos:
1- Essa regra de 4% taxa de retirada é totalmente desanimadora e muita gente nunca irá conseguir ter essa taxa para aposentar.

2- Não acredito em taxa de retirada segura de 4%. Pode ser mais ou pode ser menos. Ela é variável ao longo dos anos.Depende exclusivamente de você!

3- Temos que é que estudar para reduzirmos nossas despesas, investir melhor, orçar melhor.Frugalidade.

4- Não acredito que um blogueiro como o Viver de Renda (estou citando ele, pois ele utiliza esta taxa) também outros blogueiros e outras pessoas que cuidam e estudam finanças precisem realmente seguir essa taxa. Eles são financeiramente inteligentes para controlar seus investimentos, receitas e despesas ao longo dos anos.E isso encurta muito a jornada de independência financeira, já que acredito que é preciso de um capital acumulado muito menor.

5- Tudo que citei acima vale para o conceito de independência financeira e não para se tornar milionária, bilionária...

Logo abaixo apenas copiei os pontos que achei mais interessante do texto, mas aconselho FORTEMENTE todo mundo ler o artigo completo:

Taxas de retirada são realmente seguras (http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt&twu=1&u=http://financialmentor.com/free-articles/retirement-planning/how-much-to-retire/are-safe-withdrawal-rates-really-safe)?

É muito rico este artigo. (Não conhecia esse site, Financial Mentor. Violentíssimo. Tenho muito que ler dele ainda.) Tem muita coisa deste texto que não citei neste post. Mais um motivo para vocês lerem por completo.

Meu resumo (tudo abaixo foi copiado do google translate e fiz poucos ajustes):

"O ponto é que uma taxa de retirada de 4% no primeiro ano de aposentadoria que é ajustada a cada ano para a inflação não tem qualquer aplicabilidade mundo real. É uma ficção da pesquisa acadêmica".

Aposentados do mundo real aumentam os gastos, quando seus ativos têm uma boa rendimento e cortam gastos quando os ativos são destroçados. Eles gastam mais nos primeiros anos de sua aposentadoria quando a sua saúde é forte e viagens pelo mundo acena, e eles reduzem os gastos como a sua energia e saúde diminuem com a idade.

Em vez disso, ser inteligente e ajustar seus gastos com base nos resultados reais que você experimenta.

Então, o que deve fazer um aposentado?

Se a regra de 4% não é a resposta, então o que é?

Infelizmente, não simples "plug-and-play" modelo surgiu para substituir a regra de 4% (o que provavelmente explica por que tem persistido apesar imprecisão). Abaixo vou lhe fornecer um processo de quatro etapas para servir como uma diretriz para determinar uma aproximação razoável para uma taxa de retirada segura. Ele inclui vários ajustes que você pode fazer para determinar uma taxa de retirada razoável para sua situação de aposentadoria...

Longevidade: Decida primeiro quanto tempo você precisa do seu dinheiro para durar. Eu sou pessoalmente o orçamento para uma vida útil de 100 anos, porque nada menos que isso, é financeiramente arriscado. Quando seu horizonte de retirada for maior que 30 anos não é seguro gastar a parte principal (gaste apenas os juros). E quando o tempo diminuir, ficar mais velho, torna-se viável gastar a parte principal.

Utilize esses fatos para definir sua taxa segura de retirada.

Avaliações de mercado: é avaliar o nível de risco inerente a avaliações de mercado para que você possa decidir um mix de ativos adequada e taxa de retirada dada a sua expectativa de longevidade e do ambiente econômico.

Filtrar: Agora que você tem uma taxa de retirada de referência considerar subtraindo para outros fatores discutidos acima. Por exemplo, se você paga taxas de consultor de investimentos e investe em fundos mútuos de alto custo, então você pode querer reduzir a sua taxa de retirada em conformidade.

Corrigir e ajustar: Depois de escolher sua estratégia de investimento e taxa de retirada não cometa o erro de defini-lo e esquecê-la. Lembre-se de 3 ª Geração pesquisa por Wade Pfau mostrou como a maior parte de sua financeira "blow-up" de risco é determinada pela seqüência de retornos e inflação durante os primeiros 10 anos. Você pode precisar de ajustar a sua estratégia baseada em resultados reais e você certamente não deve cegamente aumentar a quantidade que você gasta a cada ano pela taxa de inflação como a regra de 4% indicaria. Revisitar você planeja a cada poucos anos para que você nunca gastar muito grande uma porcentagem de suas economias em um ano, independentemente do que a pesquisa lhe diz. "

Outra parte do texto:

"Lição aprendida: Sua taxa de retirada verdadeiramente segura para 30 anos é altamente dependente da seqüência de 10 anos do primeiro dos retornos e taxa de inflação. A sabedoria convencional de 4% é uma estática, a aproximação pelo denominador comum, mas as taxas reais de abstinência seguros são altamente variáveis.

Lição aprendida: Se você investir em ETF de baixo custo sem adicionais honorários de consultoria, então você pode ser capaz de ignorar a questão despesa de investimento desde o seu impacto deve ser limitado. No entanto, se você investir com um consultor em caros fundos mútuos então esta questão é uma consideração séria que poderia reduzir a quantidade que você pode retirar a cada mês em 10-20%. É uma questão importante a considerar que poucos conselheiros irá explicar-lhe ... por razões óbvias."

Outros links:

Que medo.Coisa demais para aprender.
Ainda sou um faixa azul em finanças pessoais...
Artigos sobre planejamento de aposentadoria (http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt&twu=1&u=http://financialmentor.com/free-articles/retirement-planning).

Estratégia de retirada em um "Bear Marketing" (http://translate.google.com.br/translate?sl=en&tl=pt&js=n&prev=_t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&layout=2&eotf=1&u=http%3A%2F%2Fmoney.cnn.com%2F2002%2F06%2F28%2Fretirement)

Blog do doidão Wade Pfau (http://translate.google.com.br/translate?sl=en&tl=pt&js=n&prev=_t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&layout=2&eotf=1&u=wpfau.blogspot.com) , pesquisador sobre as estratégias de planejamento de aposentadoria PHD em Economia, que o Andre Massaro citou no artigo dele.

Quem ler tudo, sobe de faixa!rs

Fonte! Este chasque foi publicado no Sítio Investidor Defensivo, dia 17 de abril de 2012. Para acessar, abra as porteiras clicando em http://investidordefensivo.blogspot.com.br/2012/04/nao-acredite-na-taxa-de-retirada-de-4.html.

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Nota do O Bolso da Bombacha!

A chasque acima é uma saudável crítica ao chasque anterior, (de André Massaro: Aposentadoria - a regra dos 4% (que também aqui publicamos (abra as porteiras clicando em http://obolsodabombacha.blogspot.com.br/2012/04/aposentadoria-regra-dos-4.html).

Enquanto o chasque de André Massaro traz no seu contexto um pouco de pessimismo, pois senti na sua leitura que, se o vivente for vacilar, ele pode colocar tudo a perder e parar de investir por conta deste pessimismo. Já o chasque acima, traz mais realismo no seu contexto. Em outras palavras, substiui o amargo, áspero, pessimismo por palavras mais amenas e tenta argumentar positivamente em cima disso.

Portanto, são dois lados da moeda. São dois armumentos. Duas explicações, que merecem ser lidos e avaliados.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaucho taura.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Aposentadoria – a regra dos 4%

André Massaro
“De quanto dinheiro precisarei para me aposentar confortavelmente?”. Esse é um dos maiores dilemas do universo das finanças pessoais. Tudo bem que “confortavelmente” é um conceito subjetivo e pessoal, mas ainda que nós alteremos a pergunta para algo como “de quanto precisarei para me aposentar ganhando ‘X’ por mês?”, a fórmula perfeita para responder essa pergunta não existe. Se um dia essa fórmula existir, certamente ela renderá ao seu autor o Prêmio Nobel.

A dificuldade em responder essa pergunta vem do fato de que precisamos saber coisas futuras sobre as quais não temos sequer a mais vaga ideia. A primeira coisa de que precisamos saber é, por mais mórbido que seja, quando vamos morrer. A não ser que você seja um suicida que já planejou a data em que vai dar “adeus a este mundo cruel”, não há como saber a data exata da própria morte. Além disso, estamos dependentes de outros fatores incontroláveis, como a inflação e a taxa de juros do futuro. Tudo fica ainda mais complicado e nebuloso se lembrarmos de que, para muita gente, planejar a aposentadoria é projetar essas variáveis para daqui a algumas décadas, e aí não há bola de cristal que resista.

Nem todo mundo está tão preocupado com o futuro. Alguns países são verdadeiros “estados de bem estar social”, onde o governo cuida de tudo, garantindo aposentadoria vitalícia e integral para seus cidadãos. O Brasil tem um modelo híbrido, onde o Estado fornece uma previdência social vitalícia, porém bastante limitada, e as pessoas que querem um nível de vida melhor precisam recorrer a outros meios, como a previdência privada. O modelo típico de aposentadoria pública vitalícia é de difícil sustentação, tanto que muitos países adeptos desse tipo de política estão enfrentando crises profundas, vide o que está acontecendo lá no Velho Mundo. Não é à toa que alguns mais cínicos dizem que a previdência pública é o “maior esquema Ponzi do mundo”.

Em outros países, o Estado não dá tanta moleza e as pessoas precisam se virar e planejar direito a aposentadoria, do contrário correm o risco de ficarem velhas e falidas (inicialmente pensei em uma outra palavra que também começa com “f”, mas deixa isso pra lá…). É o caso dos Estados Unidos, onde existem várias fórmulas e teorias para tentar estimar qual o valor que uma pessoa deve acumular ao longo da vida, seja investindo diretamente ou através de instrumentos de previdência privada, para se aposentar confortavelmente.

A mais popular e conhecida dessas fórmulas é a chamada “regra dos 4%”, que diz que a pessoa deve sacar 4% de seu patrimônio no primeiro ano de aposentadoria e viver daquele valor durante o ano. No ano seguinte, ela deve sacar o mesmo valor do ano anterior acrescido da inflação no período, e assim sucessivamente nos anos seguintes. A regra diz que, se a pessoa proceder dessa forma, ela conseguirá viver daquele patrimônio por trinta anos. Ao final dos trinta anos o dinheiro deverá ter acabado. Se ela morrer antes do término desse período, acabará deixando dinheiro para seus descendentes (isso significa que ela não viveu tão “plenamente” quanto poderia). Se morrer após esse período, ficará sem dinheiro na velhice.

Essa regra foi criada no início dos anos 90 por um consultor financeiro americano chamado Bill Bengen, que estudou a inflação e os retornos dos mercados financeiros nos 75 anos anteriores à sua publicação e chegou à conclusão de que o saque de 4% do valor acumulado por ano, corrigido pela inflação, era o valor seguro para garantir uma aposentadoria por 30 anos. Posteriormente à publicação da regra, outros financistas testaram os dados, inclusive dos períodos após a publicação original, utilizando modelos matemáticos sofisticados baseados na simulação de Monte Carlo, e os resultados foram consistentes.

Outro dado interessante é que os estudos consideraram um portfólio típico composto de 60% de ações e 40% de títulos de renda fixa, algo que aqui no Brasil soa desvairadamente agressivo, mas lá fora é normal, até porque qualquer coisa mais conservadora que isso, considerando-se as taxas de juros de uma economia desenvolvida, geraria retornos pífios ou mesmo negativos em termos reais (descontada a inflação).

Eu intencionalmente não fiz, até o momento, nenhuma simulação para exemplificar a aplicação da regra neste artigo – vou deixar isso mais para frente para ficar mais “divertido” – mas quero já deixar o leitor avisado de que questionamentos começaram a surgir contra a regra dos 4%, dizendo que ela é excessivamente OTIMISTA e que pode não garantir os tão sonhados 30 anos de aposentadoria tranquila.

Em 2010, outro pesquisador de finanças, chamado Wade Pfau, refez as contas considerando os retornos financeiros não só dos EUA, mas também de outras economias desenvolvidas. A conclusão dele é que, nas últimas décadas, os EUA foram um “ponto fora da curva” (para mais) em termos de retornos financeiros e que o ideal, considerando retornos mais realistas (consistentes com aqueles de outras economias desenvolvidas), seria que a regra dos 4% fosse alterada para uma “regra dos 2%” – é isso mesmo, na opinião dele a pessoa que está se preparando para a aposentadoria deve acumular O DOBRO do capital inicialmente planejado para poder ter a aposentadoria “segura” de 30 anos.

Mas seja como for, nos EUA a regra dos 4% é a “receita de bolo padrão” para o sujeito que está planejando a aposentadoria. Vamos ver agora como seria a aplicação disso aqui no Brasil, o país onde as pessoas acham que qualquer retorno abaixo de 6% ao ano (“garantido” pela poupança) é algo simplesmente inaceitável (só para constar, na minha modesta opinião, a alteração da regra da poupança não é uma questão de “se”, e sim de “quando”, mas isso é assunto para um outro artigo…).

ADVERTÊNCIA: As coisas ficarão um pouco mais áridas a partir deste momento, e alguns leitores poderão tomar um grande susto ao ver que seus planos de aposentadoria são bastante fantasiosos para os padrões de uma economia desenvolvida. Se você é uma pessoa sensível, tem problemas cardíacos, fobia a números ou expectativas irrealistas, recomendo que interrompa a leitura neste momento.

Vamos imaginar um personagem fictício. Seu nome é Pedrinho e ele quer se aposentar daqui a 30 anos. Ele já contribui com a previdência pública e portanto sabe que, a partir de certa idade, se as regras não mudarem, ele receberá um valor vitalício (porém muito baixo para suas aspirações). Seu objetivo é acumular um milhão de reais nesse período e, daqui a trinta anos, viver a vida que pediu a Deus.

Agora vamos imaginar que a taxa média de inflação no Brasil nesses próximos trinta anos será de 3% ao ano, uma taxa superotimista (mesmo para os padrões internacionais históricos), considerando que a inflação atual é mais que o dobro disso.

Aqui já temos um problema, pois esse “um milhão” equivalerá, daqui a trinta anos (levando em conta a taxa de inflação superotimista e civilizada que eu considerei), a um pouco mais de 400 mil reais hoje.

Enfim um "milhão" não vai perder o
seu valor
Para que Pedrinho possa ter o equivalente a um milhão daqui a trinta anos, ele precisará acumular, em números redondos, 2,5 milhões de reais (novamente ressaltando que estou considerando uma inflação superotimista no período). Pedrinho põe a mão na cabeça e, decepcionado, refaz seus cálculo e chega à conclusão de que terá que trabalhar por mais tempo e poupar muito mais do que havia imaginado antes. Mas tudo bem, vamos acompanhar a saga de nosso herói.

Para facilitar a conta e manter os números redondos, vamos fazer de conta que, nos próximos trinta anos, a inflação será zero e um milhão continuará valendo um milhão. Pedrinho então pega sua fortuna e aplica a regra dos 4%, que diz que ele pode usar 4% de seu patrimônio acumulado no primeiro ano de aposentadoria.

Então: R$ 1.000.000,00 X 4% = R$ 40.000,00

R$ 40.000,00/12 meses = R$ 3.333,33 por mês

Uhmmmm… Isso não é nada animador. Pedrinho mais uma vez coloca a mão na cabeça e refaz as contas, afinal não faz sentido acumular um milhão com tanto sacrifício para ganhar menos que na previdência pública.

Se voltarmos a considerar a inflação, esses R$ 3.333,33 viram o equivalente a menos de R$ 1,4 mil. Ontem, Pedrinho sonhava com um cruzeiro de volta ao mundo na aposentadoria, mas esta noite ele vai ter um pesadelo com o Titanic…

Mas Pedrinho não se dá por vencido. Ele é brasileiro e não desiste nunca! “Vou fazer a conta ao contrário!” pensa ele. “Quero me aposentar ganhando dez mil por mês (120 mil reais por ano) – fora a parte da previdência pública, de quanto precisarei?”.

R$ 120.000,00 / 0,04 = R$ 3.000.000,00

Xiiii… Três milhões… Complicou! E se considerarmos a inflação, vamos para mais de sete milhões! Neste momento Pedrinho pensa “mas como é que esses americanos conseguem se aposentar?”. Subitamente ele descobre porque a aposentadoria é a maior fonte de stress financeiro entre funcionários de empresas nos EUA (falei sobre isso em meu artigo anterior).

Ou seja, se considerarmos retornos financeiros típicos de uma economia desenvolvida (algo que poderemos conhecer aqui no Brasil em breve) e uma inflação super-duper-hiper otimista de 3% ao ano, o indivíduo que quiser se aposentar com “dez paus por mês” (além da parte do INSS) vai ter que acumular a bagatela de sete milhões de reais. Além disso, vai ter que torcer para não durar mais que trinta anos após a aposentadoria (“maldita expectativa de vida que não para de subir!”) e também torcer para o tal Wade Pfau estar errado nas contas dele, senão pode ir tratando de dobrar esse valor…

Fonte! Chasque de André Massado, publicado no sítio do Portal Exame, no dia 15 de abril de 2012. Abra as cancelas clicando em http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/voce-e-o-dinheiro/2012/04/15/aposentadoria-a-regra-dos-4/

André Massaro é especialista em finanças pessoais e palestrante da MoneyFit Educação Financeira. Escreveu os livros “MoneyFit” e “Por dentro da bolsa de valores”. Tu também podes dar uma camperiada no sítio do autor, abrindo as porteiras clicando em www.andremassaro.com.br.

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Nota do O Bolso da Bombacha!

Mais de 90% dos brasileiros não se preparam para a aposentadoria. Vão contar com o benefício oficial e só (leia-se INSS). Não vão poder parar de trabalhar para viver a vida na terceira idade.

Este chasque (texto) é um parâmetro salgado (real) para quem começa cedo a se preparar pra velhice, com aposentadoria complementar, mas é salgadíssimo, ácido (terrível) para quem começa tarde ou para quem nem tenta começar.....

Mas nem tudo está perdido, pois, para chegar no sonhado um milhão, é preciso iniciar, chegar nos primeiros cem mil. A partir deste cem mil, precisa multiplicar por dez este valor. Já com um milhão, para chegar no segundo milhão, basta multiplicar por dois. Logo, é preciso "comparecer" periodicamente com aportes financeiros para este fim.

Sou do tempo que o melhor serviço público era trabalhar no Banco do Brasil e ser professor.... E a aposentadoria tinha um teto de 20 salários mínimos.... Tudo isso mudou, pois a tal de aposentadoria complementar não existia, tal como ela é hoje, se difundindo aos poucos Brasil afora, com recordes e mais recordes em termos de captação..

Comecei com as minhas reservas para fins de aposentadoria com 20 anos de atraso (com 40 anos de idade), mas não é por isso que vou desanimar e continuo comparecendo mensalmente com aportes financeiros que vão aliviar e me dar um pouco de segurança financeira na terceira idade.

E tu, como estás com as tuas reservas para fins de aposentadoria????? Não invistas tudo em cavalos...., fandangos....., pilchas...., dívidas...., carros turbinados...., casas na praia...., na serra.... etc.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dívida do carro atropela finanças

Consumidor se desespera ao perceber que não basta vender o veículo para quitar prestações em atraso e repassa o débito


Crédito fácil levou muitas pessoas a optar por pagamento 100% parcelado
São Paulo - Inadimplência recorde e aperto dos bancos no crédito têm causado algo além de concessionárias vazias. Muitos consumidores que, com o incentivo do governo, compraram carro financiado nos últimos anos, chegam a um verdadeiro limbo quando têm dificuldade em pagar as parcelas. Tentam vender o veículo, mas, como o carro deprecia rápido e há grande oferta, o valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida.

Muitos consumidores têm tentado soluções caseiras: repassar o carro e a dívida a outra pessoa. Às vezes, até de graça. Não há números oficiais, mas financeiras e lojas de automóveis reconhecem que a iniciativa tem se repetido cada vez mais. Após a exuberância do crédito fácil dos últimos anos, clientes com dificuldades financeiras se desesperam ao perceber que não basta vender o carro para quitar o empréstimo. Os que mais sofrem são aqueles que optam pelo financiamento de 100% do veículo.

"Um carro pode depreciar até 40% em um ano. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam 10% da dívida. Esse foi o erro que cometemos em 2010 e 2011. Reduzimos muito o juro, facilitamos demais as condições e, por isso, a inadimplência subiu", reconhece o presidente da Associação Brasileira de Bancos, Renato Oliva. O presidente da Associação dos Revendedores de Veículos do Estado de São Paulo, George Chahade, lembra que o quadro fica mais preocupante em situações como a enfrentada hoje pelo setor, de inadimplência recorde. "Aumenta a oferta de usados e se o cliente tentar vender, os preços oferecidos são mais baixos que o normal, o que obriga muitas pessoas a tentar o repasse."

"Não dava. Eu receberia R$ 20 mil, insuficiente para quitar a dívida de R$ 23,5 mil no banco. Decidi repassar", conta um estudante de arquitetura de São Paulo. A faculdade, a parcela do apartamento recém-comprado e o financiamento do Celta consumiam boa parte do salário. Para sair do vermelho, ele decidiu vender o automóvel comprado sete meses antes em 60 parcelas.

Fonte! Chasque publicado no Correio do Povo de Porto Alegre - RS, na edição do dia 16 de abril de 2012, na página de Economia. Retrato - créditos para Bruno Alencastro / CP Memória.

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Nota do O Bolso da Bombacha!

Bueno! Somos totalmente contrários ao parcelamento, ao carnê, ao compromentimento da renda familiar, que, muitas vezes é usado na compra de bens não tão necessários assim. Um carro se torna um bem necessário, quando é utilizado para GERAR RENDA. Carro dá um falso status e dá falsa ostentação. Carro comprado nestas condições (com suaves prestações mensais, nem tão suaves assim), gera dívidas, stress, problemas financeiros e até desavenças familiares, inclusive pode gerar separações.

Tudo isso pode mudar no momento em que entra no teu rancho o orçamento doméstico, acompanhado da educação financeira.

Por estas e outras, nosso carro é popular, ano 2004, já passou dos 180.000 quilômetros rodados, não tem nem ar condicio e não temos pretenção de assumir uma dívida somente para fazer a troca desta para um zero km.

Baita abraço

Valdemar Engroff - o gaúcho taura

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Como vive o gaúcho que acumulou uma fortuna de US$ 2,4 bilhões



Lirio Parisotto é um dos homens mais ricos do mundo, segundo a Forbes
Empresário priva da companhia de nomes como Boni (à esquerda)
e o ex-ministro Furlan em seu jato particular
Ele atravessa os oceanos num jato Gulfstream avaliado em quase R$ 100 milhões, mas já andou no lombo de uma égua baixota carregando uma saca de milho para moer no moinho colonial. Aprecia beber uma Dom Perignon de R$ 800 a garrafa, mas gosta mesmo é da polenta brustolada preparada pela mãe.


Priva com ex-presidentes da República, mas não esquece de quando capinava roças de feijão com a enxada. Passeia em Nova York, mas o umbigo está na bucólica Nova Bassano, na Serra gaúcha, de apenas 8,6 mil moradores.

Assim é o estilo do gaúcho Lirio Albino Parisotto, 58 anos, o 601º homem mais rico do mundo segundo o ranking da Forbes, dono de uma fortuna de US$ 2,4 bilhões. Empreendedor desde criança, quando vendia palha para fechar cigarros de fumo crioulo, é um multiempresário de extremos. Tanto pode calçar legítimos sapatos italianos quanto andar descalço numa plantação de mandioca. Vai da boleia da carroça ao volante de um Porsche Cayenne com a mesma naturalidade.

De tanto ousar entre extremos, Lirio Parisotto conquistou o topo. Aos 18 anos, quando perdeu um Fusca ao apostar em ações, não se desesperou. Mais tarde, já próspero, aplicou milhões na Bolsa, em lances que fariam recuar o mais destemido dos empresários. Foi sem medo do fracasso que se tornou um megainvestidor internacional.

Lirio volta regularmente ao ninho de Nova Bassano, talvez para retemperar as energias, mas hoje cultiva hábitos chiques _ impensáveis para quem já vestiu camisas feitas com tecido de saca de açúcar. Combina jantares com o casal de atores globais e ecoativistas Bruna Lombardi e Carlos Alberto Ricceli.

Degusta vinhos nobres com José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Viaja, e muito, nos jatinhos de largas poltronas de couro. Quando está no Brasil, acomoda-se no apartamento de quatro suítes que tem em Manaus. Desfruta a vista do mar no Costão do Santinho, em Florianópolis. Tem outro domicílio em São Paulo.

Mas como definir essa personalidade ao mesmo tempo simples e sofisticada? Amiga de longa data, a psiquiatra Anne Marie o qualifica de "expansivo e otimista", mas também irritável e impulsivo. Enfim, alguém que se submete sempre ao clamor dos instintos.

— Ele é do tipo que entende o mundo de forma racional e ordenada. Extremamente inteligente para conseguir os objetivos, é também extremamente sedutor quando quer — avalia a doutora.

Como é a vida do bilionário

No pátio do hangar de voos executivos do Aeroporto de Congonhas em São Paulo, os preparativos do jato Cessna Sovereign frustram um dos três donos da aeronave, que em breve iria partir para Manaus levando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e outras autoridades para o Fórum Amazonas Sustentável. Não é para menos.

Lirio Albino Parisotto, 58 anos, o 601º homem mais rico do mundo na lista da Revista Forbes, com uma fortuna avaliada em US$ 2,4 bilhões, esperava poder levar o ex-presidente no seu mais novo brinquedo. Um recém-comprado jato Gulfstream, que custa mais de US$ 50 milhões, sem impostos, tem autonomia para voos longos, acomoda 14 pessoas e viaja quase na velocidade do som. Numa conversa com o comandante Wilson Caprio, que pilota para o empresário há sete anos, Lirio ri.

— A Anac não liberou o avião novo — explica o comandante, acostumado a levar passageiros como o ex-presidente dos Estados Unidos Al Gore de carona nos jatos de Lirio Parisotto.

— Os passageiros são sempre de alto nível. Isso é uma grande responsabilidade para im. Mas é muito tranquilo pilotar para o senhor Lirio. Ele é especial, muito amigo, muito família. Uma pessoa engraçada, sempre de bem com a vida. E entende de aviões — conta.

Voar alto sempre foi o objetivo desse gaúcho, filho de agricultores descendentes de italianos, que nasceu no dia 18 de novembro de 1953, a 10 quilômetros da cidade de Nova Bassano, próxima a Caxias do Sul, numa casa sem luz elétrica, na qual a produção agrícola era basicamente de subsistência para o casal e os 11 filhos.

— Ele sempre disse que queria ser alguma coisa na vida. Desde pequeno batalhava muito. E saiu de casa cedo, aos 13 anos foi para um seminário. Depois, foi expulso e não explica por quê. Estudou medicina, se formou, abriu um negócio pequeno que hoje é uma grande empresa, na qual eu sou gerente de engenharia — diz Eloi Parisotto, um dos 10 irmãos.

— O único caso de nepotismo na Videolar — brinca Lirio, ao apresentar o irmão mais novo.

A empresa, hoje um conglomerado de quatro indústrias petroquímicas que produzem CDs, DVDs, discos Blu-Ray e flash drives na zona franca de Manaus, e que logo deve inaugurar uma nova unidade de Bopp (película de polipropileno biorientada ou filmes plásticos de embalagem), com investimento de R$ 500 milhões, além de uma unidade em São Paulo, começou como uma pequena videolocadora em Caxias do Sul.

O mascate virou empresário

Ao deixar o seminário, por ser "anarquista", como gosta de dizer, Lirio foi estudar medicina em Brasília. Fazia de tudo para ganhar dinheiro naquela época, início dos anos 1970. Mascateava carros, toca-fitas, relógios, fazia declarações de Imposto de Renda, tudo para pagar os estudos e os livros. Quando um amigo, dono de uma instaladora de som em carros, a Audiolar, passou por dificuldades financeiras, ofereceu a empresa a Lirio, que tocou o negócio em Caxias do Sul, com um sócio. A empresa cresceu, virou Videolar em 1988 e hoje fatura US$ 1,4 bilhão por ano e emprega dois mil funcionários.

— Lirio é uma pessoa com bastante energia. Está sempre bem informado, por isso cobra resultados. Como construiu tudo do nada, passa para nós esse desafio constante — conta o diretor industrial da Videolar, Silas Paulo Varone.

Ao passear pela fábrica, o empresário conversa com os funcionários, brinca bastante e manda pintar as frases de efeito que ouve nas paredes da empresa. Não se furta em comer no refeitório da indústria e ao montar o prato revela suas origens: uma porção bem farta de arroz com feijão e três pedaços de frango.

Quem o vê comendo assim não imagina que, pouco antes de aterrissar em Manaus, Lirio estava servindo champanhe Dom Perignon aos seus convidados ilustres, a bordo do Sovereign, onde foi o único a tirar os sapatos italianos, confortável na posição de dono do luxuoso jatinho, com largas poltronas de couro. Cada Dom Perignon custa cerca de R$ 800 e, na viagem em companhia de Fernando Henrique Cardoso, seu filho Paulo Henrique Cardoso, o ex-ministro do Desenvolvimento Luiz Fernando Furlan, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, o ex-diretor do Banco Central Nelson Carvalho e o presidente de honra da Rede Accor no Brasil Firmin Antonio, foram abertas quatro garrafas. Ou "garafas", como pronuncia Lirio, ainda com o sotaque de colono descendente de italianos.

— O mais curioso no Lirio é que, mesmo depois de enriquecer e de se transformar um empresário poderoso e em um grande investidor, ele nunca esqueceu as origens. Fala com o sotaque da roça, é muito direto e objetivo. Um fofoqueiro de primeira — diz Furlan.

Obsessão por imóveis

Dono da corretora Geração Futuro, com fundos de ações responsáveis pela maior parte do seu patrimônio avaliado em US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 4,3 bilhões), Lirio não começou bem sua carreira como investidor no mercado financeiro. Sua primeira tentativa foi um retumbante fracasso.

Com apenas 18 anos, recebeu um Fusca como prêmio em um concurso de monografias organizado pelo Exército. Encantado com a alta das ações, investiu na renda variável e perdeu tudo em pouco tempo.

— Saí com o dinheiro para uma refeição — relembra.

Como empresário já estabelecido, voltou a aplicar na Bolsa. O prejuízo foi ainda maior, de US$ 200 mil. Só no início dos anos 1990 teve o primeiro sucesso, quando investiu US$ 1 milhão. Multiplicou a fortuna por quatro e conseguiu comprar a participação do sócio na Videolar.

Em 2008, o investidor também perdeu alguns milhões, mas, desta vez, aproveitou a baixa para aumentar sua posição, atravessou a crise e saiu dela ainda mais rico. Além do faturamento da Videolar e dos fundos de ações (90% nos setores de siderurgia, mineração, bancos e companhias elétricas), Lirio investe em imóveis.

Tem um apartamento com quatro suítes no Bairro Ponta Negra, o mais nobre de Manaus, um no Costão do Santinho, em Florianópolis, e outro em São Paulo, onde passa a maior parte do seu tempo. Na garagem um Porsche Cayenne, que na versão mais simples custa quase R$ 400 mil e, de reserva, para driblar o rodízio na capital paulista, um Mercedes. Em Manaus, Lirio mantém um outro carro, que dirige ele próprio, com auxílio de um GPS.

Fonte! Chasque (reportagem) publicado no Clic RBS, no dia 8 de abril de 2012, por
Nilson Mariano & Simone Kafruni - nilson.mariano@zerohora.com.br / simone.kafruni@diario.com.br. Abra as cancelas clicando em http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/04/como-vive-o-gaucho-que-acumulou-uma-fortuna-de-us-2-4-bilhoes-3719028.html

Fonte Retrato! Simone Kafruni / Agencia RBS.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Educação Financeira! Agenda da Argentum Investimentos Abril/12

As melhores informações e ferramentas para seus investimentos!
 Confira a agenda desse mês:

 Aprenda a Investir no Mercado de Ações - 03/04, Terça-feira, às 19h30

Análise Técnica - 10/04, Terça-feira, às 19h30

 Operações Vencedores - 17/04, Terça-feira, às 19h30

 Como Operar Ações no HB - 24/04, Terça-feira, às 19h30

 Participação gratuita.

Local: ARGENTUM INVESTIMENTOS
Rua Antônio Carlos Berta, 475 - Auditório
Jardim Europa - Porto Alegre
Tel: (51) 3335-1988
educacional@rico.com.vc
(11) 2505-1907
0800 771-5465
 
Fonte! Chasque remetido por Marcelo Festa - marcelo.festa@argentuminvestimentos.com.br

quinta-feira, 29 de março de 2012

Agenda de Eventos da Dérivés para o mês de Abril!

Bueno! Já se foram os três primeiros meses do ano. E se tu fores daqueles que no final do ano passado (e nos anos anteriores), fez promessas de "muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender", faltam nove meses para tu dares uma guinada na tua vida financeira.

Quem sabe tu comece com a educação financeira, podendo ser com palestras gratuitas, ou então, cursos, conforme a Agenda que me foi remetida pelo Fabiano Dornelles
Além do conato acima (telefone e chasque eletrônico (e-mail), tu podes também contatar com o Fabiano pelo fone (51) 3027-9415 ou pelo fabiano.dornelles@derives.com.br.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Curitiba abre o calendário nacional da Expo Money 2012

Nos próximos dias 3 e 4 de abril, a cidade de Curitiba irá abrir o calendário nacional do Circuito Expo Money 2012, o Shopping do Seu Dinheiro, maior evento de educação financeira e de investimentos da América Latina. Durante os dois dias, os visitantes poderão acompanhar palestras com assuntos relacionados a três temas: Finanças Pessoais, Investimentos e Empreendedorismo.
“O Circuito Expo Money completa 10 anos em 2012. Curitiba é uma de nossas edições mais importantes, não só por abrir o calendário, mas por reunir um público qualificado e preocupado com suas finanças e investimentos. Por isso, preparamos uma programação especial com novos temas e palestrantes”, ressalta Robert Dannenberg, diretor executivo de Negócios da Geo Eventos, promotora da Expo Money.

Uma das grandes atrações da Expo Money 2012 será a presença do analista financeiro Mauro Halfeld, que fará uma participação especial no Talk Show do Dinheiro, em Curitiba. O visitante terá a oportunidade de ficar frente a frente com o especialista e tirar as suas principais dúvidas sobre mercado de ações, renda fixa e finanças pessoais. Halfeld tornou-se conhecido por seu programa na rádio CBN, “Dinheiro”, e por suas colunas no jornal O Globo e na revista Época.

Outra novidade ficará por conta da palestra do comentarista econômico da Rede Globo, Carlos Alberto Sardenberg. Sucesso em Porto Alegre no ano passado, o jornalista fará uma análise da economia brasileira perante a crise internacional. E para completar o trio de ouro do Congresso Expo Money, Gustavo Cerbasi apresentará a palestra “Pais inteligentes enriquecem os seus filhos”. Será uma verdadeira aula onde o consultor financeiro apresentará idéias e práticas cotidianas que, quando adotadas em famílias, podem gerar efeitos bastante positivos no modo de crianças e jovens lidarem com os próprios recursos e com a riqueza da família.

Espaço Franquia: mercado em franco crescimento

No ano de 2012, o setor de franquias deve crescer 15% no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Em todo o país, são mais de duas mil marcas em operação, superando o número de 86 mil unidades franqueadas. Neste cenário, o Paraná se destaca como um dos Estados líderes em unidades franqueadas, com um total de 6%, ficando atrás apenas de São Paulo (39%), Rio de Janeiro (12%) e Minas Gerais (8%).

Pensando neste mercado em expansão, o Circuito Expo Money 2012 contará com o Espaço Franquia, que irá apresentar aos visitantes todos os detalhes de uma das opções de investimento e empreendedorismo que mais cresce no Brasil. Neste espaço, o visitante poderá encontrar diversas informações sobre esta opção de investimento e tirar duvidas com especialistas do setor e poderá acompanhar palestras especiais, com 15 minutos cada, com assuntos referentes ao tema: Como funciona o sistema de franquia; Como escolher uma franquia de sucesso; Micro Franquias - Investimento menor que R$ 15 mil; Como se tornar um Franqueador; e Oportunidades de franquias estrangeiras.

O Expo Money Curitiba será realizado no Expo Unimed Curitiba (Rua Profº Pedro Viriato de Souza, 5.300), nos dias 3 e 4 de abril, das 13h às 21h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site
www.expomoney.com.br. Além da capital paranaense, a Expo Money passará também por Fortaleza (CE), Salvador (BA), Ribeirão Preto (SP), Recife (PE), Florianópolis (SC), Brasília (DF), Goiânia (GO), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Mais informações pelo telefone (11) 2344-4200.

Fonte!Chasque e logo publicados no sítio Paranashop, no dia 22 de março de 2012. Abra as porteiras clicando em http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=33462.

Antes de pensar em poupar, é preciso ter as contas em ordem

SÃO PAULO - Embora não seja hábito da maioria dos brasileiros poupar todos os meses, esses mesmos brasileiros entendem muito bem as vantagens dessa prática. Poupar permite que você adquira bens a um preço muito mais atrativo do que se fizesse um financiamento, por exemplo. Mas como deve ocorrer esse processo de poupança?

O grande problema da poupança é que ela só pode ser feita quando o consumidor tem suas finanças em ordem. Isso quer dizer, basicamente, que ele tem de ter um planejamento financeiro mensal bem detalhado, ou seja, saber exatamente quanto entra, quanto sai, quais são suas dívidas e onde tem de economizar. Também precisa saber quais os gastos que ele pode cortar e os que não pode.

Nem todas as famílias têm as contas bem detalhadas, e, o que é ainda pior, muitas delas normalmente vivem acima da sua realidade financeira, ou seja, do padrão de vida que seu salário permite. O crédito, oferecido por empréstimos e cheque especial, por exemplo, é o que permite chegar a esse tipo de situação.

Controlando os gastos para poupar

“Só quando você conhece sua realidade financeira é que você pode começar a poupar”, diz o consultor financeiro Ronaldo Gotlib. A lógica é simples: se a pessoa não tem controle sobre seus gastos, pensar em poupar não deve ser a primeira preocupação, mas, sim, colocar as finanças em ordem.

Após ter mapeado tudo que você tem para receber e todas as despesas com as quais terá de arcar, veja se, ao final do mês, você conseguiu ficar no azul. A partir do momento em que as contas fecham e você consegue ter um valor extra ao final do mês, é o momento de pensar em poupança e investimento. Muitos consumidores reclamam que nunca conseguem ter esse dinheiro extra, mas isso pode estar acontecendo simplesmente por não ter um planejamento, e o dinheiro que deveria sobrar está sendo gasto com coisas desnecessárias.

Esse trabalho de elaborar um planejamento ajuda a eliminar gastos desnecessários, conforme explicam os educadores financeiros.

Depois que você tem um orçamento claro e bem definido, a sugestão é que reserve, no mínimo, de 10% a 20% da sua renda. Caso sua realidade financeira permita uma reserva maior, melhor. De acordo com a professora de finanças do Insper, Angela Menezes, esse é o mínimo recomendado, pois não deve impactar de forma muito agressiva na renda do trabalhador.

É importante não estipular um percentual muito alto, pois é um valor que deve ser guardado todos os meses e por um longo prazo, sobretudo se seu objetivo é adquirir um bem de alto valor. Caso você decida poupar muito, sem ter condições, você pode acabar se frustrando, desistindo e acabando com o processo.

Poupar para quê?

Uma outra questão que surge é se as poupanças devem sempre ser atreladas a um objetivo, ou seja, à realização de um desejo, como a compra de um carro, de uma casa ou mesmo uma grande viagem. Tanto Angela quanto Gotlib acreditam que a poupança deve estar, sim, relacionada a uma meta. “A poupança só funciona quando temos um objetivo”, diz o especialista. É uma forma de se comprometer.

Vale destacar que o objetivo pode ser qualquer um, inclusive guardar dinheiro pelo puro interesse de ter uma reserva financeira para qualquer eventualidade. “As metas ajudam a poupar”, lembra Angela. Quando as finanças estão em ordem, a poupança deve passar a ser considerada no planejamento financeiro, ou seja, não se deve poupar o dinheiro que sobra ao final do mês, mas sim destinar uma parte específica da sua renda para isso. Já com o dinheiro que sobrar, depois que a parte da poupança foi retirada, você pode poupar mais ou gastar com outras coisas.

Outras observações sobre o processo de poupar são as seguintes: se, em determinado mês, você precisa pagar alguma dívida, prefira quitá-la a manter a reserva para poupança, pois encargos financeiros das dívidas normalmente são mais altos do que os rendimentos que você terá com a poupança. E poupança não é um dinheiro que deve ficar parado na conta, deve ser investido para que se obtenha rendimento.

Fonte! Chasque de Viviam Klanfer Nunes, publicado no dia 23 de março de 2012, no Sítio Info Money. Abra as porteiras clicando em http://www.infomoney.com.br/educacao-financeira/noticia/2380449-antes+pensar+poupar+preciso+ter+contas+ordem.

domingo, 18 de março de 2012

Atitude 63! Férias Planejadas é muito melhor! (3)

Bueno! Chegou a hora de fincar o pé no estribo e deixar a Região Missioneira para trás, e voltar pro rancho, em Alvorada. Então, depois de pousar na tia (e madrinha) Visa em Cerro Largo, tomamos um café cedito e pegamos a estrada da volta.

Mas, ir pra Região Missioneira e não tomar um mate em São Miguel das Missões, nas Ruínas (mais de 300 anos de História), é como ir a Roma e não ir na basílica de São Pedro, pois é um retorno ao passado, um retorno à História do Rio Grande do Sul e universal. Não é por nada que as ruínas de São Miguel são Patrimônio Cultural da Humanidade.

Os remanescestes da antiga Redução Jesuítica-Guarani de São Migue Arcanjo foi um dos primeiros patrimônios brasileiros a ser preservado a partir de 1938 pelo IPHAN. E em 1983, foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO e hoje é considerado um dos mais importantes legados desta fascinante experiência política e social do mundo. Veja pelos retratos....
Igreja de frente

Igreja, de lado

Templo, do lado do sol nascente (onde está o gramado, ficava o patio
da casa dos padres (claustro)
Parte externa dos fundos do templo. Deste lado também ficava a horta, que
era cuidada pelos padres. Era um quintal com frutas, chás, temperos...
Templo na parte interna (só falta a cobertura....)

Do lado Sul do templo, ficava o cemitério, que, era dividido  em 4 partes e
formava uma cruz (meninos, meninas, homens e mulheres)

Ali onde eu e a Marilene estamos ficava a praça - ideal para jogos
de guerra e festividades

Famosa cruz missioneira. Estamos chegando no Museu das Missões, que
foi criado em 1940 e que conta com mais de cem peças de santos feitas
pelos jesuítas e pelos índios guaranis

Sinos de bronze, fundidos na própria redução

Peças e ornamentos do templo, guardadas no museu


Peças do museu na lado externo

Outras peças do museu, expostas no lado externo

Bueno! Pra conhecer um pouco mais desta Hisória do Rio Grande do Sul, do Brasil e do Mundo, abra as porteiras dos seguintes sítios:
1 - Sítio da Prefeitura - http://www.saomiguel-rs.com.br/
2 - São Miguel na Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Miguel_das_Miss%C3%B5es
3 - Museu das Missões - http://www.museudasmissoes.blogspot.com.br/